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A Regional 6 do Sepe comunica o falecimento do professor Francisco Júnior, do GET Cândido Campos, da rede municipal do Rio de Janeiro, localizado em Vila Valqueire.

Profissional da Educação apaixonado pela luta e pela defesa de uma educação pública de qualidade, Francisco infelizmente passou mal na unidade escolar. Foi prontamente socorrido pela equipe gestora, mas não resistiu e faleceu no hospital.

Nossa solidariedade e nossos sentimentos a toda a comunidade escolar, familiares, alunos, amigos e companheiros de luta.

A direção da Regional 6 esteve presente no velório e prestou todo o apoio à sua família, aos alunos e aos amigos neste momento de profunda dor.

Que a alegria, a dedicação e a luta de Francisco permaneçam vivas no coração de cada profissional da Educação, de seus alunos e de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

A direção do Sepe Central se une às homenagens ao professor Francisco.

Francisco Júnior, presente! Sempre!

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O Sepe convoca um abraço simbólico na Escola Municipal Orsina da Fonseca, localizada na Rua São Francisco Xavier, nº 95 (Tijuca), nesta quinta-feira (27/08), às 14h; a escola foi o palco de uma agressão contra um professor, no dia 10 de agosto, na qual um aluno esfaqueou o profissional, marcando o lançamento de uma campanha pela valorização, contra a precarização e o adoecimento dos profissionais de educação das escolas municipais.

O caso só não teve piores consequências, porque o estudante foi detido pelos próprios colegas que o dominaram impedindo a continuação dos ataques.

O Sepe lamenta a ocorrência desse episódio de violência e traz a público a preocupação da categoria com o aumento alarmante das notícias sobre agressões sofridas por profissionais de educação dentro do seu ambiente de trabalho.

O sindicato se solidariza com os profissionais de educação feridos e faz um apelo para as autoridades estaduais e municipais para que o poder público entre de forma mais decisiva na busca de soluções para esta questão. A escola é um espaço para o diálogo e a democracia e a sociedade não pode normalizar a violência no seu interior.

Com isso, o Sepe está mobilizado pela valorização dos profissionais da educação, contra a precarização do trabalho, a violência nas escolas e o adoecimento da categoria. O sindicato denuncia a política de ataques à educação implementada pelo ex-prefeito Eduardo Paes e seu então secretário de Educação – política que continua sendo implementada na atual administração.

Pela valorização dos educadores

– Pelo fim da violência nas escolas!

– Pela recomposição salarial para cobrir as perdas: de 2019 a maio de 2026, as perdas são de 27,22% (DIEESE:); reajuste do vale alimentação (congelado há 14 anos em R$ 12); fortalecimento do PreviRio para garantir a saúde das nossas aposentadorias e pensões e atendimento digno aos servidores; resposta às demandas funcionais com as devidas correções nas carreiras dos profissionais da educação; e que nenhum funcionário receba vencimentos menores que o salário mínimo.

– Contra a precarização do trabalho e o adoecimento da categoria: o sindicato denuncia a política de ataques à educação implementada pelo ex-prefeito Eduardo Paes e seu então secretário de Educação – política que continua sendo implementada na atual administração.

– Pelo fim da política das contratações temporárias: implementação da migração, convocação de concursados e realização de concurso público para todos os cargos da educação, valorizando o servidor estatutário.

– Pelo cumprimento imediato da lei que descongela o tempo da pandemia; pelo correto pagamento do Piso Nacional do Magistério para os PAEIS; pelo Início imediato da convocação da migração dos Doc II; na luta pelo enquadramento em nível de especialização e doutorado e a extensão desse direito a todos os profissionais da educação.

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No domingo, dia 23 de agosto, centenas de docentes da Educação Infantil participaram de um grande ato na Praia de Copacabana pelo enquadramento por parte das prefeituras destas profissionais de acordo com a Lei Federal 15.326/2026, sancionada ainda em janeiro pelo presidente Lula.

Veja a galeria de fotos da manifestação em nosso Face.

Desde cedo, as delegações dos mais variados municípios e das regionais do Sepe na Capital começaram a chegar na Avenida Atlântica, na altura do Posto 6, para participar do ato com faixas, cartazes e camisetas reivindicando dos prefeitos a implementação da Lei 16.326, que reconhece esse segmento da categoria como integrante do cargo de magistério e seus respectivos direitos funcionais, tais como o piso nacional do magistério e inclusão nos planos de carreira da educação.

O ato prosseguiu com a realização de uma passeata até o Posto 2, na altura do Lido. Além das profissionais da educação infantil, convocadas pelo Sepe e pelo movimento Somos Todas Professoras, diversos políticos participaram do ato e da passeata e ocuparam o microfone do carro de som para garantir o seu apoio ao movimento em busca do enquadramento das docentes da Educação Infantil.

 

 

 

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