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Os participantes do 45º Encontro Estadual em Santo Antônio de Pádua e Itaocara aprovaram, em plenária, na tarde desta quinta-feira (17/09), a Carta da Aposentadas e Aposentados da Educação Pública do Rio de Janeiro.

Em seu texto, o documento reafirma “o compromisso em defesa de um bem-viver humanizado e republicano que passa pelo direito de existir dignamente após a aposentadoria”.

A Carta também aponta o voto nessas eleições gerais que serão realizadas, em 1º turno, em 4 de outubro, “em candidatas(os) que defendem a pauta da educação apontada na carta, e as demais pautas da classe trabalhadora”.

Leia a carta a seguir ou baixe o PDF aqui:

CARTA DO 45º ENCONTRO ESTADUAL DE APOSENTADAS E APOSENTADOS DA EDUCAÇÃO PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO – SEPE-RJ

Reunidas(os) durante o período de 15 a 18 de setembro de 2026, nos municípios de Santo Antônio de Pádua e Itaocara, noroeste do estado do Rio de Janeiro, nós, profissionais da educação, filiadas(os) ao SEPE-RJ, aposentadas(os), construímos o 45º Encontro Estadual de Aposentadas(os) do SEPE-RJ, com o seguinte título: “Ditadura nunca mais: ainda estamos aqui!”.

Conseguimos cumprir o desafio de construir esse encontro antes das eleições gerais.

Reafirmamos o nosso compromisso em defesa de um bem-viver humanizado e republicano que passa pelo direito de existir dignamente após a aposentadoria.

Nosso objetivo principal está centrado na defesa da democracia e no combate à extrema direita e ao fascismo. Afinal, o projeto da extrema direita e do centrão é eleger o maior número possível de parlamentares para o Senado, Congresso Nacional, assim como governos estaduais e suas Assembleias Legislativas, com a intenção de atacar diretamente o sistema democrático e suas instituições, os direitos sociais, principalmente da Classe Trabalhadora, com destaque para os aposentados.

Estamos enfrentando uma conjuntura muito adversa com a ascensão da extrema direita no mundo, em especial na América Latina. O Bolsonarismo e a extrema direita continuam implementando ataques ao conjunto dos direitos da classe trabalhadora conquistados ao longo da nossa história de lutas e resistência contra o sistema capitalista. É nessa conjuntura de um País em chamas e de direitos em risco que acontecerão as eleições gerais, corajosamente, realizamos o Encontro.

O período eleitoral, para nós da Educação, é um importante processo pedagógico e, como tal, precisa ser tratado como uma oportunidade ímpar de analisarmos todos os mandatos e as propostas/programas prometidos, mas não cumpridos.

Queremos uma educação pública, de qualidade socialmente referenciada, laica e civil que respeite a autodeterminação dos povos, contra a escola sem partido e as escolas cívico-militares, movimentos que chegaram ao ponto de atacar os ensinamentos de Paulo Freire. Queremos uma educação contra o etarismo, racismo, racismo religioso, misoginia, que respeite a autoafirmação de gênero e orientação sexual e contra todas as formas de preconceitos.

Queremos uma educação que não reproduza o ódio, a intolerância e a violência. Queremos uma escola que eduque para a solidariedade, o respeito às diferenças, os direitos humanos e a democracia, valorizando a educação indígena, quilombola e educação do campo.

Vamos apresentar algumas questões prioritárias em termos de políticas públicas para as nossas vidas e, ao mesmo tempo, reivindicar solução imediata para a situação que estamos vivenciando nos diversos municípios do Estado do Rio de Janeiro. Temos assistido um total descompromisso da grande maioria dos(as) eleitos(as) com os direitos mais elementares da população, em especial com a população idosa e aposentada. O mesmo descaso se impõe ao conjunto dos(as) trabalhadores(as) em educação. O avanço das terceirizações, precarizações das condições de trabalho dos(as) servidores(as) públicos(as) é agravado com a política de abonos e gratificações que sinaliza o desrespeito por quem cumpriu todo seu efetivo tempo de exercício profissional, conseguindo se aposentar.

Tais ataques vêm desrespeitando a prioridade legal prevista para a população idosa em geral, com medidas inadmissíveis como: inexistência de calendário de pagamento dos salários (proventos), ausência de reajustes anuais, atrasos do pagamento dos salários por vários meses, como por exemplo, os profissionais de São João de Meriti, Duque de Caxias, Belford Roxo, Petrópolis, Mesquita e Rio Bonito. Causando consequências e efeitos em vários níveis da saúde física, mental e emocional e situações dramáticas que tem levado, inclusive, ao suicídio.

Estamos reafirmando que são atentados aos direitos, principalmente, da pessoa idosa estabelecido na lei nº 10.741/2003, que dispõe sobre o estatuto da pessoa idosa e a lei nº 15.069, de dezembro de 2024, a Política Nacional de Cuidados.

Continuaremos nossa luta pelo retorno à paridade com integralidade e a prestação de contas, dos institutos próprios previdenciários, e contra as crises agravadas pelos escândalos das operações financeiras desde a Operação Delaware (2014) comandada pelo ex-governador Sérgio Cabral até o cenário atual no Banco Master, com atuação direta, no RJ, do ex-governador Cláudio Castro, tendo um rombo de cerca de 3,7 bilhões de reais da previdência, e do INSS, comandada pelo bolsonarismo. Por tudo isso, são necessárias ações comprometidas com a fiscalização e transparência do uso das verbas públicas, principalmente relativas à previdência.

A secretaria de aposentados(as) do SEPE-RJ chegou ao ministro da Previdência Social, como era objetivo da campanha que se tornou nacional “Tirem as mãos da nossa previdência”. Nosso sindicato tem uma luta histórica em defesa dos ideais republicanos e democráticos por isso contra o fascismo, seremos resistência!

Por tudo isso, o 45º Encontro Estadual de Aposentadas(os) aponta o voto em candidatas(os) que defendem a pauta da educação apontada na carta, e as demais pautas da classe trabalhadora.

Ditadura nunca mais! Ainda estamos aqui!

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Nesta quinta-feira (17/09), os participantes do 45º Encontro Estadual de Aposentadas começaram o dia com uma oficina sobre atividades físicas para ajudar na melhoria do desempenho laboral.

A fisioterapeuta Sandra Regina Gomes da Costa e Silva falou sobre a necessidade de uma rotina diária de exercícios para a manutenção da saúde dos idosos.

Ainda pela manhã, será realizada uma plenária para aprovação da Carta dos Aposentados do 45º Encontro.

Na parte da tarde, será a vez da plenária para aprovação do Plano de Lutas.

Após a plenária de aprovação do plano, os aposentados farão panfletagem da Carta do Encontro no centro de Pádua.
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O Sepe volta a alertar os profissionais de educação das redes públicas do Rio de Janeiro sobre a atuação de golpistas que se passam por representantes do sindicato para enviar mensagens ou realizar ligações telefônicas oferecendo falsas vantagens relacionadas à execução de processos judiciais, mediante o pagamento antecipado de valores.

As mensagens, enviadas por WhatsApp e e-mail, ou por meio de contatos telefônicos, citam números de processos de ações coletivas do sindicato que tramitam ou já transitaram em julgado no Poder Judiciário. Os golpistas anunciam supostas vitórias judiciais e a posterior liberação de pagamentos e, em alguns casos, chegam a utilizar os nomes verdadeiros de advogados do sindicato para dar credibilidade à fraude.

O Sepe reitera aos profissionais de educação filiados que tenham ingressado com ações na Justiça por meio do Departamento Jurídico que tais procedimentos judiciais não acarretam qualquer custo para os demandantes. Portanto, o sindicato não solicita pagamentos, transferências bancárias ou Pix, em seu próprio nome ou no de terceiros, para antecipar execuções ou liberar valores referentes a ações judiciais ganhas ou ainda em andamento.

Ao receber qualquer mensagem ou ligação desse tipo, com solicitação de pagamento antecipado para a liberação de valores de uma ação judicial do Sepe-RJ, o filiado não deve realizar qualquer transferência ou pagamento. A orientação é entrar em contato com o Departamento Jurídico pelos telefones (21) 2195-0457/0458, enviar uma denúncia para o e-mail juridico@seperj.org.br ou acionar as autoridades policiais.

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O 45º Encontro de Aposentadas e Aposentados do Sepe RJ prossegue na tarde desta quarta-feira (16/09), com as discussões nos quatro grupos de trabalho do evento. Os participantes debatem os seguintes temas: letramento digital para a pessoa idosa, saúde física e mental, combate à violência, fiscalização dos fundos previdenciários e acessibilidade.

As propostas e discussões realizadas nos grupos serão levadas ao plenário nesta quinta-feira (17/09), quando deverão subsidiar a aprovação da Carta das Aposentadas e dos Aposentados e do Plano de Lutas do encontro.

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O Sepe firmou um convênio com a Total Pass (TP), plataforma que reúne mais de 35 mil academias, estúdios de atividades físicas, terapias diversas, nutricionistas, entre outras, em mais de 1.900 cidades brasileiras, incluindo todo o Estado do Rio de Janeiro.

A iniciativa permitirá que os profissionais da educação filiados ao sindicato tenham acesso a uma ampla rede de estabelecimentos parceiros dentro da rede credenciada.

Para participar do convênio, o associado deve procurar o Núcleo (Interior/Região Metropolitana) ou a Regional (na capital) do sindicato para se cadastrar – basta apresentar o CPF e comprovar que está em dia com as obrigações sindicais.

Após o cadastro, o Sepe informará à Total Pass a listagem com os interessados.

Endereços e contatos das Regionais e Núcleos do Sepe: https://seperj.org.br/contato-e-estrutura/

Além do titular, cada filiado poderá cadastrar até quatro pessoas em seu plano.

O pagamento da mensalidade pelo filiado será feito diretamente no aplicativo da Total Pass, dependendo do plano escolhido. O convênio será mantido pelo sindicato, sendo necessário apenas que o filiado esteja com sua contribuição sindical em dia.

Os profissionais da Educação que ainda não são filiados ao Sepe e desejam utilizar o benefício devem procurar uma Regional ou um Núcleo do sindicato (no interior e na Região Metropolitana) para realizar a filiação. Após esse procedimento, deverão aguardar a abertura do período de cadastramento na plataforma.

O convênio representa uma iniciativa do sindicato voltada à promoção da qualidade de vida da categoria, incentivando a prática de atividades físicas e o cuidado com a saúde física e mental.

 

Saiba mais:

Total Pass: https://totalpass.com/br/

Filiação à rede municipal do Rio de Janeiro: https://seperj.org.br/filiados-da-rede-municipal-do-rio-de-janeiro-veja-o-porque-fazer-novo-cadastro-e-gerar-o-token-no-consig-carioca-da-prefeitura-do-rio/

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O Sepe vem recebendo denúncias sobre a falta de profissionais de apoio escolar para estudantes da Educação Especial da rede estadual. O contrato com a empresa que disponibilizava cuidadores para alunos com autismo e outras deficiências terminou em julho. Enquanto o governo estadual demora para resolver a situação, famílias relatam que estudantes estão sem o acompanhamento necessário para alimentação, higiene, locomoção, comunicação e participação nas atividades escolares.

Além disso, os cuidadores informam que suas rescisões trabalhistas estão atrasadas há mais de um mês e que estão passando por dificuldades para sua sobrevivência.

A própria SEEDUC tinha conhecimento da necessidade de continuidade do serviço e dos impactos que sua interrupção poderia causar. No entanto, uma contratação emergencial, estimada em R$ 220 milhões, foi alvo de questionamentos do Controle Interno, que apontou problemas nos cálculos, vagas consideradas excessivas e risco de sobrepreço.

O governo precisa garantir as condições necessárias para que os milhares de estudantes da Educação Especial tenham assegurado o direito à inclusão.

O Sepe também defende que o atendimento seja estruturado por meio de servidores públicos concursados, com condições de trabalho e formação adequadas, garantindo continuidade e qualidade no serviço público. É responsabilidade do governo estadual assegurar a presença de profissionais suficientes nas escolas e não permitir que estudantes com deficiência sejam prejudicados pela falta de planejamento e pelos atrasos administrativos.

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O segundo dia do 45º Encontro Estadual de Aposentadas e Aposentados da Educação começou com uma mesa-redonda sobre políticas públicas e saúde da pessoa idosa, mediada pelo secretário de Aposentados e Assuntos Previdenciários da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Sérgio Antônio Kumpfer.

Durante o debate, o dirigente da CNTE destacou que a aposentadoria é, antes de tudo, um direito de todos os trabalhadores, resultado de décadas de luta da classe trabalhadora.

Kumpfer ressaltou que a Previdência Pública é fundamental para garantir direitos e condições de vida aos trabalhadores. Em sua apresentação, fez um histórico da Previdência no Brasil e destacou o papel das categorias na defesa e na manutenção dos direitos conquistados, especialmente diante do avanço do autoritarismo da direita e dos ataques aos direitos dos trabalhadores.

O secretário também lembrou que, desde o golpe que derrubou Dilma Rousseff, em 2016, os trabalhadores vêm enfrentando uma série de reformas e mudanças no sistema previdenciário promovidas pelos governos Temer e Bolsonaro.

 

Confira o vídeo com o diretor da CNTE, Sérgio Kumpfer

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Em uma cerimônia marcada pela emoção da lembrança dos companheiros que morreram ao longo da história de lutas da categoria, além da disposição de lutar em defesa da democracia e contra o avanço do fascismo, a Secretaria de Aposentadas(os) do Sepe abriu, nesta terça-feira (15/09), o seu 45º Encontro Estadual.

Nesta edição, o evento está sendo realizado nas cidades de Santo Antônio de Pádua e Itaocara e reúne cerca de 250 aposentadas e aposentados da Educação.

Após a abertura oficial, a programação teve continuidade com a mesa-redonda “Ditadura Nunca Mais”, mediada pelo professora Zoia Prestes, da Faculdade de Educação da UFF, e pelo professor, historiador e militante sindical Hiran Roedel.

O encontro vai até o dia 18/09.

Leia o boletim especial do Sepe com a programação do encontro.

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Nesta segunda-feira (14/09), o Departamento Jurídico do Sepe conquistou mais uma importante vitória para a categoria: o professor Marcos Cesar de Souza Costa Junior da rede municipal de educação de Mesquita foi reintegrado ao serviço público municipal de Mesquita.

Vítima de perseguição política, Marcos chegou a ser exonerado. Mas o sindicato se manteve a seu lado e não recuou.

E essa não é uma vitória isolada: somente em Mesquita já são 12 profissionais da educação reintegrados nos últimos anos.

Em tempos de ataques à Educação Pública e de perseguição aos trabalhadores, quando o trabalhador luta, o sindicato luta junto. E quando o sindicato luta, a categoria vence.

Filie-se ao Sepe.

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O Jornal O Globo publica matéria hoje, dia 14 de setembro, sobre os prejuízos causados pelo roubo de cabos e fios nas escolas da rede estadual. O crime provoca a interrupção das aulas em muitas unidades ou faz com que elas funcionem de forma precária, com alunos tendo que recorrer às lanternas dos celulares para enxergar o quadro. Segundo a reportagem, que utiliza personagens para narrar os artifícios que as unidades escolares estaduais têm que utilizar para se manter em funcionamento e os prejuízos pedagógicos causados pelo problema, que se tornou recorrente em todo o estado.

A direção do Sepe Caxias participou da reportagem, denunciando os problemas enfrentados por escolas estaduais localizadas naquele município.

O jornal apresentou um levantamento, no qual pelo menos 109 escolas do estado ficaram sem energia elétrica neste ano por causa de furtos de cabos. Segundo o Globo, algumas delas enfrentaram períodos de até dez meses sem luz, sem que a SEEDUC ou o governo estadual tomassem providência efetivas para substituir o material roubado e normalizassem o funcionamento destas escolas.

O jornal lembrou que a aproximação das eleições torna o problema ainda mais grave e urgente, já que muitas seções eleitorais funcionam em prédios de escolas públicas estaduais. O jornal assinala que o efeito dos furtos se agravou nos últimos meses e já se enraizaram na rotina escolar: a falta de energia compromete não somente a iluminação, mas também o tempo das aulas, projetos pedagógicos, merenda e outras atividades essenciais nestas escolas afetadas.

O Ciep 168, Ilda Silveira Rodrigues, em Nova Iguaçu e o Ciep 498, Irmã Dulce, em Itaguaí foram apresentados como exemplos dos problemas causados pelo furto dos cabos elétricos. No primeiro, os estudantes que permaneciam em tempo integral entravam às 7h e saíam às 16h30 e tiveram o horário de aulas reduzido por causa da falta de iluminação e deixam a escola às 11h30; projetos que dependem da tecnologia foram interrompidos e o ensino noturno foi transferido para o modo remoto. A Unidade também deixou se oferecer almoço, já que a cozinha não pode armazenar os alimentos por falta de energia elétrica para a geladeira.

No Irmã Dulce, que ficou cerca de dez meses sem energia, o roubo aconteceu em 2025, mas a escola conseguiu um gerador para encerrar aquele ano letivo. Quando o período letivo de 2026 começou a escola voltou a ficar sem luz.

Um ponto importante destacado pela reportagem é a questão da perda nutricional para os alunos. Segundo o Globo, na maioria das escolas que funcionam com problemas de energia elétrica, as refeições estão sendo substituídas pela chamada “merenda fria emergencial”. Em junho deste ano, uma equipe do Conselho Estadual de Alimentação Escolar foi até o Ciep 336, em Campo Grande, na Zona Oeste e constatou que a unidade tinha apenas iluminação básica, insuficiente para manter geladeiras e freezers em funcionamento. Um documento da Superintendência de Gestão das Regionais Administrativas da SEEDUC alertou que a supressão de refeições quentes acarreta perdas nutricionais severas, devido à ausência de proteínas, leguminosas e hortaliças no cardápio das escolas afetadas.

Ainda segundo o jornal, das 109 escolas estaduais afetadas pelas ações criminosas, mais da metade está na Baixada Fluminense. Segundo os dados da Seeduc, mais de 60 casos foram registrados na região, concentrados principalmente em Nova Iguaçu, com 21 escolas atingidas; Duque de Caxias, com 17; e Belford Roxo, com 10. São Gonçalo também aparece na lista com um número elevado de unidades afetadas: 13 escolas, enquanto a capital soma 12.

O Sepe tem acompanhado o problema e auxiliado as escolas, com denúncias e manifestações exigindo da SEEDUC providências para que as unidades sejam reparadas e voltem a oferecer uma educação de qualidade para o conjunto dos alunos e profissionais afetados pela falta de energia elétrica.

A reportagem lembra ainda que o problema não atinge só as escolas estaduais. Na capital, 40 escolas da rede municipal RJ notificaram, nos oito primeiros meses do ano, episódios de furto ou roubo, com danos à rede elétrica e impactos no funcionamento das unidades.

Veja a matéria completa no site do Jornal O Globo pelo link abaixo:

https://oglobo.globo.com/rio/noticia/2026/09/14/furto-de-cabos-deixa-109-escolas-estaduais-do-rio-sem-luz-algumas-ficaram-ate-dez-meses-no-escuro.ghtml

 

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