Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

O núcleo do Sepe Paraíba do Sul conquistou um acordo judicial que garante o pagamento das diferenças do 13º salário de 2024 a mais de 500 profissionais da educação da rede municipal, entre servidores da ativa e aposentados – a ação foi ajuizada pelo sindicato em dezembro de 2024.

Em decisão liminar favorável, a Justiça determinou que a prefeitura de Paraíba do Sul e o Prevsul efetuassem os pagamentos. Contudo, no caso dos servidores da ativa, os valores foram pagos de forma incompleta. Dessa forma, diante do descumprimento parcial da decisão, o Sepe cobrou judicialmente o correto pagamento das diferenças devidas.

Após nova determinação da Justiça, o sindicato e a prefeitura avançaram nas negociações e formalizaram um acordo para quitação dos valores remanescentes, com a devida atualização monetária.

O pagamento da primeira parcela começou a ser realizado no contracheque referente ao mês de maio, com a seguinte rubrica IND DIF 13° 2024.

Informações do Sepe Paraíba do Sul.

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Informe da Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sepe:

O Departamento Jurídico do Sepe informa à categoria que segue acompanhando o andamento da representação do sindicato ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), apresentada em outubro de 2024, data da aprovação da Lei Complementar 276, seguida da Portaria Conjunta E/LSUBE – E/CTRH nº 01, de 03 de janeiro de 2025 e da Resolução SME nº 500, de 09 de janeiro de 2025, as quais, em conjunto, violam o direito dos educadores a terem a garantia de um terço da carga horária fora da interação com os educandos, como determina a Lei 11.738/2008, que instituiu o piso nacional do magistério.

A primeira reunião ocorreu em 11/03/26 com a Assessoria de Atribuição Originária Cível e Institucional (AAOCI) da Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (PGJ-RJ) para tratar do tema. Em abril/26 fomos informados que o Município, por meio de diálogos interinstitucionais, se manifestou conforme solicitado pela PGJ (“manifestação expressa sobre o interesse no exercício do controle político de constitucionalidade, de forma a sanar os vícios de inconstitucionalidade apontados”), já que a PGJ entende que:

“A valorização insculpida no artigo 206, V, da Constituição da República não se refere apenas à remuneração, mas também às “condições adequadas de trabalho” (Art. 67, VI, LDB), condições estas que foram restringidas pela lei municipal. Assim, o Parecer n.o 001/2025 é claro ao afirmar que a alteração normativa “compromete substancialmente a função pedagógica essencial da docência”, configurando uma “forma transversal de desvalorização” da profissão.

“Nessa esteira, não há como assegurar a qualidade do ensino ao passo que são precarizadas as condições de trabalho de seu principal agente, o professor. Um docente sobrecarregado, compelido a ministrar seis aulas a mais por semana (no caso das 40h) e com seu tempo de planejamento materialmente suprimido, não dispõe das condições objetivas para efetivamente se dedicar ao “período reservado a estudos, planejamento e avaliação”, conforme exige o artigo 67, V, da LDB, o que se traduz em aulas menos preparadas, avaliações menos criteriosas e, fundamentalmente, na redução da capacidade de atendimento individualizado ao aluno.

“O Parecer do CAO é preciso ao notar que a Lei Complementar Municipal, ao sobrecarregar o docente, “comprime sobremaneira o tempo dos integrantes da comunidade educativa para o convívio social e a atenção individualizada, ambos essenciais no processo de ensino-aprendizagem”. Verifica-se, assim, uma violação “ao núcleo essencial do direito à educação de qualidade, violando o princípio da vedação ao retrocesso social”.

Como o Sepe não teve acesso à manifestação do MRJ, em maio de 2026 indagamos sobre o andamento na PGJ, que informou que “o procedimento está sob análise e estudo internamente por essa Assessoria, em conjunto com CAO Educação, para conclusão acerca da estratégia mais adequada à solução da questão”.

Neste sentido, o SEPE/RJ informa à categoria que segue acompanhando o procedimento e que, havendo novidades, divulgará, como de costume, à categoria, sendo certo que, em paralelo, o recurso apresentado em março/26 na ação judicial vitoriosa do 1/3 da Carga Horária (em curso desde 2012) está igualmente em andamento, aguardando remessa ao STJ.

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A rede municipal RJ realiza uma assembleia geral no dia 20 de junho, no formato híbrido. A plenária terá início às 10h e a parte presencial será realizada em local a confirmar.

O sindicato convoca a categoria para participar desta assembleia que terá por objetivo debater a nossa mobilização para o segundo semestre de 2026. A rede municipal precisa parar para discutir temas de extrema importância tal como a questão da sobrecarga de trabalho para professores e funcionários das escolas e o adoecimento físico e mental dela decorrente; o combate na Justiça contra a minutagem; as perdas salariais; a implementação da Lei do Descongela; PAEIs que continuam recebendo abaixo do piso na carreira; vale alimentação congelado em R$ 12 desde sua criação em 2012, funcionários desvalorizados, EIs ainda sem enquadramento, entre outros itens que constituem nossa pauta de reivindicações.

O ex-prefeito Eduardo Paes saiu, mas deixou uma herança maldita. O novo prefeito, Eduardo Cavaliere, entrou, mas mantém a mesma política de descaso para com o funcionalismo e para com a educação municipal.

Não podemos ficar parados! Sábado, dia 20 de junho, participe da assembleia híbrida da rede municipal, com início às 10h. Inscreva-se, a partir do dia 30 de maio, para participar do formato remoto em: https://rio.seperj.info

Download do cartaz (PDF)
cartaz A3

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O Sepe Mendes/Engenheiro Paulo de Frontin realiza, no dia 10 de junho, o II Seminário de Educação Infantil, no Colégio Cenetista Marechal Rondon. O evento, que terá como tema “Valorização, Identidade Docente e Direitos Profissionais à luz da Lei 15.326/2026” tem o objetivo de fomentar discussões críticas, troca de experiência e fortalecimento coletivo da categoria.

Veja toda a programação do seminário e o link para inscrição no PDF abaixo:
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/05/II-SEMINARIO-DE-EDUCACAO-INFANTIL-SEPE_MENDES.pdf

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O Senado acaba de aprovar a Medida Provisório 1334/26, que cria uma nova regra de reajuste do piso salarial do magistério público da educação básica. O texto da MP já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, no dia 21 de maio e, agora, o Senado confirmou a aprovação desta MP que é uma vitória para os educadores brasileiros.

O texto aprovado garante aumento com ganho real acima da inflação. Com a medida, o piso nacional dos professores poderá chegar a R$ 5.130,63 em 2026. Sem a MP, o reajuste seria de apenas 0,37%. O texto agora segue para sanção do presidente Lula.

A proposta também garante o pagamento do piso para profissionais contratados temporariamente e amplia a transparência dos cálculos divulgados pelo MEC.

A medida fortalece a política do piso nacional e garante mais segurança na atualização salarial da categoria, respeitando o crescimento do Fundeb e assegurando planejamento para estados e municípios.

Com: CNTE

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No dia 18 de maio, a coordenadora geral do Sepe e diretora da CNTE, Izabel Costa, participou de uma audiência com o MEC, em Brasília. O ministro da Educação, Leonardo Barchini, não esteve presente no encontro por estar cumprindo uma agenda externa com o presidente Lula e a reunião foi realizada com a assessoria do ministério. Veja os pontos que foram abordados no encontro:

– Lembramos à assessoria do ministro sobre a medida provisória 1334/2026, que definiu o reajuste do Piso Nacional e que precisa ser transformada num Projeto de Lei;

– Reforçamos na audiência a importância do Piso Nacional dos Funcionários (PL 2531/2021, que tramita no Congresso) aprovado com todas as previsões e legalidades asseguradas para que ele se torne realidade;

– Falamos sobre a importância da participação da CNTE e dos sindicatos da Educação nos diversos fóruns criados no Sistema Nacional de Educação e pelo Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado recentemente e promulgado pelo presidente Lula, além da nossa presença na discussão orçamentária das verbas do setor;

– Foi lembrada a questão dos profissionais de Educação Física e da obrigatoriedade do pagamento ao Conselho Regional e à Confederação Nacional de Educação Física para que possam exercer o magistério;

– Por fim, o Sepe apresentou um ofício, endereçado a Barchini, solicitando a mediação do ministro para que ele possa interceder junto à prefeitura do Rio de Janeiro, com objetivo de abrir negociações com o governo municipal: o sindicato não tem audiência com o chefe do executivo municipal há mais de 10 anos e, com o secretário municipal de Educação, há quase três anos.


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Os profissionais da rede municipal RJ realizaram uma assembleia geral, no dia 16 de maio, em formato híbrido e com a parte presencial no auditório Marco Tulio Paolino. A assembleia foi aberta com informes sobre minutagem; protocolo da representação do Sepe ao Ministério Público questionando a forma de pagamento do Piso Nacional às PAEIS e discussão no Conselho Municipal de Educação sobre a Política Nacional de Inclusão.

Entre as várias deliberações aprovadas pela assembleia da rede municipal do Rio se destacam as seguintes:

1 – Campanha de valorização dos profissionais da educação: Desenvolvê-la a partir do eixo – “Contra a precarização do trabalho e o adoecimento dos profissionais da educação da rede municipal do Rio de Janeiro”. A ideia é trabalhar o conceito com seções combinadas com as pautas da categoria, centradas na busca de soluções para combater a precarização e o adoecimento nos vários segmentos;

2 – Luta pela realização de concurso público para todos os cargos da educação municipal;

3 – Prioridade dos concursados, inclusive os de migração e com dupla regência, sobre os contratos temporários.

4 – Realização de estudo sobre a possibilidade de uma ação direta de inconstitucionalidade contra a minutagem;

5 – Incorporação à luta pelo enquadramento dos profissionais da educação infantil em todos os núcleos e regionais. Representação do sindicato ao Ministério Público sobre o reconhecimento da lei 15.326/26 pela prefeitura do Rio de Janeiro.

6 – Plenária em nível estadual das agentes e auxiliares da educação infantil, e outras nomenclaturas, no dia 30/05, às 10h, no Club Municipal. Campanha publicitária unificada para todas as redes sobre o reconhecimento da lei 15.326/26 e seu devido enquadramento.

7 – Representação do Sepe ao MP, com pedido de audiência, sobre o tema do cumprimento imediato da lei que descongela o tempo da pandemia.  

8 – Apoio ao ato das docentes em luta pelo enquadramento do doutorado no dia 21/05/26, 16h; Inclusão da luta pelo direito ao enquadramento em nível de especialização e luta pela extensão desse direito a todos os profissionais da educação.

9 – Campanha de denúncia da gestão de Eduardo Paes, com resgate de todas as políticas de ataque à educação pública em seus governos;

10 – Denúncia ao TRE sobre o ex-secretário municipal de educação, Renan Ferreirinha, que faz campanha política em espaços educacionais públicos e da utilização da SME e das CREs na campanha eleitoral, coagindo as direções das escolas, professores e funcionários.

11 – Pressão pela obtenção de audiência com o prefeito e com o secretário de Educação.

12 – Data da próxima assembleia: Dia 20 de junho (local e horário a confirmar)

Veja mais deliberações da plenária do município na ata que disponibilizamos em PDF pelo link abaixo:

https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/05/ATA-FINALIZADA-DA-ASSEMBLEIA-DOS-PROFISSIONAIS-DA-EDUCACAO-DA-REDE-MUNICIPAL-DO-RIO-DE-JANEIRO-2.doc


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Em assembleia híbrida realizada no último sábado, dia 16 de maio, os profissionais da rede municipal do Rio de Janeiro aprovaram as seguintes moções, que hora divulgamos. Veja abaixo o teor dos textos aprovados pela plenária híbrida.

Moção 1:

19 de maio é dia de reafirmar uma verdade urgente: proteger crianças e adolescentes é responsabilidade coletiva.

Em uma sociedade marcada pela violência, pelo silêncio, pela negligência, crianças e adolescentes, pessoas neurodivergentes e pessoas com deficiência seguem entre os corpos vulnerabilizados ao abuso, à violência e à violação de direitos.

Por isso, prevenção não pode ser campanha de apenas uma data. É escuta, formação, atenção, fortalecimento das redes de proteção e coragem para romper silêncios, inclusive quando elas aparecem de forma naturalizada no cotidiano.

A escola, as famílias, os serviços públicos e toda a sociedade precisam estar atentos aos sinais e comprometidos com uma cultura de proteção, dignidade e cuidado mais humanizado.

Defender infâncias seguras é também defender uma sociedade menos violenta.

 

Moção 2:

Manifesto em defesa dos profissionais adoecidos e contra o capacitismo institucional

Nós, profissionais da educação e servidores públicos, denunciamos a forma violenta, desumana e capacitista com que trabalhadores vem sendo tratados nos processos de perícia e aposentadoria compulsória no município do Rio de Janeiro. Depressão, ansiedade e sofrimento psíquico não poder ser tratados como incapacidade moral, cognitiva ou civil. Adoecer não retira a dignidade, a inteligência, a autonomia e a humanidade de ninguém. 

O que estamos assistindo é a transformação do sofrimento mental em mecanismo de exclusão silenciosa do serviço público. Trabalhadores com condições de retornar ao trabalho com laudos inconsistentes, avaliações questionáveis e sem processos transparentes, estão sendo afastados compulsoriamente e empurrados para a aposentadoria, que, muitas vezes, não desejam e não reconhecem como justas. Não aceitaremos que servidores adoecidos sejam tratados como descartáveis. Denunciamos uma política que, ao invés de garantir cuidado, acompanhamento e condições dignas de trabalho, responde ao adoecimento com afastamento, isolamento e apagamento profissional.

É grave que em pleno século XXI ainda exista uma lógica institucional que associe sofrimento psíquico à incapacidade total de gerir a própria vida, trabalhar, decidir ou existir socialmente. A luta em defesa da saúde mental é também a luta contra o capacitismo.

Também denunciamos o impacto desse processo sobre mulheres trabalhadoras, maioria na educação pública, historicamente atravessados pela sobrecarga do cuidado, pela precarização e pelo adoecimento produzido pelas condições concretas de trabalho.

Não se trata de casos isolados. Existe um padrão de violência institucional que precisa ser investigado, denunciado e interrompido. Por isso, exigimos:

– Revisão imediata dos processos de aposentadoria compulsórias questionados;

– Transparência nos critérios da perícia;

– Direito à reavaliação independente;

– Acompanhamento humanizado e não punitivo;

– Políticas reais de saúde mental para servidores;

– Fim da lógica de exclusão e silenciamento dos trabalhadores adoecidos;

Seguiremos nos mobilizando nas frentes política, jurídica, administrativa e pública. Defender profissionais adoecidos é defender dignidade, direitos humanos e serviço público de qualidade. Nenhum trabalhador deve ser descartado por adoecer.

 

Moção 3: 

De apoio e repúdio – aprovada em assembleia do SepeRJ (rede municipal do Rio de Janeiro)

Ao professor Roberto Eduardo Albino Brandão e contra a perseguição política na rede municipal do Rio de Janeiro

A Assembleia Geral do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ), rede municipal RJ, reunida no dia 12 de março de 2026, deliberou por unanimidade manifestar o seu mais profundo apoio ao professor de Ciências Roberto Eduardo Albino Brandão, e repudiar o seu afastamento arbitrário, através de término de requisição da unidade CEJA Maré, ocorrido em dezembro de 2025, que apresenta fortes indícios de perseguição política e desvio de finalidade.

A assembleia considera que:

 Arbitrariedade e Falta de Motivação: O afastamento do professor Roberto Brandão, ocorrido em 16/12/2025, foi realizado de forma verbal, sem processo administrativo prévio e sem qualquer fundamentação técnica ou pedagógica que justificasse a interrupção de um trabalho reconhecido pela comunidade escolar, especialmente os estudantes.

Há indícios de perseguição política e/ou Ideológica: O afastamento ocorre após o professor defender a gestão democrática, o pensamento crítico e a construção coletiva do Projeto Político Pedagógico (PPP), inclusive junto a movimentos sociais do território da Maré.

 Ataque à Autonomia Docente: O uso da prerrogativa de término de requisição; como forma de punição subjetiva é uma prática autoritária que visa silenciar vozes críticas dentro das escolas e desestabilizar profissionais comprometidos com uma educação crítica e emancipatória.

 Histórico e Competência: O professor Roberto Brandão possui uma folha de serviços com vasta produção acadêmica voltada para a EJA (Educação de Jovens e Adultos) e projetos de integração internacional (como o intercâmbio com o Timor-Leste), que agora são interrompidos de forma violenta pela administração.

Diante da decisão soberana desta assembleia, o Sepe-rj exige:

A imediata reintegração do professor Roberto Brandão ao CEJA Maré.

 A ANULAÇÃO DO ATO ADMINISTRATIVO por flagrante desvio de finalidade e desrespeito ao direito à ampla defesa e ao contraditório.

 O FIM DO ASSÉDIO MORAL e das práticas de perseguição política contra qualquer profissional de educação que lute por uma escola pública democrática e  laica.

 A categoria segue em estado de alerta e não aceitará que a gestão escolar seja utilizada como instrumento de censura ou de perseguição ideológica.

Pela democracia nas escolas!

A nossa luta é em defesa da educação e da liberdade de ensinar!

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O Sepe convoca os profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro para a assembleia geral, no formato híbrido, que será realizada no próximo sábado, dia 16 de maio, com a parte presencial no auditório do sindicato (Rua Evaristo da Veiga 55 – 7 andar). A plenária será iniciada às 10h.

Um estudo do Sepe Dieese com a evolução salarial na rede municipal mostra que a perda salarial entre 2019 e 2025 alcançou a marca de 19,40%. Este resultado mostra como o último reajuste concedido pela prefeitura no final de dezembro do ano passado foi insignificante face às perdas acumuladas nos últimos anos de arrocho salarial e congelamentos.

O agora ex-prefeito Eduardo Paes, após meses de enrolação e muita pressão do Sepe e do funcionalismo municipal, concedeu reajuste de 4,71%. De acordo com o Dieese, o reajuste necessário em 1º de janeiro de 2026 para recompor as perdas salariais de 20129 para cá teria que ser de 24,07% pelo IPCA ou 23,88% pelo INPC. Isso, sem falar no vale alimentação, congelado em R$ 12 desde o dia em que foi criado, há 14 anos.

Veja as principais reivindicações do município:

Reajuste para cobrir as perdas salariais dos últimos anos;

Pela convocação de todos os concursados aprovados em concurso público;

Concurso público – basta de privatização na rede municipal!

Cumprimento do 1/3 extraclasse para a educação infantil ao 9º ano;

Contra a política de benefícios e abonos que prejudica o Previ-Rio;

Pela oferta dos cursos inicial, intermediário e avançado conforme edital dos secretários escolares;

Por uma política de inclusão de verdade, com profissionais especializados e sem a exploração do trabalho dos profissionais da educação;

Pelo retorno da migração, que se encontra suspensa pela SME;

Descongelamento do benefício por Tempo de Serviço durante a pandemia;

Pela transparência da gestão no Previ-Rio;

Basta de privatização na rede municipal – fora fundações!

Pelo fim da exclusão das(os) aposentadas(os) da política salarial da prefeitura;

Fim da minutagem;

Pagamento para todos do Acordo de Resultados 2024;

Contra a precarização do trabalho – adoecimento NÃO!

Cumprimento da lei e pagamento do Piso Nacional no vencimento inicial da carreira de PAEIs;

Reconhecimento das AEIs como professoras da Educação Infantil;

Reajuste do vale refeição;

Pagamento da gratificação de desempenho aos secretários escolares aprovados no curso de capacitação realizado em 2020;

Correção da escolaridade do cargo para médio normal e reconhecimento do trabalho pedagógico exercido pelas Agentes de Apoio de Educação Especial (AAEEs);

Regularização da situação funcional das merendeiras, agentes educadores e agentes de apoio à Educação Especial.

 

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O Dieese/Sepe acaba de divulgar o relatório sobre a evolução salarial dos profissionais da rede municipal do Rio de Janeiro referente ao mês de maio/2026. O órgão tomou como base um marco inicial para o acompanhamento dos vencimentos básicos da categoria o poder de compra que vigorava em 1º de março de 2019 e comparamos com a evolução com a variação da inflação medida pelo INPC-IBGE e pelo IPCA-IBGE.

De 1º de março de 2019 a 30 de abril de 20026 o INPC-IBGE e o IPCA-IBGE apresentaram variação de respectivamente 47,72% e 47,81%. Os salários no mesmo período foram reajustados em 16,11%. Assim, em 30 de abril de 2026, os salários da categoria manteriam apenas 78,61% do poder aquisitivo de 1º de março de 2019, segundo o INPC-IBGE.

Dessa maneira, para que os salários em 1º de maio de 2026 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de março de 2019, o reajuste necessário sobre os salários de abril de 2026 seria de 27,22% pelo INPC-IBGE e de 27,30% de acordo com o IPCA-IBGE.

 

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