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No dia 18 de março (quarta-feira), os profissionais de educação da rede estadual e de diversas redes municipais do Rio de Janeiro, incluindo os professores e funcionários das escolas da capital, se somarão a milhões de outros educadores, estudantes e trabalhadores de todo o País para participar da Greve Geral da Educação Pública em Defesa do Fundeb Permanente e do Piso Nacional, por salários dignos, melhores condições de trabalho e contra a reforma administrativa de Bolsonaro/Guedes, que visa destruir de vez o serviço público.

Nesse dia, a rede estadual fará uma greve de 24 horas, com assembleia às 10h, no Clube Municipal (Tijuca), onde discutirá a campanha salarial 2020, com a reivindicação do pagamento do Piso Nacional do Magistério e do Piso Estadual do Rio de Janeiro para os funcionários – leia o boletim da rede estadual aqui.

A rede municipal do Rio de Janeiro aderiu à Greve Geral do dia 18/03 e também fará uma greve de 24 horas nesse dia, com assembleia e ato em frente à prefeitura, às 14h – leia aqui: DIEESE faz estudo dos reajustes salariais dos profissionais de educação da rede municipal RJ.

Os profissionais das redes estadual e municipal RJ participarão da passeata no Centro, concentração na Candelária a partir de 16h.

As Centrais Sindicais estão se incorporando ao dia 18 de março e convocando as demais categorias.

Demais redes municipais estão aderindo à Greve Geral da Educação

A adesão das escolas do estado do Rio de Janeiro na Greve do dia 18/03 foi decidida em assembleia da categoria realizada dia 11/02. Além da rede estadual, as redes municipais do Rio de Janeiro, Arraial do Cabo, Búzios, Cabo Frio, Cachoeiras de Macacu, Campos dos Goytacazes, Itaguaí, Macaé, Niterói, Nova Iguaçu, São Gonçalo e Teresópolis decidiram pela adesão ao 18/03 – as demais redes estão realizando assembleias neste início de março para decidir a participação também; por isso, é importante que o profissional contate o núcleo do Sepe em seu município.

Numa conjuntura marcada pelos ataques à educação pública, com corte de verbas, incentivo à privatização, arrocho salarial e ameaça de extinção do FUNDEB, cujo projeto de renovação se encontra em tramitação no Congresso há meses e vem sendo torpedeado pela base de apoio do governo Bolsonaro, é importante que a educação esteja na rua para denunciar as políticas deste governo que visam à destruição da educação pública e do patrimônio nacional. 

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