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EDUCAÇÃO MUNICIPAL RJ FEZ GREVE DE 24H COM ATO NA PREFEITURA E PARTICIPAÇÃO NO 8M

Na manhã do dia 8/03, ato dos servidores em frente à prefeitura paralisou o trânsito da Av. Presidente Vargas (foto: Luiz Paulo Correia e Castro)

Os profissionais da rede municipal de educação do Rio de Janeiro realizaram uma greve de 24 horas nesta terça-feira, dia 8 de março, em defesa da recomposição salarial – desde 2019 não há reajuste.

Na parte da manhã, em conjunto com os demais servidores, foi realizado ato público em frente à prefeitura (Cidade Nova). O prefeito, infelizmente, não recebeu uma comissão de servidores. O batalhão de choque da PM agiu com truculência e dispersou a passeata dos servidores na Av. Presidente Vargas.

A categoria, mesmo assim, partiu em passeata até a Central do Brasil, onde fez um ato de protesto e, em seguida, se uniu à passeata do Dia Internacional da Mulher, que saiu da Candelária, com a palavra de ordem: Paes e Ferreirinha, basta de violência institucional contra as Educadoras – reajuste já e descongelamento dos nossos direitos.

A pauta conjunta dos servidores é a seguinte:

– Recomposição Salarial, já, para os profissionais da ativa e aposentados;

– Descongelamento dos Triênios;

– Implementação do Plano de Carreira, Cargos e Salário da Saúde e das categorias não contempladas.

CAMPANHA SALARIAL 2022

A rede municipal de educação RJ está em campanha salarial pelo reajuste salarial de 22,77% – índice calculado pelo Sepe/Dieese com as perdas inflacionárias dos profissionais de educação, segundo o índice INPC-IBGE, desde o último reajuste do servidor municipal, em março de 2019, até dezembro de 2021. As perdas também levam em consideração o aumento do desconto previdenciário de 11% para 14%.

O Sepe convoca os profissionais de educação da rede municipal RJ para assembleia híbrida (Clube Municipal), sábado, dia 12, às 10h: as inscrições on-line já estão abertas para a assembleia híbrida das escolas municipais RJ – clique aqui para se inscrever.

Na parte, no 8M 2022, concentração na Candelária (foto: Luiz Paulo)

Além do reajuste, a categoria está em luta por:

– Descongelamento do plano de carreira e dos triênios;

– Implementação do 1/3 de planejamento extraclasse, com tratamento isonômico para toda a categoria;

– Reajuste do auxílio alimentação que está congelado há 10 anos;

– Correção imediata do piso dos PAEIs;

– Direito à migração;

– Direito à origem para os professores e funcionários

– Cumprimento da Lei 6.806 dos AEIs – o Sepe ajuizou no TJ uma ação de cobrança da correção dos valores dos salários das AEIs, descumpridos pela prefeitura desde janeiro de 2021;

– Pagamento do triênio (adicional por tempo de serviço) para os secretários escolares na gratificação por desempenho, no cargo técnico GD;

– Contra o fechamento de turmas;
– Valorização dos profissionais da educação especial;

– Respeito à nossa carga horária (8 horas e não 9 horas, sem hora de almoço inserido nas 40h).

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