Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

O juiz da 2ª Vara Cível de Queimados, Davi da Silva Grasso, deferiu pedido de Tutela de Urgência, determinando a reintegração da professora Lúcia Carine Saramago ao cargo anteriormente ocupado na rede municipal de educação, “suspendendo os efeitos do ato administrativo que ensejou sua demissão”, segundo a decisão.

Em março de 2023, o prefeito demitiu de forma sumária a professora concursada Lúcia Carine, sob a alegação de supostas irregularidades cometidas durante sua atuação no Conselho Municipal de Alimentação Escolar. A medida configurou um ato ilegal e uma evidente perseguição política, motivada pela atuação da educadora na defesa dos direitos dos profissionais da rede municipal de ensino.

Na recente decisão, o juiz da 2ª Vara acolheu parecer do Ministério Público da Tutela Coletiva de Proteção à Educação do Núcleo Nova Iguaçu, referendado pela Procuradoria-Geral de Justiça e baseado em pareceres do FNDE e do Ministério da Educação, segundo os quais a nomeação de Lúcia Carine como representante da sociedade civil no CAE é “integralmente verdadeira e regular”. O juiz destacou ainda que a administração pública não pode criar direitos e obrigações sem fundamento legal, sob pena de arbitrariedade e insegurança jurídica.

A prefeitura tem prazo de cinco dias úteis, contados de 24/06/2026, para cumprir a decisão, sob pena de multa diária de R$ 500, limitada a R$ 20 mil.

Leia a decisão do juiz.

O Sepe acompanhou e apoiou a professora Lúcia Carine – leia aqui entrevista concedida pela professora ao site do sindicato, em 2023.

Leia a matéria do site Portal B, de onde retiramos parte das informações.

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No dia 23 de Junho, o Sepe Paraíba do Sul esteve em Brasília a convite do prefeito Júlio Canelinha (PSD) para participar de uma reunião no Ministério da Educação e Cultura (MEC). A reunião teve como pauta o reconhecimento da Lei 15326/2026, que garante o enquadramento dos monitores efetivos com formação em magistério ou Pedagogia como professores da educação infantil municipal. A coordenadora geral do Sepe RJ, Rose Silveira participou do  encontro, acompanhando o diretor do Núcleo do Sepe Paraíba do Sul, Giovani da Silva e Souza e a dirigente do movimento “Somos todas Professoras”, Gegê Ferreira.

Na oportunidade, o prefeito Júlio Canelinha e os representantes do seu Administrativo e da Procuradoria Geral do Município foram buscar o diálogo com o MEC para abrir caminho ao reconhecimento da Lei que determina o enquadramento destas profissionais da Educação Infantil como integrantes da carreira do magistério. Embora Canelinha tenha apresentado o interesse da prefeitura de efetivar o enquadramento no seu município, ele explicou que o tesouro municipal não possui recursos financeiros para executar o disposto na lei, enquadrando as educadoras infantis na carreira do magistério. Daí a sua iniciativa de buscar ajuda do governo federal.

O Sepe, que sempre esteve presente na Luta pelo Movimento Somos Todas Professoras(es), desde que a Lei foi aprovada, vem incorporando as reinvindicações e mesas de negociação em vários municípios para que a lei seja implementada.

O sindicato reconhece que a lei gera impactos financeiros nos municípios. Mas deixamos claro que esse ponto não pode servir como desculpa para não implantação das legislações municipais para efetivação do enquadramento. Por isso, a importância da organização dos municípios para que a Lei seja cumprida. 

Para o Sepe, é dever do Poder Executivo Municipal adotar medidas legislativas e administrativas para, além de buscar recursos de outros entes governamentais, readequar seus orçamentos e tomar medidas internas para, assim,  garantir a legalidade  do direito das trabalhadoras(es) da Educação Infantil.

A luta é árdua, mas seguiremos no movimento, cobrando e apoiando os gestores dos municípios para que o enquadramento se torne uma realidade.

 

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O Sepe RJ e o Sepe Mendes/Engenheiro Paulo de Frontin comunicam com pesar o falecimento do professor Ricardo Nelson Silva, um dos fundadores do núcleo municipal de Mendes – atual Mendes/Engenheiro Paulo de Frontin, do sindicato.

A trajetória do profissional confunde-se com a própria história da luta sindical. Em tempos sombrios de ditadura militar, quando erguer a voz era um ato de extremo perigo, ele e um grupo de pioneiros iniciaram a resistência na torre da Igreja Matriz de Mendes. Naquela época, cada passo, cada panfleto e cada viagem para as assembleias do Sepe no Rio eram financiados do próprio bolso desses profissionais, movidos unicamente pelo sonho de uma educação pública justa e de valorização da categoria.

Além de sua liderança histórica na fundação do sindicato e de sua atuação pública, Ricardo Nelson Silva deixou sua marca no chão da escola. Como diretor e educador, foi uma figura profundamente querida por alunos e profissionais da educação. Sua gestão e sua prática pedagógica foram sempre pautadas pelo afeto, pelo respeito humano e pela defesa intransigente da escola pública.

O Sepultamento será realizado hoje (dia 24 de junho), no Cemitério Recanto da Paz, de Barra do Piraí. O corpo está sendo velado na Capela A do mesmo cemitério.

O Sepe se coloca ao lado dos familiares e amigos do professor Ricardo Nelson Silva e expressa toda a sua solidariedade neste momento de luto e pesar.

Ricardo Nelson Silva, presente!

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Comunicado do Núcleo do Sepe Conceição de Macabu, Carapebus, Quissamã, Trajano de Moraes e Trajano de Moraes:

Após cobranças do Núcleo do Sepe e com a mobilização dos profissionais da educação, a Prefeitura de Trajano de Moraes encaminhou em junho à Câmara Municipal o projeto de lei que garante a aplicação do reajuste do Piso Nacional do Magistério em 2026, com respeito ao plano de carreira da categoria.

A expectativa é que o projeto de lei seja sancionado nos próximos dias pelo prefeito.

A proposta foi aprovada pelos vereadores e assegura o pagamento do novo piso salarial aos profissionais do magistério, com efeitos retroativos a janeiro de 2026, em conformidade com a Lei Federal nº 11.738/2008 e plano de carreira.

Essa conquista demonstra a importância da organização da categoria e da atuação firme do sindicato na defesa da valorização dos profissionais da educação pública.

O Sepe seguirá acompanhando a implementação da lei e fiscalizando o cumprimento integral do pagamento dos valores retroativos e do novo piso salarial do magistério em 2026.

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O Sepe repudia as declarações em vídeo do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, pré-candidato ao governo do Estado, em que ele fala sobre a crise da rede estadual de ensino. As propostas apresentadas pelo ex-prefeito ignoram o principal desafio da educação pública fluminense: a valorização dos profissionais da educação. Para o sindicato, não há como recuperar a rede estadual sem garantir o cumprimento do piso nacional do magistério e a recomposição das perdas salariais acumuladas pela categoria. Por isso mesmo, os profissionais de educação vêm pressionando o governador interino, desembargador Ricardo Couto, desde o momento em que ele assumiu o cargo para que seja cumprida a lei da recomposição salarial e o piso nacional do magistério – a primeira será paga em agosto, após muita pressão dos servidores.

Mas a declaração de Paes não nos causou surpresa. O Sepe lembra que a gestão de Paes à frente da educação municipal do Rio não pode ser citada como bom exemplo de administração, principalmente em relação aos servidores municipais cariocas. Medidas adotadas pela prefeitura contribuíram para a sobrecarga e o adoecimento dos trabalhadores da educação, como a “Minutagem“, que ampliou a carga de aulas dos professores sem reajuste proporcional da remuneração. O Sepe questiona também o uso dos resultados do IDEB como vitrine da política educacional do município, pois mecanismos de bonificação por metas estimulam índices de aprovação que não refletem na aprendizagem dos estudantes – lembrando que os profissionais que realizaram a greve em 2024 contra a minutagem ficaram sem a bonificação do 14º salário, em uma perseguição política escancarada. Além disso, o prefeito arrochou os salários dos servidores, que completaram, em dezembro de 2025, quase dois anos sem reajuste.

Outro ponto a ser destacado na faça de Paes é a ausência de propostas de concursos públicos para a rede estadual, que está sem novos profissionais concursados há mais de uma década; tanto o governo estadual, na malfadada gestão Claudio Castro, quanto a prefeitura do Rio com Paes têm ampliado formas precárias de contratação, com o avanço da terceirização e do trabalho temporário nas escolas. Para o Sepe, a reconstrução da educação pública passa pela realização de concursos, pela garantia de vínculos estáveis e pela valorização dos profissionais que atuam nas unidades de ensino.

Por fim, a inexistência de qualquer relação de Paes com as representações sindicais dos servidores, quando à frente da prefeitura carioca, demonstra enorme autoritarismo do candidato ao governo do Estado – especialmente com a direção do Sepe, a quem ele não recebe em audiência desde a sua primeira eleição, ainda em 2014. Muito diferente do atual governador interino, que já recebeu o sindicato por duas vezes em poucos meses, quando anunciou a recomposição salarial.

Assim, Paes faz, agora, um discurso de “bom gestor” que se revela vazio de verdade diante do histórico de sua administração na Prefeitura. Sua gestão foi marcada por políticas de viés meritocrático aplicadas ao funcionalismo, sem que isso se traduzisse em melhoria efetiva dos serviços prestados à população carioca. Além disso, priorizou a terceirização em detrimento da realização de concursos públicos e promoveu o arrocho salarial dos servidores municipais.
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Profissionais da educação lotados na Casa Creche Valdemira, localizada no município de Saquarema, realizaram assembleia no dia 15 de junho para defender a escolha democrática da nova direção da unidade e cobrar a abertura de sindicância para apurar denúncias contra a gestora afastada. A mobilização teve o apoio do Núcleo do Sepe Costa Litorânea, que recebeu graves denúncias sobre casos de assédio moral, extorsão e devoluções arbitrárias de servidores naquela unidade escolar.

O núcleo do Sepe encaminhou as denúncias ao Ministério Público (MPRJ) que, por sua vez, já está investigando, tanto administrativa, como criminalmente, a situação. O MPRJ também requisitou esclarecimentos à prefeitura de Saquarema, à SME, à Ouvidoria e ao Conselho Municipal de Educação.

O Jurídico do sindicato protocolou pedido de sindicância e de afastamento da gestora – o que foi efetivado na semana passada, em uma vitória da mobilização da categoria.

Na assembleia, os trabalhadores aprovaram por unanimidade a indicação de uma professora da própria creche para assumir a direção da unidade. A decisão foi registrada em ata e encaminhada à SME e ao MPRJ. Os profissionais de educação da creche defendem que a futura gestão seja pautada pela participação, transparência e diálogo, além de reiterar a reivindicação pela abertura imediata de sindicância para apuração dos fatos denunciados.

Todo apoio à luta Casa Creche Valdemira, em Saquarema!

Mais informações no Facebook do Sepe Costa Litorânea.

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Reportagem do jornalista Rubem Berta, no Jornal online Ururau, traz à tona ligações da prefeitura do Rio desde 2023 com o liquidado Banco Master. Segundo a matéria, o ex-prefeito e atual pré-candidato a governador Eduardo Paes pelo PSD, Eduardo Paes, foi o responsável pela assinatura de um decreto, em 16 de janeiro daquele ano, que disponibilizou aos servidores municipais a contratação de dois produtos do banco, entre outras instituições. Como sabemos, o Master foi liquidado em outubro do ano passado pelo Banco Central e seu dono, Daniel Vorcaro, se encontra preso por envolvimento num dos maiores escândalos financeiros da história do Brasil.

Segundo o repórter, o decreto de 2023 assinado por Paes abriu caminho para a oferta ao funcionalismo municipal de dois dos produtos mais lucrativos do Master: o cartão de crédito consignado e o cartão consignado de benefício. Para isso, o decreto retirou uma fatia de 10% de uma margem consignável total de 55%, estabelecida em lei no ano de 2021, para ser usada especificamente em cartões de consignado, como os do Banco Master.

Com o decreto, explica Berta, o servidor passou a poder usar no máximo 45% do salário para aderir à modalidade tradicional de consignado, que possui juros mais baixos e maior previsibilidade. Os 10% restantes ficaram de fora para acomodar o apetite do Master e outros tubarões do mercado financeiro especializados em sugar o parco salário dos trabalhadores municipais.

Por outro lado, os cartões de consignado – que ficaram com uma fatia mínima de 5% cada um pela norma publicada por Paes – têm sido alvo de constantes reclamações e ações judiciais em diversos Estados por conta de cobranças abusivas que levam ao superendividamento de servidores.

MASTER FOI UM DOS PRIMEIROS A ASSINAR CONTRATO

A reportagem aponta que o Master foi uma das duas primeiras instituições que assinaram um contrato com a prefeitura para oferecer os cartões após o decreto de Paes. Isso ocorreu em 25 de janeiro de 2023, menos de dez dias depois que a nova norma começou a valer. Na mesma data, a Comprev Sociedade de Crédito também foi autorizada a oferecer o serviço.

Segundo o Ururau, o Master lançou à época uma forte campanha de marketing junto aos servidores, principalmente para a aquisição do Credcesta, o cartão de benefícios que era operado pelo banco. Os dois cartões cobravam, pelo menos o dobro dos juros do que o faziam bancos tradicionais com o consignado.

Perguntado pelo repórter sobre a situação, a prefeitura respondeu que “só 4% dos consignados são do Master”; ressalta também “que o crédito consignado é uma modalidade financeira de livre escolha de cada servidor, sem alocação de dinheiro público”.

A reportagem denuncia que os servidores se encontram temerosos e confusos com a situação, e vem ilustrada com contracheques de servidores com as cobranças em nome do Master. Como afirma Berta: “ao contrário de um consignado tradicional, em que aparece o número da parcela paga e o total que precisa ser quitado, só fica a numeração 1/1”.

O Credcesta era um dos produtos mais atrativos do Master, tendo chamado a atenção de gigantes do mercado financeiro – o ativo nem pertence mais ao Master, mas ao Banco Pleno, que também foi liquidado em fevereiro deste ano; uma instituição que teve como controlador Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, que também foi alvo da Polícia Federal.

A reportagem lembra ainda que o ex-governador Claudio Castro (PL) favoreceu o Credcesta ao ampliar sua margem consignável para 20% e garantir exclusividade ao produto por quatro anos no estado do Rio de Janeiro.

Para o Sepe, o lucro de bancos advindo da exploração de milhares de servidores cariocas que se encontram em situação econômica desesperadora, muito por conta do arrocho salarial que vêm sofrendo, não pode ser considerada uma operação financeira “normal”. Por isso, a entidade informa que continuará acompanhando atentamente os desdobramentos do caso e cobrando esclarecimentos das autoridades responsáveis.

A reportagem pode ser lida aqui.

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As polícias Civil e Militar entraram no Complexo da Maré desde o início desta madrugada, em mais uma operação contra facções locais que comandam o tráfico de drogas. A polícia visa cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão e, desde cedo, os moradores foram acordados com tiros e barulho de helicópteros sobrevoando o local.

Por conta desta ação policial, cerca de 41 escolas municipais e estaduais permanecem fechadas e unidades de saúde e outros serviços públicos também permanecem fechado.

O Sepe lamenta que, mais uma vez, os moradores destas áreas consideradas de risco sejam prejudicados em seu cotidianos e impedidos de trabalhar e de estudar por conta destas verdadeiras operações de guerra movidas pelas autoridades de segurança que, apesar do aparato bélico e do número de agentes empregados, não conseguem resolver a situação de insegurança de centenas de milhares de moradores que residem em favelas e bairros da periferia.

O sindicato expressa toda a solidariedade da categoria aos profissionais de educação e demais membros destas comunidades escolares submetidas à violência e ao confrontos entre as autoridades que deveriam protegê-los e os membros das facções criminosas que, ano após ano, mantém o domínio em várias áreas da cidade do Rio de Janeiro.

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destaque-home, Municipal, Todas

A rede municipal de educação do Rio de Janeiro realiza assembleia geral no dia 20 de junho (sábado), no formato híbrido, às 10h – a parte presencial será realizada no auditório do Sinpro-Rio (Rua Pedro Lessa, nº 35/2º andar). Inscreva-se para participar do formato remoto em https://rio.seperj.info

A assembleia vai debater a nossa mobilização para o segundo semestre e discutir temas de extrema importância: sobrecarga de trabalho e o adoecimento físico e mental dela decorrente; ação na Justiça contra a minutagem; perdas salariais; lei do Descongela; PAEIs que continuam recebendo abaixo do piso na carreira; vale alimentação congelado em R$ 12 desde sua criação em 2012; Merendeiras, Secretários Escolares, AAEEs e Agentes Educadores sem seus direitos reconhecidos; e o desrespeito à Lei 15326 das AEIs no magistério.

O ex-prefeito Eduardo Paes saiu, mas deixou seu vice, Eduardo Cavaliere, que mantém a mesma política de descaso para com o funcionalismo e para com a educação municipal e se recusa a receber o movimento sindical para negociar. Não podemos ficar parados! Sábado, dia 20 de junho, participe da assembleia híbrida da rede municipal, com início às 10h.

Sepe-Dieese de maio revela perdas salariais da rede municipal RJ

Novo estudo do Dieese/Sepe sobre as perdas salariais da categoria revela que, em 30 de abril de 2026, os salários dos profissionais de educação da rede municipal RJ manteriam apenas 78,61% do poder aquisitivo de 1º de março de 2019 (INPC-IBGE). Para que os salários em 1º de maio de 2026 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de março de 2019, o reajuste necessário sobre os salários de abril de 2026 seria de 27,22% pelo INPC-IBGE e de 27,30%.

boletim da rede_municipal_03_06_2026
Download do cartaz (PDF): cartaz A3

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