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A rede municipal de educação do Rio de Janeiro realiza assembleia geral no dia 20 de junho (sábado), no formato híbrido, às 10h – a parte presencial será realizada no auditório do Sinpro-Rio (Rua Pedro Lessa, nº 35/2º andar). Inscreva-se para participar do formato remoto em https://rio.seperj.info

A assembleia vai debater a nossa mobilização para o segundo semestre e discutir temas de extrema importância: sobrecarga de trabalho e o adoecimento físico e mental dela decorrente; ação na Justiça contra a minutagem; perdas salariais; lei do Descongela; PAEIs que continuam recebendo abaixo do piso na carreira; vale alimentação congelado em R$ 12 desde sua criação em 2012; Merendeiras, Secretários Escolares, AAEEs e Agentes Educadores sem seus direitos reconhecidos; e o desrespeito à Lei 15326 das AEIs no magistério.

O ex-prefeito Eduardo Paes saiu, mas deixou seu vice, Eduardo Cavaliere, que mantém a mesma política de descaso para com o funcionalismo e para com a educação municipal e se recusa a receber o movimento sindical para negociar. Não podemos ficar parados! Sábado, dia 20 de junho, participe da assembleia híbrida da rede municipal, com início às 10h.

Sepe-Dieese de maio revela perdas salariais da rede municipal RJ

Novo estudo do Dieese/Sepe sobre as perdas salariais da categoria revela que, em 30 de abril de 2026, os salários dos profissionais de educação da rede municipal RJ manteriam apenas 78,61% do poder aquisitivo de 1º de março de 2019 (INPC-IBGE). Para que os salários em 1º de maio de 2026 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de março de 2019, o reajuste necessário sobre os salários de abril de 2026 seria de 27,22% pelo INPC-IBGE e de 27,30%.

boletim da rede_municipal_03_06_2026
Download do cartaz (PDF): cartaz A3

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O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, afirmou nesta segunda-feira (8) que espera recuperar cerca de R$ 1,4 bilhão dos recursos do Rioprevidência investidos no liquidado Banco Master durante a gestão Cláudio Castro. Segundo Couto, o Estado do Rio aplicou mais de R$ 3 bilhões na instituição financeira envolvida numa série de denúncias sobre corrupção de políticos e irregularidades em sua gestão sob o comando do banqueiro Daniel Vorcaro, preso em Brasília. Ontem (8), o governador em exercício teve uma reunião com o ministro da Fazenda Dario Durigan para tratar desse e de outros assuntos.

Segundo afirmou para a imprensa, o governo estima que se possa resgatar cerca de 1,4 bilhão do dinheiro investido em operações temerárias realizadas mesmo após o anúncio da falta de confiabilidade do banco e de advertências do Tribunal de Contas do Estado (TCE RJ), além de terem sido realizadas sem o aval do Comitê de Investimentos do Rioprevidência. Para tanto, Couto afirmou que o governo estadual já adotou medidas judiciais para buscar o ressarcimento dos valores e decisões judiciais a favor do Estado já foram obtidas, com parte dos recursos bloqueados como garantia para uma eventual organização.

A Secretaria de Aposentados do Sepe está preparando uma mobilização para denunciar o desvio das verbas do fundo previdenciário para o banco Master. Também em relação ao tema, o sindicato pretende acionar o DIEESE para a confecção de 8um levantamento em todos os municípios do Rio de Janeiro para saber quanto os seus fundos de pensão investiram no Banco Master.  

 

 

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