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A representação do Sepe no Conselho de Controle e Acompanhamento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Cacs/Fundeb) do Estado do Rio de Janeiro divulgou um relatório para a categoria dos profissionais de educação sobre o exercício do ano de 2025.

No documento, há um informe sobre a prestação de contas do governo e as ressalvas colocadas pelos conselheiros, como o não pagamento do Piso Nacional do Magistério e do piso dos funcionários administrativos. Eles também informam as dificuldades em se obter informações importantes, como os valores de contratos com as terceirizadas, por exemplo.

Os representantes efetivos indicados pelo Sepe são: Maria Beatriz Lugão (Sepe) e Diogo Oliveira (CNTE); e os suplentes: Samuel Maia e José Ricardo.

A seguir, publicamos o relatório:

Fomos eleitos em 18 de fevereiro de 2025, com a responsabilidade de acompanhar e fiscalizar as contas do FUNDEB nos próximos quatro anos. Vale relembrar que o conselho do FUNDEB não é deliberativo.

Solicitamos o acompanhamento jurídico e contábil do Sepe. O dr. Ítalo Aguiar, do Departamento Jurídico do sindicato, nos ajudou na formulação das ressalvas sobre o não pagamento do Piso Nacional do Magistério e do Piso dos Funcionários. A subseção do DIEESE, por meio da técnica Carolina Gagliano, acompanhou todas as reuniões, analisando os documentos contábeis enviados a ela. A Subseção do DIEESE já está estabelecida como assessoria geral do Cacs/Fundeb, pela sua participação constante e contribuições para a transparência do processo.

Tivemos 10 reuniões em 2025, tendo como pauta a avaliação das contas de cada bimestre. Nas reuniões, trouxemos convidados como o professor Flávio, da UFRJ, e o deputado Flávio Serafini.

Quanto à parte contábil do Fundeb, esta está dentro dos parâmetros estabelecidos pelas normas do Fundo. No entanto, aprovamos as contas com as ressalvas pertinentes, a saber:

A) Não pagamento do Piso Nacional do Magistério, com o entendimento de que o abono realizado pelo governo do estado não cumpre a lei, achatando a carreira e prejudicando os aposentados. O objetivo da criação do Fundeb é justamente a valorização do profissional da educação; portanto, no nosso entendimento, o governo não cumpre esse objetivo.
B) Não pagamento do salário mínimo aos funcionários administrativos: a política de somar todas as vantagens para chegar ao salário mínimo não garante sequer a isonomia com os outros trabalhadores (terceirizados) que exercem a mesma atividade nas escolas.
C) Não pagamento do salário mínimo aos animadores culturais, nem o recolhimento correto das contribuições ao INSS.

Aprovamos as seguintes indicações para a SEEDUC:

D) Em caso de sobra, o pagamento dos pisos ou a divisão dos recursos com toda a categoria, sem critérios de produtividade ou meritocracia.
E) Acerto da situação dos animadores culturais, com pagamento de pelo menos o salário mínimo como piso e acerto das dívidas com o INSS.
F) Acerto do salário mínimo como piso para os funcionários administrativos.

Importante ressaltar que conseguimos unanimidade em todas as ressalvas e indicações para a SEEDUC.

Dificuldades:

  • . Não conseguimos informações precisas quanto aos valores de contratos com as terceirizadas, ao quantitativo de contratados por escola e função, aos valores de obras (a SEEDUC afirma que não há obras em escolas com dinheiro do FUNDEB) e ao valor preciso da folha de pagamento (os valores são agrupados).

. Um ofício no qual pedimos essas informações virou um processo de mais de 900 folhas. Anunciamos que iríamos oficiar o Ministério Público (MP) quanto à falta de transparência nas informações. Conseguimos agendar audiência para o dia 25 de fevereiro com a SEEDUC, para tratar das informações requeridas por nós. Mas a audiência foi suspensa por conta da saída da secretária Roberta Barreto.

. Em relação a uma anunciada sobra do FUNDEB:

. Há um saldo de R$ 119 milhões do exercício de 2025; no entanto, deste valor serão abatidas despesas da folha também de 2025. Dos R$ 119 milhões serão abatidos em torno de R$ 85 milhões (R$ 31 milhões de obrigações patronais + R$ 54 milhões de descontos), restando R$ 33 milhões, que compõem a sobra real de 2025.

. Na semana que vem, poderemos disponibilizar o relatório técnico oficial do FUNDEB.

Por ora, disponibilizamos aqui o relatório do repasse para todos os municípios e o do 6º bimestre, já inserido no sistema SIOPE.

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O Sepe se reuniu em audiência, nesta sexta-feira (27/02), com a nova secretária de Estado de Educação do Rio de Janeiro, Luciana Calaça. Na reunião – em uma grande vitória de nossa luta! -, a secretária informou que irá revogar a resolução que criou o Diário Eletrônico da rede, que vem sendo bastante criticado pela categoria. Ela afirmou que a revogação será publicada na próxima semana.

Luciana se comprometeu, também, a discutir com a Fazenda a pauta econômica reivindicada pelo Sepe, incluindo a implementação do Piso Nacional do Magistério e o pagamento das parcelas de reajuste salarial acertadas com a ALERJ.

No dia 04/03, está agendada nova reunião, para o aprofundamento da discussão das pautas pedagógicas, como recesso, currículo, aprovação automática e estrutura das escolas. A secretária se comprometeu a atender o Sepe sempre que for solicitada.

A seguir, o resumo das principais questões levantadas na reunião:

Pauta econômica: a secretária terá uma reunião com a Fazenda na próxima semana e vai convocar o Sepe para a discussão sobre as perdas salariais e o debate do piso. A data ainda será confirmada o mais breve possível.

CIEP Ayrton Senna e Colégio Estadual José Leite Lopes (NAVE): as duas unidades estão com graves problemas estruturais elétricos e de climatização. A secretária disse que está ciente da situação e irá intervir para solucionar os problemas – inclusive comunicou que a inspeção às duas unidades pela SEEDUC já ocorrerá na próxima semana.

Diário Eletrônico: a Seeduc vai emitir uma resolução, na próxima semana, revogando o sistema do Diário Eletrônico. Assim que ele foi criado na gestão anterior de Roberta Barreto, no dia 11/02, o sindicato disponibilizou um formulário eletrônico para a categoria informar a experiência com o uso do Diário Eletrônico nas escolas. O formulário foi preenchido por mais de 200 professores(as) e, entre outras respostas, 85% disseram ter dificuldades para acessar a ferramenta devido à indisponibilidade do sistema – leia o relatório com os dados do formulário.

Corregedoria: já está sendo reestruturada, de acordo com a secretária. As situações de perseguição política e demissões, como a do professor e ex-diretor do Sepe João Paulo Cabrera, serão reavaliadas.

Animação cultural: a questão será estudada, e a Secretaria se dispôs a ajudar na resolução do problema que perdura desde os anos 90, quando essa categoria ainda não foi regularizada nos quadros da SEEDUC.

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O Departamento Jurídico do Sepe informa aos profissionais da rede estadual que se aposentaram nos últimos 5 anos e trabalharam em Regime Especial de Trabalho (RET) nos anos de 1994, 1995, 1996, 1997 e/ou 1998, que eles podem ter direito à incorporação da gratificação para quem atuou neste regime de carga horária nas suas aposentadorias.

O que o(a) profissional de educação deve fazer?

Siga o passo a passo listado a seguir:

1° passo: Verifique se seus contracheques de 1994 a 1998 possuem a rubrica RET ou Encargos RET. Se constar este tipo de lançamento nos contracheques, vá para o segundo passo.

2° Passo: Providencie os documentos abaixo:

– Comprovante de filiação ao SEPE/RJ;

– Identidade e CPF;

– Comprovante de residência;

– Diário Oficial da publicação da aposentadoria;

– Contracheques de 1994 a 1998;

– Três últimos contracheques para análise do pedido de gratuidade de justiça;

Se o profissional for portador de doença grave, deverá trazer um laudo médico correspondente recente.

3° Passo: Após providenciar a documentação entre em contato com o Departamento Jurídico do Sepe, no fone: (21) 2195-0457/2195-0458, e agende seu atendimento, de forma virtual, com a dra. Juliana que irá atender durante todo o mês de março, às quintas-feiras, das 10h às 17h.

 

 

 
 
 
 
 
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