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A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, no dia 01/10, a convocação de 250 professoras para o cargo de PAEI (Professor Adjunto de Educação Infantil), e que estavam no banco de espera do concurso de 2019. A convocação é fruto da grande pressão e mobilização deste grupo guerreiro formado pelas concursadas PAEIs!

Trata-se de uma grande vitória para o sindicato e a categoria. Mas o objetivo principal ainda não foi atendido pela SMERJ: a prorrogação da validade do concurso de 2019 para que a totalidade das convocações das PAEIs ocorram – o prazo para o concurso expirar é dia 05/10.

O Sepe vem cobrando da SME-RJ essa prorrogação há anos. Mas com o objetivo de garantir que os direitos das PAEIs sejam assegurados, o sindicato abriu uma ação judicial, no dia 10/09, pedindo a prorrogação do concurso e a convocação das demais PAEIs.

MOBILIZAÇÃO DAS PAEIs

A carência de PAEIs na rede é enorme, principalmente diante de uma educação infantil repleta de contratos precários. Não existe motivo para que a prefeitura não prorrogue o prazo e convoque o mais rápido possível todas essas profissionais.

Juntamente com o Sepe, e com toda a documentação nas mãos, as PAEIs aprovadas no concurso e que estão no banco de espera mobilizaram as redes sociais, acionaram a Defensoria e o MP, percorreram Gabinetes de vereadores e realizaram reuniões na SME, tudo em defesa da convocação.

Com isso, o Grupo de Trabalho criado pelo Sepe para discutir a mobilização das PAEIs se reuniu em outubro e decidiu:

– Pela manutenção da ação coletiva por ser, em nosso entendimento, o caminho mais vantajoso, que não pulveriza as decisões judiciais e pode vir a propiciar a vitória para o conjunto da lista de convocação;

– Realizar uma coleta de novas informações sobre a carência na rede e contratos temporários de PAEIs que serão anexados ao processo;

– A manutenção do GT, com a realização de nova plenária de concursados PAEIs.

O Sepe convoca todas as PAEIs para que mantenham a mobilização e façam valer o direito à convocação! Vamos à luta!

Leia matéria do jornal Extra sobre a convocação das PAEIs.

 

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O professor Godofredo Pinto, fundador do Sepe, primeiro presidente do sindicato, na década de 70, e um dos principais organizadores da histórica greve de 1979, será homenageado com a Medalha Tiradentes pelo mandato da deputada estadual Verônica Lima (PT), “em reconhecimento à atuação política, que contribuiu para o fortalecimento de políticas sociais e culturais, com um legado de participação popular e de compromisso com uma cidade mais justa e solidária”, segundo a justificativa para a comenda. A medalha é a comenda mais importante do Estado do Rio de Janeiro.

A solenidade será na próxima quarta-feira, dia 08 de outubro de 2025, às 18h, no Plenário da ALERJ (Rua da Ajuda, nº 05 – Centro).

O Sepe parabeniza Godofredo pela merecida homenagem.

Leia neste link a Revista do Sepe em homenagem à greve de 1979, com um depoimento de Godofredo e de vários ex-diretores do sindicato.

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O Sepe produziu nova edição de seu boletim, número 66, para a rede municipal do Rio de Janeiro. O Boletim anuncia o lançamento da campanha ‘Sem Educação não dá! Paes, respeite os profissionais da Educação Municipal” e convoca para os atos da campanha. O primeiro será no dia 08 de outubro, às 15h30, na Cinelândia, e o segundo, unificado com todas as redes (estadual e municipais), será no dia 18 de outubro, das 09h às 13h, na Quinta da Boa Vista.

A publicação traz ainda o calendário de luta da rede e textos sobre a situação econômica, exoneração de diretoras, entre outros temas.

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Boletim do Sepe 66 | Rede Municipal RJ (versão A3, para reprodução)


 

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Um novo ataque do governador Tarcísio de Freitas está revoltando os professores das escolas estaduais de São Paulo. Como se não bastassem os baixos salários, as más condições de trabalho, o assédio moral, o autoritarismo e outros desmandos como a criação das plataformas educacionais pela SEEDUC SP, o governador resolveu ressuscitar uma resolução de 2024 que determina que professores podem ser punidos mesmo apresentando licenças médicas para justificar ausências do trabalho. A única exceção se aplica às licenças maternidade. A denúncia foi publicada nesta sexta-feira (03) pelo portal UOL de notícias. 

A Resolução começou a ser sentida nas escolas a partir do mês de setembro com o afastamento, principalmente, de profissionais que trabalham nas salas de leitura das escolas. Hoje, existem mais de três mil unidades escolares estaduais em São Paulo que executam este tipo de projeto de fundamental importância para o desenvolvimento pedagógico dos alunos de ensino fundamental e médio, por meio do incentivo à leitura.

O Sindicato dos Profissionais do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP) já ingressou na Justiça com uma ação coletiva contra a demissão dos professores de salas de leitura por terem faltas por motivos de saúde. O sindicato alega que tais medidas, além de ferirem o direito dos trabalhadores, interrompem projetos desenvolvidos pelos profissionais em suas escolas, comprovando o total descompromisso do governador bolsonarista e do seu secretário de Educação, Renato Feder, com a educação pública estadual.

O Sepe se solidariza com os profissionais da rede estadual paulista que estão sofrendo com mais este desmando de Tarcísio de Freitas, que tem marcado sua gestão de extrema direita com ataques e ameaças de privatização da educação pública estadual de São Paulo. No nosso entendimento, ao invés de punir estes profissionais empenhados em projetos de leitura com alunos, o governo paulista deveria garantir condições adequadas de trabalho, melhores salários e o fim do autoritarismo e do assédio moral que imperam nas escolas e que provocam o adoecimento da categoria, obrigando-a a recorrer às licenças-médicas.

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