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No sábado, dia 11 de abril, o Núcleo de Estudos de Educação Inclusiva (NEEDINC) realizou uma reunião, no auditório do Sinpro-Rio. O tema do encontro, que reuniu duas dezenas de profissionais de educação e convidados, foi a discussão sobre a política nacional de inclusão e a situação da inclusão na rede pública de ensino: Diagnóstico geral do Rio de Janeiro, onde as exigências e leis da inclusão não são cumpridas.

Durante o evento foram realizadas falas das seguintes participantes: Cládice Diniz (UNIRIO); Dani Leal (MOABE RJ); e Izabel Costa (CME RJ).

Ao final da reunião, foram tirados os seguintes encaminhamentos:

– Abrir grupo de WhatsApp do NEEDINC;

– Formação de Grupo de Trabalho (GT) em conjunto com a SAE para estudo específico e sistematização das discussões sobre: os cargos e a carreira dos profissionais da educação inclusiva; levantamento de experiências positivas existentes no país (BH, Goiânia, Angra nos anos 90 e CPII, CAP UERJ e ISERJ); diagnóstico das políticas de inclusão – PNE, Política Nacional, deliberações locais e da situação da rede pública; pesquisa sobre o censo escolar;

– GT: Carol Sepe; Fatima Lima Regional 1, Isabela AAEE Regional 3, Paula Falcão, Simone Regional 9.

– Realização de TV SEPE sobre o tema da inclusão;

– Reunião com a equipe da FIOCRUZ – grupo de pesquisa sobre a inclusão na rede municipal do Rio – indicação 04/05;

– O Sepe RJ deve solicitar dados da inclusão ao IHA;

– Sobre acidente de trabalho envolvendo agressões de crianças/ estudantes incluídos:  consulta ao jurídico sobre como proceder;

– Lutar pelo retorno do COC INTEGRAL e dos CENTROS DE ESTUDOS INTEGRAIS no calendário para discutir a inclusão;

– Representante do Sepe junto ao FUNDEB solicitar informações sobre o uso de mais 23% de recursos financeiros enviados pelo governo federal voltados para a inclusão;

– Discutir no Sepe a importância da criação de núcleo de estudos da educação inclusiva nas diversas redes municipais;

– Indicar a construção de um encontro estadual sobre a educação inclusiva nas redes públicas de ensino;

– Discutir propostas para a inclusão como: a constituição e/ou ampliação das equipes multidisciplinares; a ampliação das salas de recursos com pelo menos 1 em cada escola pública; discutir a carreira e a formação inicial mínima para os profissionais do atendimento educacional especializado: eles exercem função docente ou apoio técnico?; discussão sobre a redução do quantitativo de crianças/estudantes em cada agrupamento/turma nas escolas públicas.

Durante a reunião ainda foram tocadas as seguintes questões:

– Necessidade de discussão sobre a precarização e desvalorização dos profissionais do atendimento especializado e do profissional da educação em geral;

– Discutir as experiências de Niterói e São Gonçalo onde o atendimento especializado direcionado à criança/ estudante é realizado por profissional do Magistério concursado. Debater também a proposta de flexibilização com a criação de um profissional da educação voltado apenas para os cuidados, um cuidador;

– Discutir a necessidade de atendimento especializado aos estudantes com deficiência, pelo poder público, também após o horário da escola, muitas em turno parcial;

– Fazer a discussão conceitual da educação inclusiva a partir de concepções como da escola unitária de Gramsci e do Desenvolvimento universal de aprendizagem (DUA);

– Fazer a discussão sobre a inclusão a partir de outro modelo de sociedade, não pautada no neoliberalismo e conservadorismo;

– Utilizar o mapeamento da inclusão, por escola, realizado no mandato da ex-vereadora Luciana Boiteux;

– Indicar ao Sepe Central estudos e ações voltadas também para a rede estadual;

– Propostas de políticas públicas voltadas para famílias e/ou responsáveis de crianças e estudantes com deficiência;

– No setor público, lutar para que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente à educação pública;

– Discutir a importância da presença das escolas especiais;

– Destacar a importância do estudo da educação inclusiva nas licenciaturas e graduações;

Foram indicadas as seguintes ações a curto prazo:

. Solicitação oficial dos dados acerca da educação inclusiva no município do RJ para o IHA

. Construção de uma orientação em relação a acidentes relacionados a agressão sofridas a partir da intervenção na Educação especial/Inclusiva (abertura de NAT)

. Luta pela retomada pelo tempo integral do COC

. Retorno dos CEs com foco nos casos de inclusão, organizados a partir das unidades escolares, referenciado nas suas demandas

. Construção de diálogos junto a comunidade escolar a partir dos CECs, no sentido de fortalecer a unidade em torno dos direitos da família, da criança e dos profissionais de educação.

. Campanha pelo cumprimento da modulação (relação aluno/AAEE) previsto em lei e prometido pelo prefeito durante a campanha

. Campanha pela sala de recursos em cada escola.


 

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Veja abaixo um texto da Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe sobre a passagem, nesta terça-feira (dia 07 de abril de 2026) do Dia Mundial da Saúde 2026. Neste ano, o tema escolhido para marcar este dia foi “Juntos pela saúde. Apoie a ciência” (ou “Together for health. Stand with science”). A campanha foca no poder da colaboração científica para proteger a saúde global, destacando a abordagem de “Uma Só Saúde” (One Health), que integra a saúde humana, animal, vegetal e do planeta.

O Dia Mundial da Saúde é organizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)em data que foi estabelecida em 1948 para marcar a fundação da organização e é comemorada desde 1950, com o objetivo de conscientizar a população global sobre temas cruciais de saúde pública e bem-estar.

Veja o texto da Secretaria de Saúde do Sepe sobre o Dia Mundial da Saúde e a necessidade de reflexão sobre a saúde, as condições de vida e de trabalho dos profissionais de educação:


Nota da Secretaria de Saúde do Sepe RJ

No contexto do Dia Mundial da Saúde (dia 07 de abril), refletir sobre as condições de vida e trabalho das profissionais da educação básica pública torna-se urgente e necessário. Em um cenário marcado pela intensificação das desigualdades, pela precarização das relações de trabalho e pelo avanço de políticas que fragilizam os serviços públicos, a saúde dos trabalhadores da educação precisa ser reconhecida como uma pauta central e inegociável.

As mulheres, que constituem a maioria da força de trabalho nas escolas públicas, enfrentam cotidianamente uma sobrecarga que extrapola os limites da jornada formal. Entre salas de aula, funções administrativas, cuidado com os estudantes e responsabilidades domésticas, acumulam tarefas que impactam diretamente sua saúde física e mental. O esgotamento, o estresse crônico, a ansiedade e outras formas de adoecimento não são situações isoladas, mas sim consequências diretas de um modelo de trabalho e de vida que desconsidera as condições reais em que a educação acontece.

De maneira geral, fatores estruturais como falta de investimentos, redução de concursos públicos, terceirização, superlotação das turmas, ausência de infraestrutura adequada e imposição de metas e índices contribuem para intensificar o quadro de precarização dos profissionais de educação na atualidade. Além disso, a responsabilização individual dos profissionais por problemas estruturais amplia ainda mais a pressão e o sofrimento no ambiente escolar. Os funcionários e funcionárias da educação também têm sofrido duramente os impactos dessa responsabilização.

Diante dessa realidade, afirmar a saúde como uma pauta prioritária do Sepe-RJ é reconhecer que não há qualidade no ensino sem condições dignas de trabalho. A luta por melhores salários, pela garantia de direitos, pela redução de carga horária e fim da minutagem, por respeito ao 1/3 de planejamento e por ambientes escolares seguros e adequados está diretamente relacionada à preservação da saúde das educadoras e educadores.

Estas são pautas que atingem todos os trabalhadores. Compreender isso é compreender que o cuidado com a saúde não é algo individual, cuja cura se alcança individualmente, a partir dos próprios esforços. A solução passa pela transformação do ambiente de trabalho escolar e das relações que nele se constroem.

Defender a saúde dos trabalhadores da educação é, portanto, defender a própria educação pública. É compreender que cuidar de quem ensina, acolhe e sustenta o cotidiano escolar é um compromisso coletivo e político. Nesse sentido, o papel do sindicato é fundamental: organizar, mobilizar, denunciar e propor caminhos que coloquem a vida, o bem-estar e a dignidade das profissionais no centro das políticas educacionais.

Neste Dia Mundial da Saúde, reafirmamos que lutar por direitos é também lutar por saúde. E essa luta, construída coletivamente, é essencial para garantir não apenas a valorização dos trabalhadores da educação, mas também o futuro da própria escola pública.

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Secretaria de Saúde do Sepe realizou a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?”. O Debate foi realizado no dia 21 de março, no auditório do sindicato. A palestra foi comandada pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.

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O Sepe convida a categoria para a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?” que será realizada no próximo sábado (21), a partir das 13h, no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga, 55 – 7 andar). O encontro será comandado pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Mordente Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.

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A Unimed Brasil está atualizando toda a sua rede credenciada de forma a garantir o retorno do pleno atendimento aos usuários.

Lembramos, que o credenciamento de hospitais e dos médicos, como sempre, é realizado por especialidade. Há hospitais que atendem determinadas especialidades e outras não.

Os hospitais e médicos (com suas especialidades) que já estão na rede e atendendo aos usuários estão no seu aplicativo. Além do aplicativo (todo verde da Unimed BR) no seu celular, você pode procurar por especialidade, tanto médica como hospitar e de laboratório pelo seguinte canal na internet:

https://www.unimed.coop.br/site/web/riodejaneiro/guia-medico#/

Entrando na  página acima, à direita pode ver: Guia Médico. É só preencher o conjunto de perguntas reunidas ali que o programa vai lhe ajudar a encontrar a especialidade que procura entre os médicos, hospitais e laboratórios.
Outrossim, o cliente pode ainda ir na loja da Unimed e solicitar a relação de médicos e hospitais que procura.

Siga as orientações.

Resumo:

– Procure a rede credenciada pelo aplicativo; ou

– No sitehttps://www.unimed.coop.br/site/web/riodejaneiro/guia-medico#/ 

Nas lojas da Unimed.


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O Sepe Saúde divulga abaixo um comunicado sobre o funcionamento da rede credenciada enviado pela Unimed BR aos usuários do convênio. Veja no texto as informações enviadas pela representante institucional das cooperativas Unimed, com esclarecimento sobre a continuidade da prestação dos serviços de assistência em saúda aos usuários do convênio:

“Comunicado Importante da Unimed BR sobre a Rede Credenciada

A Unimed do Brasil e a Unimed Ferj seguem atuando de forma integrada para garantir a estabilidade, a normalidade e a qualidade da assistência em saúde aos beneficiários.

Foram firmadas parcerias com importantes prestadores de serviços de saúde, considerando também os médicos cooperados da Unimed-Rio, assegurando o acesso à rede credenciada e fortalecendo o cuidado aos clientes.

Esse processo faz parte do nosso compromisso contínuo com o acesso e a qualidade do atendimento, realizado de forma planejada e em conformidade com os direcionamentos da ANS (RN nº 517/2022).”

Importante: para consultar a rede de atendimento atualizada do plano, acesse sempre o Guia Médico:

https://www.unimed.coop.br/site/web/riodejaneiro/guia-medico

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O Sepe Unimed apresenta abaixo informações atualizadas sobre a situação do atendimento médico do nosso contrato e algumas informações aos usuários do convênio. Informamos que todas as medidas tomadas para superação da crise estão em andamento desde o dia 5 de janeiro. Leia e veja as orientações sobre a nova carteirinha entre outras informações importantes.

Nos últimos dias, estamos assistindo o desdobramentos da crise da Unimed Rio iniciada em 2014, quando, pela primeira vez em sua história, a operadora de saúde privada  apresentou déficit em seu balanço. Na ocasião, os cooperados se recusaram a desembolsar o rateio necessário para fechar o balanço no positivo.

De lá para cá, a Cooperativa médica não conseguiu cumprir seus compromissos financeiros com os fornecedores, hospitais e laboratórios.

Por determinação da ANS, em concordância com o Ministério Público e a Defensoria Pública do Estado do Rio, a Federação das Unimeds do Rio de Janeiro (FERJ) assumiu, em maio de 2024, toda a carteira de usuários e as dívidas com a rede credenciada da Unimed Rio, que por sua vez, passou a existir somente como cooperativa médica prestadora da Unimed Ferj.

A UNIMED FERJ sem nenhuma experiência em gerenciar Plano de Saúde, não conseguiu arcar com os compromissos da dívida assumidos e estava atrasando demasiado o repasse para a rede credenciada de Assistência Médica, inclusive para a Cooperativa dos Médicos (UNIMED RIO). Isso acarretou em um imenso descredenciamento da rede e a recusa dos médicos cooperados no atendimento.

A solução encontrada pela ANS, o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro foi garantir que a UNIMED BRASIL assumisse a responsabilidade assistencial por todos os beneficiários da UNIMED FERJ, residentes nas cidades do Rio de Janeiro e de Duque de Caxias, dentro do regime da Resolução Normativa 517/2022, que regulamenta modelo de gestão compartilhada entre operadoras.

Com esta decisão, a UNIMED FERJ é a única responsável pelas obrigações financeiras com a rede credenciada da empresa até 19 de novembro de 2025. Ou seja,  a dívida com a rede credenciada,  com os fornecedores e a responsabilidade com a parte administrativa da Operadora será mantida sob a responsabilidade única da Ferj,

Assim a UNIMED BRASIL assume toda assistência médica, desde consultas, exames, autorizações, tratamentos e internações. Ou seja, um novo recomeço sem dívidas e inseguranças.   Desta forma, a ANS garantiu a continuidade e a qualidade da assistência médica aos usuários da UNIMED FERJ.

No final do ano,  a Unimed Brasil e a Cooperativa Médica Unimed Rio firmaram uma parceria operacional para normalizar o retorno do  atendimento dos médicos  aos beneficiários da Unimed Ferj. 

A Unimed Brasil se compromete a pagar as consultas daqui pra frente diretamente à cooperativa médica e passa a buscar a normalização da assistência médica de modo geral, abrindo dialogo com hospitais e laboratórios, visando retomar o pleno atendimento aos beneficiários.

No início do ano, a Ferj  comunicou, através do site, o processo em pleno andamento e dá as seguintes instruções aos usuários:

  1. A partir de 5 de janeiro, todos os beneficiários da Ferj, passam a contar com a rede de atendimento credenciada da Unimed Brasil para realização de consultas, exames, internações, autorizações e demais serviços médicos e de saúde.

 

  1. A cobertura prevista nos Planos permanece inalterada, com a mesma abrangência prevista no contrato com a Unimed Rio/FERJ.

 

 

  1. Em caso de dúvidas sobre o Plano e a rede credenciada, acesse imediatamente  o 24 horas: Tel: 3900-3400 ou 0800 970 90 80,  ou ainda o Canal do Beneficiário no site da Unimed Ferj.

 

  1. Os usuários terão nova carteirinha com o número da Unimed Brasil, iniciado por 0517, que será exigida para o atendimento na rede credenciada.

 

  1. É necessário baixar o novo aplicativo: pode-se utilizar o mesmo login e senha. A carteira on-line está disponível no aplicativo Unimed (cor verde).  Ou pela Central de Atendimento pelos telefones: (21)3900 3400 ou  (21) 3861-9051

 

  1. O aplicativo dará acesso à rede credenciada local, além de outros serviços.

 

  1. Por fim, a Unimed Ferj continuará responsável pela parte administrativa e contratual do plano. E a Unimed Brasil será responsável somente pela parte da Assistência Médica. Será uma gestão compartilhada entre as duas operadoras do Sistema Unimed com responsabilidades distintas, como visto.

 

  1. Novos boletos: desde dezembro, os novos boletos estão sendo emitidos com o cedente: UNIMED BR (SOLUTIONS BPO) CNPJ: 48090146-000100

 

  1. O e-mail que envia os boletos para o usuário segue sendo o mesmo: notifica@unimedferj.com.br ( antes de pagar confirme o remetente)

 

  1. Verifique também se o valor e a data do vencimento estão corretos.

 

  1. Verifique se seu nome aparece na tela de pagamento, no campo pagador/avalista/cedente.

 

  1. Caso note erros ortográficos, valores diferentes ou data de vencimento alterada, não pague e entre em contato com o 24 horas.

 

  1. Os acessos para segunda via de seu boleto permanecem os mesmos.

 

  1. Qualquer dúvida ou problema ligue para o Sepe e fale conosco (2195-0450).

 

Convênio Unimed/SEPE

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A Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe RJ está lançando uma cartilha sobre acidente de trabalho. Nela, os profissionais de educação podem ter acesso a informações úteis sobre prevenção, fiscalização, proteção e direitos dos servidores públicos a um ambiente de trabalho saudável.

A cartilha é dividida em três módulos: no primeiro, denominado “O servidor público também é trabalhador”, é explicado que tanto os que labutam na iniciativa privada e os do setor público podem ser considerados todos trabalhadores, portanto, têm direito a um ambiente de trabalho seguro e saudável. Com isso, a relação daqueles que trabalham no setor público com os seus empregadores, ou seja, o poder público, leva a que este último seja obrigado a cumprir aquilo que está determinado pela legislação trabalhista e pela Constituição Federal: o oferecimento de condições seguras de trabalho. Neste módulo, ainda é explicado o que configura um acidente de trabalho e em quais situações a lei equipara as ocorrências a este tipo de caso.

No segundo módulo, a cartilha fala sobre o direito à licença para tratamento de saúde por acidentes em serviço e quais os direitos trabalhistas e previdenciários dos servidores públicos em casos como estes, tais como: remuneração integral; contagem de tempo; direitos previdenciários, como aposentadoria por incapacidade permanente e auxílio acidente.

Já o terceiro módulo contém informações sobre a importância do registro do acidente e os passos que os servidores devem tomar para informar corretamente tais situações.

A cartilha já está disponível  em formato virtual no nosso site e seu modelo em PDF pode ser acessado aqui.

Em breve, o material será disponibilizado na forma de impresso, disponível para núcleos e regionais do Sepe e posterior distribuição para a categoria.  

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A Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe participou de uma reunião no dia 11 de novembro com o Projeto Cola, coordenado pelas professoras da Faculdade de Educação da UFRJ Giuliana Mordente (@andancaseducativas) e Anna Esser. Participou também do encontro o diretor de Extensão do Instituto de Psicologia da UFRJ, Filipe Boechat.

Na reunião, houve uma troca de experiências acerca da escola pública e da saúde dos profissionais da educação. O objetivo foi buscar a elaboração de projetos para levar o debate sobre o tema à categoria. Violência nas escolas, ampliação de jornada laboral, falta de condições de trabalho, sobrecarga, assédios constantes e aumento do índice de afastamentos por saúde mental foram alguns dos assuntos debatidos.

Também foram discutidas possíveis estratégias de compreensão e de combate ao adoecimento, que atinge em cheio professores e funcionários das mais diversas redes de ensino.

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A Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe RJ está realizando uma assembleia com a participação dos sindicalizados usuários do contrato Sepe/Unimed nesta quinta-feira (18). Na plenária, que conta com a participação da executiva de contas da FERJ, Luciena Flores e da sua assessora Rosana Costa, a direção do sindicato e funcionários do convênio estão discutindo com os usuários os problemas por que tem passado o convênio nos últimos meses, no tocante à questão do atendimento nas diferentes modalidades do plano de saúde desde a transferência da carteira para a FERJ, em abril de 2024, e que estão sendo superados paulatinamente.

Outro ponto importante da assembleia dos usuários do Sepe/Unimed é a questão do reajuste anual do plano. A FERJ quer 17,98% de reajuste, enquanto a proposta do sindicato é a de um reajuste de 5%.

A Secretaria de Saúde do Sepe explicou durante a realização da assembleia que o sindicato se encontra à disposição para discutir com a direção da FERJ todos os problemas enfrentados pelos usuários na obtenção de atendimento a saúde e que as queixas dos usuários e a solução de problemas são uma pauta prioritária da nossa direção.

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