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Atividades já confirmadas do Sepe, movimentos social e sindical, nos municípios e capital, para a participação na luta da educação no dia 13 de agosto – o ato principal será no Rio de Janeiro (capital), com  a concentração às 15h, na Candelária, com  passeata saindo por volta das 17h/17h30. Segue os demais atos:
 
01) Cabo Frio (Comitê de Lutas): Praça Porto Rocha:  concentração às 9h; com Aula Pública. Às 12h30m, caravana para o ato na Capital;
 
02) Madureira SEPE Reg 2 e Sinpro-Rio: aula pública, de 9h às 12h, em frente à Escola Municipal Ministro Edgard Romero, no calçadão de Madureira (Av. Ministro Edgard Romero,31); 
 
03) Barra do Piraí:  ato cultural às 9h na Praça Nilo Peçanha, seguido da aula publica sobre militarizaçâo e Projeto Future- se. A tarde, ida à capital;
 
04) Cachoeiras de Macacu: Rodoviária de Cachoeiras de Macacu, às 9h. À tarde, ida ao ato na capital;
 
 05) Valença: ato na Rua dos Mineiros, às 10h, com paralisação da rede municipal (SEPE e CEFET);
 
06) Méier (na Praça): aula pública de 10h às 13h (Sinpro-Rio e SEPE Reg 3);
 
07) Calçadão de Campo Grande: aula pública de 10h às 13h (Sinpro-Rio e SEPE Reg 5);
 
08) Largo do Machado: aula pública de 10h às 13h (Sinpro-Rio e SEPE Reg1);
 
09)  Largo da Taquara (no lanche Mania):  aula pública às 11h (SEPE Reg 6 e Sinpro-Rio);
 
10) Niterói: panfletagem no Campi UFF e Barcas de 11h às 13h. Ato nas Barcas às 14h com o Fórum Popular e Sindical de Niterói;
 
11) Macaé (Frente Ampla de Luta): às 11h, concentração para as atividades na Praça Veríssimo de Melo; às 12h30, início das rodas de conversas, exposições de trabalhos e aulas públicas; às 15h, Roda de Conversa com a participação ampla dos sindicatos, movimentos sociais e estudantis, com o tema "FUTURE-SE: O IMPACTO DAS PRIVATIZAÇÕES"; às 17h,  ATO FINAL (CAMINHADA);
 
12) Rio de Janeiro: Concentração Colégio Pedro II, Campus Centro, às 13h;
 
13) Confecção de cartazes Movimento Articulação Infâncias: às 14h, Praça do Professor (Rua Pedro Lessa, Centro do Rio);
 
14) Campos dos Goytacazes: concentração para passeata 15h, na Praça São Salvador (setores da educação e movimentos sociais).
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Depois de sucessivos cortes no orçamento da educação, o ministro da Educação Abraham Weintraub anunciou hoje (dia 8), na Imprensa, o bloqueio de R$ 348,4 milhões que seriam aplicados na produção, aquisição e distribuição de livros didáticos e pedagógicos da 
 
Educação Básica, ironicamente, área considerada prioritária pelo ministro e pelo presidente Jair Bolsonaro.
As informações a respeito do novo bloqueio são da imprensa e da ONG Contas Abertas, baseadas nos dados do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira). Segundo o Jornal O Globo (dia 8/8), em matéria publicada na página 26, o bloqueio ocorre para atender ao novo contingenciamento de R$ 1,44 bilhão, anunciado pelo governo federal em julho. Para a conta do MEC ficaram os R$ 348,47 milhões (24% do total), fato que comprova que este governo ao contrário do que tem se dito não ataca apenas o ensino superior mas a educação básica também. 
 
Além de prejuízo pedagógico para os alunos, o corte na aquisição de livros também afeta os empregos do setor editorial, já que as empresas afirmam que o bloqueio trará problema para toda a cadeia produtiva, sobretudo para o mercado editorial, que já atravessa uma crise avassaladora com fechamento de livrarias e editoras.
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