Professores de 16h e 22h da rede municipal do Rio de Janeiro estão perdendo vagas nas escolas
A situação dos professores de 16 horas e 22 horas nas remoções da rede municipal do Rio de Janeiro continua crítica. Esses profissionais vêm sendo preteridos nas escolas quando a unidade passa para o Turno Único ou se transforma em Ginásio Educacional Tecnológico (GET).
Dessa forma, ao procurarem as Coordenadorias Regionais de Educação (CREs) em busca de outra unidade, muitos não encontram vagas ou acabam perdendo-as para professores com carga horária de 40 horas.
Há relatos, inclusive, de que professores contratados temporariamente estariam ocupando vagas que deveriam ser destinadas a esses docentes.
Para o Sepe, a prioridade nas vagas deve ser, sempre, dos professores lotados e com histórico nas unidades escolares.
O cenário tende a se agravar, uma vez que a implantação do Turno Único nas escolas é estratégica para a gestão do prefeito Eduardo Paes — uma proposta de concepção confusa, que não se caracteriza como educação integral, não oferece estrutura adequada aos profissionais e pretende enclausurar os estudantes nas escolas, sem um currículo diverso e de qualidade.
Em novembro, a Coordenadoria de Recursos Humanos da SME-Rio garantiu ao Sepe que os contratos temporários existentes estariam sendo contabilizados como vagas reais para as alocações em andamento e que os professores efetivos teriam prioridade nessas vagas. Na ocasião, também foi informado que essas orientações seriam reforçadas junto às CREs.
Naquele momento, o Sepe entregou ao setor de Recursos Humanos um documento formalizando as denúncias de remoções, no qual consta o seguinte trecho:
“As reclamações recebidas se concentram, majoritariamente, na remoção de profissionais de educação cuja carga horária semanal é inferior a 40h, das unidades escolares de turno integral. Uma ruptura abrupta que desorganiza a vida funcional do professor afetado e, especialmente, prejudica a qualidade do serviço educacional, uma vez que retira da unidade um professor com especial relação com a comunidade escolar, suas demandas e particularidades”.
O Sepe segue buscando mais informações sobre o caso.

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