Recepção: (21) 2195-0450. Whatsapp: (55) 2197069-2600. Agende seu atendimento pelo Departamento Jurídico: (21) 2195-0457 (10h às 16h).

A Assembleia dos profissionais sindicalizados usuários do contrato SEPE/UNIMED, realizada em 16 de setembro na ABI, aprovou o resultado das negociações entre o Sepe e a Unimed que resultou no índice de 5% de reajuste. Este foi o menor índice do mercado conseguido pelo segmento “empresa por adesão”, até o momento.

 

O resultado de 5% de reajuste foi possível graças a uma série de fatores entre os quais a sinistralidade equilibrada do grupo e a tradição conquistada pelo Sindicato, respeitada pela Unimed, de sentar e negociar o índice, tendo como referência o conceito construído de que o “equilíbrio financeiro”, tão lembrado pela operadora, deve ser bom para ambas as partes e sobretudo, garantir que o profissional mantenha sua condição de pagar as mensalidades.

 

Inclusão de novos usuários no contrato SEPE/UNIMED:

 

O cadastramento será realizado entre os dias 10 de outubro a 9 de novembro. Após essa data, enviaremos os documentos à Unimed para início da vigência em dezembro, quando vencerá a primeira mensalidade.

 

Cópia da documentação necessária para inclusão:  Identidade, CPF, Comprovante de residência, Carteira da Unimed, se for o caso, Contracheque atualizado com o desconto da sindicalização.

 

Mais informações ligue para o SEPE – Setor do Convênio médico, Tel.: 2240-6300, 2195-0469 e 2195- 0466

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O Sepe RJ vem a público repudiar a fala do governador Claudio Castro durante a sabatina promovida pelo telejornal RJTV (no dia 14 de setembro de 2022), pelo mesmo ter afirmado que os professores não trabalharam na pandemia.

 

Lembremos que o magistério cumpriu com suas funções durante a pandemia, apesar do caos protagonizado pelas plataformas como o Google ClassRoom, onde professores tiveram que disponibilizar seus dados pessoais e fomentar bravamente a presença de alunos e alunas.

 

Resgatemos as condições precárias das escolas, que se encontram sem merenda, sem professores e funcionários e onde as demandas da categoria não foram cumpridas, como o 1/3, a falta de concurso público, além do não pagamento do piso nacional do magistério.

 

O agravante com as verbas da educação se encontra nas denúncias de “lavagem de dinheiro” com o CEPERJ e UERJ, enquanto a categoria agoniza por causa de um regime de recuperação fiscal covarde, aprovado em 2017, e reformulado em 2021, apesar da resistência dos educadores.

 

RESPEITE OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO, CLAUDIO CASTRO!

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