Saúde e DDHH
25/04/2011
Sepe Valença fará assembléia da rede municipal na quarta-feira (dia 27/4)


O Sepe Valença convoca os profissionais da rede municipal para uma assembléia geral, que será realizada na quarta-feira (dia 27 de abril) no Colégio Estadual Benjamin Guimarães, a partir das 17h30m. Na assembléia a categoria irá avaliar e votar a proposta salarial do governo e, por isso, o núcleo solicita o comparecimento em massa da categoria para decidir os rumos da nosssa campanha salarial.

Sepe teve reunião com o governo no dia 20 de abril

No dia 20 de abril, a direção do Sepe Valença teve uma reunião com representantes do governo municipal. Na audiência foram tratados dois assuntos: a supressão e junção de turmas nas escolas municipais e a proposta de aumento salarial apresentada pela prefeitura.

Também participou da audiência com o governo uma comissão de profissionais eleita pela assembléia da categoria, que dobrou da secretária Dilma o porque da “racionalização” e de quem partiu a ordem para a sua implantação. Ficou claro para todos que as responsáveis pela supressão e  junção de turmas são a SME e a SMA. Outro ponto que ficou claro para os presentes à reunião foi a tentativa dos representantes do prefeito na reunião de jogar nas costas das direções das escolas a responsabilidade sobre tais fatos. Elas disseram que os diretores interpretaram de forma equivocada a orientação, pois não foi dada, oficialmente, qualquer ordem de “racionalização”. Tal afirmação foi desmentida na hora pela diretora da EM Regina Coeli, que integrava a comissão eleita para participar da audiência. Segundo ela, a ordem de racionalização foi dada pela SME e pela SMA.

Aparentemente, houve um recuo por parte da secretária Dilma, já que ela afirmou durante a reunião que só mexeria nos contratados e que não reduziria mais as turmas. Mas temos que ficar atentos, já que, no casos das creches, houve também audiência, mas até o momento nada do que foi prometido pela secretária Dilma foi cumprido.

Na segunda parte da audiência, as secretárias presentes apresentaram a proposta de reajuste do governo: Nível 1 R$ 657,81; nível 13: R$ 1.323,63 e manteve a tabela anterior para os não docentes: nível 1 R$ 645,00 e nível 13 R$ 1.297,85. Observamos para as representantes do governo municipal que ainda há distorção entre as duas tabelas, já que, por exemplo, um docente que fez pós graduação receberá um salário final inferior ao dos não docentes.

A última assembléia da rede municipal, realizada no dia 6 de abril votou a seguinte pauta de reivindicações: 15% de reajuste na data base, fazendo com que o piso dos docentes seja de R$ 720 para o nível 1 e R$ 1.448,79 para o nível 13. O piso dos não docentes ficaria de R$ 645 para o nível 1; entre outras reivindicações.


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