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O Sepe convoca os profissionais da rede municipal para assembleia geral que será realizada na próxima terça-feira (29 de novembro), no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga, 55/7º andar – Cinelândia), a partir de 18h.

Na plenária, de formato híbrido, a categoria, que segue em estado de greve, discutirá a mobilização para obrigar a prefeitura a atender as nossas reivindicações e anunciar o reajuste salarial do funcionalismo, depois de mais de três anos de congelamento. Também iniciaremos a discussão para a construção de uma campanha para marcar, no ano que vem, a passagem dos 10 anos da greve histórica de 2013.

O último reajuste salarial da rede municipal ocorreu em março de 2019. Um estudo do Sepe-Dieese apurou, até junho de 2002, índices de 30,15% (INPC/IBGE) e de 28,65% (IPCA/IBGE) de perdas salariais durante o período de congelamento. Mesmo com a pressão da categoria e do conjunto dos servidores municipais, com atos realizados na prefeitura ao longo deste ano, o prefeito Eduardo Paes ainda não anunciou um reajuste salarial para as categorias em luta. Veja a pauta de reivindicações da rede municipal:

 – Recomposição salarial, já!

– Descongelamento do valor do vale alimentação (mais de 10 anos sem reajuste).

– Não ao fim da paridade e integralidade; contra a taxação de aposentados e pensionistas.

– Cumprimento de 1/3 da jornada para atividade extraclasse.

– Contra o desvio de função de secretários escolares; pela regularização dos cursos e do pagamento das gratificações.

– Reconhecimento da função de cozinheira (agregando o valor de insalubridade), da função de magistério de AEIs; contra a desvalorização dos agentes educadores e a ausência de enquadramento por formação de funcionários.

– Correção da escolaridade das AAEEs.

– PCCS unificado.

– 30h para os funcionários administrativos e nenhum piso abaixo do salário mínimo.

– Não ao fechamento de turmas, a remoção de professores e a redução de vagas.

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