Agende seu Atendimento Virtual pelo Departamento Jurídico do Sepe no fone: (21) 9999-24931 (manhã); ou pelo email: juridico@seperj.org.br
Em edição do dia 21 de outubro de 2019, o Jornal Extra, certamente alertado por algum leitor, mostrou um fato inusitado e, para as professoras de todo o país, revoltante. Ao buscar pela plataforma de pesquisa do Google pelo significado do termo “professora”, o site abre uma série de janelas com dicionários próprio e de autores clássicos como Antônio Houaiss, Michaelis e Aurélio, nos quais as respostas apresentam o termo com as seguintes definições: “1): mulher que ensina ou exerce o professorado: 2) Brasileirismo – Brasil: N.E. informal: prostituta com quem adolescentes se iniciam na vida sexual. Tal conteúdo tem sido disseminado pelas redes sociais e choca pelo fato óbvio de atingir uma categoria majoritariamente feminina e por revelar um conteúdo fortemente discriminatório e ofensivo, já que uma pesquisa pelo termo professor, no masculino, apresenta um resultado completamente diferente.
 
Ao tomar ciência do fato, o Sepe RJ está acionando o seu Departamento Jurídico para verificar quais são as providências cabíveis para a correção desta verdadeira distorção, que ofende e atinge um sem número de mulheres que abraçaram o magistério e que, cotidianamente, já são expostas a uma série de violências no seu ambiente de trabalho a à falta de reconhecimento da parte de governos que não valorizam a profissão. 
 
Para o sindicato é indesculpável que, em pleno século XXI, ainda sobrevivam tais tipos de preconceitos contra a mulher, principalmente num momento em que o próprio governo federal se apresenta como um defensor da extinção dos direitos das mulheres e das minorias depois de anos de avanços da luta contra a discriminação e contra os ataques aos seus direitos de gênero.  
 
SEPE RJ – SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO
0