Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

A CNTE prorrogou o prazo para realização da pesquisa feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas para avaliar o contexto político e social vivido no interior das escolas públicas no Brasil. O estudo quer ouvir os professores(as) das etapas finais do ensino fundamental e ensino médio para verificar as relações destes profissionais junto com estudantes, familiares, gestores, ou seja, o dia a dia dentro da escola pública.

O órgão informa que o período de coleta de dados foi estendido até o dia 20 de agosto de 2026, oferecendo uma nova oportunidade para que os estados e entidades que ainda não alcançaram suas metas intensifiquem a mobilização e ampliem a participação da categoria.

O objetivo da pesquisa é a verificação destas relações dentro do espaço escolar para que se possa desenvolver não só diagnósticos, mas também políticas públicas que venham a melhorar o cotidiano de quem educa.

Em tempos conturbados, nos quais temos assistido o aumento dos conflitos dentro das famílias e nas salas de aula, além de ameaças à liberdade de cátedra dos professores, muitos destes profissionais reclamam da falta de espaço para promoverem uma educação pública, laica e democrática por causa do patrulhamento dentro do seu espaço de trabalho muitas vezes incentivado pelas redes de ódio.

O assédio, o controle excessivo e os ataques à nossa liberdade de docência viraram uma realidade pesada na sala de aula. Para combater isso de frente, a CNTE fechou uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e quer ouvir a categoria a respeito desta questão. O questionário visa compreender como o contexto social e político atual no Brasil tem afetado o trabalho na educação. As perguntas abordam a rotina do dia a dia e a relação com estudantes, responsáveis e gestores.

A enquete é totalmente anônima e os participantes terão o anonimato garantido e podem interromper o preenchimento do formulário online a qualquer momento que desejarem.

 

Responda a pesquisa neste link:https://mla.bs/3b6c3f91ff

0

No dia 27 de julho, a direção do Sepe participou de uma reunião com a 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital do Ministério Público (MPRJ) para tratar de temas referentes à educação municipal, com destaque ao caso do 1/3 de planejamento junto à questão da “minutagem”.

A promotora Rosana Cipriano informou que, após receber em maio de 2026 a resposta da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), um órgão do MPRJ, sobre estes temas, está investigando a situação para compreender a realidade das escolas e dos servidores, com as alterações inseridas pela Lei Complementar 276/2024, a chamada “Lei da Minutagem”. Com isso, abre-se a possibilidade de o MPRJ abrir uma ação contra a prefeitura, em relação à temas da educação como concurso público e a lei da minutagem. Lembrando que o Departamento Jurídico do Sepe fez uma representação ao MPRJ em outubro de 2024, data da apresentação da LC.

Ainda na reunião com o MPRJ, o sindicato denunciou os graves reflexos causados na saúde dos professores e professoras com a aplicação da lei; denunciou a sobrecarga laboral decorrente do aumento de atividades e o consequente prejuízo aos estudantes, com a piora da qualidade de ensino. Além disso, o sindicato apresentou para a promotora o Projeto de Lei 4332/2024, que se encontra em tramitação no Senado e que tem como objetivo exatamente proteger a carga horária de professores, combater a prática da “minutagem” e garantir o direito ao terço (1/3) de planejamento. O Sepe aguarda o retorno da Promotoria sobre o resultado das investigações e sobre o direcionamento que uma eventual Ação Civil Pública poderá vir a ter.

Já sobre o recurso apresentado pelo Sepe na ação judicial que discute o 1/3 de planejamento – ação na qual o sindicato vem conseguindo vitórias desde 2012 -, por ser um tema muito abrangente e detalhado, com discussão em todo o país, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, em junho de 2026, a criação do TEMA 1458, que “trata da definição da natureza jurídica da decisão que julga a impugnação ao cumprimento de sentença, homologa cálculos e manda expedir precatório ou RPV (Requisição de Pequeno Valor), além de definir o uso do princípio da fungibilidade recursal” (regra jurídica que permite aceitar um recurso ou ato processual errado no lugar do correto, desde que haja dúvida aceitável e boa-fé).

Assim, no entendimento do STJ, existe uma dúvida sobre a natureza do recurso do Sepe (se passível de “agravo” ou de “apelo”) – dúvida esta que abrange casos em todo o país, não apenas a ação do sindicato. Este motivo levou o STJ a vincular tal TEMA em grau de repercussão geral, que será definido em termos nacionais. O Departamento Jurídico do Sepe acompanha de perto esse processo.

0

A Justiça de Cabo Frio deferiu o pedido liminar requerido pelo Sepe Lagos para obrigar o a prefeitura do município a pagar as horas-extras de todos os profissionais da educação que trabalharam nos dias 07 e 28 de Marco de 2026 e 11 de Abril de 2026, em razão do MEMORANDO CIRCULAR N 019/GAB-SEME/2026, que tratava da reposição do ponto facultativo dos dias 13, 16 e 18 de fevereiro de 2026, feriadão de carnaval.

Em seus fundamentos, a juíza titular que deu ganho de causa à categoria foi enfática ao afirmar que a imposição de reposição, sem previsão legal expressa e sem negociação coletiva, afronta os princípios da legalidade, motivação e transparência previstos no art. 37, caput, da Constituição Federal. Além disso, afirmou que a ausência de previsão de custeio de horas- extras, alimentação e auxílio transporte aos profissionais convocados para trabalhar em sábados letivos configura violação ao direito a remuneração adequada pelo serviço extraordinário, conforme disposto na legislação municipal.

Na decisão, foi alegado ainda que a “imposição de reposição de jornada não encontra respaldo legal e fere o direito dos profissionais da educação municipal ao planejamento anual de suas atividades, além de desconsiderar o calendário escolar previamente divulgado. O princípio do livre convencimento motivado, previsto no art. 371 do Código de Processo Civil, permite concluir, ainda que a exigência de compensação de jornada, nos moldes impostos pela Administração municipal, é ilegal e abusiva, devendo ser afastada.”

Ao final, a decisão ainda realçou que a SEME poderia ter adotado outras opções menos danosas, como complementação da aprendizagem, inclusive voltada para o tema Carnaval, que despertaria, na conclusão da juíza, “o interesse dos discentes, e não causaria impacto na vida dos docentes, e no orçamento público. A conveniência e oportunidade que regem a Administração Pública não podem ser princípios que ceguem os administradores públicos, mas sim que os norteiem ao bem comum, isto e, de todos, sendo repetido propositalmente.”

A justiça determinou ao Município de Cabo Frio que aos profissionais que laboraram nos referidos dias previstos no MEMORANDO CIRCULAR N 019/GAB-SEME/2026 (07 e 28 de Marco de 2026 e 11 de Abril de 2026), seja concedido o recebimento de hora-extra pelo labor, conforme pleiteado na inicial pelo sindicato, com cronograma do pagamento retroativo a ser definido em acordo entre as partes ou audiência especial a ser agendada.

Essa vitória reforça a importância da luta organizada pelos direitos de nossa categoria, consolidando toda pauta de reivindicação, plenamente ignorada pelo atual governo de Cabo Frio. Mais do que nunca exigimos, imediatamente, que o governo local nos receba e avance nas tratativas e proposituras já de conhecimento da prefeitura.

0

O Sepe protocolou ontem, dia 30 de julho, uma representação no Ministério Público Estadual, solicitando do órgão uma apuração de não cumprimento da Lei Federal 15.326/2026, que determina o reconhecimento das docentes da Educação Infantil como integrantes do magistério. A lei, uma reivindicação antiga destas profissionais, foi sancionada em 6 de janeiro deste ano pelo presidente Lula e até o momento, as educadoras da Educação Infantil reconhecidas pela Lei lutam junto à prefeitura do Rio e outras prefeituras do estado inteiro pela criação de legislações que se adequem à lei federal e garantam o enquadramento delas na função do magistério.

No documento protocolado ontem, a direção do sindicato também pede a marcação de uma audiência com a procuradora de justiça de Tutela Coletiva da Educação do Rio de Janeiro do MP para discutir formas de garantir o cumprimento o mais rápido possível da lei 15.326/2026 pela prefeitura do Rio.
0

Nesta quinta-feira, dia 30/07, a direção do Sepe e o Grupo de Trabalho (GT) do sindicato que discute o enquadramento de cursos de doutorado e especialização na carreira do magistério da rede municipal do Rio de Janeiro se reuniram com a Secretaria Municipal de Coordenação Governamental – órgão responsável por fazer a interlocução entre as secretarias municipais e o Gabinete do prefeito do Rio de Janeiro; presente também um representante da SME-RJ.

Na audiência, foi apresentado o pleito de regulamentação urgente do enquadramento para especialização e doutorado, previsto no plano de carreira do magistério municipal desde 2013. A direção do Sepe e os integrantes do GT pleitearam, também, que os professores de 16h, de 22h30 e de 30h sejam inclusos nesse direito, previsto em lei, que foi questionada pela própria prefeitura em 2022 – com isso, o Sepe reivindica uma política de valorização dos docentes da rede municipal.

O representante da Secretaria Municipal de Coordenação Governamental apontou um prazo de dez dias úteis para um retorno sobre as demandas e documentos apresentados, com a realização de nova reunião prevista neste período.

0

O núcleo municipal do Sepe de Paraíba do Sul obteve uma grande vitória com o reconhecimento pela Justiça do direito aos profissionais da rede municipal à correta aplicação do Piso Nacional do Magistério para a categoria, de acordo com a Lei 112.738/2008. A ação foi ajuizada pelo Sepe em abril de 2024 e, agora, conforme decisão proferida pela 2ª Vara da Comarca de Paraíba do Sul, o governo municipal foi condenado, com a determinação judicial de “obrigação de fazer a consistente implementação imediata do Piso Nacional para os professores docentes I  (referente a 25 horas semanais), com os devidos reflexos nos demais níveis da carreira.”

O município também foi condenado ao pagamento das diferenças remuneratórias devidas, corrigidas e acrescidas de juros legais, incluindo reflexos em 13º salário, adicional de férias e demais parcelas de natureza remuneratória e manter atualizado o piso conforme os reajustes anuais determinados pelo Ministério da Educação (respeitada a prescrição quinquenal).

Trata-se de uma vitória muito importante para a categoria que, há anos, luta para ver o cumprimento da Lei Federal, que instituiu o piso nacional ainda em 2008.

O Sepe Paraíba do Sul ressalta que, por se tratar de decisão de 1ª Instância, esta sentença está sujeita a recurso da prefeitura junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Mas o sindicato, através de seu Departamento Jurídico, continuará acompanhando todos os andamentos e trabalhando para que esta decisão seja mantida na sua integralidade com vistas ao devido cumprimento.

0

O Sepe Belford Roxo, no dia 24 de setembro, realizou um ato público em frente à Prefeitura de Belford Roxo, com a presença de profissionais da educação, servidores públicos e concursados municipais, para cobrar a abertura de negociações com o governo municipal e o atendimento de reivindicações do funcionalismo. Entre as principais pautas estão: o pagamento de salários atrasados e das férias; o direito à aposentadoria; o fim do assédio moral nos locais de trabalho e a convocação imediata dos aprovados em concurso público.

A mobilização também denunciou o rebaixamento salarial, a retirada de direitos e a precarização das condições de trabalho, defendendo a valorização dos profissionais e o fortalecimento da educação pública.

0

A entrada de policias armados na Creche Valdemira Macedo da Silva, da rede municipal de Saquarema, causou tensão entre os membros da comunidade escolar. Segundo os relatos de testemunhas, os policiais apareceram no local, enquanto profissionais e membros da comunidade escolar realizavam manifestação, cobrando transparência e investigação de denúncias e respeito à escolha feita pela comunidade da nova direção da unidade.

A creche, localizada no bairro Jardim Ipitangas, em Saquarema, vem passando por problemas e a entrada da polícia na unidade sem qualquer explicação aumentou ainda mais o clima de insegurança vivido por profissionais de educação, pais e responsáveis.  

De acordo com as testemunhas, a entrada dos policiais ocorreu em meio ao período de recesso escolar, surpreendendo professores, funcionários e demais pessoas que estavam na creche. A situação teria provocado apreensão entre os profissionais, que afirmam ter se sentido acuados, além de preocupação com o impacto emocional causado às crianças que frequentam a unidade.

A presença dos policiais ocorreu em um momento de forte instabilidade administrativa, após a exoneração da antiga gestora da creche e a nomeação de uma interventora para assumir a direção da unidade. O grupo afirma que a nova gestora seria desconhecida da comunidade escolar e que sua indicação teria ocorrido sem diálogo com professores, funcionários, pais e responsáveis.

No documento, a comunidade afirma que havia escolhido democraticamente uma professora da própria unidade para ocupar a direção. Segundo os organizadores do movimento, essa escolha foi respaldada por um abaixo-assinado que reuniu 512 assinaturas, demonstrando o apoio da comunidade à profissional.

Os manifestantes também sustentam que a decisão da Secretaria Municipal de Educação desconsiderou a vontade coletiva e serviu para agravar um ambiente que já vinha sendo marcado por conflitos internos. Eles classificam a nomeação como autoritária e alegam que a indicada não possuiria a qualificação necessária para assumir o posto.

0

O jornalista Ruben Berta revelou, em reportagem desta terça-feira (21) na coluna Sem Filtro, do portal Ururau, que recursos da Prefeitura do Rio de Janeiro foram usados para o projeto “Naves do Conhecimento” remunerar empresas ligadas a Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, ex-assessor de Domingos Brazão e condenado por organização criminosa no processo relacionado aos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes.

Em levantamento feito por Berta, entre janeiro de 2025 e maio de 2026, duas empresas registradas em nome da esposa e da filha de Robson Calixto receberam R$ 1,087 milhão por serviços de vigilância em três unidades das Naves do Conhecimento, na Zona Oeste do Rio.

Robson está preso desde maio de 2024 e foi condenado em fevereiro a nove anos de prisão por organização criminosa no processo que trata dos assassinatos de Marielle e Anderson.

De acordo com a investigação da Polícia Federal citada na matéria, as empresas seriam controladas pelo próprio Robson. A ONG responsável pela gestão dos equipamentos afirmou que as contratações seguiram critérios técnicos, enquanto a Prefeitura declarou que não interfere nos pagamentos realizados pelas organizações sociais.

O Sepe considera a denúncia extremamente grave e defende a apuração rigorosa dos fatos pelos órgãos competentes.

A matéria de Berta pode ser lida neste link.

0

destaque-home, Estadual, Municipal, Todas
Nesta quinta-feira, 16 de julho de 2026, o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe) completa 49 anos – quase meio século de muitas lutas e vitórias. Durante esse período, os educadores sempre se destacaram na defesa de uma educação de qualidade e na luta para que os governantes, ao longo desses anos, melhorassem o tratamento dado à nossa categoria.

NOSSA HISTÓRIA

O Sepe legitimou-se no dia a dia das lutas travadas pelos educadores do Rio de Janeiro. Sua história reflete os avanços da categoria até a conquista legal do direito de representação.

Em 1977, foi criada a Sociedade Estadual dos Professores (SEP), que, em 1979, fundiu-se com a União dos Professores do Rio de Janeiro (UPERJ) e com a Associação dos Professores do Estado do Rio de Janeiro (APERJ), dando origem ao então CEP – Centro de Professores do Rio de Janeiro, entidade que se tornou referência sindical entre os educadores fluminenses.

O ano de 1979 foi um marco na história do Sepe. Naquele período, conquistamos um piso salarial equivalente a cinco salários mínimos da época, em uma greve considerada histórica para o movimento. Mesmo com a tentativa do governador Chagas Freitas de fechar a entidade, nossa voz não foi silenciada, nem nossa luta, interrompida.

DÉCADA DE 80

Em 1986, um novo marco na luta do sindicato: em greve, os professores da rede estadual conquistaram um plano de carreira que regulamentava o enquadramento por formação, a progressão e o controle, pela categoria, da aplicabilidade do plano – chegou a ocorrer uma assembleia gigante no Maracanãzinho para decidir os rumos do movimento. Mas devido à exclusão dos aposentados, surgiu a primeira comissão do Sepe dedicada a esse setor fundamental, que, junto à direção do sindicato, ampliou a luta e garantiu, em 1987, a almejada paridade.

Em 1987, após anos de discussões, foi aprovada em 30 de outubro, durante o terceiro congresso da entidade, a ampliação do quadro de associados, incluindo outros profissionais da educação que não eram professores. A entidade passou a se chamar, então, CEPE – Centro Estadual dos Profissionais de Educação. Já em 1988, o novo CEPE liderou a primeira greve conjunta do magistério e dos funcionários administrativos no Rio. A partir de outubro de 1988, com a nova Constituição Federal, os funcionários públicos passaram a ter direito à sindicalização.

NOVO NOME: O NOSSO SEPE

Em dezembro de 1988, o então CEPE realizou sua 1ª Conferência de Educação, na qual foi aprovada a mudança de nome para Sepe – Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro. A decisão foi ratificada no IV Congresso do sindicato, em 1989.

A LUTA NÃO PARA NUNCA!

Desde que unificamos nossa luta, enfrentamos sucessivos governos autoritários. Em 2013, 2014 e 2016, por exemplo, mobilizamos dezenas de milhares de profissionais das redes municipais do Rio de Janeiro, dos municípios do interior, da Baixada Fluminense e da rede estadual, que tomaram as ruas para levar à sociedade as reivindicações dos educadores — por valorização e melhores condições de trabalho.

Também em 2016, estudante ocuparam escolas em apoio à luta do Sepe. Para o sindicato, a mobilização ganha mais força quando realizada em conjunto com esse setor fundamental da comunidade escolar.

Destacamos também a “Greve pela Vida” no início da pandemia (2020), uma reação às tentativas dos governos de expor a comunidade escolar ao risco de contágio; as greves no Estado em 2023, que reivindicaram o pagamento do piso nacional e se opuseram aos ataques ao PCCS; e a greve da rede municipal do Rio de Janeiro em 2025, em resposta às medidas do prefeito e da SME sobre a “minutagem” e aos ataques ao concurso público. Esses movimentos massivos demonstraram a disposição da categoria para lutar por seus direitos.

Assim ao longo desses anos, o sindicato tem estado ao lado das comunidades populares, denunciando a política de segurança dos governos – uma guerra cruel e silenciosa que tem ceifado vidas, sobretudo de nossos estudantes e cidadãos negros, os mais atingidos por essa violência.

Mas nossa luta não se esgota. Com a união de todos nós, educadores, seguiremos escrevendo a história do Sepe e lutando pela melhoria das condições de trabalho e da educação pública — por um Brasil mais justo e igualitário.

O Sepe somos nós: nossa força, nossa resistência e nossa voz!
0