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No dia 10/09, o Sepe ajuizou uma Ação Civil Pública contra o Município de Comendador Levy Gasparian para garantir o pagamento do terço constitucional de férias calculado sobre a totalidade dos 45 dias devidos aos docentes da rede pública municipal. Embora o Plano de Carreira do Magistério (Lei Municipal nº 675/2009) assegure o período anual de 45 dias de férias, a administração municipal vinha pagando o adicional apenas sobre 30 dias, contrariando o entendimento dos Tribunais Superiores sobre o tema.

Com essa medida judicial, o Sepe busca o reconhecimento formal do direito dos profissionais do magistério ao recebimento do terço constitucional sobre os 45 dias de férias, além de cobrar a condenação do município ao pagamento dos valores retroativos não pagos nos últimos cinco anos.

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Os profissionais da rede municipal de Petrópolis realizaram uma grande manifestação na tarde desta quinta-feira (10/09), em defesa da valorização da categoria e pelo atendimento das reivindicações apresentadas à Prefeitura. O ato foi organizado pelo Sepe Petrópolis, que está em estado de greve desde a assembleia realizada em 27 de agosto.

A concentração teve início em frente à Secretaria Municipal de Educação, nas escadarias da Câmara de Vereadores. Ao longo da caminhada até a sede da Prefeitura de Petrópolis, o movimento reuniu mais de 1.500 profissionais da educação.

Uma equipe de governo, formada pela chefe de Gabinete e pela secretária de Educação, recebeu uma comissão de representantes do movimento. Durante a reunião, foi definida a realização de um novo encontro no dia 15 de setembro, desta vez com a participação do secretário de Fazenda, que deverá apresentar os cálculos referentes ao impacto financeiro das reivindicações da rede municipal.

Ao final da manifestação, durante assembleia com a categoria, foi definido que, caso o resultado da reunião do dia 15 não seja positivo e o prefeito não apresente uma proposta melhor do que a já colocada na mesa, os profissionais realizarão nova paralisação nos dias 23 e 24 de setembro.

Veja imagens da mobilização da rede municipal de Petrópolis pelo Instagram:

https://www.instagram.com/sepe.petropolis/

Leia a pauta da categoria em 2026:

1) Dissídio – O Sepe reivindica pouco mais de 13% de reajuste. A Prefeitura oferece apenas 4,64%, com pagamento somente em janeiro;

2) Vale-alimentação – por um valor digno;

3) Enquadramentos – descongelamento dos enquadramentos, que estão prejudicando a carreira dos servidores;

4) Piso Nacional do Magistério – pagamento do Piso Nacional do Magistério, que até agora não foi pago;

5) Falta de insumos e merenda – melhores condições de funcionamento das escolas, com estrutura, insumos e merenda adequados;

6) Aposentados – regularização do pagamento, diante dos atrasos;

7) Cumprimento da Lei 15.326 — Somos todas professoras – valorização das profissionais da Educação Infantil;

8) Merendeiras, auxiliares de serviços gerais e zeladores – Valorização salarial, com vencimentos que não estejam abaixo do salário mínimo.

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A Regional IX do Sepe-RJ realiza, no dia 30 de setembro, às 17h, um ato local em defesa da educação. A mobilização será realizada no centro de Santa Cruz, na estação de BRT, na entrada da linha Alvorada, em frente às Casas Pedro.

A atividade reunirá profissionais da educação e a comunidade para defender a educação pública e reivindicar melhores condições para trabalhadores e estudantes.

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Os profissionais das escolas municipais de Petrópolis estão realizando uma paralisação de 24 horas nesta quinta-feira, dia 10 de setembro. Pela manhã haverá assembleia geral e serão realizadas manifestações na Câmara de Vereadores e na prefeitura. A categoria se encontra mobilizada e em estado de greve para obrigar a prefeitura a atender as suas reivindicações:

Pagamento dos salários atrasados dos aposentados;

Descongelamento dos direitos congelados;

Reajuste salarial em cumprimento do dissídio anual.

A partir das 14h, será a vez da realização e um ato público na Praça da Águia, no centro da cidade.

 

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O Ministério Público incorporou ao inquérito civil denúncia apresentada pelo Sepe sobre a presença de servidores comissionados exercendo funções que deveriam ser ocupadas por concursados na rede municipal de ensino no município de São Gonçalo.

Segundo a denúncia do Núcleo do Sepe, 1.229 servidores nomeados como “Chefes de Departamento” atuam, na prática, como merendeiros, inspetores, auxiliares de creche e cuidadores, enquanto a rede possui apenas 472 servidores efetivos nessas funções.

Somente uma escola da rede tem 26 funcionários com cargo de chefia, mas nenhum servidor efetivo para fazer o trabalho como cozinhar, limpar ou cuidar dos alunos.

Em cinco escolas, o levantamento aponta a existência de dezenas de comissionados e nenhum servidor efetivo. A denúncia também destaca que os comissionados recebem pelo símbolo CC-1, com remuneração de R$ 1.500.

Leia mais detalhes na matéria do site Daki.

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Do Sepe Petrópolis:

Nesta quarta-feira (09/09), o núcleo do Sepe Petrópolis ajuizou Ação Civil Pública requerendo a imediata regularização do pagamento dos servidores aposentados da educação municipal, que até a presente data ainda não receberam seus proventos.

A ação pleiteia a fixação de multa diária contra o prefeito Hingo Hammes e o diretor-presidente do INPAS, Alex Christ, além do bloqueio das contas públicas municipais e do Instituto como forma de garantir o pagamento das verbas devidas, em caso de descumprimento.

O atraso sistemático no pagamento dos aposentados causa não apenas profunda angústia, mas também prejuízos concretos e irreparáveis a pessoas idosas. Trata-se de verba de natureza estritamente alimentar, essencial para a subsistência desses profissionais e de suas famílias, que dependem exclusivamente dos proventos para custear necessidades básicas como alimentação, aluguel, medicamentos, plano de saúde, exames e compromissos financeiros já assumidos.

A retenção descabida desses recursos afronta diretamente a dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais assegurados pelo Estatuto do Idoso e pela Constituição Federal. O Sepe Petrópolis reitera que não aceitará que os trabalhadores que dedicaram toda a sua vida profissional ao serviço público municipal paguem o preço da má gestão do instituto de previdência e segue firme na luta até que cada aposentado tenha seu direito ao recebimento integral dos proventos devidamente respeitado.

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O Sepe comunica, com imenso pesar, o falecimento da professora Sandra Maria Melo Bertagnoni, diretora do Sepe Central e do Núcleo de Barra do Piraí.

Sandra foi uma militante dedicada à luta pela educação pública e pelos direitos das trabalhadoras(es).

A diretoria do Sepe se solidariza com familiares, amigos(as) de Sandra.

O sepultamento será nessa segunda-feira, 7 de setembro, às 9h, no Cemitério Santa Rosa, em Barra do Piraí.

Sandra, presente!

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O Sepe realizou no início da tarde desta quinta-feira (03/09), um abraço simbólico na Escola Municipal Orsina da Fonseca, na Tijuca, Zona Norte do município do Rio de Janeiro. O ato contou com a presença de profissionais da escola e alunos, além de educadores de outras escolas e da direção do Sepe Estadual e de regionais. Um grande cordão foi feito em frente à escola, com a comunidade pedindo o fim da violência. O sindicato também distribuiu panfletos e adesivos na troca de turno.

A escola foi o local de uma agressão contra um professor no dia 10 de agosto, na qual um aluno esfaqueou o profissional. O caso só não teve piores consequências porque o estudante foi detido pelos próprios colegas que o dominaram, impedindo a continuação dos ataques.

Infelizmente, não é um caso isolado. Na mesma semana, uma professora contratada foi vítima de agressões em sala, por um aluno, após ter pedido silêncio. A docente ainda precisou permanecer trabalhando até o final da manhã.

O ato na Orsina da Fonseca também marcou o lançamento da campanha Basta de violências contra quem educa! Pela valorização, contra a precarização e o adoecimento dos profissionais de educação das escolas municipais. O sindicato denuncia as diversas violências, resultado da política de ataques à educação implementada pelo ex-prefeito Eduardo Paes e seu então secretário de Educação – política que continua sendo implementada na atual administração, de Eduardo Cavalieri.


Confira mais imagens do protesto, no instagram do Sepe

 
 
 
 
 
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A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) contra a prefeitura do Rio de Janeiro com o objetivo de enfrentar a carência de professores na rede municipal de ensino.

A ACP também questiona a constitucionalidade da Lei Complementar Municipal nº 276/2024, mais conhecida como Lei da Minutagem. De acordo com a ação, a lei ampliou atribuições e a carga de trabalho dos professores sem a correspondente valorização remuneratória e sem a preservação adequada do tempo destinado às atividades extraclasse, como planejamento, preparação de aulas, avaliação e formação continuada.

Destaque-se a iniciativa do Sepe, que se reuniu, no dia 27 de julho, com a promotora da 1ª Promotoria da Educação, Rosana Cipriano, para tratar especialmente do cumprimento do 1/3 de planejamento, os impactos da chamada “minutagem” e a necessidade de convocação de concursos públicos. Já em agosto, o Sepe apresentou ao MPRJ os dados parciais do levantamento realizado pelo sindicato sobre os impactos provocados pela “minutagem” nas escolas. O sindicato irá entregar ao Ministério Público o relatório final do levantamento, que já conta com a participação de mais de 2 mil professores.

INVESTIGAÇÃO DO MPRJ

Para fazer a ação, além dos subsídios do Sepe, o MPRJ contou com a investigação feita pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva da Educação (CAO Educação), na educação municipal.

O MPRJ também destaca a falta de professores e de como o aumento das exigências sobre os docentes tem contribuído para o adoecimento físico e mental da categoria – uma denúncia feita pelo Sepe. Com isso, o aumento dos afastamentos agrava ainda mais a carência de profissionais e a sobrecarga dos docentes que permanecem em atividade.

Segundo o MPRJ, a falta de profissionais é um problema estrutural que vem se repetindo ao longo dos anos e compromete o direito à educação. A ação também cobra maior transparência da Secretaria Municipal de Educação (SME-RJ) em relação aos dados sobre a lotação de professores. Para o Ministério Público, a falta de publicidade dessas informações dificulta o acompanhamento da política educacional e o controle social.

O MP, na ação, lembra, também, que a situação afeta diretamente os estudantes, prejudicando a continuidade das atividades pedagógicas, o planejamento e o acompanhamento individualizado dos alunos.

Com a ação, segundo o site do MPRJ, a instituição esclarece que “busca assegurar não apenas a recomposição do quadro de professores, mas sobretudo a construção de uma política pública permanente, racional e transparente, capaz de garantir estabilidade, continuidade e qualidade à educação pública municipal e de promover a efetiva valorização dos profissionais da educação” – leia a matéria no site do MP.
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