Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

A partir de 15 de novembro de 2026, o plano de saúde oferecido pelo Sepe passa a ser administrado pela Supermed, uma das maiores administradoras de benefícios em saúde do país. A operadora continua sendo a Unimed, sem alterações na rede credenciada, nas coberturas, nas carências já cumpridas, no valor da mensalidade ou na data de vencimento.

A Supermed ficará responsável pela emissão das mensalidades, pelo cadastro, pela movimentação de dependentes e pelo atendimento aos beneficiários. A partir de novembro, os boletos serão digitais, e o número da carteirinha será atualizado. A Supermed informará previamente o novo número a cada beneficiário.

Não será necessário fazer recadastramento, trocar de plano ou assinar documentos. A recomendação é conferir se o e-mail e o telefone cadastrados estão atualizados para receber boletos e avisos. Com a mudança, o Sepe também voltará a oferecer planos de saúde a associados que ainda não possuem cobertura.

O Sepe também volta a poder oferecer planos de saúde aos associados que ainda não têm cobertura. Profissionais da educação interessados no plano, mas ainda não filiados, devem consultar as opções disponíveis e, depois, associar-se ao sindicato. A filiação é feita mediante assinatura da ficha, com autorização para desconto mensal de 1% do salário bruto da matrícula. Por exemplo, para um salário de R$ 2.200, o desconto será de R$ 22.

 

TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE O NOVO PLANO

Preparamos uma lista de perguntas e respostas com tudo o que o associado ao Sepe precisa saber sobre a mudança, desde o valor da mensalidade até a forma de receber o boleto e a atualização da carteirinha.

O que é uma administradora de benefícios?

A Supermed é uma das maiores administradoras de benefícios em saúde do país. Ela passa a cuidar da parte administrativa do plano: emissão do boleto de pagamento da sua mensalidade, cadastro, movimentação de dependentes e atendimento às dúvidas sobre o contrato. O plano continua sendo da Unimed, que segue responsável pela rede credenciada, pelas autorizações e pelo atendimento em saúde.

O que muda para quem já tem o plano Unimed pelo SEPE?

O seu plano continua exatamente o mesmo: mesma operadora, mesma rede credenciada, mesmas coberturas, mesmas carências já cumpridas, mesmo valor de mensalidade e mesma data de vencimento. A partir da mensalidade de novembro, o seu boleto passa a ser emitido pela Supermed. A sua data de vencimento continua a mesma e, como a Supermed emite os boletos com antecedência, o seu será emitido até 30 de outubro.

Por uma necessidade operacional, o número da sua carteirinha também será atualizado. É uma mudança de identificação e nada mais: suas coberturas, sua rede credenciada, suas carências já cumpridas e o valor da mensalidade seguem exatamente os mesmos. A Supermed informará o seu novo número, que passa a valer em 15 de novembro. Até lá, use a sua carteirinha normalmente, acessada pelo aplicativo da Unimed como você já faz hoje. Não é preciso fazer nada: não há recadastramento, troca de plano nem documento a assinar.

Eu preciso fazer alguma coisa?

Não é preciso recadastramento, troca de plano nem assinatura de documento. O que ajuda muito é conferir se o seu e-mail e o seu telefone estão atualizados, porque é por eles que a sua mensalidade e os nossos avisos vão chegar. O que você pode fazer é entrar em contato com os canais de atendimento Supermed para confirmar ou atualizar os seus dados de contato. Essa ação é muito importante para garantir que o seu boleto e os comunicados importantes sejam recebidos corretamente.

O valor da minha mensalidade vai mudar?

Não. O valor continua exatamente o mesmo. O reajuste anual do seu plano tem data-base em outubro e já foi aplicado, então o próximo só acontece em outubro de 2027. A mudança de administradora não altera o valor da mensalidade, a forma de cálculo nem a sua data de vencimento.

Como a minha mensalidade passa a chegar?

A partir de novembro, a sua mensalidade passa a chegar em formato digital. O boleto é enviado para o e-mail e para o WhatsApp do seu cadastro, fica disponível a qualquer momento no Portal do Beneficiário da Supermed e pode ser solicitado pelos nossos canais de atendimento. Para que ele chegue sem intercorrências já em novembro, é importante que o seu e-mail e o seu telefone estejam atualizados. Se quiser conferir os seus dados, atualizá-los ou tirar qualquer dúvida, entre em contato com os canais de atendimento Supermed.

Quando eu receberei o primeiro boleto da Supermed?

A Supermed passa a ser responsável pela emissão do boleto do seu plano de novembro em diante. O primeiro deles, com vencimento em 15 de novembro, será enviado até 30 de outubro de 2026 para o e-mail e o WhatsApp do seu cadastro. A partir dessa data, você também poderá consultá-lo no Portal do Beneficiário ou em qualquer um dos canais de atendimento Supermed.

Estou com dúvidas sobre o meu boleto. Devo acionar a Supermed ou a Unimed?

Depende. Se a dúvida for referente às mensalidades de outubro de 2026 para trás, o contato deve ser realizado com os canais da Unimed, uma vez que a Operadora foi responsável pelo faturamento do plano até essa data. Já para as mensalidades emitidas de novembro de 2026 em diante, o contato deverá ser com os canais de atendimento da Supermed.

É possível incluir a mensalidade em débito automático?

Sim. Para sua comodidade, a Supermed oferece o débito automático da mensalidade pelo Pix Automático. A autorização é feita por você, diretamente no aplicativo do seu banco, com a nossa orientação. Para saber como funciona e aderir, basta entrar em contato com o atendimento Supermed.

Como me proteger de golpes envolvendo boleto?

Atenção, pois mudanças como essa costumam ser usadas por golpistas.

O boleto da sua mensalidade é emitido exclusivamente pela Supermed. Nem o Sepe, nem a Supermed, nem a Unimed entram em contato pedindo senha, dados bancários ou pagamento via link. Se você receber uma cobrança de outra origem, ou ficar em dúvida sobre qualquer boleto, não pague. Você poderá conferir se o boleto é mesmo da Supermed no Portal do Beneficiário, na opção “Validar boleto”, e qualquer dúvida pode ser tratada com a Supermed ou com o Sepe.

A partir de qual data vale a nova numeração da carteirinha?

A nova numeração passa a valer em 15 de novembro, data do início da vigência do seu plano sob a administração da Supermed. Até lá, use a sua carteirinha normalmente.

Vou continuar utilizando o aplicativo da Unimed?

Sim, mas com ajustes. Você continuará utilizando o App para acessar a sua carteirinha digital e as informações relativas à utilização do seu plano: busca de rede, acompanhamento de autorizações e demais serviços. Mas a partir da mensalidade de novembro de 2026 você não acessará o boleto pelo App Unimed, e sim pelo Portal do Beneficiário Supermed e pelos demais canais de atendimento Supermed.

Estou realizando um tratamento. Essa mudança vai causar algum impacto?

Não. Essa mudança não deve causar qualquer impacto na utilização do seu plano. O importante é ter em mente que, para procedimentos prestados a partir de 15 de novembro, a carteirinha apresentada ao prestador deve estar atualizada.

Importante: caso você esteja realizando algum tipo de tratamento continuado, orientamos que entre em contato com a Supermed, para que possamos acompanhar a sua situação de forma prioritária junto à Unimed.

Como a Supermed entrará em contato com os associados afetados pela mudança?

Os associados que já são beneficiários de planos Unimed receberão da Supermed um comunicado com as informações detalhadas sobre a mudança e os canais de atendimento. O comunicado será enviado por e-mail, por WhatsApp e por carta, para o endereço do cadastro. Por isso é muito importante que você se certifique, junto aos nossos canais de atendimento, de que os seus dados de contato estão atualizados.

Canais de Atendimento Supermed

Telefones: (21) 2123-0420 e (21) 4004-4976 – segunda a sexta, de 8h às 20h (exceto feriados); aos sábados, domingos e feriados, das 09h às 17h.

WhatsApp: (21) 96410-1384;

E-mail: sepe@supermed.com.br

Atendimento pessoal: Avenida Rio Branco 1, sala 1507, Centro, Rio de Janeiro/RJ; horário de atendimento: 9h às 17h30.

Não tenho um plano de saúde pelo Sepe e gostaria de conhecer as alternativas disponíveis para novas adesões. Como proceder?

Com a nova administração, o Sepe volta a poder oferecer planos de saúde aos associados. Para conhecer os planos disponíveis para novas adesões, fale com os nossos consultores:

Telefone, somente para ligações: (21) 4004-4931;

WhatsApp, somente para mensagens: (21) 98369-1782;

Horário de funcionamento: segunda a sexta, de 9h às 18h, exceto feriados.

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A Secretaria de Saúde do Sepe convoca a categoria para a atividade “Enfrentando o esgotamento profissional nas escolas do Rio de Janeiro”.

O evento marca o início de uma iniciativa do Sindicato com o Instituto de Psicologia da UERJ, através do programa de extensão organizado pelo Professor Felipe Salvador Grisolia, docente do instituto.

A parceria tem o objetivo de montar grupos de discussão para identificação de problemas relacionados ao cotidiano escolar e as causas do adoecimento da categoria, bem como elaborar formas de intervenção no espaço.

Serviço:

Data: 6 de outubro

Horário: 18h

Local: Auditório do Sepe (Evaristo da Veiga, 55, 7° andar)

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O Sepe convoca os profissionais da Educação usuários do plano de saúde Sepe/Unimed para assembleia geral no dia 16 de setembro, às 10h, no auditório do sindicato (Rua Evaristo da Veiga, 55, 7º andar). A plenária vai discutir o funcionamento do plano, problemas no atendimento e o reajuste anual, previsto para outubro.

A assembleia ocorre após um período de instabilidade provocado pela crise da Unimed Rio. Em 2024, por determinação da ANS, a carteira de beneficiários foi transferida para a Unimed Ferj, e, em novembro de 2025, a Unimed Brasil passou a assumir a assistência aos beneficiários dentro de um modelo de compartilhamento de risco.

Até o momento, a Unimed Brasil não oficializou a proposta de reajuste para outubro. O Sepe destaca que a assembleia será uma oportunidade para os usuários apresentarem dúvidas e relatos sobre o atendimento, além de discutirem a proposta de reajuste com representantes da operadora. A participação dos usuários é fundamental.

Leia o boletim especial do Sepe sobre o plano de saúde Sepe/Unimed.

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A troca no comando da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos e a descontinuidade da dotação de recursos para o Programa Rio sem LGBTIFOBIA ameaça a continuidade desta política de defesa dos direitos LGBTI+ no estado do Rio de Janeiro. A crise ameaça o funcionamento do serviço que, hoje, tem servidores com salários atrasados por causa da descontinuidade dos repasses.

Os Centros de Cidadania LGBTI+ são equipamentos públicos que garantem diversos tipos de atendimentos à população da comunidade. Vão desde orientações sobre a retificação dos documentos civis, organização de casamentos civis, até atenção em saúde física e mental; além de suporte jurídico para casos de LGBTIFOBIA. Prestam atendimento à toda a comunidade e, neste grupo estão os servidores da educação, que encontram ali, atendimento qualificado para acolhida de suas necessidades.

Mantidos através do Programa Rio sem LGBTIFOBIA, gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, em parceria com a UERJ.

Um programa descentralizado e que, em muitos municípios do estado, são a principal e única porta de acesso ao sistema público de saúde e à garantia de direitos básicos que pessoas marginalizadas, como a população LGBTI+ têm negados devido ao preconceito.

Com a troca da chefia da secretaria, houve uma descontinuidade no processo de empenho dos recursos financeiros que mantém o programa de pé. Desde maio, os colaboradores estão sem receber salários e os centros de cidadania, sem recursos para manter suas atividades. É necessário que o secretário assine o documento que garante a liberação dos recursos, a contratação dos colaboradores aprovados no processo seletivo realizado pela UERJ (que estava prevista para o dia 01/07) e a manutenção da oferta dos serviços.

Os coordenadores dos centros de cidadania já tiveram reunião com o secretário, porém, a coisa não andou. Eles acreditam que o governador não tem conhecimento do que está acontecendo. Eles desejam que Ricardo Couto tenha acesso à carta aberta escrita pela gestão dos centros de cidadania e dê encaminhamento à situação, pois se passar do dia 05/07, o programa está fadado à extinção. E isso significa que milhares de pessoas deixarão de ter o devido atendimento e a manutenção da estabilidade de sua saúde física e mental; além do andamento de suas demandas jurídicas.

Veja pelo PDF abaixo o teor da carta pública das pessoas trabalhadoras do Programa Rio sem LGBTIFOBIA
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/07/CARTA-ABERTA-DAS-PESSOAS-TRABALHADORAS-DO-PROGRAMA-RIO-SEM-LGBTIFOBIA.pdf

 

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A Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe esteve presente, na última terça-feira, dia 09 de junho, na Secretaria Municipal de Administração (SMA) do Rio de Janeiro para protocolar um pedido de audiência entre o sindicato e representantes da pasta. O objetivo do Sepe é buscar informações sobre afastamentos e, também, dar tratamento a uma série de denúncias que o sindicato vem recebendo a respeito da perícia médica do município do Rio. A Coordenação Geral do Sepe, desde o início do ano, já enviou cinco solicitações de audiência com a perícia e com a SMA, porém, até o momento, não obtivemos retorno a respeito da marcação da reunião solicitada.

Recentemente, o Sepe promoveu uma plenária com servidores que vêm sendo prejudicados pela perícia do Rio. A plenária foi realizada no dia 26 de maio e, na ocasião, foram apresentadas diversas denúncias, que incluem questões variadas, tais como: demora de meses para marcação de atendimentos; não recebimento de laudos de afastamento; assédios no local da perícia; procrastinação na concessão de readaptações e, até mesmo, a imposição de aposentadorias compulsórias, negando aos servidores a possibilidade de apresentação de laudos de alta médica e efetuando, com isso, cortes salariais incisivos e que comprometem a vida e o bem-estar dos educadores e educadoras.

O Sepe, através da Secretaria de Saúde e Direitos Humanos, seguirá ao lado dos servidores da educação municipal e continuará mobilizando esforços, política e juridicamente, para garantir aos educadores o direito a uma perícia médica comprometida com a dignidade de quem educa.

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Neste ano, a mobilização do 18 de Maio, Dia Nacional de Proteção e Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, completa 26 anos. A data foi instituída pela Lei Federal 9.970/2000, em memória da menina Araceli (Araceli Cabrera Sánchez Crespo), de 8 anos, que foi violentada e assassinada no dia 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES).

A Lei visa mobilizar a sociedade a denunciar tais práticas e ajudar no combate à violência sexual contra crianças e adolescentes e incentivar as denúncias, que podem ser feitas pelo Disque 100, Conselhos Tutelares ou delegacias policiais. Trata-se de uma conquista no marco da luta pelos direitos humanos de crianças e adolescentes no país.

O objetivo da data é mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da defesa dos direitos de crianças e adolescentes. É preciso garantir a todas as crianças e adolescentes o direito ao seu desenvolvimento de forma segura, protegida e livre do abuso e da exploração sexual. A violência sexual praticada contra crianças e adolescentes envolve vários fatores de risco e vulnerabilidade quando se considera marcadores sociais como as relações de gênero, raça/etnia, orientação sexual, classe social, local de moradia (rural ou urbana), condições econômicas e fatores geracionais.

Nessa violação de direito são estabelecidas relações de poder, nas quais tanto pessoas adultas e/ou redes de exploração utilizam crianças e adolescentes para satisfazerem seus desejos e fantasias sexuais e/ou obterem vantagens financeiras e lucros. Nesse contexto, crianças e adolescentes são tratadas como “coisa” e não como sujeitos de direitos – é a “coisificação” das infâncias e adolescências, é o esquecimento da humanidade e da proteção que todas as fases da vida demandam, mas para essas, em especial, são imprescindíveis.

O Brasil, ao estabelecer o dia nacional, oficializou a necessidade de ações contínuas e coordenadas para proteger crianças e adolescentes da violência sexual. A data alinha-se diretamente aos princípios do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, que orienta as políticas públicas e ações em todo o território nacional, buscando prevenir, proteger e responsabilizar nos casos de violência sexual, promovendo uma cultura de proteção integral.

Veja abaixo a moção aprovada na assembleia geral da rede municipal RJ do dia 16/5 sobre a passagem da data:

“18 de Maio é dia de reafirmar uma verdade urgente: proteger crianças e adolescentes é responsabilidade coletiva.

Em uma sociedade marcada pela violência, pelo silêncio, pela negligência, crianças e adolescentes, pessoas neurodivergentes e pessoas com deficiência seguem entre os corpos vulnerabilizados ao abuso, à violência e à violação de direitos.

Por isso, prevenção não pode ser campanha de apenas uma data. É escuta, formação, atenção, fortalecimento das redes de proteção e coragem para romper silêncios, inclusive quando elas aparecem de forma naturalizada no cotidiano.

A escola, as famílias, os serviços públicos e toda a sociedade precisam estar atentos aos sinais e comprometidos com uma cultura de proteção, dignidade e cuidado mais humanizado.

Defender infâncias seguras é também defender uma sociedade menos violenta.”

Fonte: http://Facabonito.Org (Ação Nacional para o Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes)

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As Secretarias de Saúde e Direitos Humanos e a Secretaria de Cultura, Formação e Assuntos Educacionais do Sepe convidam a categoria para o TV Sepe desta terça-feira, dia 28 de abril, às 19h, que terá como destaque o lançamento da cartilha sobre acidente de trabalho produzida pelo sindicato.

O programa contará com a participação do advogado do Departamento Jurídico do Sepe, Ítalo Aguiar, que colaborou com a cartilha e falará sobre o tema Segurança e saúde para os profissionais de educação.

Acesse a TV Sepe pelo link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=vix4Hm9VZo8

Faça o download da cartilha (PDF)

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Cultura, Formação Sindical e Assuntos Educacionais, destaque-home, Saúde e Direitos Humanos, Todas

No sábado, dia 11 de abril, o Núcleo de Estudos de Educação Inclusiva (NEEDINC) realizou uma reunião, no auditório do Sinpro-Rio. O tema do encontro, que reuniu duas dezenas de profissionais de educação e convidados, foi a discussão sobre a política nacional de inclusão e a situação da inclusão na rede pública de ensino: Diagnóstico geral do Rio de Janeiro, onde as exigências e leis da inclusão não são cumpridas.

Durante o evento foram realizadas falas das seguintes participantes: Cládice Diniz (UNIRIO); Dani Leal (MOABE RJ); e Izabel Costa (CME RJ).

Ao final da reunião, foram tirados os seguintes encaminhamentos:

– Abrir grupo de WhatsApp do NEEDINC;

– Formação de Grupo de Trabalho (GT) em conjunto com a SAE para estudo específico e sistematização das discussões sobre: os cargos e a carreira dos profissionais da educação inclusiva; levantamento de experiências positivas existentes no país (BH, Goiânia, Angra nos anos 90 e CPII, CAP UERJ e ISERJ); diagnóstico das políticas de inclusão – PNE, Política Nacional, deliberações locais e da situação da rede pública; pesquisa sobre o censo escolar;

– GT: Carol Sepe; Fatima Lima Regional 1, Isabela AAEE Regional 3, Paula Falcão, Simone Regional 9.

– Realização de TV SEPE sobre o tema da inclusão;

– Reunião com a equipe da FIOCRUZ – grupo de pesquisa sobre a inclusão na rede municipal do Rio – indicação 04/05;

– O Sepe RJ deve solicitar dados da inclusão ao IHA;

– Sobre acidente de trabalho envolvendo agressões de crianças/ estudantes incluídos:  consulta ao jurídico sobre como proceder;

– Lutar pelo retorno do COC INTEGRAL e dos CENTROS DE ESTUDOS INTEGRAIS no calendário para discutir a inclusão;

– Representante do Sepe junto ao FUNDEB solicitar informações sobre o uso de mais 23% de recursos financeiros enviados pelo governo federal voltados para a inclusão;

– Discutir no Sepe a importância da criação de núcleo de estudos da educação inclusiva nas diversas redes municipais;

– Indicar a construção de um encontro estadual sobre a educação inclusiva nas redes públicas de ensino;

– Discutir propostas para a inclusão como: a constituição e/ou ampliação das equipes multidisciplinares; a ampliação das salas de recursos com pelo menos 1 em cada escola pública; discutir a carreira e a formação inicial mínima para os profissionais do atendimento educacional especializado: eles exercem função docente ou apoio técnico?; discussão sobre a redução do quantitativo de crianças/estudantes em cada agrupamento/turma nas escolas públicas.

Durante a reunião ainda foram tocadas as seguintes questões:

– Necessidade de discussão sobre a precarização e desvalorização dos profissionais do atendimento especializado e do profissional da educação em geral;

– Discutir as experiências de Niterói e São Gonçalo onde o atendimento especializado direcionado à criança/ estudante é realizado por profissional do Magistério concursado. Debater também a proposta de flexibilização com a criação de um profissional da educação voltado apenas para os cuidados, um cuidador;

– Discutir a necessidade de atendimento especializado aos estudantes com deficiência, pelo poder público, também após o horário da escola, muitas em turno parcial;

– Fazer a discussão conceitual da educação inclusiva a partir de concepções como da escola unitária de Gramsci e do Desenvolvimento universal de aprendizagem (DUA);

– Fazer a discussão sobre a inclusão a partir de outro modelo de sociedade, não pautada no neoliberalismo e conservadorismo;

– Utilizar o mapeamento da inclusão, por escola, realizado no mandato da ex-vereadora Luciana Boiteux;

– Indicar ao Sepe Central estudos e ações voltadas também para a rede estadual;

– Propostas de políticas públicas voltadas para famílias e/ou responsáveis de crianças e estudantes com deficiência;

– No setor público, lutar para que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente à educação pública;

– Discutir a importância da presença das escolas especiais;

– Destacar a importância do estudo da educação inclusiva nas licenciaturas e graduações;

Foram indicadas as seguintes ações a curto prazo:

. Solicitação oficial dos dados acerca da educação inclusiva no município do RJ para o IHA

. Construção de uma orientação em relação a acidentes relacionados a agressão sofridas a partir da intervenção na Educação especial/Inclusiva (abertura de NAT)

. Luta pela retomada pelo tempo integral do COC

. Retorno dos CEs com foco nos casos de inclusão, organizados a partir das unidades escolares, referenciado nas suas demandas

. Construção de diálogos junto a comunidade escolar a partir dos CECs, no sentido de fortalecer a unidade em torno dos direitos da família, da criança e dos profissionais de educação.

. Campanha pelo cumprimento da modulação (relação aluno/AAEE) previsto em lei e prometido pelo prefeito durante a campanha

. Campanha pela sala de recursos em cada escola.


 

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Veja abaixo um texto da Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe sobre a passagem, nesta terça-feira (dia 07 de abril de 2026) do Dia Mundial da Saúde 2026. Neste ano, o tema escolhido para marcar este dia foi “Juntos pela saúde. Apoie a ciência” (ou “Together for health. Stand with science”). A campanha foca no poder da colaboração científica para proteger a saúde global, destacando a abordagem de “Uma Só Saúde” (One Health), que integra a saúde humana, animal, vegetal e do planeta.

O Dia Mundial da Saúde é organizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)em data que foi estabelecida em 1948 para marcar a fundação da organização e é comemorada desde 1950, com o objetivo de conscientizar a população global sobre temas cruciais de saúde pública e bem-estar.

Veja o texto da Secretaria de Saúde do Sepe sobre o Dia Mundial da Saúde e a necessidade de reflexão sobre a saúde, as condições de vida e de trabalho dos profissionais de educação:


Nota da Secretaria de Saúde do Sepe RJ

No contexto do Dia Mundial da Saúde (dia 07 de abril), refletir sobre as condições de vida e trabalho das profissionais da educação básica pública torna-se urgente e necessário. Em um cenário marcado pela intensificação das desigualdades, pela precarização das relações de trabalho e pelo avanço de políticas que fragilizam os serviços públicos, a saúde dos trabalhadores da educação precisa ser reconhecida como uma pauta central e inegociável.

As mulheres, que constituem a maioria da força de trabalho nas escolas públicas, enfrentam cotidianamente uma sobrecarga que extrapola os limites da jornada formal. Entre salas de aula, funções administrativas, cuidado com os estudantes e responsabilidades domésticas, acumulam tarefas que impactam diretamente sua saúde física e mental. O esgotamento, o estresse crônico, a ansiedade e outras formas de adoecimento não são situações isoladas, mas sim consequências diretas de um modelo de trabalho e de vida que desconsidera as condições reais em que a educação acontece.

De maneira geral, fatores estruturais como falta de investimentos, redução de concursos públicos, terceirização, superlotação das turmas, ausência de infraestrutura adequada e imposição de metas e índices contribuem para intensificar o quadro de precarização dos profissionais de educação na atualidade. Além disso, a responsabilização individual dos profissionais por problemas estruturais amplia ainda mais a pressão e o sofrimento no ambiente escolar. Os funcionários e funcionárias da educação também têm sofrido duramente os impactos dessa responsabilização.

Diante dessa realidade, afirmar a saúde como uma pauta prioritária do Sepe-RJ é reconhecer que não há qualidade no ensino sem condições dignas de trabalho. A luta por melhores salários, pela garantia de direitos, pela redução de carga horária e fim da minutagem, por respeito ao 1/3 de planejamento e por ambientes escolares seguros e adequados está diretamente relacionada à preservação da saúde das educadoras e educadores.

Estas são pautas que atingem todos os trabalhadores. Compreender isso é compreender que o cuidado com a saúde não é algo individual, cuja cura se alcança individualmente, a partir dos próprios esforços. A solução passa pela transformação do ambiente de trabalho escolar e das relações que nele se constroem.

Defender a saúde dos trabalhadores da educação é, portanto, defender a própria educação pública. É compreender que cuidar de quem ensina, acolhe e sustenta o cotidiano escolar é um compromisso coletivo e político. Nesse sentido, o papel do sindicato é fundamental: organizar, mobilizar, denunciar e propor caminhos que coloquem a vida, o bem-estar e a dignidade das profissionais no centro das políticas educacionais.

Neste Dia Mundial da Saúde, reafirmamos que lutar por direitos é também lutar por saúde. E essa luta, construída coletivamente, é essencial para garantir não apenas a valorização dos trabalhadores da educação, mas também o futuro da própria escola pública.

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Secretaria de Saúde do Sepe realizou a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?”. O Debate foi realizado no dia 21 de março, no auditório do sindicato. A palestra foi comandada pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.

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