Agende seu Atendimento Virtual pelo Departamento Jurídico do Sepe nos fones: (21) 99992-4931 (9h às 11h); (21) 97133-7101 (13h às 15h); ou pelo email: juridico@seperj.org.br – segunda a sexta feira
O governo de Iván Duque apresentou uma proposta de reforma tributária ao parlamento colombiano que pretende arrecadar 26 bilhões de pesos, aumentando o imposto sobre alimentos básicos, o imposto sobre os salários dos trabalhadores, entre outras medidas que visam que os pobres do país paguem pela crise econômica, em plena situação grave da pandemia, enquanto o governo aumenta o desemprego, as taxas de miséria e o assassinato de lutadores em meio a um aumento flagrante da corrupção.

Diante dessas medidas, as centrais operárias convocaram um dia nacional de protesto denominado Greve Nacional do dia 28 de abril, que demonstrou, com suas grandes mobilizações, a indignação contra o governo, e por isso vem se espalhando para os principais centros urbanos do país. Em Cali, onde o protesto foi mais forte, o governo e o prefeito deram ordem para reprimir o protesto.

Como resultado, cerca de 35 pessoas foram assassinadas e cerca de 400 pessoas presas, além de mais de 150 pessoas feridas pelos órgãos de segurança e 6 jovens que perderam um dos olhos, copiando o que fizeram os policiais do Chile nas mobilizações. Mais de 1.000 lutadores sociais foram assassinados nos três anos desde que o governo Duque assumiu. São defensores dos direitos humanos, guerrilheiros desmobilizados das FARC, lutadores do direito à terra e dirigentes sindicais.

O SEPE-RJ repudia a repressão brutal na Colômbia e os ataques do governo de Iván Duque e do parlamento com a sua proposta de reforma fiscal. Manifestamos nossa solidariedade aos lutadores sociais, jovens e trabalhadores que estão nas ruas defendendo seus direitos.

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O Sepe RJ realizará um ato simbólico de protesto na porta do Centro Administrativo da prefeitura (Praça Onze) nesta sexta-feira (dia 14 de maio), a partir das 11h. No ato, o sindicato colocará cruzes no local, para simbolizar os óbitos na educação municipal, desde a reabertura das escolas da rede para aulas presenciais durante a pandemia. O ato em defesa da vida, por direitos e vacinação para todos foi deliberado pela assembleia virtual da rede municipal, realizado na última segunda-feira (dia 10 de maio), que ratificou a continuidade da greve dos profissionais de educação do município contra a reabertura das escolas para aulas presenciais.

 

Ontem, o Sepe divulgou um novo relatório sobre casos de covid-19 nas escolas da rede municipal do Rio de Janeiro, com denúncias sobre profissionais contaminados durante o trabalho presencial e sobre a falta de estrutura de unidades escolares para o cumprimento dos protocolos sanitários estipulados pela própria prefeitura para o funcionamento dos estabelecimentos de ensino da Secretaria Municipal de Educação (SME). Neste relatório, aparecem algumas escolas, onde, além de profissionais, alunos e familiares também estão apresentando sintomas da covid-19.

Acompanhe a transmissão ao vivo pelas nossas páginas:
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Youtube – https://www.youtube.com/watch?v=qMabSUgmflg


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O Sepe comunica com pesar o falecimento da professora da rede estadual e ex diretora do Sepe São Gonçalo, Carla Musa. A profissional é mais uma das vítimas da covid-19. Veja abaixo o texto em homenagem à pessoa e à luta dela, que sempre se manteve na linha de frente da luta pela educação pública de qualidade para todos:

Carla Musa,

Professora de Filosofia da rede estadual, mãe de Sophia Musa. Irmã, filha , tia, amiga. Militante em defesa da educação pública, ex diretora do Sepe/São Gonçalo. Carla não é um número, assim como todos os que faleceram, não pela Covid, mas pela política planejada de não combate à pandemia.

Carla nos foi arrancada deixando dor, saudades, mas também, e sobretudo, a lembrança de sua vitalidade, generosidade, alegria , companheirismo e disposição de luta. Honrar sua passagem entre nós requer um compromisso de combate constante , agudo e firme ao que está posto como destino para o povo.

Carla Musa , presente, hoje e sempre.

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A Regional 1 do Sepe realizará, na próxima quinta (dia 13/5), uma plenária sobre a Reforma do Ensino Médio, para mobilizar contra mais esse ataque dos governos contra a Educação!

A abertura será feita pelo prof. Matheus Castro (Pedro II de Duque de Caxias e coordenador do Núcleo de Estudos em Educação e Realidade Brasileira – NEEREBRA).

Quinta, 13/5, às 15h!

Participe!

Basta clicar no link no horário da plenária:
http://bit.ly/PlenariaReformaEnsMedio

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A Secretaria Estadual de Funcionários do Sepe, convoca para este sábado, dia 15 de maio, às 14 horas, a Plenária Estadual do Coletivo de Funcionários.

Contaremos com a participação do companheiro ZEZINHO, diretor da Secretaria de Funcionários da CNTE, que nos trará informes nacionais e dos outros estados.

Muito importante a presença de todos os representante dos municípios, principalmente do interior.

OBSERVAÇÕES:

A participação é limitada a 03(três) participantes por Regional/Núcleo.

Os nomes dos participantes devem ser enviados até as 15h do dia 14 de maio (sexta-feira) para seu núcleo ou regional.

Precisamos nos fortalecer nesse momento de dor, com a nossa união. Ninguém solta a mão  de ninguém.

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POR UMA EDUCAÇÃO DEMOCRÁTICA!

 

O Núcleo Itatiaia do SEPE RJ torna público a petição on line pelo site Avaaz, reivindicando o cumprimento pela prefeitura dos seguintes tópicos relacionados abaixo:

1 Garantia da segurança alimentar de todos os estudantes, através da entrega mensal de uma cesta básica a cada um dos matriculados no sistema municipal de ensino;

 

2 Definição do calendário de vacinação de toda a comunidade escolar, que deve ser concluído antes da retomada das aulas presenciais;

 

3 Fiscalização rigorosa do cumprimento integral do Protocolo de Retorno das Atividades Pedagógicas nas Unidades de Ensino aprovado pela Comissão Municipal Educacional de Gerenciamento da Pandemia, através de comissão instituída para esse fim pelo Conselho Municipal de Educação, composta por servidores municipais da Saúde, Vigilância Sanitária e integrantes da Supervisão de Ensino da SME;

 

4 Convocação e posse imediata dos candidatos aprovados nos últimos concursos públicos para preencher completamente a vacância de cargos no quadro de pessoal da Secretaria Municipal de Educação;

 

5 Realização das obras e reformas estruturais nas 10 (dez) escolas em cumprimento fiel ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a Prefeitura e a 2ᵃ Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Ministério Público;

 

6 Aprovação de lei regulamentando Plano de Inclusão Digital que contemple capacitação e fornecimento dos meios indispensáveis para o desenvolvimento do ensino híbrido aos estudantes e profissionais de educação da rede municipal de ensino;

 

7 Assistência social e psicológica aos estudantes em situação de vulnerabilidade social.

 

Contamos com seu apoio e divulgação.

 

Acesse a petição pública do Sepe Itatiaia pelo site do Avaaz pelo link abaixo:

https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/poderes_executivo_legislativo_e_judiciario_da_cida_por_uma_educacao_democratica_para_itatiaiarj_em_defesa_da_saude_e_da_vida_da_populacao/?zVCBAdb

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O Sepe está divulgando um novo levantamento de escolas da rede municipal do Rio de Janeiro, onde profissionais foram diagnosticados com o coronavírus e, também aquelas que não apresentam condições para o cumprimento do protocolo sanitário com vistas a impedir a disseminação da doença. Neste relatório, aparecem algumas escolas, onde, além de profissionais, alunos e familiares que também estão apresentando sintomas da covid-19.

 

Tais relatos, baseados em dados levantados junto às escolas de todas a CREs, são uma comprovação do grande erro do prefeito Eduardo Paes e da SME de reabrirem as escolas para aulas presenciais em plena ascensão da segunda onda da pandemia. Ao tomarem tal atitude, Paes e Renan Ferreirinha colocam em risco a vida da categoria, alunos e responsáveis, além de criar condições para uma maior proliferação do número de casos na cidade do Rio de Janeiro, por causa do aumento da circulação nas ruas e quebra do isolamento, necessário e recomendado pela Ciência, provocados pela volta das aulas.  

 

Tal como ocorreu com os outros relatórios, o levantamento será enviado para a SME e o sindicato continuará insistindo para que o governo municipal recue e feche as escolas até que a campanha de vacinação alcance os profissionais de educação e a população em geral. A assembleia da rede municipal do Rio de Janeiro deliberou pela continuidade da greve em defesa da saúde e da vida em assembleia virtual realizada no dia 10 de maio.

Veja o teor do relatório pelo link abaixo:

rel 12 05 2021

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Em assembleia realizada na terça-feira (dia 11/5), os profissionais das escolas municipais de Pinheiral votaram a favor da continuidade da greve em defesa da saúde e da vida. Na votação, 66% dos inscritos na assembleia votaram pela manutenção da paralisação. A categoria reclama que não existe segurança sanitária para aulas presenciais e os protocolos estabelecidos pela prefeitura são frágeis, além de não haver monitoramento e acompanhamento dos casos cruzados de covid-19.

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A ALERJ aprovou um projeto de lei  (PL 4130/2021), de autoria do deputado Dionísio Lins (PROGRESSITAS),  que declara Patrimônio Histórico e Cultural do RJ a EM Doutor Cícero Penna, localizada na Avenida Atlântica, em Copacabana. Na semana passada, o anúncio feito pelo prefeito Eduardo Paes de que iria vender o terreno da escola para a construção de um prédio de 12 andares mobilizou toda a comunidade escolar contra a venda deste patrimônio público histórico, que atende a mais de 600 alunos da rede municipal.  O projeto irá para sanção do governador Cláudio Castro, que terá 15 dias para sancionar ou não o tombamento.

Com o projeto de lei aprovado, o imóvel da unidade escolar não poderá sofrer nenhum tipo de alteração estrutural nem ser comercializado. O tombamento é resultado da mobilização da comunidade escolar e do movimento civil e de todos os profissionais de educação que, logo após a divulgação do projeto de venda do terreno da escola, que funciona no local desde a década de 1960, realizaram uma série de manifestações contra a tentativa do governo municipal de alienar a tradicional unidade escolar para atender os interesses da especulação imobiliária no bairro de Copacabana.

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