Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).
Após vigília e ida dos profissionais de educação ao Tribunal de Justiça, o governador em exercício, Ricardo Couto, agendou nova audiência com o Sepe, retomando a negociação que permaneceu paralisada em junho, sobre as pautas da Educação. A reunião está prevista para ocorrer nesta sexta-feira (03/07), na parte da tarde.

O Sepe irá levar à reunião as pautas que vem discutindo com a SEEDUC e que necessitam de uma resolução, entre elas:

– Implementação do Piso Salarial Nacional do Magistério;

– Migração dos Professores II;

– Regulamentação da Animação Cultural;

– Migração dos funcionários ex-Faep para a FAETEC;

– Funcionários recebendo abaixo do salário mínimo.
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Após seis anos de disputa judicial, a Justiça reconheceu a existência de perseguição política e antissindical contra dois dirigentes sindicais do município de Mesquita durante a pandemia de Covid-19 e determinou a reintegração de ambos aos seus cargos. Em publicação nas redes sociais, o professor Marcos Cesar de Souza Costa Junior, um dos dirigentes, afirma que, apesar da decisão judicial, a Prefeitura de Mesquita ainda não cumpriu a sentença, o que tem gerado a aplicação de multas diárias por descumprimento da ordem, e destaca que o caso foi acompanhado e divulgado pelo Sepe – clique aqui para ler a nota no Instagram.

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O Sepe Teresópolis participou da Audiência Popular em Defesa da Educação realizada hoje (02). O evento é fruto de uma parceria do Fórum Estadual de Educação com o Sepe Teresópolis e se configura como um importante espaço de diálogo, reflexão, organização e mobilização das professoras reconhecidas pela Lei 15.326/2026, que seguem na luta pelo imediato enquadramento no quadro do magistério do município.

A atividade contou com a participação da direção do Sepe; coordenação nacional do movimento Somos Todas Professoras acompanhada pela sua assessoria jurídica e do presidente do Fórum Estadual de Educação do Rio de Janeiro, Waldeck Carneiro.


 

 

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A troca no comando da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos e a descontinuidade da dotação de recursos para o Programa Rio sem LGBTIFOBIA ameaça a continuidade desta política de defesa dos direitos LGBTI+ no estado do Rio de Janeiro. A crise ameaça o funcionamento do serviço que, hoje, tem servidores com salários atrasados por causa da descontinuidade dos repasses.

Os Centros de Cidadania LGBTI+ são equipamentos públicos que garantem diversos tipos de atendimentos à população da comunidade. Vão desde orientações sobre a retificação dos documentos civis, organização de casamentos civis, até atenção em saúde física e mental; além de suporte jurídico para casos de LGBTIFOBIA. Prestam atendimento à toda a comunidade e, neste grupo estão os servidores da educação, que encontram ali, atendimento qualificado para acolhida de suas necessidades.

Mantidos através do Programa Rio sem LGBTIFOBIA, gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, em parceria com a UERJ.

Um programa descentralizado e que, em muitos municípios do estado, são a principal e única porta de acesso ao sistema público de saúde e à garantia de direitos básicos que pessoas marginalizadas, como a população LGBTI+ têm negados devido ao preconceito.

Com a troca da chefia da secretaria, houve uma descontinuidade no processo de empenho dos recursos financeiros que mantém o programa de pé. Desde maio, os colaboradores estão sem receber salários e os centros de cidadania, sem recursos para manter suas atividades. É necessário que o secretário assine o documento que garante a liberação dos recursos, a contratação dos colaboradores aprovados no processo seletivo realizado pela UERJ (que estava prevista para o dia 01/07) e a manutenção da oferta dos serviços.

Os coordenadores dos centros de cidadania já tiveram reunião com o secretário, porém, a coisa não andou. Eles acreditam que o governador não tem conhecimento do que está acontecendo. Eles desejam que Ricardo Couto tenha acesso à carta aberta escrita pela gestão dos centros de cidadania e dê encaminhamento à situação, pois se passar do dia 05/07, o programa está fadado à extinção. E isso significa que milhares de pessoas deixarão de ter o devido atendimento e a manutenção da estabilidade de sua saúde física e mental; além do andamento de suas demandas jurídicas.

Veja pelo PDF abaixo o teor da carta pública das pessoas trabalhadoras do Programa Rio sem LGBTIFOBIA
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/07/CARTA-ABERTA-DAS-PESSOAS-TRABALHADORAS-DO-PROGRAMA-RIO-SEM-LGBTIFOBIA.pdf

 

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