Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

A direção do Sepe terá uma audiência com o governador em exercício do estado, desembargador Ricardo Couto, nesta terça-feira, dia 19 de maio. A reunião, que será realizada na sede do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), às 17h, terá como pauta as questões econômicas. A audiência foi solicitada pelo sindicato através de ofício enviado para o gabinete da Presidência do TJRJ, local onde o governador tem despachado diariamente.

A reunião desta terça-feira (19) é mais um passo na etapa de negociação estabelecida no dia 5 de maio passado, quando a direção do Sepe teve uma audiência com Couto, no dia em que a rede estadual realizou uma paralisação e ato na porta do TJ. Aquele foi um momento histórico, pois há 10 anos o Sepe não era recebido pelo chefe de governo.

A categoria está em luta pela recomposição salarial, pelo pagamento do piso na carreira e em defesa da aposentadoria. Os profissionais de Educação do estado amargam perdas históricas – o índice de reajuste necessário supera os 60%. E boa parte da categoria, em especial funcionários, recebe um vencimento-base inferior ao valor do salário mínimo.

 

 

 

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Neste ano, a mobilização do 18 de Maio, Dia Nacional de Proteção e Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, completa 26 anos. A data foi instituída pela Lei Federal 9.970/2000, em memória da menina Araceli (Araceli Cabrera Sánchez Crespo), de 8 anos, que foi violentada e assassinada no dia 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES).

A Lei visa mobilizar a sociedade a denunciar tais práticas e ajudar no combate à violência sexual contra crianças e adolescentes e incentivar as denúncias, que podem ser feitas pelo Disque 100, Conselhos Tutelares ou delegacias policiais. Trata-se de uma conquista no marco da luta pelos direitos humanos de crianças e adolescentes no país.

O objetivo da data é mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da defesa dos direitos de crianças e adolescentes. É preciso garantir a todas as crianças e adolescentes o direito ao seu desenvolvimento de forma segura, protegida e livre do abuso e da exploração sexual. A violência sexual praticada contra crianças e adolescentes envolve vários fatores de risco e vulnerabilidade quando se considera marcadores sociais como as relações de gênero, raça/etnia, orientação sexual, classe social, local de moradia (rural ou urbana), condições econômicas e fatores geracionais.

Nessa violação de direito são estabelecidas relações de poder, nas quais tanto pessoas adultas e/ou redes de exploração utilizam crianças e adolescentes para satisfazerem seus desejos e fantasias sexuais e/ou obterem vantagens financeiras e lucros. Nesse contexto, crianças e adolescentes são tratadas como “coisa” e não como sujeitos de direitos – é a “coisificação” das infâncias e adolescências, é o esquecimento da humanidade e da proteção que todas as fases da vida demandam, mas para essas, em especial, são imprescindíveis.

O Brasil, ao estabelecer o dia nacional, oficializou a necessidade de ações contínuas e coordenadas para proteger crianças e adolescentes da violência sexual. A data alinha-se diretamente aos princípios do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, que orienta as políticas públicas e ações em todo o território nacional, buscando prevenir, proteger e responsabilizar nos casos de violência sexual, promovendo uma cultura de proteção integral.

Veja abaixo a moção aprovada na assembleia geral da rede municipal RJ do dia 16/5 sobre a passagem da data:

18 de Maio é dia de reafirmar uma verdade urgente: proteger crianças e adolescentes é responsabilidade coletiva.

Em uma sociedade marcada pela violência, pelo silêncio, pela negligência, crianças e adolescentes, pessoas neurodivergentes e pessoas com deficiência seguem entre os corpos vulnerabilizados ao abuso, à violência e à violação de direitos.

Por isso, prevenção não pode ser campanha de apenas uma data. É escuta, formação, atenção, fortalecimento das redes de proteção e coragem para romper silêncios, inclusive quando elas aparecem de forma naturalizada no cotidiano.

A escola, as famílias, os serviços públicos e toda a sociedade precisam estar atentos aos sinais e comprometidos com uma cultura de proteção, dignidade e cuidado mais humanizado.

Defender infâncias seguras é também defender uma sociedade menos violenta.”

Fonte: http://Facabonito.Org (Ação Nacional para o Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes)

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Os profissionais da rede municipal RJ realizaram uma assembleia geral, no dia 16 de maio, em formato híbrido e com a parte presencial no auditório Marco Tulio Paolino. A assembleia foi aberta com informes sobre minutagem; protocolo da representação do Sepe ao Ministério Público questionando a forma de pagamento do Piso Nacional às PAEIS e discussão no Conselho Municipal de Educação sobre a Política Nacional de Inclusão.

Entre as várias deliberações aprovadas pela assembleia da rede municipal do Rio se destacam as seguintes:

1 – Campanha de valorização dos profissionais da educação: Desenvolvê-la a partir do eixo – “Contra a precarização do trabalho e o adoecimento dos profissionais da educação da rede municipal do Rio de Janeiro”. A ideia é trabalhar o conceito com seções combinadas com as pautas da categoria, centradas na busca de soluções para combater a precarização e o adoecimento nos vários segmentos;

2 – Luta pela realização de concurso público para todos os cargos da educação municipal;

3 – Prioridade dos concursados, inclusive os de migração e com dupla regência, sobre os contratos temporários.

4 – Realização de estudo sobre a possibilidade de uma ação direta de inconstitucionalidade contra a minutagem;

5 – Incorporação à luta pelo enquadramento dos profissionais da educação infantil em todos os núcleos e regionais. Representação do sindicato ao Ministério Público sobre o reconhecimento da lei 15.326/26 pela prefeitura do Rio de Janeiro.

6 – Plenária em nível estadual das agentes e auxiliares da educação infantil, e outras nomenclaturas, no dia 30/05, às 10h, no Club Municipal. Campanha publicitária unificada para todas as redes sobre o reconhecimento da lei 15.326/26 e seu devido enquadramento.

7 – Representação do Sepe ao MP, com pedido de audiência, sobre o tema do cumprimento imediato da lei que descongela o tempo da pandemia.  

8 – Apoio ao ato das docentes em luta pelo enquadramento do doutorado no dia 21/05/26, 16h; Inclusão da luta pelo direito ao enquadramento em nível de especialização e luta pela extensão desse direito a todos os profissionais da educação.

9 – Campanha de denúncia da gestão de Eduardo Paes, com resgate de todas as políticas de ataque à educação pública em seus governos;

10 – Denúncia ao TRE sobre o ex-secretário municipal de educação, Renan Ferreirinha, que faz campanha política em espaços educacionais públicos e da utilização da SME e das CREs na campanha eleitoral, coagindo as direções das escolas, professores e funcionários.

11 – Pressão pela obtenção de audiência com o prefeito e com o secretário de Educação.

12 – Data da próxima assembleia: Dia 20 de junho (local e horário a confirmar)

Veja mais deliberações da plenária do município na ata que disponibilizamos em PDF pelo link abaixo:

https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/05/ATA-FINALIZADA-DA-ASSEMBLEIA-DOS-PROFISSIONAIS-DA-EDUCACAO-DA-REDE-MUNICIPAL-DO-RIO-DE-JANEIRO-2.doc


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A Secretaria de Aposentados do Sepe RJ realiza uma reunião ordinária do seu Coletivo Estadual nesta terça-feira, dia 19 de maio, a partir das 9h. No encontro, as lideranças de aposentados dos núcleos municipais do sindicato e do Sepe Central irão debater pautas como: conjuntura, informes do Departamento Jurídico; informes gerais e calendário de atividades da categoria. A reunião será realizada no formato híbrido, com a parte presencial no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga, 55 – 7º andar)

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No próximo dia 30 de maio, Sepe convoca as profissionais docentes da Educação Infantil reconhecidas pela Lei 15.326/2026, aprovada em janeiro deste ano, para uma plenária que será realizada no Club Municipal (Rua Haddock Lobo, 359 – Tijuca), a partir das 9h.

Na plenária, serão discutidas as estratégias de luta e de mobilização para conquistar o reconhecimento destas profissionais em todas as redes públicas de educação no Rio de Janeiro. A assembleia da rede municipal RJ aprovou a incorporação da categoria na luta pelo enquadramento dos profissionais da educação infantil.

O Sepe, juntamente com representações de profissionais de educação e o movimento “Somos Todas Professoras”, participou da audiência pública convocada pela Comissão de Legislação Participativa da ALERJ. A audiência foi realizada no dia 12 de maio que teve por objetivo debater a implementação da Lei Federal 15.326/26, que reconhece profissionais que atuam na Educação Infantil (0 a 5 anos) como integrantes da carreira do magistério, garantindo-lhes o piso nacional e planos de carreira, independentemente da nomenclatura do cargo, desde que exerçam função docente com a formação exigida.

Além das representações dos educadores, o encontro reuniu movimentos sociais, gestores públicos, parlamentares e integrantes da sociedade civil, todos envolvidos na luta pelo reconhecimento da categoria, que por exercer uma função indispensável na formação das crianças, merece ser reconhecida como parte do magistério. Secretarias estadual e municipais também enviaram representantes.

A direção do Sepe participou da mesa da audiência, juntamente com representantes do movimento “Somos Todas Professoras”, da cidade de Petrópolis. O Sepe destacou que, apesar do reconhecimento federal, ainda é necessário que cada município regulamente o direito. Para tanto, é preciso que cada prefeitura reconheça oficialmente essa função, garantindo dignidade aos servidores, melhores salários, plano de carreira e todos os direitos já assegurados ao magistério.

Cumpra-se a lei 15326! Enquadramento já!

 

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Nesta terça-feira, dia 19 de maio, o Sepe convida os profissionais de educação para assistirem a mais uma edição do TV Sepe. Desta vez, o programa vai falar sobre os “Nossos desafios no Plano Nacional de Educação (PNE 2026-2036) e contará com a participação dos seguintes debatedores: Paula Falcão, diretora do Sepe RJ e professora da rede municipal RJ. Tarcísio Motta, deputado federal (PSOL – RJ), integrante da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e professor do Colégio Pedro II (licenciado); e Waldeck Carneiro, presidente do Fórum Estadual de Educação do Rio de Janeiro (FEERJ), professora da Faculdade de Educação da UFF.

O nova PNE, sancionado em 14 de abril de 2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, instituído pela Lei nº 15.388/2026 entrou em vigor imediatamente e norteará as políticas educacionais no Brasil pelos próximos 10 anos. Sua construção envolveu uma série de mobilizações da categoria que participou das Conferências municipais e estaduais de Educação para a elaboração de propostas levadas ao MEC para a formulação do plano a ser enviado para votação no Congresso Nacional.

Você pode assistir ao TV Sepe, acessando o canal oficial do Sepe no You Tube; pelo facebook e pelo X.

Veja abaixo o link do You Tube:

https://www.youtube.com/@SepeRJoficial


Nossos desafios no Plano Nacional de Educação (PNE)
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Em assembleia híbrida realizada no último sábado, dia 16 de maio, os profissionais da rede municipal do Rio de Janeiro aprovaram as seguintes moções, que hora divulgamos. Veja abaixo o teor dos textos aprovados pela plenária híbrida.

Moção 1:

19 de maio é dia de reafirmar uma verdade urgente: proteger crianças e adolescentes é responsabilidade coletiva.

Em uma sociedade marcada pela violência, pelo silêncio, pela negligência, crianças e adolescentes, pessoas neurodivergentes e pessoas com deficiência seguem entre os corpos vulnerabilizados ao abuso, à violência e à violação de direitos.

Por isso, prevenção não pode ser campanha de apenas uma data. É escuta, formação, atenção, fortalecimento das redes de proteção e coragem para romper silêncios, inclusive quando elas aparecem de forma naturalizada no cotidiano.

A escola, as famílias, os serviços públicos e toda a sociedade precisam estar atentos aos sinais e comprometidos com uma cultura de proteção, dignidade e cuidado mais humanizado.

Defender infâncias seguras é também defender uma sociedade menos violenta.

 

Moção 2:

Manifesto em defesa dos profissionais adoecidos e contra o capacitismo institucional

Nós, profissionais da educação e servidores públicos, denunciamos a forma violenta, desumana e capacitista com que trabalhadores vem sendo tratados nos processos de perícia e aposentadoria compulsória no município do Rio de Janeiro. Depressão, ansiedade e sofrimento psíquico não poder ser tratados como incapacidade moral, cognitiva ou civil. Adoecer não retira a dignidade, a inteligência, a autonomia e a humanidade de ninguém. 

O que estamos assistindo é a transformação do sofrimento mental em mecanismo de exclusão silenciosa do serviço público. Trabalhadores com condições de retornar ao trabalho com laudos inconsistentes, avaliações questionáveis e sem processos transparentes, estão sendo afastados compulsoriamente e empurrados para a aposentadoria, que, muitas vezes, não desejam e não reconhecem como justas. Não aceitaremos que servidores adoecidos sejam tratados como descartáveis. Denunciamos uma política que, ao invés de garantir cuidado, acompanhamento e condições dignas de trabalho, responde ao adoecimento com afastamento, isolamento e apagamento profissional.

É grave que em pleno século XXI ainda exista uma lógica institucional que associe sofrimento psíquico à incapacidade total de gerir a própria vida, trabalhar, decidir ou existir socialmente. A luta em defesa da saúde mental é também a luta contra o capacitismo.

Também denunciamos o impacto desse processo sobre mulheres trabalhadoras, maioria na educação pública, historicamente atravessados pela sobrecarga do cuidado, pela precarização e pelo adoecimento produzido pelas condições concretas de trabalho.

Não se trata de casos isolados. Existe um padrão de violência institucional que precisa ser investigado, denunciado e interrompido. Por isso, exigimos:

– Revisão imediata dos processos de aposentadoria compulsórias questionados;

– Transparência nos critérios da perícia;

– Direito à reavaliação independente;

– Acompanhamento humanizado e não punitivo;

– Políticas reais de saúde mental para servidores;

– Fim da lógica de exclusão e silenciamento dos trabalhadores adoecidos;

Seguiremos nos mobilizando nas frentes política, jurídica, administrativa e pública. Defender profissionais adoecidos é defender dignidade, direitos humanos e serviço público de qualidade. Nenhum trabalhador deve ser descartado por adoecer.

 

Moção 3: 

De apoio e repúdio – aprovada em assembleia do SepeRJ (rede municipal do Rio de Janeiro)

Ao professor Roberto Eduardo Albino Brandão e contra a perseguição política na rede municipal do Rio de Janeiro

A Assembleia Geral do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ), rede municipal RJ, reunida no dia 12 de março de 2026, deliberou por unanimidade manifestar o seu mais profundo apoio ao professor de Ciências Roberto Eduardo Albino Brandão, e repudiar o seu afastamento arbitrário, através de término de requisição da unidade CEJA Maré, ocorrido em dezembro de 2025, que apresenta fortes indícios de perseguição política e desvio de finalidade.

A assembleia considera que:

 Arbitrariedade e Falta de Motivação: O afastamento do professor Roberto Brandão, ocorrido em 16/12/2025, foi realizado de forma verbal, sem processo administrativo prévio e sem qualquer fundamentação técnica ou pedagógica que justificasse a interrupção de um trabalho reconhecido pela comunidade escolar, especialmente os estudantes.

Há indícios de perseguição política e/ou Ideológica: O afastamento ocorre após o professor defender a gestão democrática, o pensamento crítico e a construção coletiva do Projeto Político Pedagógico (PPP), inclusive junto a movimentos sociais do território da Maré.

 Ataque à Autonomia Docente: O uso da prerrogativa de término de requisição; como forma de punição subjetiva é uma prática autoritária que visa silenciar vozes críticas dentro das escolas e desestabilizar profissionais comprometidos com uma educação crítica e emancipatória.

 Histórico e Competência: O professor Roberto Brandão possui uma folha de serviços com vasta produção acadêmica voltada para a EJA (Educação de Jovens e Adultos) e projetos de integração internacional (como o intercâmbio com o Timor-Leste), que agora são interrompidos de forma violenta pela administração.

Diante da decisão soberana desta assembleia, o Sepe-rj exige:

A imediata reintegração do professor Roberto Brandão ao CEJA Maré.

 A ANULAÇÃO DO ATO ADMINISTRATIVO por flagrante desvio de finalidade e desrespeito ao direito à ampla defesa e ao contraditório.

 O FIM DO ASSÉDIO MORAL e das práticas de perseguição política contra qualquer profissional de educação que lute por uma escola pública democrática e  laica.

 A categoria segue em estado de alerta e não aceitará que a gestão escolar seja utilizada como instrumento de censura ou de perseguição ideológica.

Pela democracia nas escolas!

A nossa luta é em defesa da educação e da liberdade de ensinar!

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Assuntos ligados aos Funcionários Administrativos, destaque-home-fixo, Todas
Celebrado em 16 de maio, o Dia Internaiconal do(a) Funcionário(a) da Educação foi criado em 2018 pela Internacional da Educação (IE) e tem como objetivo principal promover a visibilidade, a formação e a valorização do trabalho desse segmento fundamental para as escolas e demais instituições educacionais.

O Sepe, em seu estatuto, desde 1988, ampliou seus quadros de filiados para a participação dos(as) funcionários(as) administrativos(as) e mantém uma secretaria específica para a luta da categoria – atualmente, entre outras tantas reivindicações, o sindicato está totalmente mobilizado pela aprovação da lei do Piso Nacional do(a) Funcionário(a), que está tramitando no Senado.

Com isso, não temos a menor dúvida de que, para alcançar uma Educação pública de qualidade, é preciso apoiar a luta dos(as) funcionários(as) administrativos(as)!
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A Direção do Sepe/RJ, por meio de sua Comissão Organizadora, informa que concluiu a análise dos currículos recebidos, referente à 1ª etapa do processo de seleção para contratação de um advogado para o Departamento Jurídico do sindicato.
Deste modo, em observância aos critérios orientadores estabelecidos no item 3.2 e no preâmbulo do Edital (excelência técnica e compromisso com a defesa da educação pública e organização autônoma da classe trabalhadora), os candidatos abaixo indicados foram selecionados para a 2ª Etapa (Prova Escrita):

ALESSANDRA FERREIRA MARQUES

CAROL BAPTISTA DA SILVA

DÉBORAH KELLY DA SILVA ANDRADE MARTINS

GABRIELA CÂMARA CANUTO

HAFID OMAR ABDEL MELEK DE CARVALHO

ISABEL CRISTINA SOARES TEBALDI GOMES

ISABELA BLANCO PAMPLONA

LEONARDO MOREIRA E SILVA

LUCAS DO NASCIMENTO DOS REIS

MARIANA RODRIGUES

OTÁVIO DUARTE DE MARINS ARAÚJO

RAFAEL CALAZANS NOGUEIRA

RENATA MIRANDA PORTO

ROBSON DE ARAÚJO JÚNIOR

SIMÃ CATARINA DE LIMA PINTO

TOMÁS AGRA CELINO DE MELO

VIVIANE MONTI DE CERQUEIRA

Orientações para a Prova Escrita:

  • Data e Horário: A prova será realizada no dia 18 de maio de 2026, das 14h às 16h.
  • Local: Sede do Sepe/RJ, situada à Rua Evaristo da Veiga, 55, 7º e 8º andares, Centro, Rio de Janeiro/RJ.
  • Formato: A etapa consistirá na elaboração de uma peça jurídica com tema a ser sorteado no momento, conforme previsto no item 6.1 do Edital.

Aos demais candidatos, o SEPE/RJ agradece o envio dos currículos e o interesse demonstrado na vaga.

Rio de Janeiro, 14 de maio de 2026.

Direção Colegiada do SEPE/RJ

 

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No dia 27 de maio, a Educação estadual irá parar novamente, em uma greve de 24 horas pela recomposição salarial, pelo pagamento do piso na carreira e em defesa da aposentadoria. Os profissionais de Educação amargam perdas históricas – o índice de reajuste necessário supera os 60%. E boa parte da categoria, em especial funcionários, recebe um vencimento-base inferior ao valor do salário mínimo.
 
O ex-governador Cláudio Castro, que renunciou para não ser cassado e está sendo investigado por corrupção, foi responsável não apenas por atacar nosso poder de compra, mas por ameaçar a nossa aposentadoria e pensões, ao destinar quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência para o Banco Master.
 
No dia 27/5, pare e participe das atividades. Às 10h, teremos assembleia geral (em local a confirmar) e às 14h, teremos uma grande marcha até o Palácio Guanabara.
 
 
 
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