Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

O Sepe RJ se solidariza com os Agentes de Apoio à Educação Especial (AAEEs) que, por causa da marcação, pela SME Rio, de uma atividade de formação para o mesmo dia e horário ficarão impedidos de participar do Conselho de Classe (COC) do dia 17 de julho. Embora uma deliberação da Secretaria garanta a participação destes profissionais no Conselho de Classe (E/CME nº 36/2020) quando há estudantes acompanhados da Educação Especial, a marcação da atividade para o mesmo dia da realização do COC impede que os AAEEs participem de um dos principais espaços coletivos de discussão, avaliação e planejamento das escolas.

Pelo acima exposto, o Sepe RJ se solidariza e se junta aos profissionais AAEEs para solicitar o reagendamento da formação para os AAEEs marcada para o mesmo dia de realização do COC e garanta a participação destes profissionais em todos os espaços coletivos de avaliação e planejamento das escolas, respeitando-se assim o disposto na Deliberação E/CME nº 36/2020.

Veja abaixo, uma nota da Regional 3 do Sepe sobre a questão:

Os Agentes de Apoio à Educação Especial (AAEEs) acompanham diariamente os estudantes público-alvo da Educação Especial, contribuindo diretamente para seu desenvolvimento, participação e aprendizagem.

Por isso, a Deliberação E/CME nº 36/2020 garante a participação dos AAEEs nos Conselhos de Classe dos estudantes que acompanham, reconhecendo sua contribuição para a avaliação do processo de ensino e aprendizagem e para a construção de encaminhamentos pedagógicos.

Nossa presença nesses espaços não é um favor nem uma concessão. É um direito previsto na normativa e um reconhecimento de que quem acompanha o estudante no cotidiano da escola tem muito a contribuir para as decisões pedagógicas.

Defendemos o cumprimento da legislação e a garantia da participação efetiva dos AAEEs nos Conselhos de Classe e nos demais espaços de planejamento, avaliação e discussão pedagógica relacionados à sua atuação.

Valorizar os AAEEs é fortalecer a educação inclusiva, reconhecer seu papel pedagógico e construir uma escola mais democrática, colaborativa e comprometida com o direito à educação de qualidade para todos.

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O Sepe convoca para o grande ato pelo reconhecimento das docentes da Educação Infantil (Lei 15.326/2026), que será realizado na Praia de Copacabana, no dia 16 de agosto, a partir das 10h. A concentração está marcada para o Posto 6.

A manifestação visa buscar o apoio da sociedade em geral para a luta das docentes, que reivindicam dos governos municipais o reconhecimento destas profissionais como docentes em todas as redes públicas de educação do Rio de Janeiro, conforme determina a Lei 15.326/2026, sancionada pelo presidente Lula em março deste ano.

A Lei Federal 15.326/26, que reconhece profissionais que atuam na Educação Infantil (0 a 5 anos) como integrantes da carreira do magistério, garantindo-lhes o piso nacional e planos de carreira, independentemente da nomenclatura do cargo, desde que exerçam função docente com a formação exigida. Apesar do reconhecimento federal, ainda é necessário que cada município regulamente o direito destas docentes, garantindo dignidade e todos os direitos já assegurados ao magistério, como o piso nacional.

 

 

 

 

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A decisão final expedida pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro acaba do confirmar uma outra decisão liminar para suspender a validade de parte da Lei Municipal 6.696/2019, no tocante à fixação dos vencimentos dos Agentes de Educação Infantil (AEIs) do município do Rio de Janeiro.

A decisão do TJRJ agora foi motivada por uma representação de inconstitucionalidade apresentada pelo então prefeito Eduardo Paes, sob a alegação de que a Lei 6.696/19 foi aprovada sem um estudo prévio de impacto orçamentário e financeiro, o que resultou em aumento de despesa.

O argumento, agora acatado pelo Tribunal de Justiça, foi a violação do art. 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), uma norma federal, de aplicação obrigatória para estados e municípios, que proíbe a criação de qualquer despesa obrigatória sem a devida estimativa de seu impacto orçamentário e financeiro. O Tribunal considerou que a ausência desse estudo configura uma inconstitucionalidade formal, justificando a suspensão da lei para evitar prejuízos aos cofres públicos.

Mas o argumento da prefeitura perante a Justiça não procede como já o demonstrou a Câmara Municipal do Rio de Janeiro: os vereadores questionam que esta legislação foi apresentada para votação por iniciativa do próprio prefeito e diante da natural presunção de constitucionalidade. Sendo assim, o governo municipal não poderia agora alegar a ilicitude da lei em seu benefício, sendo certo que há verbas suficientes destinadas à Educação sem a necessidade da utilização de outros recursos, a começar pelo orçamento da Educação.

Por isso, avaliamos que o questionamento do então prefeito Eduardo Paes demonstra a falta de vontade política de valorização dos AEIs, pois o vício apontado por ele na sua ação judicial poderia ser sanado com apresentação do estudo do impacto que não ameaça as contas públicas.

Com a decisão do TJRJ o governo municipal Município não é obrigado a implementar os valores definidos na lei 6.696/19. Mas o Tribunal de Justiça modulou a decisão no sentido de proteção aos valores já recebidos pelos servidores, de forma que os valores já pagos com base na lei suspensa não terão que ser devolvidos e serão convertidos em uma Vantagem Pessoal Nominalmente Identificável (VPNI). A VPNI será gradualmente “absorvida” por futuros aumentos remuneratórios concedidos à categoria. Na prática, isso significa que, em um eventual reajuste salarial futuro, o valor da VPNI poderá ser compensado, garantindo o princípio da irredutibilidade de vencimentos, mas sem acumular benefícios.

Em resumo, os dispositivos acima informados da Lei nº 6.696/2019 estão suspensos e os valores que os agentes já recebiam com base na lei estão mantidos como VPNI, assim como a Gratificação por Desempenho – GDAC já anteriormente incorporada ao vencimento básico.

Infelizmente, o que se evidencia é mais uma demonstração da política da prefeitura do Rio de Janeiro de arrocho salarial sobre os servidores e de desvalorização das professoras de Educação Infantil, apresentando desculpas e protelações, assim como ocorre com o não cumprimento da Lei nº 15.326/26 ou o não pagamento do Piso Nacional do Magistério para os PAEIs.

Veja o resumo do resultado do que foi decidido pela Justiça:

1 – Os valores dos vencimentos reajustados dos AEIs estão mantidos como VPNI (Vantagem Pessoal Nominalmente Identificável);

2 – A Gratificação por Desempenho – GDAC já foi anteriormente incorporada;

3 – O Município não é obrigado a fazer os outros reajustes previstos na lei 6.696/2019.

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O Sepe segue acompanhando o desdobramento de uma operação policial que está sendo realizada desde início da manhã de hoje (dia 8 de julho), em Guadalupe, Zona Norte do Rio. A ação dos policiais provocou a suspensão das aulas em duas escolas estaduais e faz com que escolas municipais em funcionamento na região continuem abertas sem poder liberar os alunos por causa do risco causados pelo tiroteio entre agentes policiais e traficantes locais.

A operação, que provocou o fechamento da Avenida Brasil no entorno do Muqiço nesta manhã, foi iniciada depois de um ataque contra um carro descaracterizado das forças de segurança. Neste confronto inicial dois policiais civis da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense foram feridos e um dos agentes se encontra em estado grave e uma policial sofreu ferimentos na perna.

Depois deste primeiro ataque, foram enviados reforços e os policiais iniciaram uma operação dentro do Muquiço, com intensa troca de tiros entre os policiais e os traficantes do local. Por causa dos tiros duas escolas estaduais foram fechadas, segundo a SEEDUC.  Como o incidente que resultou nos policiais feridos começou após o horário do início das aulas, escolas da rede municipal continuam abertas, funcionando. A SME, segundo reportagem do portal G1, informou que as unidades permaneciam funcionando normalmente e que as atividades só seriam encerradas quando for possível que o os alunos e profissionais se retirem do local em segurança.

O sindicato monitora a situação e lamenta que, mais uma vez, unidades escolares localizadas em áreas de risco fiquem expostas ao perigo resultante dos confrontos entre as forças de segurança e os traficantes. Também criticamos a Secretaria Municipal de Educação, que, de novo, não explicita os protocolos de segurança para este tipo de incidente e deixa unidades escolares funcionando “normalmente” em meio aos confrontos armados nestes locais.
com: G1 e O Globo Online
Veja mais:
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/rj1/noticia/2026/07/08/tiros-na-avenida-brasil.ghtml

 

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Em mais um episódio que atesta os perigos de lecionar, trabalhar ou estudar em escolas no Rio de Janeiro, um artefato semelhante a uma granada de mão foi encontrado no teto de uma creche municipal na Zona Norte da cidade e teve que ser desativado pelo Esquadrão Antibombas da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Polícia Civil.

Desta vez, a unidade ameaçada foi a Creche Municipal Barbosa Lima Sobrinho, localizada no Jardim América. Segundo as autoridades, a granada teve que ser explodida numa rua próxima por motivos de segurança.

A polícia foi até o local após uma denúncia da presença de uma possível bomba no local. A Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME) confirmou que o artefato estava sobre o telhado da sua creche e que assim que foi notificada acionou a Polícia Millitar. O caso está sendo investigado pela 59ª Delegacia Policial.

O Sepe, mais uma vez, lamenta que as escolas da cidade do Rio de Janeiro se encontrem expostas a esse tipo de risco. Num local, que deveria ser de acolhimento e de conforto para centenas de mães trabalhadoras deixarem seus filhos durante suas jornadas e que, por causa da crescente violência em nossa cidade, se transforma num espaço de alto risco para as crianças e profissionais de educação que tem ali o seu local de aprendizado e de trabalho.  O sindicato se coloca ao lado da comunidade escolar e acompanhará atentamente a apuração de todos os fatos que envolveram mais um acontecimento de violência dentro de uma unidade escolar do município do Rio de Janeiro.

Com Jornal O Globo/Site

 

 

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Professores da rede municipal do Rio de Janeiro realizaram, nesta quinta-feira (2/07), um ato público na frente da Prefeitura, para cobrar o enquadramento dos profissionais com títulos de Doutorado e especialização no plano de carreira. Os profissionais reivindicam a regulamentação de um dispositivo previsto na Lei do plano de carreira, aprovada em 2013, que reconhece esse direito.
Os educadores defendem a abertura de negociações para regulamentar o enquadramento em nível de doutorado e especialização; estender o direito aos professores com jornadas de 16h, 22h30 e 30h e revisar o percentual destinado ao enquadramento por doutorado. A categoria também reivindicou que o enquadramento de doutorado ocorra de forma automática.
Durante a manifestação, uma comissão formada por diretoras do sindicato e professores que participaram do ato foi recebida por um representante da Subsecretaria de Articulação e Integração da Rede (SUBAIR), da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-RJ). Na reunião, a delegação do sindicato reafirmou as reivindicações da categoria. De acordo com o representante da SME-RJ, as demandas apresentadas dependem de uma decisão do prefeito, por envolverem questões de ordem financeira. Diante disso, a comissão solicitou uma reunião com a Secretaria de Coordenação Governamental, responsável por fazer a interlocução entre as secretarias municipais e o gabinete do prefeito. O representante da SUBAIR comprometeu-se a encaminhar o pedido.
O Sepe irá manter a mobilização em defesa do enquadramento. A categoria também reivindica que o enquadramento ocorra de forma automática e que seja estendido para os profissionais que ainda não o possuem.
O sindicato está na luta para que a prefeitura volte a negociar a pauta dos profissionais de Educação, que vai desde a reposição salarial — o reajuste necessário para cobrir as perdas salariais de 2019 a maio de 2026 seria de 27,22% —; o reajuste do vale alimentação, congelado há 14 anos em R$ 12; e várias outras pautas pedagógicas.
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O Sepe convoca os professores que se encontram na luta pelo enquadramento dos profissionais com doutorado e especialização na rede municipal Rio para o ato que será realizado no dia 02 de julho (quinta-feira), na porta da prefeitura, a partir das 16h.

O sindicato está na luta para que estes profissionais tenham a imediata regulamentação do plano de carreira em artigo específico da Lei aprovada em 2013, que reconhece esse direito, mas apenas o normatiza. Veja os argumentos dos professores com doutorado e especialização para a reivindicação do enquadramento pela SME:

A relação inversa entre a qualidade e a qualificação dos docentes da rede e o seu devido reconhecimento;

O fato de que outras redes próximas, inclusive em municípios menores, tem o enquadramento de doutorado regulamentado há anos;

a contradição interna, quando a Prefeitura considera esse título como pontuação em seus concursos e a Escola de Formação Paulo Freire aplica programa de incentivo ao doutorado.

Os representantes também reivindicam:

a necessidade de abertura de diálogo e negociação sobre a inclusão da regulamentação do nível de especialização e;

a extensão desses direitos aos professores de 16h, 22h30 e 30h e;

a revisão do percentual previsto para o nível de doutorado e a instituição do caráter automático de enquadramento, como acontece com o mestrado.

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Os profissionais do Ginásio Educacional Tecnológico (GET) Lins de Vasconcelos (Zona Norte) protestaram na manhã de hoje (30) contra as agressões sofridas por uma professora da unidade ocorridas no dia 19 de junho. Responsáveis também participaram do ato. Segundo testemunhas, a professora vítima das agressões foi atacada pela mãe de uma estudante por causa de questões disciplinares envolvendo esta última. O Jornal O Dia fez uma reportagem sobre a manifestação em sua edição eletrônica.

A professora solicitou que a estudante fosse a direção, mas esta se negou e sua responsável foi convocada à escola. A Regional 3 do Sepe, que acompanha o caso, foi ao local e apurou, com base em depoimentos de inúmeras testemunhas, que a aluna mentiu para a mãe e disse que a professora a teria agredido durante a sua condução à direção da unidade. A responsável então, teria agredido a profissional, sem ouvi-la, desferindo um soco na professora na frente da diretora da escola.

A Regional 3 buscou uma solução junto à 3ª CRE, mas o órgão não apresentou uma definição para o caso. A professora segue de licença médica por causa das agressões. O caso está sendo investigado pela 26ª DP (Todos os Santos).

O Sepe lamenta a ocorrência de mais um caso de violência dentro de um espaço escolar e condena a demora da 3ª CRE e da SME em apresentar uma resposta imediata para a situação. Para o sindicato, é inadmissível que o espaço escolar, que deveria ser um local diálogo e de troca pedagógica, cada vez mais se transforme numa arena de conflitos que colocam em risco a saúde e a integridade dos membros da comunidade escolar.

Veja reportagem do Jornal O Dia sobre o assunto pelo link: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2026/06/7271287-ato-pede-paz-e-seguranca-apos-agressao-contra-professora-na-zona-norte.html

 

 

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A comunidade escolar da Escola Municipal Lins de Vasconcelos realizará nesta terça-feira (30), às 7h30, uma manifestação de repúdio à violência sofrida por uma professora da unidade, que foi agredida fisicamente por uma mãe dentro da escola. Em razão das agressões e do abalo emocional provocado pelo episódio, a docente encontra-se licenciada.

O ato, com o apoio do Sepe, tem como objetivo prestar solidariedade à professora e reafirmar que o ambiente escolar deve ser um espaço de respeito, diálogo e segurança para profissionais, estudantes e familiares.
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A Prefeitura do Rio de Janeiro comunicou que irá descontar os dias de ponto facultativo do benefício de alimentação/refeição de seus servidores. Essa determinação entra em vigor a partir de junho de 2026.

Ou seja, não contente em manter congelado o valor do vale em apenas R$ 12,00 há 14 anos, agora o prefeito anuncia o desconto de um benefício já tão restrito.

O Sepe denuncia há anos essa defasagem no valor do benefício.

Lembramos, inclusive, que, em 2024, o então prefeito Eduardo Paes vetou uma emenda aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que previa o reajuste do vale-alimentação/refeição no exercício seguinte (2025). O veto foi derrubado pela Câmara Municipal, mas o reajuste não foi implementado por Paes nem pelo atual prefeito Eduardo Cavaliere, que não o implementam por pura mesquinharia.

Uma das principais reivindicações do Sepe e do conjunto dos servidores é o descongelamento do benefício e que ele seja pago sem descontos. Esse aviltamento do valor do vale-refeição/alimentação é mais uma prova da situação de arrocho e da precarização das condições de trabalho sofridas pelo funcionalismo municipal carioca.

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