Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

O Sepe informa que, por motivos técnicos no cabeamento externo do prédio da sede central do sindicato, estamos com a totalidade nossas linhas telefônicas sem funcionamento desde o início da manhã desta quarta-feira, dia 22 de abril.

Informamos que a empresa de telefonia esteve na sede do sindicato e informou que o problema não é interno, mas nos cabos que vêm da rua e que os reparos já se encontram em andamento, mas sem previsão de finalização do serviço.

Solicitamos aos filiados e demais profissionais de educação que precisem entrar em contato conosco, o façam por meio dos emails dos respectivos departamentos listados abaixo:

juridico@seperj.org.br

secretaria@seperj.org.br

tesouraria@seperj.org.br

cpd@seperj.org.br

imprensa@seperj.org.br

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Os profissionais da rede municipal de Duque de Caxias fizeram uma grande mobilização no dia 15 de abril. A categoria ocupou as ruas do Jardim Primavera para protestar na prefeitura contra os quase 11 anos sem reajuste salarial e sem concurso público. Neste dia, também foi realizada uma assembleia massiva que deliberou pelos próximos passos da mobilização da rede.  

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Ontem, dia 15 de abril – Dia Nacional de Mobilização da Classe Trabalhadora, os profissionais da rede municipal de Teresópolis realizaram um ato na porta da prefeitura numa atividade em que a categoria reafirmou suas lutas e reivindicações.

Durante o protesto, os profissionais da rede municipal cobraram do prefeito Leonardo Vasconcelos (UNIÃO) o atendimento das seguintes reivindicações:

Cumprimento imediato do 1/3 de planejamento
Reestruturação do PCCR
Abertura de concurso público para a educação

Em seguida, a categoria realizou uma assembleia geral, onde foram debatidos os próximos passos da mobilização, organizadas novas ações e feita uma avaliação da situação da educação no município.

 

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou em definitivo o Projeto de Lei nº 4332/2024, que propõe um limite para que os gestores estaduais e municipais tentem mudar o tempo de contagem da hora-aula dos professores. De autoria do deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ), o projeto foi apresentado após a famigerada aprovação, pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, de projeto do então prefeito Eduardo Paes, que criou a “minutagem” na rede.

Em seu texto, o PL propõe: “Nos casos em que o tempo de aula ou de interação com os educandos for inferior à sessenta minutos, será considerado como uma hora-aula para fins de composição da jornada”.

O PL 4332/2024, agora, vai para a Comissão de Constituição e Justiça, e a luta é para que seja aprovado ainda esse ano.

Em seu voto, a relatora do PL na Comissão, deputada Lídice da Mata (PSB/BA), afirma:

“Cabe aos sistemas de ensino definir se a duração da aula corresponderá à hora-relógio (60 minutos) ou obedecerá a tempo distinto (45, 50, 55 minutos, etc). Essa decisão, como ressalta o CNE, pode responder às necessidades dos alunos, à organização curricular adotada pela rede ou ainda ao projeto pedagógico da escola. Não há qualquer impedimento quanto à adoção de diferentes durações de hora-aula, desde que, nessa composição, seja preservado o tempo destinado às atividades extraclasse na jornada do professor.

“A preocupação do autor da proposição concentra-se, portanto, na necessidade de evitar que essa variação de duração da hora-aula, comum nos sistemas de ensino da federação, produza efeitos indesejados sobre o direito do professor, já reconhecido pelo STF, de dispor de tempo específico para dedicar-se às atividades extraclasse”.

Siga a tramitação do PL.

O voto da relatora pode ser lido aqui.

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Os profissionais de educação da rede pública do Rio de Janeiro realizaram uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira, dia 9 de abril, com assembleia/ato, na Cinelândia, na parte da tarde.

Na assembleia agitativa, profissionais de diversos segmentos da categoria, como as PAEIs, AEIs e AAEIs, panfletaram na praça e fizeram falas, denunciando a grave situação da rede, com arrocho salarial, adoecimento da categoria devido à carga de trabalho, entre outras.

Foi deliberado que a próxima assembleia será dia 16 de maio, às 10h – em formato híbrido.

Ao final, a categoria saiu em passeata até a ALERJ, onde se uniu à manifestação da rede estadual.
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Os profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro vão paralisar as atividades por 24 horas, nesta quinta-feira, dia 9 de abril. Neste dia, a categoria fará uma assembleia/Ato (agitativa) na Cinelândia, às 14h, com ato às 15h. A categoria reivindica reajuste salarial e uma extensa pauta de reivindicações pedagógicas, além da abertura de negociações com a prefeitura — Paes, em seus quase oito anos de gestão, nunca recebeu o Sepe.

No mesmo dia 9, a rede estadual também irá paralisar as atividades, com assembleia às 10h, no Clube de Engenharia e, em seguida, ato na ALERJ – leia a matéria aqui.

É a segunda paralisação das escolas municipais este ano – a rede já havia parado no dia 12/03.

Estudo do Dieese-Sepe mostra que a perda salarial da categoria, de 1º de março de 2019 a 31 de dezembro de 2025, alcançou a marca de 19,40% – isso mostra o quão insignificante foi o reajuste concedido pelo prefeito Eduardo Paes, ao final do mês de dezembro de 2025, de apenas 4,71%. De acordo com o levantamento do Dieese, o reajuste necessário em 1º de janeiro de 2026 para recompor as perdas salarias de 2019 para cá teria que ser de 24,07% (IPCA-IBGE).

PAES RENUNCIA SEM DEIXAR SAUDADES NA PREFEITURA DO RIO

O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, renunciou ao cargo para concorrer às eleições de outubro para governador — foram quatro anos de mandato sem qualquer negociação ou audiência com o funcionalismo municipal, que sofre com as perdas salariais decorrentes do arrocho e com um vale-alimentação no valor de R$ 12, congelado desde que foi criado há 14 anos.

Na educação, foram muitos os ataques do prefeito, como o famigerado pacote de maldades do final de 2024, que tem como destaque negativo a contestada Lei da Minutagem. Com isso, o legado de Eduardo Paes para o funcionalismo é o da falta de disposição para o diálogo e para a negociação, além do arrocho salarial.

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A categoria de Professor Adjunto de Educação Infantil (PAEIs) da rede municipal do Rio de Janeiro realizou uma plenária online, no dia 31 de março, com a participação de mais de 70 profissionais da educação.

O tema principal do encontro foi o descumprimento da implementação do Piso Nacional do Magistério – Lei nº 11.738/2008 –, pela prefeitura, nos salários das PAEIs. Com isso, a direção do Sepe e a Secretaria de Assuntos Jurídicos da entidade, com a presença do advogado José Eduardo, apresentaram o histórico político e judicial da situação do pagamento do Piso para o cargo de PAEIs, desde o concurso de 2019 – veja o que foi informado:

Durante a pandemia, o Sepe judicializou a questão do não pagamento do piso. Apesar do reajuste concedido em 2022, os retroativos não foram negociados e o Piso dos PAEIs permaneceu defasado durante os governos do ex-prefeito Eduardo Paes. Após muita pressão da categoria e do sindicato, antes de deixar o cargo, o prefeito concedeu o reajuste, em março de 2026, sob a forma de complemento salarial, ferindo a lei do Piso, pois este deve ser aplicado no nível inicial da carreira, para que haja valorização efetiva.

O advogado informou sobre a vitória judicial do Sepe, sobre a petição relativa a todo o período de defasagem e sobre a solicitação de execução coletiva a ser realizada pela prefeitura (que solicitou dilatação de prazo para responder à Justiça).

Durante a plenária, houve várias perguntas e propostas no campo jurídico e de mobilização da categoria. Foram sugeridos os seguintes encaminhamentos:

. Estudo, pelo jurídico, de denúncia do descumprimento da Lei nº 11.738, com a edição de decreto da prefeitura para o cargo de PAEIs, por meio de mandado de segurança ou ação de declaração de inconstitucionalidade;

. Construir uma representação ao Ministério Público (MP) denunciando o descumprimento da lei do Piso – solicitar audiência e realizar entrega simbólica com grupo de PAEIs e Sepe;

. Pressão sobre o Executivo municipal e a Câmara de Vereadores – entrega de documento e solicitação de audiência;

. Estudar a questão dos enquadramentos em nível superior do cargo de PAEI, que não reconhecem a valorização da carreira e a equiparação salarial docente conquistada na greve de 2013;

. Fazer levantamento sobre a situação de professor volante no cargo de PAEIs;

. Participar da assembleia/agitativa da rede municipal de educação, nesta quinta-feira, dia 09 de abril, a partir de 14h, na Cinelândia – com paralisação de 24 horas. Leia mais sobre a paralisação.

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O Sepe saúda a forte mobilização das agentes de Educação Infantil (AEIs) que, no último dia 27 de março, protagonizaram um importante momento de luta na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Após mais de uma década de organização, resistência e enfrentamento, a categoria demonstra sua força coletiva ao exigir o reconhecimento profissional e a implementação efetiva da Lei 15.326/26. A conquista da lei é fruto da luta, mas sabemos que nenhum direito se garante apenas no papel: é preciso mobilização permanente para que seja cumprido na prática.

A presença massiva e combativa das agentes reafirma um princípio que o Sepe defende historicamente: a valorização de todos os profissionais da educação é condição fundamental para a construção de uma educação pública de qualidade.

É inaceitável qualquer tentativa de descumprimento ou distorção da lei. Exigimos do poder público, em especial da Prefeitura do Rio, o imediato cumprimento da legislação e o devido reconhecimento das Agentes de Educação Infantil como parte essencial da educação básica.

O Sepe se soma a essa luta e reafirma seu compromisso com a valorização da categoria, a defesa dos direitos e a construção de uma escola pública digna para trabalhadores e estudantes.

Só a luta garante direitos!

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As representantes do Sepe no Conselho Municipal de Educação do Rio de Janeiro (CME-RJ), professoras Izabel Costa e Dorotea Frota, produziram um relatório sobre sua atuação no período de setembro de 2025 a fevereiro de 2026. O relatório mostra a defesa feita na instituição das pautas da categoria, tais como: a denúncia da não garantia do 1/3 extraclasse e da aplicação da minutagem; a não concessão de licença para estudos pela SME; poucos incentivos da prefeitura à formação; o não reconhecimento da formação nos planos de carreira como os casos ainda em aberto com centenas de processos administrativos indeferidos ou paralisados, à espera de regulamentação para os níveis de especialização e doutorado e pós-doutorado no plano de carreira de PEFs e PEIs, além do questionamento à lei que estendia esse direito aos professores 1 e 2, entre outras.

As professoras informaram, também, em diversas sessões do CME-RJ, as lutas da categoria, como o lançamento da campanha salarial e de valorização dos profissionais da educação da rede municipal, reafirmando-se a necessidade de audiência com o secretário de educação. Outra discussão relevante, realizada na Câmara de Políticas Educacionais e em sessão plenária foi a comemoração dos 40 anos da EJA, destacando-se a presença do professor da UERJ e da rede municipal do RJ, José Carlos.

Em 2026, ganhou destaque o debate sobre a Lei 14.681/2023, que trata da saúde e bem-estar dos profissionais da educação, considerada um marco ainda pouco implementado. As discussões no CME-RJ apontaram a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção do adoecimento docente.

O relatório pode ser lido neste link.

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Após meses de intensa mobilização e pressão das professoras adjuntas da educação infantil (PAEIs), a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou medidas relacionadas ao pagamento do piso salarial da categoria.

O Sepe destaca que já possui ação judicial vitoriosa que garante o pagamento do Piso Nacional do Magistério (PNM) aos PAEIs, questionando o não cumprimento do piso nos anos de 2020 e 2021, bem como os novos atrasos entre 2023 e 2025. Mesmo diante dessa decisão favorável à categoria, o prefeito Eduardo Paes solicitou recentemente dilação de prazo à Justiça para o cumprimento da sentença, evidenciando mais uma vez a política de postergação e desrespeito aos direitos dos profissionais da educação.

Em vez de cumprir integralmente a lei e pagar o piso no vencimento inicial da carreira, a Prefeitura opta por implementar o pagamento por meio de complemento salarial, o que distorce o sentido do piso, transforma-o em teto e desestrutura a carreira do magistério.

Essa medida coloca a prefeitura do Rio no rol de governos que descumprem a Lei do Piso Nacional do Magistério, adotando mecanismos que fragilizam a valorização profissional.

O Sepe reconhece que qualquer avanço só foi possível graças à forte mobilização e luta das PAEIs, mas reafirma que a medida anunciada está longe de garantir o cumprimento correto da legislação.

Seguiremos firmes na luta política e judicial para assegurar o pagamento do piso no vencimento base da carreira, como determina a lei.

Alertamos ainda que a adoção do pagamento por complemento abre um precedente grave, que pode comprometer futuramente todas as carreiras docentes, caso passem a não atingir o piso nacional em seus vencimentos básicos.

Ao adotar essa política, o prefeito Eduardo Paes reproduz no município do Rio de Janeiro a mesma lógica aplicada pelo governador Cláudio Castro, que também utiliza o complemento para alcançar o piso, em detrimento da valorização real da carreira.

Piso é no vencimento básico, não em forma de complemento!

Valorização da educação se faz com respeito à carreira e aos direitos!

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