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A direção do Coletivo de Aposentados do Sepe teve uma reunião com a nova direção do Rioprevidência, no dia 17 de março. No encontro, realizado na sede do órgão, estiveram presentes, além da direção da Secretaria de Aposentados e da coordenação geral do sindicato, o presidente interino, Nicholas Cardoso, a diretora de seguridade, Louise Mayer, e a gerente de aposentadorias e certidões, Flávia Sá.

Inicialmente, foi destacada na reunião a preocupação do coletivo para que não se repitam situações ocorridas no passado, quando aposentados ficaram sem receber seus pagamentos, o que gerou graves consequências, como quadros de depressão, adoecimento e, em casos extremos, suicídios.

Diante desse histórico, reforçou-se a importância de manter um diálogo permanente com o sindicato, visando garantir transparência, esclarecimento e resolução antecipada de problemas.

Em relação aos descontos indevidos nos contracheques, o presidente interino solicitou que sejam encaminhados, por e-mail, os contracheques com inconsistências, acompanhados das respectivas matrículas, para análise e melhor compreensão das ocorrências.

Quanto à dificuldade de acesso ao portal de atendimentos, a gerente de aposentadorias e certidões informou que será disponibilizado um passo a passo de orientação, especialmente voltado aos aposentados que encontram mais dificuldade na utilização do sistema.

No que diz respeito à saúde financeira do fundo previdenciário, a equipe da Rioprevidência afirmou que, no momento, não há motivo para preocupação, destacando que, se necessário, o Tesouro Estadual realizará aportes para garantir o pagamento dos benefícios.

Sobre a manutenção do diálogo com o sindicato, o presidente interino reforçou que a instituição permanecerá aberta ao diálogo, colocando-se à disposição para prestar esclarecimentos sempre que necessário.

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O Coletivo Estadual da Secretaria de Aposentados do Sepe está realizando uma plenária hoje (17), no auditório do Sepe. O encontro foi aberto com uma apresentação do Sepe Dieese sobre a crise do Rioprevidência e as implicações do escândalo da liquidação do Banco Master pelo Banco Central no final do ano passado no caixa do fundo de previdência dos servidores estaduais, responsável pelo pagamento das aposentadorias e pensões do funcionalismo do estado do Rio de Janeiro.

Na reunião, também estão sendo dados informes sobre as ações do Departamento Jurídico de interesse dos aposentados e as lideranças também estão discutindo as estratégias de mobilização e de luta para a garantia dos direitos da categoria, inclusive a retomada da campanha “Tirem as mãos da nossa previdência!”.

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Agentes das Polícias Federal e Rodoviária Federal prenderam nesta terça-feira (3) o ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes, em Itatiaia, no Sul do Rio de Janeiro. O executivo, responsável pelos aportes de quase R$ 1 bilhão em fundos do liquidado Banco Master, foi preso na estrada, quando viajava de São Paulo para o Rio de Janeiro, depois de retornar dos Estados Unidos.

Antunes foi preso durante a segunda fase da Operação “Barco de Papel”, deflagrada pela PF, que cumpre 3 mandados de prisão temporária e 9 de busca e apreensão no RJ e em SC. Os mandados foram decretados pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro com base em indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas.

Antunes, é sempre bom lembrar, foi nomeado pelo governador Cláudio Castro e comandava o Rioprevidência até o dia 23 de janeiro, data em que renunciou ao cargo após uma operação da Polícia Federal para apurar suspeitas de gestão fraudulenta, desvio de dinheiro e corrupção no fundo.

Foi na sua administração e de outros dois ex-diretores da autarquia que o fundo de previdência dos servidores estaduais do Rio de Janeiro investiu quase R$ 1 bilhão em letras financeiras do Banco Master, títulos de investimento de alto risco que não contam com a cobertura do fundo garantidor de crédito.

O Sepe continua acompanhando o desdobramento do escândalo dos investimentos do Rioprevidência em um banco sabidamente com problemas de caixa e de falta de liquidez, que acabaram forçando o Banco Central a decretar a sua liquidação no final do ano passado. Assim como o Rioprevidência, outros fundos de estados e municípios governados por políticos ligados principalmente aos partidos que compõem o chamado Centrão no Congresso também investiram pesadamente na instituição financeira dirigida pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Este último, também chegou a ser preso no final do ano passado e depois solto por um habeas corpus da Justiça Federal.

Como sabemos, o governador Cláudio Castro é do PL, um dos partidos que têm políticos envolvidos nas transações do Banco Master. Difícil de acreditar que Deivis Marcon Antunes, indicado pelo governador, assim como seu quadro diretivo, investiu no Master tal soma de dinheiro sem o aval ou o conhecimento do seu chefe.

Para o sindicato, é necessário avançar nas investigações sobre as ligações do banco com os políticos que tentaram de todas as formas evitar a decretação da liquidação do banco e, também, daqueles que permitiram ou ordenaram que autarquias e bancos como o Banco Regional de Brasília (BRB) despejassem bilhões de reais a fundo perdido no caixa de um banco com notórios problemas financeiros.

 

 

 

 

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Os aposentados da Educação realizaram um ato de protesto hoje (16) na porta do Rioprevidência para denunciar os escândalos que envolveram o órgão, como o dos investimentos a fundo perdido no Banco Master, liquidado pelo Banco Central no final de outubro.

A Secretaria de Aposentados do Sepe enviou três ofícios, solicitando audiência com a direção do Rioprevidência e nenhum foi respondido. Hoje, durante o ato, foi informado pela segurança do prédio  que não havia sequer um assessor para receber uma comissão dos aposentados do Sepe. Um verdadeiro descaso para com aqueles e aquelas que contribuíram a vida inteira e ainda contribuem para sustentar o fundo de previdência dos servidores estaduais.

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As lideranças estaduais dos aposentados da Educação estão realizando uma plenária híbrida nesta terça-feira, dia 16 de dezembro. Na pauta da reunião, a discussão sobre o calendário de atividades da Secretaria de Aposentados e seus coletivos e a discussão e preparação do ato de protesto que será realizado a partir das 11h, no Rioprevidência.

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE RJ) enviou ontem (10) uma recomendação ao govenador Cláudio Castro para afastar dirigentes do Rioprevidência, inclusive o seu presidente Deivis Marcon Antunes, caso os mesmos ainda estejam fazendo parte da estrutura do órgão. A decisão unânime foi tomada depois que o Tribunal constatou as irregularidades nos investimentos do órgão no Banco Master, liquidado pelo Banco Central no mês passado.

Os conselheiros também recomendaram o afastamento de outros diretores e dos membros do Comitê de Investimentos do Rioprevidência.

A recomendação aconteceu depois da leitura do relatório da auditoria sobre as relações financeiras entre o Rioprevidência e o Master, numa sessão do TCE.  Segundo o Jornal O Globo, o conselheiro José Gomes Graciosa, relator, considerou que os investimentos realizados pelo fundo previdenciário não respeitaram os princípios da legislação previdenciárias.

Graciosa recomendou a realização de uma tomada de contas especial em relação às movimentações entre o fundo e o banco, que foi liquidado pelo Banco Central em novembro em meio a investigações da Polícia Federal. O voto foi aprovado pelos conselheiros do Tribunal por unanimidade.

PROTESTO
Na terça-feira, 16/12, às 11h, a Secretaria de Aposentadas do SEPE-RJ fará um ato público em frente à sede do Rioprevidência, denunciando as operações com o Banco Master e os saques de recursos pelo governo do estado. A sede do instituto fica na Rua da Alfândega, 8, no Centro do Rio de Janeiro. Participe!

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A Secretaria de Aposentados do Sepe RJ saúda a decisão do Ministério Público Estadual (MPE RJ) de recomendar ao governo do estado para que a Secretaria Estadual de Fazendo e o Rioprevidência criem medidas para proteção do patrimônio do nosso fundo de previdência, que corre o risco de colapso após a série de aplicações financeiras a fundo perdido em instituições envolvidas em escândalos financeiros como o Banco Master, liquidado pelo Banco Central no final de outubro.

Os promotores do Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal propuseram o afastamento cautelar dos agentes diretamente envolvidos nos investimentos do Banco Master, os quais, segundo o Tribunal de Contas do Estado (TCE) envolveriam somas milionários que chegariam a R$ 2,6 bilhões na Instituição financeira do banqueiro Daniel Vorcaro, que chegou a ter prisão preventiva decretada e, depois, revogada por uma decisão da Justiça Federal.

Vorcaro e capangas têm que permanecer na cadeia

A Secretaria de Aposentados do Sepe lamenta a decisão de soltura do banqueiro preso pelos escândalos envolvendo O Master, em investimentos que envolveram diversos fundos de previdência de servidores estaduais e municipais, entre eles o Rioprevidência, e o Banco Regional de Brasília em operações de risco que contaram com o suporte e o apoio de políticos de partidos ligados ao chamado “Centrão” do Congresso. Na avaliação do sindicato, o habeas corpus concedido ao banqueiro pode colocar em risco as investigações da polícia federal e das instituições ligadas ao setor financeiro sobre as irregularidades nos investimentos ligados ao Banco Master e a participação de lideranças políticas que pressionaram para evitar a sua insolvência.

O Sepe continua acompanhando com preocupação o noticiário envolvendo as operações do Fundo de Pensão dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência), o qual fica com a saúde financeira a cada dia mais enfraquecida, a despeito das nossas mobilizações contra a má administração, gestão temerária dos nossos recursos e a ingerência do governador Cláudio Castro, que insiste em atacar o dinheiro do caixa do órgão por meio de desvios das verbas a ele destinadas, como no caso dos royalties do petróleo.

Devassa imediata nas contas do Rioprevidência

Para o sindicato, inclusive, é fundamental a realização de uma devassa nas contas do Rioprevidência e nas ligações políticas do governo estadual e os membros da direção do órgão, ligados ao partido União Brasil, que faz parte do Centrão no Congresso Nacional, e indicados por Castro poucos meses antes da autarquia aplicar, naquilo que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) chamou de “notável coincidência”,  os aportes em letras financeiras do agora liquidado banco. As nomeações de três integrantes da direção do Rioprevidência, inclusive o seu presidente, aconteceram entre julho e outubro de 2023 e foram as seguintes: 

Deivis Marcon Antunes, diretor-presidente; Eucherio Lerner Rodrigues, para a Diretoria de Investimentos; e o gerente de investimentos Pedro Pinheiro Guerra Leal. Os aportes no Master começaram no início de novembro daquele ano. Só Antunes e Leal continuam hoje na autarquia. E segundo uma reportagem do Jornal O Globo todas estas indicações partiram da liderança do União Brasil, partido da base de apoio do governador e foram endossadas por Cláudio Castro.

Claúdio Castro tem culpa no cartório

A prova da responsabilidade do governo estadual pela nomeação da direção do Rioprevidência envolvida com os investimentos bilionários do nosso fundo de pensão em operações temerárias com um banco com problemas denunciados pelas autoridades financeiras há tempos. é um documento do TCE que destaca que a nomeação de Eucherio saiu no Diário Oficial do estado no dia 4 de outubro de 2023, mesma data em que o Master enviou um e-mail solicitando credenciamento junto ao Rioprevidência — medida necessária para que recebesse aportes do órgão público. E neste mesmo dia foi aberto um procedimento para analisar o pedido.

Mas a coisa ainda pode ser pior, já que o governador Cláudio Castro foi informado pelo TCE das supostas irregularidades nos investimentos antes da liquidação do Master. O Tribunal de Contas chegou a ironizar a questão, chamando de “notável coincidência” os aportes em letras financeiras do agora liquidado banco no mesmo período em que ocorreram estas nomeações.  Questionado pela imprensa, Castro afirmou que nomeou Antunes pelo “seu currículo e comprovada competência técnica”.

Ou seja, não é necessária uma bola de cristal para ver que, num futuro próximo, o caixa do Rioprevidência pode quebrar de uma vez, dada a quantidade de escândalos, desvio de finalidade das verbas e o confisco dos royalties do petróleo que sustentam a sua liquidez. Quando isso acontecer, os quase 250 mil aposentados e pensionistas do estado já sabem bem onde tem que bater na porta para cobrar o pagamento das suas aposentadorias e pensões: Rua Pinheiro Machado s/n – Laranjeiras. Mais conhecido por todos como Palácio Guanabara, local onde pode ser localizado um dos responsáveis pelo problema: o governador Cláudio Castro.

Tirem as mãos da nossa previdência!

Aposentados e aposentadas do Sepe RJ na luta pelos nossos direitos!

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As Secretarias de Aposentados e de Funcionários do Sepe RJ convidam para a confraternização natalina do Coletivo de Lideranças de Aposentados e do Coletivo de Funcionários, que será realizado no dia 13 de dezembro (sábado), no Colégio 1º de Maio (Rua General Canabarro, 536 – Maracanã), a partir das 10h.

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O Sepe convoca os profissionais de educação para a audiência pública na Comissão de Servidores Públicos da ALERJ, que será realizada na sexta-feira, dia 5 de dezembro, às 10h, no auditório do 21º andar.

O sindicato chama a atenção da categoria para a importância do evento, que terá como tema os “Impactos e riscos das transações financeiras entre o Banco Master e o Rioprevidência”.

Essas operações entre o Rioprevidência e o banco Master, recentemente liquidado pelo Banco Central, podem afetar diretamente o futuro dos servidores, incluindo aposentadorias, pensões e a segurança do fundo que sustenta milhares de famílias.

Por isso, o Sepe convoca toda a categoria para participar da audiência pública e acompanhar e fortalecer a defesa dos nossos direitos.

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