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Centenas de profissionais de educação das redes públicas e privada, além de universidades públicas e estudantes estão realizando o ato Educação com Lula, em Madureira, nesta quinta-feira, Dia do Professor.

Neste momento, os manifestantes saíram em passeata em direção ao Parque Madureira, com panfletagem e falas nos carros de som, esclarecendo a população sobre a importância de votar pela reeleição do presidente Lula no dia 25 de outubro.

Além dos profissionais, entidades sindicais e partidos que apoiam Lula participam da passeata.
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Neste Dia do Professor e da Professora, 15 de outubro, a categoria tem muito pouco a comemorar. O Rio de Janeiro não cumpre a lei do piso nacional, profissionais da Educação vêm lutando contra ataques aos direitos dos servidores, como a minutagem. A precarização e o adoecimento da categoria são uma realidade.

Só a luta coletiva e a mobilização podem reverter esse quadro e conquistar melhores condições de trabalho, novos concursos públicos e reajuste salarial para todos e todas.

Lute em defesa da Educação pública de qualidade.

Filie-se ao Sepe.
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O Senado aprovou, nesta quarta-feira (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1, que prevê seis dias de trabalho para um de descanso. A proposta estabelece a redução da jornada semanal de trabalho, com dois dias de folga por semana e sem redução salarial. Agora, a PEC vai à promulgação pelas Mesas das duas Casas.

A aprovação representa uma vitória dos trabalhadores e das trabalhadoras de todo o país, que se mobilizaram para exigir condições de trabalho mais humanas e mais tempo para o descanso, o lazer e a convivência familiar.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apoiou o projeto como prioridade. A proposta enfrentou resistências de setores da oposição no Congresso Nacional, que tentaram atrasar sua tramitação e apresentaram alternativas que vinculavam a redução da jornada à diminuição dos salários.

A aprovação no Senado é resultado de uma luta que ganhou força em todo o Brasil, com mobilizações nas ruas e pressão popular pelo fim de uma jornada considerada exaustiva. A conquista abre caminho para avanços nas condições de trabalho e na qualidade de vida da classe trabalhadora.
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O Departamento Jurídico do Sepe informa que o Tema 1218 – sobre a incidência do piso nacional do magistério nos planos de carreira dos profissionais de educação – foi retirado da pauta de julgamento do STF desta quarta-feira (14), a pedido do ministro Gilmar Mendes.

Não foi informada uma nova data para retornar.

O Sepe divulgará novas informações assim que estiverem disponíveis.

Esta semana, o tema voltou à pauta do Supremo, após devolução do pedido de vista por parte do ministro Gilmar Mendes. Aguardava-se, dessa forma, o reinicio do julgamento nesta quarta (14) e a publicação do voto de Mendes (o julgamento está ocorrendo em modo virtual), o que não se concretizou.

O Supremo começou a debater o tema em dezembro de 2025, a partir do recurso extraordinário (RE) nº 1326541, oriundo de uma ação no Estado de São Paulo e que deu origem ao Tema 1218.

Até o momento, o placar é favorável ao pleito dos profissionais de educação (2X1): votaram favoravelmente à inclusão do piso nos planos de carreiro os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O relator, Cristiano Zanin, apresentou um voto sujeito a diferentes interpretações.

A decisão é fundamental para a valorização dos(as) profissionais do magistério em todo o Brasil e essa demora causa enorme ansiedade na categoria, pois a decisão terá repercussão geral.

O piso e a carreira andam juntos: o piso é lei e a carreira é um direito. Sua repercussão nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada é essencial para garantir remuneração digna, progressão profissional e o reconhecimento dos direitos da categoria.

Dessa forma, o Sepe defende que o piso nacional deve servir de referência mínima para os planos de carreira do magistério, com base no § 1º do art. 2º da norma que diz: “O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.”

Lembramos que foi em razão deste processo no STF que ocorreu a suspensão da decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, de 2022, que deu ganho de causa na Ação Civil Pública do Sepe em 1ª e 2ª instâncias, determinando o cumprimento do piso para toda a categoria, com retroatividade ao ano de 2015. O Piso resulta de lei vigente há 17 anos, Lei nº 11.738/08 e foi considerado constitucional pelo STF na ADI 4167 há mais de 10 anos. Mas o governo do estado o descumpre desde 2015.

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Nesta quarta-feira (14) está prevista a realização da última sessão de discussão no Senado sobre a proposta que acaba com a escola 6X1. Após a discussão, os parlamentares devem votar em primeiro e segundo turnos a PEC que acaba com o regime de 44 horas semanais de trabalho e prevês dois dias de folga por semana para os trabalhadores sem redução dos salários. A estratégia da bancada governista é trabalhar por uma aprovação de requerimento que acelera a tramitação do texto para que ele seja levado de forma mais rápida para votação em dois turnos no plenário no mesmo dia.

Senadores da base do governo e da oposição afirmam que já existem votos suficientes para aprovar a mudança da escala de trabalho no Brasil.

A intenção é promulgar a PEC até o dia 22 de outubro.

O presidente Lula considera a aprovação do fim da escala 6X1 um tema prioritário do governo federal. A PEC sofreu uma série de ataques da base oposicionista no Congresso, inclusive do candidato do PL, Flávio Bolsonaro, que agora diz que vai votar a favor. O Partido Liberal, de
Bolsonaro, tentou de todas as formas atrasar o processo, chegando inclusive a lançar uma proposta alternativa que previa a redução das horas trabalhadas vinculada à redução dos salários dos trabalhadores. O fim da 6X1 é o resultado de uma luta que reuniu trabalhadores de todo os país que foram para as ruas exigir uma escala de trabalho mais humana no Brasil.

A primeira sessão de discussão da PEC ocorreu no dia 6 de outubro, dois dias depois do primeiro turno das eleições.

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O Sepe publicou a edição nº 84 do seu boletim, para a rede municipal do Rio de Janeiro. O informativo convoca a categoria para a assembleia geral do dia 28 de novembro, em defesa de reajuste — as perdas acumuladas entre 2019 e maio de 2026 chegam a 27,22%, segundo o Dieese —, demais pautas econômicas e pedagógicas e contra as violências contra os educadores. A edição também cobra a retomada das negociações com a Secretaria Municipal de Educação.

A publicação traz ainda notícia sobre a Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público  para enfrentar a carência de professores na rede, que também questiona a Lei da Minutagem, e um resumo dos resultados do levantamento do Sepe sobre os impactos da medida. Mais de 2 mil docentes responderam ao formulário e 97,3% disseram que os profissionais de suas escolas estão mais adoecidos.

O boletim traz ainda informações sobre o procedimento aberto pelo MPRJ para apurar denúncia de possível assédio eleitoral na rede; o adiamento da abertura da janela de migração do Plano de Saúde do Servidor Municipal (PSSM); a plenária sobre o Plano Municipal de Educação; e o 45º Encontro Estadual de Aposentadas(os) do Sepe.

Leia e compartilhe o boletim com os profissionais da sua escola

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O Supremo Tribunal Federal (STF) pautou para esta quarta-feira (dia 14), o reinício do julgamento pelo plenário virtual do Tema 1218 – sobre a incidência do piso nacional do magistério nos planos de carreira dos profissionais de educação.

O julgamento foi iniciado em 12 de dezembro de 2025, mas acabou suspenso após pedido de vista do ministro Dias Toffoli, que, posteriormente, votou a favor do piso. Em maio deste ano, o julgamento foi novamente suspenso, desta vez por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, cujo voto será publicado amanhã

Até o momento, o julgamento se encontra com placar favorável ao pleito dos profissionais de educação (2X1): votaram favoravelmente à inclusão do piso nos planos de carreiro os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O relator, Cristiano Zanin, apresentou um voto sujeito a diferentes interpretações.

A decisão é fundamental para a valorização dos(as) profissionais do magistério em todo o Brasil.

Piso e carreira andam juntos: ministros do STF, piso é lei e carreira é direito! Sua repercussão nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada é essencial para garantir remuneração digna, progressão profissional e o reconhecimento dos direitos da categoria.

Acompanhe o julgamento – que é virtual e tem os votos publicados – no site do Supremo. 

Veja um histórico do julgamento:

O recurso extraordinário (RE) nº 1326541, que deu origem ao Tema 1218, é oriundo de uma ação no Estado de São Paulo, e ganhou repercussão geral, ou seja, terá validade para todo o país.

O Sepe defende que o piso nacional deve servir de referência mínima para os planos de carreira do magistério, com base no § 1º do art. 2º da norma que diz: “O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.”

Lembramos também, que foi em razão deste processo no STF que ocorreu a suspensão da decisão do TJRJ de 2022, que deu ganho de causa na Ação Civil Pública do Sepe em 1ª e 2ª instâncias, determinando o cumprimento do piso para toda a categoria, com retroatividade ao ano de 2015. O Piso resulta de lei vigente há 17 anos, Lei nº 11.738/08 e foi considerado constitucional pelo STF na ADI 4167 há mais de 10 anos. Mas o governo do estado o descumpre desde 2015.

Resumo do Tema 1218:

“Adoção do piso nacional estipulado pela Lei federal 11.738/2008 como base para o vencimento inicial da carreira do magistério da Educação básica estadual, com reflexos nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada. Descrição: Recurso extraordinário em que se discute, à luz dos artigos 2º, 18, 37, X e XIII, e 169, § 1º, I e II, da Constituição Federal, a constitucionalidade da decisão judicial que concedeu a equiparação do salário-base do professor da educação básica do Estado de São Paulo ao piso nacional da categoria, estabelecido pela Lei 11.738/2008, com incidência escalonada nas diversas faixas, níveis e classes”.

Categoria pode enviar mensagens para os ministros do STF:

Como o julgamento será virtual, portanto, sem a divulgação na TV Justiça, uma forma de a categoria tentar sensibilizar os ministros em seus votos seria enviando mensagens para os emails dos Gabinetes, explicando a importância que a votação tem para a categoria da rede estadual de educação, que recebe um dos piores salários em nível nacional, já que o governo não cumpre o piso. A seguir, publicamos um texto modelo que o(a) professor(a) poderá usar, como referência, em sua mensagem aos ministros – atenção, usamos, como exemplo, a situação da rede estadual do Rio de Janeiro. Mas o texto modelo pode ser usado, citando outras redes municipais:

MODELO DO TEXTO:

Vossa Excelência, Senhor Ministro ____________,

“No contexto do julgamento do Tema 1218, que ocorrerá no Plenário Virtual a partir do dia 15 de maio, venho respeitosamente manifestar a extrema relevância desta decisão para o magistério brasileiro — em especial para nós, profissionais da rede estadual do Rio de Janeiro, submetidos a um dos piores salários do país devido ao reiterado descumprimento do piso nacional previsto na Lei 11.738/2008. Considerando que o piso foi reconhecido como constitucional por este próprio Supremo Tribunal Federal e deveria servir como vencimento inicial das carreiras, conforme determina o §1º do art. 2º da referida lei, solicito a Vossa Excelência atenção especial aos impactos sociais, profissionais e pedagógicos envolvidos.

Assim, rogo que o voto de Vossa Excelência reconheça a necessidade de que o piso nacional do magistério seja efetivamente observado como referência mínima nos planos de carreira, com os devidos reflexos nas faixas, níveis e classes, assegurando dignidade, valorização e respeito à legislação vigente. Tal decisão representará justiça para milhares de educadores que há anos lutam para que a lei seja cumprida.

Endereços dos(as) ministros(as)

GABINETE MINISTRO EDSON FACHIN (presidente)

gabineteedsonfachin@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES

audienciasgilmarmendes@stf.jus.br

GABINETE MINISTRA CÁRMEN LÚCIA

gabcarmen@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO DIAS TOFFOLI

gabmtoffoli@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO LUIZ FUX

gabineteluizfux@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES

Email: gabmoraes@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO NUNES MARQUES

gmnm@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA

secretaria.gmalm@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO CRISTIANO ZANIN

gabinete.mcz@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO FLÁVIO DINO

agenda.gmfd@stf.jus.br

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 Os profissionais de educação realizaram a plenária Educação com Lula, no dia 10 de outubro.  Veja abaixo o calendário de mobilização e de atividades tirado na plenária:

Agenda principal de mobilização

15/10 — Ato Unificado da Educação em Madureira

– Concentração: 10h.

– Percurso: passeata do viaduto até o Parque Madureira.

18/10 — Mobilização nos territórios

– Ocupação de espaços públicos com atividades e/ou atos unificados em defesa da educação.

– Núcleos e regionais poderão organizar mobilizações próprias e fortalecer a participação nas atividades conjuntas.

20/10 — Panfletagens unificadas

– 10h: Zona Oeste — Calçadão de Campo Grande.

– 16h: Duque de Caxias — Praça de Caxias.

18/10 — Búzios e Cabo Frio:

– Búzios: Passeata Vozes Livres, às 11h, saída da Caixa Econômica em direção à Praça Santos Dumont.

– Cabo Frio: CarnaLula — Segundo Turno, às 15h, na Praça da Cidadania, Praia do Forte.

22/10 — Búzios: às 13h30: Passeata Vozes Livres, com saída da Caixa Econômica em direção à Praça Santos Dumont.

24/10 — Tamoios e Itaboraí

– Tamoios: ato no território.

– Itaboraí: carreata do Lula.

Cachoeiras de Macacu

– Caminhada Vira Voto pelos bairros, com concentração na rodoviária às 8h30 e saída de carro às 9h.

– Panfletagem na Praça de Cima, na segunda-feira, após a missa de Nossa Senhora Aparecida, às 18h.

Itaboraí

– 11/10: atividade na feira local.

– 12/10: atividade nas passarelas com faixas.

– 12/10: atividade do Movimento Negro Unificado (MNU) na Praça Marechal Floriano.

– Distribuição de materiais na Caixa Econômica — data a definir.

– 16/10: Itaboraí Antifascista.

– 24/10: carreata do Lula.

 

 

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Aposentados, destaque-home, Todas

O Sepe convoca os profissionais de educação para o ato unificado da Educação pela reeleição do presidente Lula, que será realizado no dia 15 de outubro (quinta-feira), às 10h. A concentração está marcada para as 10h, no Viaduto de Madureira. De lá os manifestantes farão uma caminhada até o Parque de Madureira.

Para este ato, serão convidadas outras entidades, movimentos sociais e personalidades públicas ligadas à educação. O sindicato também irá buscar a participação de integrantes da tradicional agremiação de Madureira, a Escola de Samba Império Serrano, para reforçar a mensagem: samba é resistência!

A direção do Sepe RJ decidiu em reunião realizada no dia 08 de outubro anunciar o apoio da categoria à candidatura do presidente Lula neste segundo turno, que será realizado no dia 25 de outubro. A decisão vem em consonância com vários outros manifestos de apoio à reeleição do atual presidente deliberados em diversos fóruns do sindicato, tais como assembleias gerais da rede estadual e municipais e no 45º Encontro Estadual de Aposentados da Educação, realizado de 15 a 18 de setembro passado nas cidades de Santo Antônio de Pádua e Itaocara.

Entendemos que apoiar Lula é apoiar o campo democrático e marcar a nossa posição como educadores contra o avanço do fascismo e da extrema direita no Brasil. Este avanço, que já ocorre em países da América Latina e da Europa, se traduziria numa eleição do candidato Flávio Bolsonaro, filho mais velho do golpista Jair Bolsonaro. Este mesmo, que hoje cumpre pena pela tentativa de golpe em janeiro de 2023 para tentar impedir a posse do então eleito presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de planejar o assassinato deste último, do seu vice, Geraldo Alckmin, além de outras lideranças do mundo da política e do Poder Judiciário.

Também marcamos assim, nossa posição contra os ataques já anunciados pelo candidato da extrema direita, que já se arroga como vencedor do pleito e anuncia em seu programa de governo um novo “tesouraço” nas contas públicas em forma de plano econômico que ameaça cortar R$ 200 bilhões do orçamento em setores fundamentais para a população e seus direitos básicos. A proposta do candidato Bolsonaro terá como alvo a Previdência Social e o Benefício de Prestação continuada (BPC). Outros setores que serão atacados a seguir serão os servidores e os serviços públicos, tais como Educação, Saúde e Bem-estar Social, com ataques a programas como o Bolsa Família, Farmácia Popular, Luz para Todos, Gás do Povo, Prouni, Minha Casa Minha Vida, Pé de Meia, dentre outros tantos. Outra ameaça representada pela eleição de Bolsonaro é que, com a maioria alcançada nas casas do Congresso (Câmara e Senado) pela extrema direita, ele pode aprovar uma série de medidas que desfigurem a Constituição Federal, aprovada em 1988 e conhecida como “Constituição Cidadã”.

 

 

 

 

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Em defesa da democracia, do respeito e contra todas as formas de violência política
A direção do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ) reafirma seu compromisso inegociável com a democracia, o respeito às diferenças e o enfrentamento de todas as formas de violência política.

Um dos elementos que historicamente caracterizam as práticas fascistas é a intolerância diante das divergências, expressa na desqualificação, na intimidação e na violência verbal e física contra adversários políticos. Não podemos permitir que a cultura do ódio, da intolerância e da violência se naturalize ou encontre espaço em nossas organizações e ambientes coletivos de luta.

O SEPE/RJ é uma entidade construída historicamente a partir da pluralidade de ideias, do debate político, da organização coletiva e da defesa dos direitos da classe trabalhadora. As divergências políticas e ideológicas fazem parte da democracia e devem ser enfrentadas por meio do diálogo, da argumentação e do respeito mútuo, jamais pela intimidação ou pela violência.

A direção do SEPE/RJ repudia veementemente qualquer forma de agressão verbal, ameaça, constrangimento ou violência física e reafirma que tais práticas são absolutamente incompatíveis com os princípios democráticos que orientam nossa atuação sindical.

Não aceitaremos que nossos espaços de organização, deliberação e luta sejam transformados em ambientes de hostilidade, perseguição ou agressão. O respeito à integridade física e moral de todas as pessoas deve ser um princípio inegociável, independentemente das diferenças políticas existentes.

Defender a democracia significa também praticá-la cotidianamente, assegurando o direito à divergência, à livre manifestação de ideias e à participação política em ambientes seguros e respeitosos.

Não há democracia onde prevalecem a intimidação e a violência. Não há construção coletiva onde o diálogo é substituído pela agressão.

Reafirmamos, portanto, nosso compromisso com uma prática sindical democrática, plural e combativa, na qual as diferenças sejam debatidas politicamente, sem que jamais se ultrapassem os limites do respeito e da convivência democrática.

Divergência política se enfrenta com debate, argumentos e organização coletiva. Nunca com violência!
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