Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

A troca no comando da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos e a descontinuidade da dotação de recursos para o Programa Rio sem LGBTIFOBIA ameaça a continuidade desta política de defesa dos direitos LGBTI+ no estado do Rio de Janeiro. A crise ameaça o funcionamento do serviço que, hoje, tem servidores com salários atrasados por causa da descontinuidade dos repasses.

Os Centros de Cidadania LGBTI+ são equipamentos públicos que garantem diversos tipos de atendimentos à população da comunidade. Vão desde orientações sobre a retificação dos documentos civis, organização de casamentos civis, até atenção em saúde física e mental; além de suporte jurídico para casos de LGBTIFOBIA. Prestam atendimento à toda a comunidade e, neste grupo estão os servidores da educação, que encontram ali, atendimento qualificado para acolhida de suas necessidades.

Mantidos através do Programa Rio sem LGBTIFOBIA, gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, em parceria com a UERJ.

Um programa descentralizado e que, em muitos municípios do estado, são a principal e única porta de acesso ao sistema público de saúde e à garantia de direitos básicos que pessoas marginalizadas, como a população LGBTI+ têm negados devido ao preconceito.

Com a troca da chefia da secretaria, houve uma descontinuidade no processo de empenho dos recursos financeiros que mantém o programa de pé. Desde maio, os colaboradores estão sem receber salários e os centros de cidadania, sem recursos para manter suas atividades. É necessário que o secretário assine o documento que garante a liberação dos recursos, a contratação dos colaboradores aprovados no processo seletivo realizado pela UERJ (que estava prevista para o dia 01/07) e a manutenção da oferta dos serviços.

Os coordenadores dos centros de cidadania já tiveram reunião com o secretário, porém, a coisa não andou. Eles acreditam que o governador não tem conhecimento do que está acontecendo. Eles desejam que Ricardo Couto tenha acesso à carta aberta escrita pela gestão dos centros de cidadania e dê encaminhamento à situação, pois se passar do dia 05/07, o programa está fadado à extinção. E isso significa que milhares de pessoas deixarão de ter o devido atendimento e a manutenção da estabilidade de sua saúde física e mental; além do andamento de suas demandas jurídicas.

Veja pelo PDF abaixo o teor da carta pública das pessoas trabalhadoras do Programa Rio sem LGBTIFOBIA
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/07/CARTA-ABERTA-DAS-PESSOAS-TRABALHADORAS-DO-PROGRAMA-RIO-SEM-LGBTIFOBIA.pdf

 

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A Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe esteve presente, na última terça-feira, dia 09 de junho, na Secretaria Municipal de Administração (SMA) do Rio de Janeiro para protocolar um pedido de audiência entre o sindicato e representantes da pasta. O objetivo do Sepe é buscar informações sobre afastamentos e, também, dar tratamento a uma série de denúncias que o sindicato vem recebendo a respeito da perícia médica do município do Rio. A Coordenação Geral do Sepe, desde o início do ano, já enviou cinco solicitações de audiência com a perícia e com a SMA, porém, até o momento, não obtivemos retorno a respeito da marcação da reunião solicitada.

Recentemente, o Sepe promoveu uma plenária com servidores que vêm sendo prejudicados pela perícia do Rio. A plenária foi realizada no dia 26 de maio e, na ocasião, foram apresentadas diversas denúncias, que incluem questões variadas, tais como: demora de meses para marcação de atendimentos; não recebimento de laudos de afastamento; assédios no local da perícia; procrastinação na concessão de readaptações e, até mesmo, a imposição de aposentadorias compulsórias, negando aos servidores a possibilidade de apresentação de laudos de alta médica e efetuando, com isso, cortes salariais incisivos e que comprometem a vida e o bem-estar dos educadores e educadoras.

O Sepe, através da Secretaria de Saúde e Direitos Humanos, seguirá ao lado dos servidores da educação municipal e continuará mobilizando esforços, política e juridicamente, para garantir aos educadores o direito a uma perícia médica comprometida com a dignidade de quem educa.

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Neste ano, a mobilização do 18 de Maio, Dia Nacional de Proteção e Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, completa 26 anos. A data foi instituída pela Lei Federal 9.970/2000, em memória da menina Araceli (Araceli Cabrera Sánchez Crespo), de 8 anos, que foi violentada e assassinada no dia 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES).

A Lei visa mobilizar a sociedade a denunciar tais práticas e ajudar no combate à violência sexual contra crianças e adolescentes e incentivar as denúncias, que podem ser feitas pelo Disque 100, Conselhos Tutelares ou delegacias policiais. Trata-se de uma conquista no marco da luta pelos direitos humanos de crianças e adolescentes no país.

O objetivo da data é mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da defesa dos direitos de crianças e adolescentes. É preciso garantir a todas as crianças e adolescentes o direito ao seu desenvolvimento de forma segura, protegida e livre do abuso e da exploração sexual. A violência sexual praticada contra crianças e adolescentes envolve vários fatores de risco e vulnerabilidade quando se considera marcadores sociais como as relações de gênero, raça/etnia, orientação sexual, classe social, local de moradia (rural ou urbana), condições econômicas e fatores geracionais.

Nessa violação de direito são estabelecidas relações de poder, nas quais tanto pessoas adultas e/ou redes de exploração utilizam crianças e adolescentes para satisfazerem seus desejos e fantasias sexuais e/ou obterem vantagens financeiras e lucros. Nesse contexto, crianças e adolescentes são tratadas como “coisa” e não como sujeitos de direitos – é a “coisificação” das infâncias e adolescências, é o esquecimento da humanidade e da proteção que todas as fases da vida demandam, mas para essas, em especial, são imprescindíveis.

O Brasil, ao estabelecer o dia nacional, oficializou a necessidade de ações contínuas e coordenadas para proteger crianças e adolescentes da violência sexual. A data alinha-se diretamente aos princípios do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, que orienta as políticas públicas e ações em todo o território nacional, buscando prevenir, proteger e responsabilizar nos casos de violência sexual, promovendo uma cultura de proteção integral.

Veja abaixo a moção aprovada na assembleia geral da rede municipal RJ do dia 16/5 sobre a passagem da data:

18 de Maio é dia de reafirmar uma verdade urgente: proteger crianças e adolescentes é responsabilidade coletiva.

Em uma sociedade marcada pela violência, pelo silêncio, pela negligência, crianças e adolescentes, pessoas neurodivergentes e pessoas com deficiência seguem entre os corpos vulnerabilizados ao abuso, à violência e à violação de direitos.

Por isso, prevenção não pode ser campanha de apenas uma data. É escuta, formação, atenção, fortalecimento das redes de proteção e coragem para romper silêncios, inclusive quando elas aparecem de forma naturalizada no cotidiano.

A escola, as famílias, os serviços públicos e toda a sociedade precisam estar atentos aos sinais e comprometidos com uma cultura de proteção, dignidade e cuidado mais humanizado.

Defender infâncias seguras é também defender uma sociedade menos violenta.”

Fonte: http://Facabonito.Org (Ação Nacional para o Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes)

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As Secretarias de Saúde e Direitos Humanos e a Secretaria de Cultura, Formação e Assuntos Educacionais do Sepe convidam a categoria para o TV Sepe desta terça-feira, dia 28 de abril, às 19h, que terá como destaque o lançamento da cartilha sobre acidente de trabalho produzida pelo sindicato.

O programa contará com a participação do advogado do Departamento Jurídico do Sepe, Ítalo Aguiar, que colaborou com a cartilha e falará sobre o tema Segurança e saúde para os profissionais de educação.

Acesse a TV Sepe pelo link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=vix4Hm9VZo8

Faça o download da cartilha (PDF)

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Cultura, Formação Sindical e Assuntos Educacionais, destaque-home, Saúde e Direitos Humanos, Todas

No sábado, dia 11 de abril, o Núcleo de Estudos de Educação Inclusiva (NEEDINC) realizou uma reunião, no auditório do Sinpro-Rio. O tema do encontro, que reuniu duas dezenas de profissionais de educação e convidados, foi a discussão sobre a política nacional de inclusão e a situação da inclusão na rede pública de ensino: Diagnóstico geral do Rio de Janeiro, onde as exigências e leis da inclusão não são cumpridas.

Durante o evento foram realizadas falas das seguintes participantes: Cládice Diniz (UNIRIO); Dani Leal (MOABE RJ); e Izabel Costa (CME RJ).

Ao final da reunião, foram tirados os seguintes encaminhamentos:

– Abrir grupo de WhatsApp do NEEDINC;

– Formação de Grupo de Trabalho (GT) em conjunto com a SAE para estudo específico e sistematização das discussões sobre: os cargos e a carreira dos profissionais da educação inclusiva; levantamento de experiências positivas existentes no país (BH, Goiânia, Angra nos anos 90 e CPII, CAP UERJ e ISERJ); diagnóstico das políticas de inclusão – PNE, Política Nacional, deliberações locais e da situação da rede pública; pesquisa sobre o censo escolar;

– GT: Carol Sepe; Fatima Lima Regional 1, Isabela AAEE Regional 3, Paula Falcão, Simone Regional 9.

– Realização de TV SEPE sobre o tema da inclusão;

– Reunião com a equipe da FIOCRUZ – grupo de pesquisa sobre a inclusão na rede municipal do Rio – indicação 04/05;

– O Sepe RJ deve solicitar dados da inclusão ao IHA;

– Sobre acidente de trabalho envolvendo agressões de crianças/ estudantes incluídos:  consulta ao jurídico sobre como proceder;

– Lutar pelo retorno do COC INTEGRAL e dos CENTROS DE ESTUDOS INTEGRAIS no calendário para discutir a inclusão;

– Representante do Sepe junto ao FUNDEB solicitar informações sobre o uso de mais 23% de recursos financeiros enviados pelo governo federal voltados para a inclusão;

– Discutir no Sepe a importância da criação de núcleo de estudos da educação inclusiva nas diversas redes municipais;

– Indicar a construção de um encontro estadual sobre a educação inclusiva nas redes públicas de ensino;

– Discutir propostas para a inclusão como: a constituição e/ou ampliação das equipes multidisciplinares; a ampliação das salas de recursos com pelo menos 1 em cada escola pública; discutir a carreira e a formação inicial mínima para os profissionais do atendimento educacional especializado: eles exercem função docente ou apoio técnico?; discussão sobre a redução do quantitativo de crianças/estudantes em cada agrupamento/turma nas escolas públicas.

Durante a reunião ainda foram tocadas as seguintes questões:

– Necessidade de discussão sobre a precarização e desvalorização dos profissionais do atendimento especializado e do profissional da educação em geral;

– Discutir as experiências de Niterói e São Gonçalo onde o atendimento especializado direcionado à criança/ estudante é realizado por profissional do Magistério concursado. Debater também a proposta de flexibilização com a criação de um profissional da educação voltado apenas para os cuidados, um cuidador;

– Discutir a necessidade de atendimento especializado aos estudantes com deficiência, pelo poder público, também após o horário da escola, muitas em turno parcial;

– Fazer a discussão conceitual da educação inclusiva a partir de concepções como da escola unitária de Gramsci e do Desenvolvimento universal de aprendizagem (DUA);

– Fazer a discussão sobre a inclusão a partir de outro modelo de sociedade, não pautada no neoliberalismo e conservadorismo;

– Utilizar o mapeamento da inclusão, por escola, realizado no mandato da ex-vereadora Luciana Boiteux;

– Indicar ao Sepe Central estudos e ações voltadas também para a rede estadual;

– Propostas de políticas públicas voltadas para famílias e/ou responsáveis de crianças e estudantes com deficiência;

– No setor público, lutar para que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente à educação pública;

– Discutir a importância da presença das escolas especiais;

– Destacar a importância do estudo da educação inclusiva nas licenciaturas e graduações;

Foram indicadas as seguintes ações a curto prazo:

. Solicitação oficial dos dados acerca da educação inclusiva no município do RJ para o IHA

. Construção de uma orientação em relação a acidentes relacionados a agressão sofridas a partir da intervenção na Educação especial/Inclusiva (abertura de NAT)

. Luta pela retomada pelo tempo integral do COC

. Retorno dos CEs com foco nos casos de inclusão, organizados a partir das unidades escolares, referenciado nas suas demandas

. Construção de diálogos junto a comunidade escolar a partir dos CECs, no sentido de fortalecer a unidade em torno dos direitos da família, da criança e dos profissionais de educação.

. Campanha pelo cumprimento da modulação (relação aluno/AAEE) previsto em lei e prometido pelo prefeito durante a campanha

. Campanha pela sala de recursos em cada escola.


 

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Veja abaixo um texto da Secretaria de Saúde e Direitos Humanos do Sepe sobre a passagem, nesta terça-feira (dia 07 de abril de 2026) do Dia Mundial da Saúde 2026. Neste ano, o tema escolhido para marcar este dia foi “Juntos pela saúde. Apoie a ciência” (ou “Together for health. Stand with science”). A campanha foca no poder da colaboração científica para proteger a saúde global, destacando a abordagem de “Uma Só Saúde” (One Health), que integra a saúde humana, animal, vegetal e do planeta.

O Dia Mundial da Saúde é organizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)em data que foi estabelecida em 1948 para marcar a fundação da organização e é comemorada desde 1950, com o objetivo de conscientizar a população global sobre temas cruciais de saúde pública e bem-estar.

Veja o texto da Secretaria de Saúde do Sepe sobre o Dia Mundial da Saúde e a necessidade de reflexão sobre a saúde, as condições de vida e de trabalho dos profissionais de educação:


Nota da Secretaria de Saúde do Sepe RJ

No contexto do Dia Mundial da Saúde (dia 07 de abril), refletir sobre as condições de vida e trabalho das profissionais da educação básica pública torna-se urgente e necessário. Em um cenário marcado pela intensificação das desigualdades, pela precarização das relações de trabalho e pelo avanço de políticas que fragilizam os serviços públicos, a saúde dos trabalhadores da educação precisa ser reconhecida como uma pauta central e inegociável.

As mulheres, que constituem a maioria da força de trabalho nas escolas públicas, enfrentam cotidianamente uma sobrecarga que extrapola os limites da jornada formal. Entre salas de aula, funções administrativas, cuidado com os estudantes e responsabilidades domésticas, acumulam tarefas que impactam diretamente sua saúde física e mental. O esgotamento, o estresse crônico, a ansiedade e outras formas de adoecimento não são situações isoladas, mas sim consequências diretas de um modelo de trabalho e de vida que desconsidera as condições reais em que a educação acontece.

De maneira geral, fatores estruturais como falta de investimentos, redução de concursos públicos, terceirização, superlotação das turmas, ausência de infraestrutura adequada e imposição de metas e índices contribuem para intensificar o quadro de precarização dos profissionais de educação na atualidade. Além disso, a responsabilização individual dos profissionais por problemas estruturais amplia ainda mais a pressão e o sofrimento no ambiente escolar. Os funcionários e funcionárias da educação também têm sofrido duramente os impactos dessa responsabilização.

Diante dessa realidade, afirmar a saúde como uma pauta prioritária do Sepe-RJ é reconhecer que não há qualidade no ensino sem condições dignas de trabalho. A luta por melhores salários, pela garantia de direitos, pela redução de carga horária e fim da minutagem, por respeito ao 1/3 de planejamento e por ambientes escolares seguros e adequados está diretamente relacionada à preservação da saúde das educadoras e educadores.

Estas são pautas que atingem todos os trabalhadores. Compreender isso é compreender que o cuidado com a saúde não é algo individual, cuja cura se alcança individualmente, a partir dos próprios esforços. A solução passa pela transformação do ambiente de trabalho escolar e das relações que nele se constroem.

Defender a saúde dos trabalhadores da educação é, portanto, defender a própria educação pública. É compreender que cuidar de quem ensina, acolhe e sustenta o cotidiano escolar é um compromisso coletivo e político. Nesse sentido, o papel do sindicato é fundamental: organizar, mobilizar, denunciar e propor caminhos que coloquem a vida, o bem-estar e a dignidade das profissionais no centro das políticas educacionais.

Neste Dia Mundial da Saúde, reafirmamos que lutar por direitos é também lutar por saúde. E essa luta, construída coletivamente, é essencial para garantir não apenas a valorização dos trabalhadores da educação, mas também o futuro da própria escola pública.

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Secretaria de Saúde do Sepe realizou a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?”. O Debate foi realizado no dia 21 de março, no auditório do sindicato. A palestra foi comandada pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.

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O Sepe convida a categoria para a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?” que será realizada no próximo sábado (21), a partir das 13h, no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga, 55 – 7 andar). O encontro será comandado pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Mordente Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.

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A Unimed Brasil está atualizando toda a sua rede credenciada de forma a garantir o retorno do pleno atendimento aos usuários.

Lembramos, que o credenciamento de hospitais e dos médicos, como sempre, é realizado por especialidade. Há hospitais que atendem determinadas especialidades e outras não.

Os hospitais e médicos (com suas especialidades) que já estão na rede e atendendo aos usuários estão no seu aplicativo. Além do aplicativo (todo verde da Unimed BR) no seu celular, você pode procurar por especialidade, tanto médica como hospitar e de laboratório pelo seguinte canal na internet:

https://www.unimed.coop.br/site/web/riodejaneiro/guia-medico#/

Entrando na  página acima, à direita pode ver: Guia Médico. É só preencher o conjunto de perguntas reunidas ali que o programa vai lhe ajudar a encontrar a especialidade que procura entre os médicos, hospitais e laboratórios.
Outrossim, o cliente pode ainda ir na loja da Unimed e solicitar a relação de médicos e hospitais que procura.

Siga as orientações.

Resumo:

– Procure a rede credenciada pelo aplicativo; ou

– No sitehttps://www.unimed.coop.br/site/web/riodejaneiro/guia-medico#/ 

Nas lojas da Unimed.


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O Sepe Saúde divulga abaixo um comunicado sobre o funcionamento da rede credenciada enviado pela Unimed BR aos usuários do convênio. Veja no texto as informações enviadas pela representante institucional das cooperativas Unimed, com esclarecimento sobre a continuidade da prestação dos serviços de assistência em saúda aos usuários do convênio:

“Comunicado Importante da Unimed BR sobre a Rede Credenciada

A Unimed do Brasil e a Unimed Ferj seguem atuando de forma integrada para garantir a estabilidade, a normalidade e a qualidade da assistência em saúde aos beneficiários.

Foram firmadas parcerias com importantes prestadores de serviços de saúde, considerando também os médicos cooperados da Unimed-Rio, assegurando o acesso à rede credenciada e fortalecendo o cuidado aos clientes.

Esse processo faz parte do nosso compromisso contínuo com o acesso e a qualidade do atendimento, realizado de forma planejada e em conformidade com os direcionamentos da ANS (RN nº 517/2022).”

Importante: para consultar a rede de atendimento atualizada do plano, acesse sempre o Guia Médico:

https://www.unimed.coop.br/site/web/riodejaneiro/guia-medico

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