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Nesta quarta-feira (21), Paulo Guedes anunciou a privatização de 17 estatais, incluindo os Correios, Eletrobras, Casa da Moeda e Telebras. Nunca houve um processo de privatização tão grade em nosso país. E não contente com isso, Guedes já disse que irá anunciar novas privatizações, incluindo de estatais grandes.

O governo, ao invés de combater a crise econômica alavancando investimentos, criando empregos na iniciativa privada e abrindo concursos públicos, prefere vender as estatais a preço de banana.

O Rio de Janeiro será o estado que mais sofrerá com esse processo, já que concentra boa parte de sedes de estatais.  As privatizações terão que passar pelo Congresso, pois o Supremo impede a privatização direta pelo Executivo. O que vai ditar se o governo conseguirá ou não seu objetivo de vender nossas riquezas em pacotes é a resistência da sociedade e em especial dos trabalhadores de cada categoria. O Sepe convoca os profissionais de educação a participarem dessa luta, juntamente com a resistência à reforma da previdência, que está no Senado.

Veja as estatais que poderão ser privatizadas:

Emgea (Empresa Gestora de Ativos);

ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias);

Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados);

Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social);

Casa da Moeda;

Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo);

Ceasaminas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais);

CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos);

Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A.);

Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo);

EBC (Empresa Brasil de Comunicação);

Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada);

Telebras;

Correios;

Eletrobras;

Lotex (Loteria Instantânea Exclusiva);

Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo).

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