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O Sepe está publicando hoje um novo estudo do impacto da folha salarial da educação estadual do Rio de Janeiro sobre a arrecadação do governo, que comprova que existe dinheiro para a concessão de reajuste salarial e equiparação ao piso nacional do magistério. No estudo, entre outras revelações, podemos verificar que os valores dos impactos da folha salarial dos profissionais de educação da rede estadual são irrisórios frente à arrecadação estadual. Isto é uma prova de que os governos mentem quando afirmam que não tem caixa para conceder reajustes salariais (congelados há mais de cinco anos no Rio de Janeiro). 

Outra constatação do estudo que ora publicamos é o de que não existe justificativa para manter o vencimento base dos funcionários admnistrativos abaixo do salário mínimo ou do piso regional, já que este segmento da categoria está praticamente terceirizado, restandomenos de cinco mil servidores ativos. Veja o estudo completo pelo link abaixo:

http://www.seperj.org.br/admin/fotos/boletim/boletim3389.pdf

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Em 13 de agosto, dia da Greve Geral da Educação, funcionários e professores da rede municipal do Rio de Janeiro realizaram um ato/protocolaço na porta da prefeitura e exigiram que o prefeito cumpra:

– A lei que garante 1/3 de planejamento extraclasse para todos os professores;

– O pagamento retroativo da adequação de escolaridade para merendeiras e agentes educadores;

– Inclusão das serventes na lei que garante a adequação;

– Realização do curso para secretários escolares;

– Reconhecimento das Agentes de Educação Infantil no magistério.

O Sepe as manifestantes presentes também denunciaram as precárias condições de trabalho de toda a rede. Foi ressaltada a questão da formação para agentes de apoio à Educação Especial e a dificuldade dos profissionais desenvolverem um trabalho de qualidade com esse segmento educacional.

Marcou presença no ato o professor de História, Jeremie Berthuin, do Sindicato Solidarie da França, que faz parte do movimento dos coletes amarelos, sendo uma das lideranças. O companheiro fez uma saudação durante o ato em apoio à nossa luta no Brasil. 

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Ontem (dia 13/8) foi dia de Greve Geral da Educação. Por todo o país, sindicatos, entidades ligadas ao setor, centrais trabalhistas e movimento estudantil se mobilizaram para protestar contra a reforma da previdência e os cortes de quase 1 bilhão de reiais que o governo Bolsonaro já promoveu no setor educacional, principalmente nas universidades e nas instituições federais de ensino. No Rio de Janeiro, as rede estadual e diversas redes municipais, inclusive a do Rio, pararam e participaram de uma série de atividades conjuntas realizadas em toda a capital e em cidades do interior do estado.
 
À tarde, a categoria realizou um ato na Alerj, com aula pública nas escadarias, seguido de ida até a Candelária para a concentração para o ato principal do dia.
 
Veja vídeos e reportagens durante o ato de ontem pelo face do Sepe:
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