Um grupo de merendeiras terceirizadas demitidas por empresas que prestam serviços à prefeitura do Rio farão um ato de protesto no Centro Administrativo São Sebastião (Praça Onze) nesta quarta-feira (dia 3 de setembro), a partir das 10h. As profissionais querem uma audiência com a Secretaria Municipal de Educação (SME -RJ) para exigir a recontratação e regularização dos seus direitos trabalhistas por parte das empresas terceirizadas.
O Sepe tem recebido denúncias a respeito de uma suposta pressão por parte das empresas terceirizadas para a substituição das profissionais que já trabalham nas escolas municipais do Rio por outras, contratadas por critérios políticos. As demissões, segundo as denúncias que chegaram ao sindicato, ocorrem por WhatsApp, geralmente após o horário do expediente e sem qualquer aviso prévio ou justificativa. Após a remoção das profissionais antigas e com um histórico de bons serviços prestados nestas escolas, outras merendeiras são colocadas no seu lugar e, segundo informações chegadas ao Sepe, por meio de indicações de políticos que atuam nas regiões onde estão acontecendo as demissões.
As merendeiras estão recebendo o apoio do sindicato e dos mandatos da vereadora Thais Ferreira (PSOL) e William Siri (PSOL), após terem sido demitidas, para a reversão da situação por parte do governo municipal.

No dia 26 de agosto, o Sepe realizou uma plenária online sobre a migração dos professores da rede estadual. O evento reuniu 50 profissionais e a direção do sindicato e foi iniciado com informes da plenária anterior e a ratificação do objetivo do sindicato de, em 2025, denunciar e buscar a resolução de questões urgentes, cobrando uma posição firme da SEEDUC sobre os seguintes pontos: