A troca no comando da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos e a descontinuidade da dotação de recursos para o Programa Rio sem LGBTIFOBIA ameaça a continuidade desta política de defesa dos direitos LGBTI+ no estado do Rio de Janeiro. A crise ameaça o funcionamento do serviço que, hoje, tem servidores com salários atrasados por causa da descontinuidade dos repasses.
Os Centros de Cidadania LGBTI+ são equipamentos públicos que garantem diversos tipos de atendimentos à população da comunidade. Vão desde orientações sobre a retificação dos documentos civis, organização de casamentos civis, até atenção em saúde física e mental; além de suporte jurídico para casos de LGBTIFOBIA. Prestam atendimento à toda a comunidade e, neste grupo estão os servidores da educação, que encontram ali, atendimento qualificado para acolhida de suas necessidades.
Mantidos através do Programa Rio sem LGBTIFOBIA, gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, em parceria com a UERJ.
Um programa descentralizado e que, em muitos municípios do estado, são a principal e única porta de acesso ao sistema público de saúde e à garantia de direitos básicos que pessoas marginalizadas, como a população LGBTI+ têm negados devido ao preconceito.
Com a troca da chefia da secretaria, houve uma descontinuidade no processo de empenho dos recursos financeiros que mantém o programa de pé. Desde maio, os colaboradores estão sem receber salários e os centros de cidadania, sem recursos para manter suas atividades. É necessário que o secretário assine o documento que garante a liberação dos recursos, a contratação dos colaboradores aprovados no processo seletivo realizado pela UERJ (que estava prevista para o dia 01/07) e a manutenção da oferta dos serviços.
Os coordenadores dos centros de cidadania já tiveram reunião com o secretário, porém, a coisa não andou. Eles acreditam que o governador não tem conhecimento do que está acontecendo. Eles desejam que Ricardo Couto tenha acesso à carta aberta escrita pela gestão dos centros de cidadania e dê encaminhamento à situação, pois se passar do dia 05/07, o programa está fadado à extinção. E isso significa que milhares de pessoas deixarão de ter o devido atendimento e a manutenção da estabilidade de sua saúde física e mental; além do andamento de suas demandas jurídicas.
Veja pelo PDF abaixo o teor da carta pública das pessoas trabalhadoras do Programa Rio sem LGBTIFOBIA
https://seperj.org.br/wp-content/uploads/2026/07/CARTA-ABERTA-DAS-PESSOAS-TRABALHADORAS-DO-PROGRAMA-RIO-SEM-LGBTIFOBIA.pdf

Neste ano, a mobilização do 18 de Maio, Dia Nacional de Proteção e Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, completa 26 anos. A data foi instituída pela Lei Federal 9.970/2000, em memória da menina Araceli (Araceli Cabrera Sánchez Crespo), de 8 anos, que foi violentada e assassinada no dia 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES).
As Secretarias de Saúde e Direitos Humanos e a Secretaria de Cultura, Formação e Assuntos Educacionais do Sepe convidam a categoria para o TV Sepe desta terça-feira, dia 28 de abril, às 19h, que terá como destaque o lançamento da cartilha sobre acidente de trabalho produzida pelo sindicato.
No sábado, dia 11 de abril, o Núcleo de Estudos de Educação Inclusiva (NEEDINC) realizou uma reunião, no auditório do Sinpro-Rio. O tema do encontro, que reuniu duas dezenas de profissionais de educação e convidados, foi a discussão sobre a política nacional de inclusão e a situação da inclusão na rede pública de ensino: Diagnóstico geral do Rio de Janeiro, onde as exigências e leis da inclusão não são cumpridas.
Secretaria de Saúde do Sepe realizou a palestra “O que é saúde do trabalhador? – Por que esse debate é tão importante para quem trabalha na educação pública?”. O Debate foi realizado no dia 21 de março, no auditório do sindicato. A palestra foi comandada pela professora de Psicologia Educacional da UFRJ, Giuliana Volfzon Mordente, pesquisadora com foco em neoliberalismo escolar e educação democrática.
O Sepe Saúde divulga abaixo um comunicado sobre o funcionamento da rede credenciada enviado pela Unimed BR aos usuários do convênio. Veja no texto as informações enviadas pela representante institucional das cooperativas Unimed, com esclarecimento sobre a continuidade da prestação dos serviços de assistência em saúda aos usuários do convênio: