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No dia 12 de fevereiro, com o pedido de execução do Sepe na Ação Civil Pública (ACP) do Piso Nacional do Magistério para os Professores Adjuntos de Educação Infantil (PAEIS) e a concordância do MP, o juiz em exercício da 03ª Vara de Fazenda Pública – onde tramita o processo do sindicato -, Wladimir Hungria, determinou que a prefeitura do Rio se pronuncie sobre a execução da ação do Sepe na Justiça que requer o pagamento do isso nacional do magistério para os professores adjuntos de Educação Infantil. Leia o despacho proferido pelo magistrado:

“(…) Informamos que o município-réu será intimado, nos termos da legislação processual civil, a se manifestar sobre o pedido de Execução da Sentença, que determinou a aplicação do reajuste do Piso Nacional do Magistério aos PAEIs, bem como dos valores devidos, conforme requerido pelo SEPE-RJ”.

Já a promotora Rosana Barbosa Cipriano de Souza, da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital, do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, em 3 de janeiro, manifestou concordância com a petição do Sepe no mesmo processo. Com isso, a promotora, em sua petição, informou: “(…) nada tem a opor quanto ao requerimento feito pela parte autora (Sepe), de intimação do Município do Rio de Janeiro, para que promova o cumprimento da sentença”.

O Sepe irá informar à categoria, em especial às PAEIs, em nosso site e redes sociais, sobre o andamento do processo. O sindicato continua atento e na luta para garantir os direitos dos professores adjuntos de Educação Infantil das escolas municipais do Rio Janeiro e para obrigar o prefeito Eduardo Paes a cumprir a lei e o que foi determinado pela Justiça.

A seguir, disponibilizamos as cópias dos documentos dos pedidos do Sepe ao MP e ao TJ para que a prefeitura cumpra a determinação do Piso Nacional para as PAEIs.

Despacho do juiz em favor do Sepe

Manifestação do MP ao pedido do Sepe

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Diante do silêncio da prefeitura do Rio de Janeiro sobre o cumprimento da lei que que descongelou o pagamento, retroativo, dos direitos remuneratórios de servidores públicos que ficaram congelados por 583 dias, durante a pandemia de Covid-19, o Sepe esteve na SME e no RH da prefeitura nesta sexta-feira (20/02) para conseguir informações oficiais – ainda sobre o descongelamento, o sindicato também buscou informações sobre a veracidade de mensagens que vêm circulando nas redes sociais, orientando a abertura de protocolos individuais nas CREs, com suposto prazo limite até 25/02.

Dessa forma, foram realizadas as seguintes diligências:

RH da SME: no setor de Recursos Humanos, foi informado que não há qualquer procedimento previsto neste momento sobre o descongelamento, uma vez que a lei ainda depende de regulamentação, segundo aquele órgão da prefeitura. Ainda de acordo com o setor, diversos protocolos individuais têm sido apresentados, porém sem regulamentação eles tendem a retornar ou permanecer parados. Dessa forma, a Coordenação Geral do Sepe protocolou requerimento solicitando o posicionamento oficial sobre as postagens que circulam nas redes e sobre qual é, de fato, a orientação da prefeitura.

RH da Prefeitura: a responsável pelo setor confirmou não existir orientação oficial quanto à abertura de protocolo individual ou qualquer prazo limite. Reforçou ainda que se trata de direito de natureza coletiva, cuja implementação depende de informações que estão sob responsabilidade da própria prefeitura. O Sepe também registrou uma manifestação na Ouvidoria, com o mesmo teor do protocolo, para garantir uma resposta oficial por escrito.

O SEPE ALERTA A CATEGORIA

Até o momento, não há regulamentação da lei, nem orientação oficial que justifiquem a feitura de protocolos individuais. A nossa pressão agora deve se concentrar sobre o Executivo e o Legislativo, para que:

– A lei seja imediatamente regulamentada;

– O descongelamento dos 583 dias seja efetivado;

– O pagamento do piso nacional dos PAEIs seja garantido – atenção, sobre a ação do Sepe, a Justiça acaba de intimar a prefeitura a se manifestar sobre o pedido de Execução da sentença, que determinou a aplicação do reajuste do Piso Nacional do Magistério aos PAEIs, bem como dos valores devidos, conforme requerido pelo Sepe. O sindicato irá fazer uma nota sobre esse tema.

– Os direitos sejam concedidos de forma automática e coletiva, sem impor entraves burocráticos à categoria.

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Os educadores brasileiros se solidarizam com a Greve Geral convocada pelos trabalhadores argentinos contra a Reforma Trabalhista de Javier Milei, realizada no dia 19 de fevereiro e criticam o Congresso da nação portenha pela aprovação deste projeto que ataca e destrói uma série de direitos conquistados ao longo dos anos com muita luta.

Nós, os profissionais de educação das escolas públicas do Rio de Janeiro, manifestamos nosso firme apoio à Greve Geral convocada pelas centrais sindicais e entidades representativas da classe trabalhadora na Argentina, em resistência à proposta de Reforma Trabalhista já aprovada pelo Senado na semana passada e pela Câmara dos Deputados na madrugada desta sexta-feira (20). A aprovação aconteceu apesar da intensa luta dos trabalhadores argentinos que paralisaram o país ontem com uma forte greve geral. O projeto, agora, voltará a ser examinado no Senado depois da aprovação dos deputados por 135 votos a favor e 115 contrários.

A expectativa do governo é que a proposta seja votada e aprovada até 1º de março, quando Milei abrirá o período de sessões ordinárias do Legislativo. Tal projeto representa um grave retrocesso, pois retira direitos historicamente conquistados pela classe trabalhadora, fragilizando condições de trabalho, proteção social e dignidade.

Veja os principais pontos da reforma proposta por Milei:

. Flexibilização das férias (mínimo de 7 dias);

. Greves em serviços essenciais limitadas (50%–75% em atividade), fator que pode limitar o poder de paralisação dos trabalhadores;

. Período de experiência ampliado (até 6–12 meses), com redução nas indenizações;

. Jornada pode chegar a 12h diárias sem hora extra (com compensação);

. Acordos locais passam a valer mais que convenções nacionais; Indenizações menores e possibilidade de parcelamento no pagamento das rescisões; Salários mais flexíveis (inclusive por mérito/produtividade);

. Fim de multas por falta de registro e nova regularização;

.Apps: cria “colaborador independente” sem vínculo formal;

. Bloqueios sindicais podem gerar demissão por justa causa.

Reafirmamos nossa solidariedade internacionalista às organizações sindicais argentinas e, em especial, à Confederación de Trabajadores de la Educación de la República Argentina (CTERA), à Federación Nacional de Docentes Universitarios (CONADU), ao Sindicato Argentino de Docentes Privados (SADOP) e à Confederación de Educadores Argentinos (CEA), que se somam à luta em defesa da educação pública, dos direitos dos/as educadores/as e da justiça social.

A luta dos trabalhadores argentinos é também a luta de todos nós: pela preservação de direitos, pela valorização do trabalho e pela construção de sociedades mais justas e democráticas. Abaixo toda e qualquer proposta fiscalista de reforma, que colocam o capital acima dos direitos da classe trabalhadora!

Todo apoio à Greve Geral na Argentina!

Nenhum direito a menos!

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De 26 a 29 de março, realiza-se em Porto Alegre (RS) a 1ª Conferência Internacional Antifascista pela Soberania dos Povos. O objetivo do evento é o de reunir movimentos sociais, sindicatos e partidos de esquerda (PSOL, PT, PCdoB, MST) para debater o combate ao avanço do fascismo, do imperialismo e das opressões, em busca de uma articulação da resistência internacional contra a ofensiva do extremismo de direita que vem assolando diversos países nos cinco continentes.

Durante os quatro dias do evento, serão discutidos temas como neoliberalismo, educação, opressão racial/feminina e soberania dos povos em plenárias, mesas de debate, oficinas e atividades autogestionadas. Também está prevista a realização de uma marcha dos participantes a ser realizada nas ruas de Porto Alegre.

A organização da Conferência, com caráter de construção coletiva, está composta inicialmente pelos partidos políticos PSOL, PT, PCdoB e por entidades representativas dos trabalhadores, como o Centro de Professores do Rio Grande do Sul (CPERS), Sindicato Intermunicipal de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior do Rio Grande do Sul (ADUFRGS) e MST.

O Sepe RJ enviará uma delegação para participar do evento. 

Mais informações sobre o evento podem ser encontradas pelo site: http://www.antifas.2026.org

 

 

 

 

 

 

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O Sepe informa que as linhas telefônicas que compõem a mesa do sindicato se encontram sem funcionar desde ontem, quinta-feira (19). Nesta sexta-feira (20), o problema continua impossibilitando o recebimento e a realização das chamadas.
Informamos que o reparo já foi solicitado e aguardamos a regularização no mais breve tempo possível do nosso sistema de telefonia.

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O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ) vem a público manifestar sua mais firme solidariedade ao companheiro José Maria de Almeida (Zé Maria), dirigente político e militante histórico das lutas da classe trabalhadora, que está sendo processado pela Confederação Israelita Brasileira (CONIB) por causa de declarações realizadas em ato público de solidariedade ao povo palestino.

O processo movido contra Zé Maria representa um grave ataque à liberdade de expressão e à liberdade de organização política. Trata-se de uma tentativa de criminalizar posicionamentos políticos que denunciam a opressão sofrida pelo povo palestino e criticam as ações do Estado de Israel. Reafirmamos que crítica ao sionismo, enquanto projeto político de Estado, não pode ser confundida com antissemitismo. Combatemos toda forma de racismo e preconceito, inclusive o antissemitismo, mas não aceitaremos que essa justa luta seja instrumentalizada para silenciar vozes críticas.

A perseguição judicial contra militantes que se posicionam em defesa dos direitos humanos e da autodeterminação dos povos constitui precedente perigoso para todos os movimentos sociais, sindicatos e organizações populares. Se hoje buscam calar Zé Maria, amanhã poderão tentar calar professores, estudantes e trabalhadores que se levantem contra injustiças.

O Sepe-RJ reafirma seu compromisso histórico com a liberdade de manifestação, com a solidariedade internacional entre os povos e com a defesa intransigente dos direitos democráticos. Exigimos o fim da criminalização das vozes solidárias à Palestina e expressamos nosso apoio irrestrito ao companheiro Zé Maria.

 

Nenhuma perseguição política!

Em defesa da liberdade de expressão e da solidariedade entre os povos!

 

Direção do SEPE-RJ

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