A direção do Sepe lamenta o falecimento, aos 75 anos, do ex-vereador e sindicalista Paulo Eduardo Gomes, o PEG.
Ele faleceu no sábado, dia cinco de setembro, após uma árdua luta contra o câncer.
O velório e sepultamento estão marcados para ocorrer no início da tarde deste feriado do 7 de setembro, na Capela 2 do Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba.
Engenheiro de Telecomunicações, Paulo Eduardo iniciou sua trajetória na Embratel, onde participou da fundação da Associação dos Empregados da empresa e a presidiu por três mandatos.
Teve uma importante trajetória política em Niterói, pelo PT e Psol, tendo sido fundador dos dois partidos na cidade. Foi candidato à Prefeitura por duas vezes e exerceu o mandato de vereador em diferentes ocasiões, com votações expressivas.
Diante disso, expressamos toda a nossa solidariedade aos familiares e amigos do PEG.
Paulo Eduardo Gomes, presente!

A rede municipal de Niterói iniciou uma greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira (10) contra o pacote de maldades do prefeito Rodrigo Neves e do secretário municipal de Educação, Bira Marques. Os recentes ataques contra a Educação Municipal de Niterói criaram medidas que afetam a educação infantil e a educação de jovens e adultos (EJA), promovendo cortes e alterações que, pioram as condições de ensino e trabalho nas escolas.
Os profissionais da Educação da Rede Municipal de Niterói realizaram ato no dia 22 de janeiro na Casa Amarela, sede da SME para protestar contra os ataques do prefeito Rodrigo Neves e do secretário municipal de Educação, Bira Marques, que configuram verdadeiro pacote de aldades contra a Educação Infantil em Niterói.
A Secretaria de Combate à Discriminação Racial do Sepe participou de um protesto no Plaza Shopping, em Niterói, contra a discriminação sofrida pelo professor Ubanildo Raimundo Pereira, dentro de uma loja das redes C&A. O protesto foi organizado pelo Sepe Niterói. O professor, que leciona na rede estadual de Educação, alega ter sido seguido por um segurança da loja e abordado enquanto comprava roupas. O segurança, sem qualquer justificativa rotulou o profissional de educação como suspeito, constrangendo a vítima, que registou queixa na Delegacia de Combate aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (DECRADI).