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O Sepe vem a público expressar o repúdio contra a política de revanchismo por parte da prefeitura do Rio de Janeiro, que está penalizando os profissionais de educação da rede municipal do Rio com uma prática excludente da parte do prefeito Eduardo Paes e do secretário de Educação, Renan Ferreirinha, os quais tentam dividir a nossa luta por melhores salários e condições de trabalho, por meio de uma suposta concessão de benefícios que deixa de fora doentes com licenças médicas, aposentados e quem luta pela pauta da categoria.

Este tipo de prática que merece nosso total repúdio está ocorrendo agora com o não pagamento do chamado benefício do 14º salário a uma grande parcela da categoria. Profissionais que se mobilizaram contra o pacote de maldades de Paes e Ferreirinha aprovado na Câmara de Vereadores no final do ano de 2024 e que levou a categoria à greve em novembro/dezembro daquele mesmo ano; profissionais que foram levados a tirar licença médica por conta do adoecimento massivo na categoria causado pelas más condições e sobrecarga de trabalho;  e os aposentados, que sempre ficam de fora na hora da concessão deste tipo de penduricalhos que não são incorporados nos salários nem contam na hora da aposentadoria, uma forma nada sutil de se quebrar a paridade constitucional e os nossos direitos.

O anúncio deste novo golpe da prefeitura contra a categoria faz parte de uma política de exclusão, que tem um claro objetivo de aprofundar a divisão entre os profissionais das escolas municipais e reforçar o caráter  meritocrático e controlador da SME e da prefeitura.

Não é por acaso, que o Sepe sempre se mostrou contrário às políticas de bonificações, como esse suposto abono na forma de um 14º salário. Tais tipos de “concessões” não melhoram os nossos salários, já que não são incorporados, além de excluir os aposentados deste tipo de benefício.

Como prova de que se trata de uma política divisionista e antissindical, os diretores do Sepe RJ tiveram suas licenças sindicais suspensas depois da greve de 2024 e também ficaram de fora na hora da concessão deste 14º salário.

Sepe convoca protocolaço para o dia 07 de janeiro para exigir o pagamento do 14º salário para todos e fim da política punitiva da prefeitura contra quem luta por melhores condições de trabalho

O Departamento Jurídico (DJ) do Sepe já está preparando um ofício solicitando uma audiência com o governo municipal para deixar clara a nossa posição contra tal tipo de política punitiva e excludente contra os profissionais das escolas municipais que lutam, assim como para com os que se encontram de licença médica e os aposentados.

Também realizaremos uma reunião da direção do sindicato, no dia 05 de janeiro de 2026, para avaliar as medidas judicias cabíveis contra este ataque de Paes e Ferreirinha. Nesta reunião, será construído um documento para ser protocolado na SME, no dia 7 de janeiro, às 10h e convocamos a categoria para participar deste protesto para reivindicar o pagamento imediato do 14º salário para todos, sem exceções.   

Convém lembrar que, ao longo de 2025, o Sepe teve diversas iniciativas em busca de diálogo com a prefeitura, todas sem resposta. Foi solicitado, por exemplo, o abono das faltas relativas à greve tanto à justiça quanto ao executivo em vários ofícios. Essa ausência do código de greve, que a rede estadual possui, mas o município não, é de responsabilidade exclusiva da prefeitura que se nega a garantir esse direito aos servidores municipais. Pontuamos, ainda, que durante o ano de 2025, o Sepe por diversos meios institucionais entregou a pauta de negociação junto à Prefeitura e jamais obteve qualquer resposta. O Sepe já tem uma ação judicial que continua correndo e o DJ agora se prepara para recorrer à segunda instância.

O Sepe RJ seguirá mobilizado para garantir que nenhum direito seja retirado e que a educação pública seja tratada com dignidade. E seguiremos denunciando mais esta atitude antissindical da prefeitura

 

Nenhum direito a menos!

Greve é direito!

Valorização já!

Direção do Sepe RJ

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O Sepe RJ manifesta indignação e repúdio à decisão da Prefeitura do Rio de Janeiro de não pagar o 14º salário aos profissionais da educação municipal, utilizando como justificativa a greve da rede pública em 2024.

Trata-se de uma retaliação ao direito constitucional de greve, especialmente em um contexto de desvalorização profissional agravado pela arbitrária tramitação e aprovação do PLC 186, que aumentou a carga horária dos professores sem a devida valorização salarial. A greve de dezembro de 2024 foi legítima e motivada pela defesa da escola pública, dos direitos da categoria e de melhores condições de trabalho.
Penalizar trabalhadores por exercerem um direito constitucional configura perseguição política.

Diante disso, o Sepe-RJ exige:
  • Pagamento imediato do 14º salário aos profissionais que aderiram à greve;
  • Abertura de negociação urgente com a categoria;
  • Fim das práticas de retaliação e perseguição aos profissionais da educação.


É fundamental, ainda, evidenciar que ao longo de 2025 o SEPE teve diversas iniciativas em busca de diálogo com a prefeitura, todas sem resposta.
Foi solicitado, por exemplo, o abono das faltas relativas à greve tanto à justiça quanto ao executivo em vários ofícios. Todos sem resposta.

Essa ausência do código de greve, que o Estado possui, mas o município não, é de responsabilidade exclusiva da Prefeitura que se nega a garantir esse direito aos servidores municipais.

Pontuamos, ainda, que durante o ano de 2025, o Sepe por diversos meios institucionais entregou a pauta de negociação junto à Prefeitura e jamais obteve qualquer resposta.

Por fim, ressaltamos que a ação judicial continua correndo. Nosso jurídico agora se prepara para recorrer à segunda instância.

O Sepe RJ seguirá mobilizado para garantir que nenhum direito seja retirado e que a educação pública seja tratada com dignidade.

Nenhum direito a menos!
Greve é direito!
Valorização já!

Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe
-RJ)

 

LEIA MAIS
Após quase 2 anos do último reajuste, Eduardo Paes concede apenas 4,71%, índice muito abaixo das perdas acumuladas pelos servidores

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A Prefeitura do Rio de Janeiro divulgou que irá conceder um reajuste salarial de 4,71% aos servidores municipais, a ser aplicado na folha de pagamento de janeiro, com depósito previsto apenas para fevereiro.

O último reajuste dos servidores municipais foi de 5,26%, referente à inflação acumulada em 2023, aplicado na folha de abril de 2024. Dessa forma, com o atual reajuste, os servidores ficaram praticamente dois anos sem reajuste.

Embora o prefeito Eduardo Paes tenha prometido, durante a campanha eleitoral de 2020, retomar o reajuste anual para o funcionalismo, como este índice de 4,71% será pago apenas em 2026, os servidores ficarão todo o ano de 2025 sem aumento.

Estudo realizado pelo Sepe-DIEESE mostra que o índice necessário para que os salários da educação municipal do Rio de Janeiro retornem ao mesmo poder de compra de março de 2019 seria de 29,44% pelo INPC-IBGE e de 29,49%, de acordo com o IPCA-IBGE, considerando os salários de novembro de 2025.

Ou seja, o índice concedido agora pelo prefeito é muito menor do que o necessário para que os profissionais da educação recuperem o poder aquisitivo que tinham há seis anos.

O Sepe-DIEESE também realizou um estudo comparativo sobre quantas cestas básicas um professor da rede municipal conseguia adquirir em 2019 e quantas consegue atualmente. Segundo o estudo, o Professor I (Licenciatura Plena), com 16 horas de carga horária, comprava, com o seu vencimento-base de março de 2019, 4,60 cestas básicas; atualmente, o mesmo professor consegue comprar apenas 3 cestas.

Além de desconsiderar as perdas acumuladas ao longo desses anos, o prefeito também não reajustou o vale-alimentação, mantido há mais de 10 anos no irrisório valor de R$ 12.

Ou seja, com esse reajuste irrisório, o prefeito assume definitivamente o arrocho salarial imposto ao servidor municipal do Rio de Janeiro.

Em outubro, o Sepe lançou uma campanha publicitária em defesa dos direitos dos profissionais de educação cariocas, que, além de sofrerem um severo arrocho salarial, enfrentam também excesso de trabalho e assédio moral, fatores que provocam o adoecimento da categoria, gerando afastamentos e pedidos de aposentadoria. Essa situação é agravada pela falta de profissionais e pela “minutagem” — que redefiniu a contagem da carga horária dos professores da rede —, aprovada no final de 2024.

Diante desse cenário, o Sepe defende a recomposição das perdas salariais da categoria — não aceitamos, de modo algum, esse reajuste infame! Contra o assédio e a carga excessiva de trabalho, o sindicato defende a realização de concurso público e o combate à privatização e à terceirização da rede — somos especialmente contrários à atuação de empresas privadas nas escolas, que consomem vultosos recursos públicos.

Prefeito Eduardo Paes, respeite os profissionais da educação — sem educação, não dá!

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Entre novembro e dezembro deste ano, o SEPE-RJ veiculou anúncios em rádios e ônibus, com uma campanha de defesa dos profissionais da Educação estadual, denunciando as perdas salariais e exigindo o pagamento do piso nacional do magistério e a recomposição salarial. Os anúncios cobraram do governador Cláudio Castro a devolução dos salários corroídos pela inflação. Em maio, os salários da Educação Estadual já precisavam de 45% de reajuste para recuperar o poder de compra.

A campanha foi veiculada nas rádios CBN, Globo e Antena 1, durante um período de 20 dias, com inserções diárias iniciadas em 19 de novembro. A peça de 30 segundos, assinada pelo Sepe, dizia: “Mais um ano está terminando sem reajuste para professores e funcionários das escolas do Estado do Rio. Nunca fomos tão desvalorizados e o nosso poder de compra já caiu pela metade! O governo estadual não paga o piso nacional do magistério e não cumpre a lei da recomposição. Sem educação não dá! Devolvam os nossos salários.”  .As três rádios atingem públicos diversos e possuem grande audiência. A Antena 1 tem, em média, 31 mil ouvintes por minuto; a CBN, 213 mil; e a Rádio Globo — a mais ouvida entre as emissoras que veicularam a campanha — mantém média de 1,49 milhão de ouvintes por minuto. Com isso, segundo dados das emissoras, apenas os anúncios na CBN e na Rádio Globo teriam alcançado um impacto de 4,75 milhões de pessoas no estado.

Assim como já havia feito na campanha da rede municipal do Rio de Janeiro, o Sepe também veiculou anúncios em ônibus (busdoor). Ao todo, 209 ônibus circularam com a campanha durante um mês, até o domingo, 14 de dezembro. Foram atingidos 37 municípios, além da capital, onde 25 ônibus foram adesivados.



A campanha também está presente na internet, com cards e vídeos denunciando a falta de reajuste, patrocinados pelo sindicato para ampliar o alcance das mensagens.

Continuidade
A campanha “Sem Educação Não Dá. Governador, devolva o meu salário” permanecerá nas redes sociais — incluindo também a denúncia contra a aprovação automática — e será retomada em 2026. Em fevereiro, o Sepe voltará a veicular anúncios em rádios.

Para as escolas, o sindicato preparou um kit de campanha com cartazes, leques, adesivos e bottons, disponíveis para cada núcleo e regional. Pegue o seu material e junte-se à luta para dobrar este governo e arrancar o reajuste e a valorização dos profissionais da Educação.
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A ALERJ aprovou, no dia 18 de dezembro, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 e a revisão para 2026 do Plano Plurianual (PPA) 2024 a 2027, que estabelece diretrizes, objetivos e metas a serem alcançados pelo Executivo ao longo de quatro anos. A LOA para o ano que vem prevê uma receita liquida estimada de R$ 107,64 bilhões, enquanto as despesas previstas somam R$ 126,57 bilhões. Também prevê um déficit de R$ 18,93 bilhões no orçamento do ano que vem — que poderá ser reduzido com a adesão ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados, o Propag, cuja adesão foi autorizada nesta quinta-feira.
Nesta mesma votação os deputados da ALERJ aprovaram o Projeto de Lei (PL) 6.932/2025, que autoriza o governo do Rio de Janeiro a aderir ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (PROPAG). O PROPAG foi criado pela Lei Federal Complementar 212/25 para permitir os estados com dívidas com a União buscar a repactuação. No caso do Rio de Janeiro esta última se encontra na casa dos R$ 193 bilhões. Com a adesão o estado pode sair do Regime de Recuperação Fiscal (RRF), que, desde 2016, tem sido utilizado pelos sucessivos governadores para arrochar e retirar direitos do funcionalismo.
Emendas que garantiriam recomposição salarial e volta do pagamento dos triênios ficaram de fora
Mas a aprovação se deu em meio à exclusão de 32 das 34 emendas apresentadas, rejeitando uma série de propostas que beneficiavam os servidores e o setor da Educação. No texto aprovado ficaram de fora o retorno do pagamento dos triênios dos servidores e mecanismos para tornar possível o cumprimento da Lei 9436/21 (da recomposição das perdas), que prevê um reajuste salarial acumulado e 26,11%, dos quais apenas a primeira parcela de 13,5% foi paga ainda em 2022 e o subsequente calote do governador Cláudio Castro nas parcelas restantes de 2023 e 2024.
As despesas previstas pelo PLOA de 2026 somam R$ 126,57 bilhões. Os gastos, são bastante semelhantes ao do orçamento de 2025, com o governo do estado destinando para o setor de segurança no ano que vem R$ 19,15 bilhões, quase o dobro do dinheiro reservado para outros setores fundamentais para o bem-estar da população fluminense como Saúde (R$ 13,44 bilhões) e Educação (R$ 10,53 bilhões).Ou seja, mais uma vez o governador Cláudio Castro mantém os gastos bilionários em armamentos e caveirões para manter a sua política eleitoreira de matança da parte menos favorecida da população. Ao mesmo tempo, de forma curiosa, ele se faz de cego e surdo aos clamores dos especialistas e deixa de investir em setores que garantiriam mais bem-estar, paz e segurança para a sociedade fluminense.
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A Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe RJ está lançando uma cartilha sobre acidente de trabalho. Nela, os profissionais de educação podem ter acesso a informações úteis sobre prevenção, fiscalização, proteção e direitos dos servidores públicos a um ambiente de trabalho saudável.

A cartilha é dividida em três módulos: no primeiro, denominado “O servidor público também é trabalhador”, é explicado que tanto os que labutam na iniciativa privada e os do setor público podem ser considerados todos trabalhadores, portanto, têm direito a um ambiente de trabalho seguro e saudável. Com isso, a relação daqueles que trabalham no setor público com os seus empregadores, ou seja, o poder público, leva a que este último seja obrigado a cumprir aquilo que está determinado pela legislação trabalhista e pela Constituição Federal: o oferecimento de condições seguras de trabalho. Neste módulo, ainda é explicado o que configura um acidente de trabalho e em quais situações a lei equipara as ocorrências a este tipo de caso.

No segundo módulo, a cartilha fala sobre o direito à licença para tratamento de saúde por acidentes em serviço e quais os direitos trabalhistas e previdenciários dos servidores públicos em casos como estes, tais como: remuneração integral; contagem de tempo; direitos previdenciários, como aposentadoria por incapacidade permanente e auxílio acidente.

Já o terceiro módulo contém informações sobre a importância do registro do acidente e os passos que os servidores devem tomar para informar corretamente tais situações.

A cartilha já está disponível  em formato virtual no nosso site e seu modelo em PDF pode ser acessado aqui.

Em breve, o material será disponibilizado na forma de impresso, disponível para núcleos e regionais do Sepe e posterior distribuição para a categoria.  

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O Senado aprovou, em 16 de dezembro, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 143/2020, que autoriza estados, o Distrito Federal e municípios a pagar retroativamente direitos remuneratórios de servidores públicos que ficaram congelados durante a pandemia de Covid-19.

O texto foi encaminhado para sanção presidencial e permite o pagamento de benefícios como anuênio, triênio, quinquênio, sexta-parte, licença-prêmio e mecanismos equivalentes congelados entre 28 de maio de 2020 e 31 de dezembro de 2021, desde que o ente federativo tenha decretado estado de calamidade pública e disponha de orçamento para arcar com os valores.

O texto também permitirá que os governos estaduais e municipais decidam, conforme suas condições fiscais, pelo pagamento dos valores retroativos.

A articulação do movimento sindical garantiu a retirada de uma emenda que tornava opcional o pagamento dos retroativos pelos estados e municípios. Se essa emenda fosse mantida, poderia inviabilizar o direito de milhares de servidores, já que dependeria da vontade política de cada governador ou prefeito.

Assim que for sancionada a lei, o Sepe irá analisar a melhor forma de cobrar o que é devido aos servidores da educação que tiveram seus direitos congelados no período descrito.

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Em novembro, a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC-RJ) publicou a política de aprovação automática na rede estadual. Sob o argumento de combater a evasão escolar, estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio poderão progredir mesmo reprovados em até seis disciplinas, e os do 3º ano, em até três. Apenas dois estados em todo o País adotam política semelhante, como mostrou levantamento feito pelo RJ TV.

O Sepe realizou ato público e uma plenária com movimentos sociais e da Educação, que lançou um manifesto e uma campanha contra a medida. Agora, lança uma petição eletrônica, que pode ser assinada por toda a comunidade escolar e pela população. Assine e compartilhe esta petição contra a aprovação automática, em defesa da qualidade da educação pública e contra o ataque aos direitos dos trabalhadores, da juventude e à autonomia pedagógica das escolas.

O abaixo-assinado está disponível neste link:
https://bit.ly/PeticaoAprovacaoAutomaticaRJ

MAQUIAGEM
O objetivo da SEEDUC é maquiar os baixos índices do IDEB — em que o Rio ocupa a penúltima posição nacional — e melhorar a imagem do governador Cláudio Castro para 2026, estratégia já adotada em outras redes, como a municipal do Rio.

a aprovação automática ocorre em um contexto de falta de aulas, ausência de concursos e mudanças no Novo Ensino Médio, aprofundando a precarização e ampliando o apartheid educacional, prejudicando ainda mais a juventude negra e pobre do estado.

Para completar, o governo estadual impõe a meta de 95% de aprovação por escola, oferecendo bônus de R$ 3 mil aos professores — como uma “bolsa aprovação automática” — apoiando-se nas perdas dos profissionais de educação, que não recebem o piso nacional do magistério.

SAIBA MAIS
Leia o manifesto de entidades e movimentos sociais contra a aprovação automática

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A Coordenação-geral do Sepe informa que o recesso de fim de ano na Sede Central do sindicato será do dia 22 de dezembro de 2025 a 4 de janeiro de 2026, retornando suas atividades normais em 5 de janeiro de 2026.

A Coordenação informa, também, que os núcleos em cada município e as regionais da capital, por terem autonomia, podem ter calendários diferentes da Sede Central.

Desejamos aos profissionais de educação e a toda comunidade escolar um ótimo final de ano, Feliz Natal e boas entradas para 2026!

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