Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).


O projeto de lei 867/2014, mais conhecido como “Escola sem partido”, representa um grande retrocesso na educação brasileira. Ele é uma contradição gritante com as concepções que marcam o pensamento educacional do Brasil, como as ideias de Paulo Freire. Segundo o art. 3º do PL, o professor “deverá abster-se de introduzir, em disciplina obrigatória, conteúdos que possam estar em conflito com as convicções morais dos estudantes ou de seus pais”. Ou seja, a proposta questiona um princípio fundamental da cidadania e da educação transformadora: um processo contínuo de crítica e de construção de opiniões que rejeitam, por si , qualquer neutralidade. Além disso, o projeto fere direitos constitucionais fundamentais, como a liberdade de opinião e de expressão. Reforça as relações autoritárias na escola, estimulando práticas de delação e processos punitivos. O PL bane a diversidade do espaço escolar e consagra mecanismos de censura. Por isso, nós, ABAIXO ASSINADO, repudiamos a aprovação do PL 867/2014, reivindicando que a Câmara dos Vereadores NÃO APROVE ESTE PROJETO DE LEI. 

Clique no link ao lado para assinar a petição: PETIÇÃO PÚBLICA


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Profissionais da rede municipal, aposentados e direção do Sepe participaram do ato de protesto realizado na porta da prefeitura nesta quinta-feira (dia 30/6). O ato tinha por objetivo denunciar as últimas medidas do governo municipal que atacou direitos dos aposentados, cortando o salário família e pensões.

Os cortes praticados na folha de pagamento pelo atual governo sem aviso prévio e sem a publicação do respectivo ato administrativo que o justificasseé uma arbitrariedade que atenta contra a natureza alimentar dos ganhos, a estabilidade financeira das famílias e constitui uma grave violação do estado democrático de direito no que tange aos direitos do trabalhador e o bem do serviço público desta cidade.


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O Sepe Teresópolis vai promover, no dia 04 de julho, o evento SEPE EM DEBATE, com a realização do debate LGBTfobia e Intolerância no Brasil. A mesa redonda contará com a presença de Carol Quintana e Marília Macedo, ambas militantes do movimento LGBT. O evento será realizado a partir das 18h, no Sepe Teresópolis (Rua Jornalista Délcio Monteiro (antiga Olegário Bernardes), 82, sala 101, Várzea). Maiores informaçõeshttps://www.facebook.com/events/522148227986678/?ref=22&action_history=null&source=22

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O Sepe, mais uma vez, vem denunciar o despreparo da PM (Batalhão de Grandes Eventos) durante o ato dos profissionais de educação em frente ao TJ-RJ na tarde dessa terça (29). Os policiais novamente utilizaram de força desproporcional para reprimir a manifestação realizada na porta do Tribunal, atacando os educadores e alunos com gás de pimenta, bombas de gás e o uso de cassetetes, comprovando que as forças de segurança do governo estadual não estão preparadas para lidar com o direito da população de se manifestar e lutar por seus direitos mais básicos.

A ação desmedida resultou em ferimentos em alunos e profissionais e na prisão de um estudante, que foi solto depois que a categoria enfrentou a tropa de choque.

As provocações ocorridas durante a manifestação partiram do próprio comando da tropa, demonstrando a falta de preparo para atuar neste tipo de evento. Graças à atuação desastrosa da PM, uma manifestação que corria de modo pacífico e tranquilo terminou em pancadaria e repressão que provocou ferimentos em várias pessoas que participavam do ato, destinado a cobrar da Justiça respeito ao direito de grevevários profissionais inclusive foram atendidos na Emergência do Hospital Souza Aguiar.

Por conta disto, o Sepe vem repudiar, veementemente, a forma como a categoria foi tratada pela tropa que, em tese, está encarregada de cuidar da segurança da cidade durante a realização dos jogos olímpicos, em agosto, quando milhares de turistas nacionais e estrangeiros estarão no Rio de Janeiro.

 


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Após diversas negociações do Sepe com a liderança do governo na Assembleia Legislativa na tarde de hoje (29), foi marcada uma audiência amanhã, 16hentre o sindicato e o secretário estadual de Educação, Wagner Victer, e o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Edson Albertassi. A audiência ocorrerá na Alerj e será discutida a pauta dos profissionais, com ênfase na pauta pedagógicaleia aqui sobre o resultado das negociações com o governo até agora.

A informação da marcação da audiência foi dada pela diretoria do sindicato em frente à Alerj para a categoria, que participava de um ato no TJ-RJ, que foi reprimido pela PM com gás de pimenta e bombas de gás. Após a informação dada pelo Sepe, o ato foi encerrado.

Neste momento, diretores do sindicato estão indo para o Hospital Municipal Souza Aguiar, pois informações de que professores passaram mal com o gás e também sofreram agressões diversas estariam na Emergência daquela unidade.  


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A PM jogou gás de pimenta nos profissionais de educação e alunos das escolas do estado que faziam uma manifestação em frente ao TJ-RJ, em protesto contra a permissão dada pelo Tribunal para o corte de ponto.

Neste momento, o Sepe está orientando a categoria a ir para a Alerj e não aceitar provocações.

Acréscimo: situação está mais calma neste momento nas escadarias da Alerj. Direção do Sepe  informes à categoria sobre as negociações com a liderança do governo na Alerj.

Acréscimo 2: direção do Sepe encerrou o ato. Uma audiência foi marcada amanhã, às 16h, na Alerj, entre o Sepe e o governo, que será representado pelo secretário Wagner Victer e o líder do Governo na Alerj, Edson Albertassi. Será discutida a pauta dos profissionais, com ênfase na pauta pedagógica.


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O conjunto de Servidores Públicos Municipais da Cidade do Rio de Janeiro, representados e organizados nas entidades abaixo, vem através desta CARTA ABERTA, manifestar aos representantes do Governo da Cidade do Rio de Janeiro o seu veemente REPÚDIO aos cortes do Salário Família e das verbas nas centenas de Benefícios de Pensão que foram praticados na folha de pagamento da competência MAIO/2016.

Os ganhos acima citados representam patrimônios da história de luta dos trabalhadores no mundo e estão perfeitamente consolidados nas leis que regem os direitos e vantagens dos servidores desta municipalidade:

Art. 137 da lei 94/1979 “- Salário-Família é o auxílio pecuniário especial concedido pelo Município ao funcionário, como contribuição ao custeio das despesas de manutenção de sua família.”

Art 1º da lei 3.267/2001 “- Qualquer que seja a causa mortis, a pensão devida em razão do falecimento de servidor municipal vinculado ao Instituto de Previdência do Município do Rio de Janeiro-PREVI-RIO corresponderá à totalidade da remuneração ou proventos percebidos pelo servidor.”

Os cortes praticados na folha de pagamento pelo atual governo sem aviso prévio e sem a publicação do respectivo ATO ADMINISTRATIVO que o justificasse é uma arbitrariedade que atenta contra a natureza alimentar dos ganhos, a estabilidade financeira das famílias e constitui GRAVE VIOLAÇÃO ao ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO no que tange aos direitos do trabalhador e o BEM do serviço público desta cidade.

Nós, que fiscalizamos as atividades econômicas de natureza privada, garantimos o funcionamento da estrutura administrativa desta prefeitura, formamos educacionalmente as novas gerações de crianças e adolescentes, garantimos o atendimento de saúde, protegemos a população da dengue, zika e chikungunya, realizamos os pagamentos de benefícios previdenciários e assistenciais aos servidores, estamos organizados para combater, dentro das regras da CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA e do DIREITO, esta e todas as demais medidas que afrontem a dignidade do SERVIDOR PÚBLICO E SEUS FAMILIARES e, por decorrência, intensificam a precarização do SERVIÇO prestado à POPULAÇÃO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO.

Neste sentido, reivindicamos o pronto restabelecimento dos direitos ora mencionados sem prejuízo de demais ganhos. Pedimos ainda uma audiência com o Excelentíssimo Senhor Eduardo Paes, Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro para conhecimento das razões que ensejaram os cortes.

SEPE RJ – Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro;

SINCAFSindicato Carioca dos Fiscais de Renda;

SINMED RJ – Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro;

ATCERIOAssociação dos Trabalhadores de Controle de Endemias do Município do Rio de Janeiro

ASPREV-RIOAssociação dos Servidores do Previ-Rio;

ASFUNRIOAssociação dos Servidores do Fundo RIO;

AFARIOAssociação dos Funcionários Administrativos da Prefeitura do Rio de Janeiro;

ASSERCAMAssociação dos Servidores damara Municipal

Ulysses Silva – Conselheiro eleito – CAD/Previ-Rio

EvaristoConselheiro eleito – CAD/Previ-Rio

Anderson de Oliveira da Silva – Conselheiro eleito – CAD/Previ-Rio


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A assembleia realizada hoje na quadra da São Clemente (Av. Presidente Vargas) dos profissionais das escolas públicas estaduais decidiu que a greve continua. 

Nesse momento, a categoria está realizando uma passeata até a sede do Tribunal de Justiça, onde será realizado um ato.

A próxima assembleia será dia 6 de julho, às 11h – logo após, a categoria participará do Dia Nacional de Luta em Defesa da Educação Pública, com concentração as 15h na Candelária e marcha ate a central do Brasil.


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Os profissionais da educação do município de São Gonçalo farão ato nesta setxa-feira, 01 de julho às 10h em frente a prefeitura

A categoria fará protesto contra a destruidora onda azul do prefeito Neilton Moulin

Ouça o áudio com a chamada para o ato: https://www.youtube.com/watch?v=THw57RqXejg&feature=youtu.behttps://www.youtube.com/watch?v=THw57RqXejg&feature=youtu.be


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