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Um grupo de merendeiras terceirizadas demitidas por empresas que prestam serviços à prefeitura do Rio farão um ato de protesto no Centro Administrativo São Sebastião (Praça Onze) nesta quarta-feira (dia 3 de setembro), a partir das 10h. As profissionais querem uma audiência com a Secretaria Municipal de Educação (SME -RJ) para exigir a recontratação e regularização dos seus direitos trabalhistas por parte das empresas terceirizadas.

O Sepe tem recebido denúncias a respeito de uma suposta pressão por parte das empresas terceirizadas para a substituição das profissionais que já trabalham nas escolas municipais do Rio por outras, contratadas por critérios políticos. As demissões, segundo as denúncias que chegaram ao sindicato, ocorrem por WhatsApp, geralmente após o horário do expediente e sem qualquer aviso prévio ou justificativa. Após a remoção das profissionais antigas e com um histórico de bons serviços prestados nestas escolas, outras merendeiras são colocadas no seu lugar e, segundo informações chegadas ao Sepe, por meio de indicações de políticos que atuam nas regiões onde estão acontecendo as demissões.

As merendeiras estão recebendo o apoio do sindicato e dos mandatos da vereadora Thais Ferreira (PSOL) e William Siri (PSOL), após terem sido demitidas, para a reversão da situação por parte do governo municipal.

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No dia 22 de agosto foi realizada a Plenária online de AAES da rede municipal RJ. A direção do sindicato e 25 profissionais participaram da reunião.
Veja abaixo as principais discussões e encaminhamentos:
– Luta pela correção da escolaridade do cargo para médio normal, cumprindo a meta 17.20 do Plano Municipal de Educação (PME) 2018;
– Luta pelo reconhecimento do trabalho pedagógico exercido pelos AAEEs;
– Luta pela extensão da lei existente para as escolas da rede privada: sob a responsabilidade da prefeitura a garantia de um AAEE para cada estudante com deficiência, incluindo-se a educação infantil e a educação de jovens e adultos;
– Campanha por uma sala de recursos em cada unidade escolar da rede municipal do RJ;
– Campanha contra os contratos e terceirizações e por concursos contra o desmonte da educação e da política de inclusão;
– Orientação sindical sobre as atribuições do cargo de AAEEs presentes no edital do concurso;
– Construção de dossiê com denúncias sobre a situação do cargo de AAEEs e da inclusão na prefeitura do RJ;
– Enviar representação, marcar reunião e cobrar do MP as questões que são prejudiciais ao cargo de AAEE, visto que o Ministério Público montou comissão de acompanhamento das redes municipais;
– Manifestação pela educação inclusiva;
– Oficiar SME, MP e Câmara dos vereadores sobre a prestação de contas da verba destinada à educação inclusiva;
– Orientação do SEPE sobre NAT e construção de protocolo no caso de agressões nas escolas da rede municipal RJ;
– Luta pela diminuição do número de estudantes em sala de aula;
– Luta pela diminuição da carga horária do cargo para 30h com inclusão de tempo.
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No dia 26 de agosto, o Sepe realizou uma plenária online sobre a migração dos professores da rede estadual. O evento reuniu 50 profissionais e a direção do sindicato e foi iniciado com informes da plenária anterior e a ratificação do objetivo do sindicato de, em 2025, denunciar e buscar a resolução de questões urgentes, cobrando uma posição firme da SEEDUC sobre os seguintes pontos:

– Solicitar, de forma presencial, informações sobre o número de professores excedentes na rede estadual.

– Questionar a SEEDUC sobre a permissão para a remoção, inclusive de professores recém-migrados.

– Apontar a contradição de que professores com duas matrículas estão conseguindo migrar em ambas, enquanto muitos docentes com apenas uma matrícula enfrentam dificuldades para realizar a migração. Além disso, esses professores perdem a Gratificação de Lotação Permanente (GLP), o que os coloca em uma situação financeira muito difícil.

– Questionar a SEEDUC sobre a situação dos alunos que, ao escolherem a escola por meio do Matrícula Fácil, que na prática não é tão simples, acabam solicitando mudança de turno ou escola logo em seguida. Esse processo gera uma série de problemas, incluindo o fechamento de turmas.

– Entrar em contato com o deputado Flávio Serafini para solicitar uma audiência pública sobre o processo de migração, que tem prejudicado tanto os docentes quanto os discentes. Ressaltamos que Flávio está na Comissão dos Servidores Públicos, e a forma como a migração está sendo conduzida tem impactado negativamente uma parcela importante da categoria, os professores e professoras.

– Solicitar uma audiência com os responsáveis pela migração, com a presença de uma comissão composta por representantes da Secretaria de Assuntos Educacionais do Sepe e da base docente, para discutir e buscar soluções para os problemas identificados.

Outros encaminhamentos a partir da plenária do dia 26 de agosto

.  Colocar a questão do direito à migração dos Docs II na SEEDUC, bem como dos salários recebidos (com base em 16 tempos e não 18).

– Verificar a chamada para migração de professores de Espanhol

. Discutir com a SEEDUC a suspensão da desclassificação por não ter  publicação da acumulação em D.O.

. Procurar outros deputados, não só o Serafini

. Solicitar um Parecer do jurídico do Sepe sobre a legalidade da migração do DOC 2

. Carta aos deputados sobre as pendencias e injustiças do processo de migração e sobre a situação específica de DOC 2 (fora da migração e com salários ainda com 16 tempos)

. Criar um GT de migração

. Ler o relatório na assembleia do dia 13.

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