Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

A Secretaria Estadual de Funcionários do Sepe realiza, no próximo sábado (13/06), uma plenária conjunta dos Coletivos de Funcionários Estadual e da Capital. O encontro acontecerá às 9h, no auditório do Sindsaúde-RJ, localizado na Praça Floriano, 51, 18º andar, Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro.

A atividade será realizada exclusivamente de forma presencial. A direção do sindicato convoca os funcionários e as funcionárias da educação a participarem do debate sobre as pautas da categoria.

Após a plenária, os participantes realizarão um ato público nas escadarias da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia, em defesa do Piso Nacional dos Funcionários Administrativos.

Link permanente para inscrição e participação no encontro: https://docs.google.com/forms/d/1vSWguekkTwdJzG87IIqo23d6bq0Q9F155cQHibO6oic/viewform?edit_requested=true

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A Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe esteve presente, na última terça-feira, dia 09 de junho, na Secretaria Municipal de Administração (SMA) do Rio de Janeiro para protocolar um pedido de audiência entre o sindicato e representantes da pasta. O objetivo do Sepe é buscar informações sobre afastamentos e, também, dar tratamento a uma série de denúncias que o sindicato vem recebendo a respeito da perícia médica do município do Rio. A Coordenação Geral do Sepe, desde o início do ano, já enviou cinco solicitações de audiência com a perícia e com a SMA, porém, até o momento, não obtivemos retorno a respeito da marcação da reunião solicitada.

Recentemente, o Sepe promoveu uma plenária com servidores que vêm sendo prejudicados pela perícia do Rio. A plenária foi realizada no dia 26 de maio e, na ocasião, foram apresentadas diversas denúncias, que incluem questões variadas, tais como: demora de meses para marcação de atendimentos; não recebimento de laudos de afastamento; assédios no local da perícia; procrastinação na concessão de readaptações e, até mesmo, a imposição de aposentadorias compulsórias, negando aos servidores a possibilidade de apresentação de laudos de alta médica e efetuando, com isso, cortes salariais incisivos e que comprometem a vida e o bem-estar dos educadores e educadoras.

O Sepe, através da Secretaria de Saúde e Direitos Humanos, seguirá ao lado dos servidores da educação municipal e continuará mobilizando esforços, política e juridicamente, para garantir aos educadores o direito a uma perícia médica comprometida com a dignidade de quem educa.

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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação soltou uma nota pública, convocando o movimento civil e a sociedade em geral para se mobilizarem nas ruas e nas redes sociais contra a aprovação do PL 5.122/2023, cuja votação no Senado está prevista para hoje, dia 10 de junho. O Projeto tem por objetivo avançar sobre o Fundo Social do Pré-sal para perdoar dívidas bilionárias do agronegócio.

A nota convoca as entidades que integram o Fórum Nacional de Educação e outros setores da sociedade – movimentos social, sindical, pesquisadores, educadores e outros comprometidos com a soberania nacional e a justiça social no Brasil –, com atuação na defesa da educação pública, gratuita, democrática, plural, de qualidade social e para todos/as, para virem a público denunciar e conclamar o povo brasileiro à luta contra mais um grave ataque ao financiamento da educação pública brasileira e à manutenção das políticas sociais.

Segundo a nota da CNTE, a aprovação, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal, do relatório do Projeto de Lei nº 5.122/2023, que autoriza o uso do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação bilionária de dívidas do agronegócio, representa um verdadeiro desmonte do pacto social construído em torno da destinação estratégica das riquezas do petróleo e de gás para o presente e o futuro do Brasil.

O texto ainda acrescenta que esta iniciativa é mais uma ofensiva articulada de setores que historicamente se opõem a conquistas para promover a inclusão escolar e a qualidade da educação pública em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino.

Para as entidades que assinam o texto, os royalties do petróleo e do gás fazem parte das riquezas do povo brasileiro e não são patrimônio de grupos econômicos privilegiados. São instrumentos de redução das desigualdades regionais e sociais. São mecanismos de reparação histórica e de construção de um projeto nacional de desenvolvimento.

A Lei nº 12.858/2013 consolidou a destinação prioritária desses recursos para educação e saúde. Posteriormente, a Lei nº 15.164/2025 ampliou a vinculação social do Fundo Social do Pré-Sal, fortalecendo áreas estratégicas como educação, ciência, tecnologia, cultura, habitação, assistência social e combate às desigualdades.

A nota conclui que essas conquistas são resultado de décadas de luta do movimento educacional brasileiro, das entidades sindicais e estudantis e de amplos setores democráticos que estiveram nas ruas, nas redes, nos parlamentos e no Congresso Nacional defendendo uma série de reivindicações da sociedade e do movimento civil organizado.

Veja o texto completo da nota e as entidades que assinam o documento pelo link abaixo:
https://cnte.org.br/noticias/manifesto-contra-o-assalto-ao-fundo-do-pre-sal-em-defesa-do-aporte-para-a-educac-1a75




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As polícias Civil e Militar entraram no Complexo da Maré desde o início desta madrugada, em mais uma operação contra facções locais que comandam o tráfico de drogas. A polícia visa cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão e, desde cedo, os moradores foram acordados com tiros e barulho de helicópteros sobrevoando o local.

Por conta desta ação policial, cerca de 41 escolas municipais e estaduais permanecem fechadas e unidades de saúde e outros serviços públicos também permanecem fechado.

O Sepe lamenta que, mais uma vez, os moradores destas áreas consideradas de risco sejam prejudicados em seu cotidianos e impedidos de trabalhar e de estudar por conta destas verdadeiras operações de guerra movidas pelas autoridades de segurança que, apesar do aparato bélico e do número de agentes empregados, não conseguem resolver a situação de insegurança de centenas de milhares de moradores que residem em favelas e bairros da periferia.

O sindicato expressa toda a solidariedade da categoria aos profissionais de educação e demais membros destas comunidades escolares submetidas à violência e ao confrontos entre as autoridades que deveriam protegê-los e os membros das facções criminosas que, ano após ano, mantém o domínio em várias áreas da cidade do Rio de Janeiro.

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