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O Sepe publicou a edição nº 84 do seu boletim, para a rede municipal do Rio de Janeiro. O informativo convoca a categoria para a assembleia geral do dia 28 de novembro, em defesa de reajuste — as perdas acumuladas entre 2019 e maio de 2026 chegam a 27,22%, segundo o Dieese —, demais pautas econômicas e pedagógicas e contra as violências contra os educadores. A edição também cobra a retomada das negociações com a Secretaria Municipal de Educação.

A publicação traz ainda notícia sobre a Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público  para enfrentar a carência de professores na rede, que também questiona a Lei da Minutagem, e um resumo dos resultados do levantamento do Sepe sobre os impactos da medida. Mais de 2 mil docentes responderam ao formulário e 97,3% disseram que os profissionais de suas escolas estão mais adoecidos.

O boletim traz ainda informações sobre o procedimento aberto pelo MPRJ para apurar denúncia de possível assédio eleitoral na rede; o adiamento da abertura da janela de migração do Plano de Saúde do Servidor Municipal (PSSM); a plenária sobre o Plano Municipal de Educação; e o 45º Encontro Estadual de Aposentadas(os) do Sepe.

Leia e compartilhe o boletim com os profissionais da sua escola

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Os profissionais da rede municipal de Comendador Levy Gasparian tiveram uma importante vitória da sua luta e mobilização. Após oDepartamento Jurídico do Sepe  ajuizar uma Ação Civil Pública, a prefeitura efetuou o pagamento do terço de férias sobre 45 dias para os profissionais do magistério.

Conforme o artigo 27 da Lei 675/2009 (Plano de Carreira do Magistério), os professores têm direito a 45 dias de férias anuais. Conforme exposto pelo Sepe na ação, protocolada no início de setembro, esta disposição legal obriga o Município a efetuar o pagamento do terço de férias sobre os 45 dias, e não só sobre 30 dias como vinha acontecendo nos últimos anos.

Vitória da luta dos professores e professoras do município!

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No município de Resende, no Sul Fluminense, a luta da categoria e a atuação do Sepe conquistaram importantes avanços numa audiência realizada no dia 30 de setembro, no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Saímos com compromissos formalizados em Juízo para o encaminhamento da pauta dos monitores de creche e com uma conquista imediata: a prefeitura se comprometeu a não efetuar descontos nem aplicar penalidades administrativas pelos três dias de greve discutidos no processo.

Na audiência, o Sepe defendeu a valorização dos profissionais, apresentou a reivindicação de reconhecimento da atividade dos monitores de creche no magistério e denunciou a ausência de interlocução com a administração municipal sobre a implementação dos efeitos financeiros da legislação federal.

A mobilização garantiu compromissos concretos:

Sem descontos e sem punições pelos três dias de greve: compromisso assumido expressamente pelo Município e registrado no acordo homologado pela Justiça.

Prazo para apresentação de proposta legislativa: até o final de novembro de 2026, o Município deverá apresentar uma proposta que contemple a implementação na folha de pagamento em 2027.

Retroativos incluídos na proposta: o compromisso abrange o parcelamento dos valores retroativos desde o início da vigência da legislação federal em questão.

Nova audiência para acompanhar os encaminhamentos: a pedido do Sepe, foi marcada audiência para 10 de dezembro de 2026, às 15h.

Esses avanços são resultado da organização e da disposição de luta da categoria. A greve colocou nossas reivindicações no centro do debate e produziu compromissos que agora deverão ser cobrados.

A apresentação da proposta legislativa é uma etapa fundamental, e seguiremos mobilizados pela sua aprovação e pela efetiva implementação dos direitos. O Sepe acompanhará cada encaminhamento, cobrará o cumprimento dos prazos e manterá a categoria informada.

 

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O Sepe informa que o Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu um procedimento para apurar denúncias contra o candidato a deputado federal Renan Ferreirinha (PSD) – ex-secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro na gestão do então prefeito Eduardo Paes – por suposto assédio eleitoral contra profissionais da rede municipal de Educação.

O procedimento foi instaurado a partir de denúncia apresentada pelo sindicato ao MPRJ, em agosto, na qual o Sepe solicitou a apuração de possível uso da estrutura e do pessoal da Secretaria de Educação pelo ex-secretário e atual candidato.

Desde o envio da denúncia, o Departamento Jurídico do sindicato vem subsidiando o MPRJ com novos elementos e provas de assédio eleitoral em escolas e demais dependências da Secretaria Municipal de Educação (SME-RJ).

A expectativa é que a investigação, diante das provas apresentadas pelo Sepe ao MPRJ, possa resultar na instauração de um inquérito no âmbito da Justiça Eleitoral.

Além do MPRJ, dado que muitos profissionais de educação, inclusive os das creches e escolas conveniadas, relataram possíveis situação de constrangimentos para comparecimento em atividades de campanha e pré-campanha, o Sepe representou a denúncia também junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), no dia 18/09.

O jornal Folha de S.Paulo, em 21 de agosto, publicou reportagem de destaque sobre a denúncia apresentada pelo Sepe contra o ex-secretário.

NOVAS PROVAS APRESENTADAS PELO SEPE

O Departamento Jurídico (DJ) do Sepe apresentou ao MPRJ e ao MPT novas provas sobre o assédio eleitoral por parte da campanha de Renan Ferreirinha nas escolas municipais, além daquelas apresentadas em agosto. Segundo o DJ, “As possíveis irregularidades eleitorais com o uso da máquina pública, assédio eleitoral – mais especialmente a contratados – e cargos de chefia em campanha se intensificaram com o andamento do calendário eleitoral. Há o agravante de pessoas em cargo público, aparentemente em horário de trabalho, trabalhando como cabos eleitorais”.

Entre as novas denúncias, o DJ cita o comício de campanha da candidata a deputada estadual Carol Guedes (PSD) e Renan Ferreirinha, no Club Municipal, na Tijuca, no dia 13 de setembro. Segundo a denúncia do sindicato: “o evento foi convocado por grupos oficiais, por diretoras e coordenadores de escolas, direcionado aos profissionais contratados temporariamente. Diversos relatos trazem o modo de convocação de forma oral, chamando os trabalhadores na sala da direção para solicitar presença, bem como por meio de ligações para seus telefones pessoais a partir de fontes de divulgação de seus números desconhecidas e não autorizadas”.

Além desse comício no Club Municipal, o Sepe levou ao MPRJ e ao MPT prints de conversas no WhatsApp, fotos e vídeos, como provas concretas da convocação para eventos diversos, de pedidos de votos e da vinculação direta da SME-RJ com a candidatura de Ferreirinha, bem como de assédio direto a servidores contratados.

O sindicato apresentou ainda, entre outros elementos, provas da participação de Ferreirinha em uma cerimônia de formatura realizada em junho, período em que ele já havia se desincompatibilizado do cargo de secretário e se apresentava como pré-candidato. O sindicato também denunciou a utilização das Coordenadorias Regionais de Educação, cujos diretores teriam utilizado as estruturas dos órgãos para encaminhar convites para atos do ex-secretário. O Sepe apresentou, também, dezenas de diálogos pelo WhatsApp entre coordenadores de CREs e servidores e contratados, convocando os trabalhadores para eventos do ex-secretário.

Por recomendação do Departamento Jurídico, não iremos reproduzir as provas nesta matéria.

SEPE FAZ CAMPANHA CONTRA O ASSÉDIO ELEITORAL

Com o objetivo de denunciar práticas de assédio eleitoral envolvendo políticos que disputam cargos eletivos no pleito de outubro, o Sepe lançou uma campanha contra o assédio eleitoral nos ambientes de trabalho dos profissionais de educação das redes públicas do estado. O sindicato busca coibir pressões e constrangimentos nos locais de trabalho durante o período eleitoral, de modo a garantir a democracia e o direito de cada cidadão ao voto livre de intimidações ou pressões por parte de candidatos.

Intitulada “Diga não ao assédio eleitoral”, a campanha mostra à categoria que nenhum profissional é obrigado a participar de atos de campanha, divulgar candidatos em suas redes sociais, declarar em quem pretende votar ou apoiar qualquer candidatura por pressão de seus superiores. O sindicato também alerta que é proibida a utilização da estrutura dos locais de trabalho para fins eleitorais.

Com isso, o sindicato conclama os profissionais de educação a denunciarem imediatamente qualquer tentativa de utilização da rede pública para favorecer campanhas eleitorais ou constranger trabalhadores em razão de suas escolhas políticas e eleitorais.

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Os profissionais da educação municipal de Seropédica, em estado de greve, realizaram nesta terça-feira (29) um ato em frente à Prefeitura (foto). Em seguida, a categoria fez uma passeata até a Câmara Municipal, dando continuidade à mobilização em defesa de suas reivindicações e contra as pendências e os problemas enfrentados pelos trabalhadores da educação.

Na Câmara, foi realizada uma assembleia, que deliberou pela manutenção do estado de greve e pela realização de uma nova assembleia, dando continuidade à mobilização da categoria.

Entre as principais reivindicações estão:

– Regularização dos salários e definição de um calendário fixo de pagamento;

– Pagamento dos valores retroativos;

– Garantia e definição de cronograma para o 13º salário;

– Continuidade da revisão do PCCS;

– Valorização dos profissionais de apoio e dos demais trabalhadores da educação;

– Revisão dos direitos funcionais, incluindo os quinquênios;

– Realização de concurso público e regularização do quadro de profissionais;

– Migração de jornadas e solução das demais questões funcionais.

Informações do núcleo do Sepe Seropédica/Paracambi.

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Mais uma operação policial no Complexo da Maré, no início da manhã de ontem (28) deixou pelo menos 16 pessoas baleadas e pelo menos três homens mortos, após diversos tiroteios e apreensão de grande quantidade de armamento e drogas. Por causa desta operação, informações da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro dão conta que 41 escolas municipais não abriram ontem. Também fecharam as portas 4 unidades de saúde básica na região.

Das 13 pessoas feridas a bala durante a operação policial e os confrontos com os traficantes locais, dois adolescentes, de 15 e 12 anos ficaram feridos e foram atendidos em hospitais públicos da região.

O Sepe lamenta a perda de vidas e os confrontos em localidades mais carentes que sempre resultam em ferimentos e, muitas vezes na morte de inocentes. Mais ainda quando se trata de jovens em idade escolar que tombam em meio aos tiroteios que acontecem neste tipo de operação, muitas vezes mal planejadas e em horários de circulação da população a caminho do trabalho ou das escolas.
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Nós, profissionais da Educação Pública da Rede Municipal do Rio de Janeiro, reunidos em Assembleia, no dia 26 de setembro de 2026, reafirmamos nosso compromisso com a classe trabalhadora, com a escola pública, com os direitos sociais e com a democracia.

Nas eleições de 4 de outubro, estarão em disputa diferentes projetos de sociedade e, consequentemente, diferentes concepções sobre o papel da educação, do Estado e dos direitos individuais. Por isso, posicionamo-nos contra o avanço da extrema direita e de projetos autoritários que ameaçam conquistas democráticas e sociais.

Defendemos a eleição de Lula na atual conjuntura, pois isso significa garantir que a organização dos movimentos sociais, o livre direito à manifestação, a participação política e a liberdade de expressão, bem como o ambiente escolar como espaço de pluralidade, conhecimento e formação cidadã continuem em vigor.

Defendemos que a escola deve permanecer pública, laica, tornar-se de fato inclusiva, comprometida com a ciência, a cultura e o pensamento crítico e movida pela gestão democrática. O trabalho educativo não pode ser reduzido à obediência ou ao cumprimento mecânico de metas. Assim, rejeitamos o modelo de escolas cívico-militares, projeto da extrema direita.

Além disso, a transformação de profissionais da educação em alvos políticos e o discurso da “doutrinação” criam um ambiente de intimidação incompatível com a educação democrática. A escola precisa poder discutir desigualdade, racismo, violência, diversidade e direitos humanos com base no conhecimento e no diálogo.

A liberdade de ensinar e aprender é condição para uma educação verdadeiramente crítica.

Assim, a defesa da escola pública está ligada à defesa dos trabalhadores que a constroem. Defendemos concurso público, carreira, salários dignos, respeito à jornada, liberdade sindical, direito de greve e condições adequadas de trabalho. Rejeitamos a transformação da educação em mercado, a precarização do serviço público e a transferência de responsabilidades do Estado para interesses privados.

A classe trabalhadora conhece as consequências da censura, da perseguição política, da repressão sindical e do autoritarismo. Por isso, não naturalizaremos o discurso de ódio, a violência política nem os ataques às liberdades individuais e coletivas.

Nossa luta, portanto, ultrapassa as reivindicações corporativas. Defendemos uma sociedade em que direitos não sejam privilégios, a educação seja efetivamente pública e a democracia seja respeitada.

Defendemos a eleição de Lula por um Brasil soberano.

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destaque-home, Municipal, Sem categoria, Todas

Um levantamento realizado pelo Sepe com 2.008 professores e professoras da rede pública municipal de ensino do Rio de Janeiro mostra uma realidade crítica dos efeitos da chamada “minutagem” — criada com a Lei Complementar Municipal 276/2024, de autoria do então prefeito Eduardo Paes, implementada em 2025, na gestão de Renan Ferreirinha, e que alterou as atribuições e a jornada de trabalho da categoria docente, sem a correspondente valorização remuneratória e sem a preservação adequada do tempo destinado às atividades extraclasse, como planejamento, preparação de aulas, avaliação e formação continuada.

A coleta de dados foi realizada no site do Sepe ao longo de 21 dias, entre 12 de agosto e 1º de setembro de 2026. Diante da dimensão e da gravidade das constatações, o sindicato encaminhará o relatório ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).

O documento deverá subsidiar a Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pela 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital, que questiona a constitucionalidade da lei e busca enfrentar a carência de docentes na rede. Inclusive, dados iniciais dessa pesquisa do Sepe já foram usados pelo MP para a produção da referida ação. 

Baixe aqui o relatório completo (PDF)

PERFIL DOS PARTICIPANTES

A pesquisa abrangeu profissionais de diferentes etapas da Educação Básica, com expressiva predominância dos anos finais do Ensino Fundamental:
– Ensino Fundamental II (EF2): 68,8%;
– Ensino Fundamental I (EF1): 27,4%;
– Educação Infantil (EI): 3,2%;
– Educação de Jovens e Adultos (EJA): 3%;
– Educação Especial: 0,5%;
– Outros segmentos: 0,2%.

A questão permitia múltiplas respostas, pois um mesmo participante poderia atuar em mais de um segmento.

Em relação ao perfil demográfico, 58,6% das pessoas participantes declararam-se mulheres cisgênero.

PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO E PERDAS FINANCEIRAS

A implementação da norma alterou drasticamente a rotina dos profissionais e das unidades escolares. Segundo os dados:
– 27,9% dos professores foram transferidos ou passaram a trabalhar em mais de uma unidade da rede;
– 84,8% afirmaram que a minutagem causou muito muito impacto na rotina familiar;

– 77% avaliaram que sua situação profissional ficou “muito pior” após a medida;
– 97% consideraram que sua situação profissional ficou “pior” ou “muito pior”.

O impacto econômico também atingiu a categoria de forma expressiva: 93% dos docentes relataram alguma perda financeira. Desse total, 30,1% passaram a gastar mais com deslocamento; 29,6% perderam a dupla regência; e 24,7% deixaram de ministrar aulas particulares por falta de tempo.

REDUÇÃO DO TEMPO EXTRACLASSE E PREJUÍZO À QUALIDADE DO ENSINO

Um dos pontos centrais denunciados pelo levantamento é o estrangulamento das horas dedicadas à preparação pedagógica. Após a implementação da minutagem, 63% dos professores passaram a não ter o tempo extraclasse plenamente garantido dentro da unidade escolar.

Como consequência direta:
– 62,7% avaliaram que a qualidade das aulas foi muito prejudicada;
– 86,4% apontaram como principal motivo para a queda no desempenho em sala de aula o cansaço e o esgotamento físico e mental. Em segundo lugar, com 78,2%, foi apontada como razão a piora no planejamento das aulas e atividades em razão da redução do tempo disponível;
– 87,9% relataram aumento da pressão e das cobranças por documentos, metas, relatórios e outras demandas nas escolas.

ADOECIMENTO GENERALIZADO E AUMENTO DO DESEJO DE DEIXAR A REDE

O estudo acende um grave alerta sobre as condições de saúde física e mental dos profissionais. Para 97,3% dos participantes, os profissionais docentes de suas unidades de ensino estão mais adoecidos após a minutagem.
– 92,8% afirmaram que sua saúde mental foi bastante ou muito afetada;
– 68,9% declararam que a saúde mental foi muito afetada; enquanto 50% relataram que a saúde física foi muito afetada;
– 43,9% dos que responderam precisaram tirar licença de saúde após a implementação da medida.
Além disso, 91,7% dos participantes observaram aumento das ausências, faltas, licenças e exonerações em suas unidades.

Esse cenário também gerou uma insatisfação generalizada quanto à permanência no serviço público municipal: 92,6% dos educadores afirmaram que pensam em deixar a rede “com alguma frequência”, “com bastante frequência” ou “o tempo todo”. Esse mesmo percentual, antes da minutagem, era de 50,6%, segundo o levantamento.



Um dado alarmante é o do percentual de professores que afirmam pensar “o tempo todo” em deixar a rede municipal, que saltou de 1,7%, antes da implementação da lei para 40,1% após a minutagem.

O Sepe está preparando e divulgará em momento posterior uma seleção mais ampla dos depoimentos enviados na pesquisa, sob anonimato, bem como cruzamentos de dados, como por gênero.

Baixe aqui o relatório completo

 

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O Sepe convoca os profissionais da rede municipal RJ para a assembleia geral híbrida, que será realizada no próximo sábado, dia 26 de setembro, às 10h.

A parte presencial do evento acontecerá no Auditório Marco Tulio Paolino, no Sepe-RJ (Rua Evaristo da Veiga, nº 55 / 7º andar – Centro – RJ).

Para participar on-line, bastar acessar: https://rio.seperj.info

Veja os temas que serão discutidos na plenária do município do Rio:

Vale congelado em R$ 12; Minutagem; Adoecimento; Perdas;  Tempo da pandemia congelado;

PAEIs sem o piso na carreira; Educação Infantil sem enquadramento; Funcionários(as) desvalorizados(as); Aeis sem enquadramento como professoras; AEE: formação para lidar com alunos especiais e enquadramento no PCCS.

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A participação dos aposentados e pensionistas nas eleições gerais de outubro valerá como prova de vida para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O comparecimento às urnas será uma das informações utilizadas para confirmar que o beneficiário está vivo, portanto o beneficiário não precisará fazer a prova de vida anual se for votar.

A garantia foi dada pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz. Segundo o ministro, a Prova de Vida pode se dar, entre outras formas, por meio co comparecimento eleitoral para votação nas eleições. Dessa forma, quem comparecer para votar já terá a sua prova de vida realizada, já que o INSS recebe esses dados do sistema do TSE e já computa como prova de vida.

A Prova de Vida é um procedimento de revisão anual, focado em identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos, abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

Para os casos em que o cidadão não comparecer ao pleito eleitoral, o INSS continua utilizando o sistema SIRIS, que coleta diversas fontes de dados do governo em busca de outros eventos comprobatórios, como a emissão de documentos, movimentações registradas ou atendimentos realizados. O segurado só é convocado a regularizar a situação quando não é encontrada nenhuma fonte que confirme a sua vivacidade.

No caso de comparecimento para votação, o Ministério da Previdência Social explica que a verificação ocorrerá de forma automática, a partir do cruzamento dos dados da Justiça Eleitoral com a base de informações do INSS. A medida já havia sido adotada nas eleições de 2022.

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