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Os professores e funcionários administrativos da rede pública estadual de educação do Rio de Janeiro realizarão uma paralisação de 24 horas no dia 05 de maio (próxima terça-feira), quando será realizada assembleia geral, às 10h, no Clube de Engenharia (Av. Rio Branco, 124 – Centro – mesmo local da última assembleia), com o indicativo de discussão da entrada ou não em estado de greve. Logo após a assembleia, a categoria realizará ato público, em local a confirmar.

Principais reivindicações:

1) Pagamento do piso nacional do magistério na carreira

2) Cumprimento do acordo da recomposição com a ALERJ (perdas de 2017 a 2021), com o pagamento das duas parcelas de reajuste que faltam;

3) Reajuste das perdas dos últimos anos: de acordo com o IPCA/IBGE, para devolver o poder de compra de 2014 aos profissionais da Educação estadual seria necessário um reajuste de 56,74%;

4) Defesa da aposentadoria. DEVOLUÇÃO do R$ 1 bilhão do rombo no RioPrevidência;

5) Ninguém recebe abaixo do mínimo; aprovação do PL 2531, do piso nacional dos funcionários;

6) Regularização da animação cultural e reestruturação da carreira dos ex-faep, com isonomia em relação à faetec;

7) Concurso público já!

Leia a Cartilha da Campanha Salarial da rede estadual, com tabelas salariais.

Leia o boletim do Sepe convocando para o dia 5 de maio.

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No dia 1º de maio, sexta-feira, as Centrais sindicais, partidos e os movimentos sociais estão convocando para um grande ato que será realizado na Praia de Copacabana (Posto 5), a partir das 14h, marcando a passagem de mais um dia do Trabalhador. Na pauta da manifestação estão incluídos os seguintes temas: fim da escala 6X1, redução da jornada sem redução de salário, o combate a fraudes e a pejotização e o fortalecimento das negociações coletivas. Os profissionais de educação irão participar da manifestação na Praia de Copacabana.

Além das pautas trabalhistas, também serão destacados o combate à violência contra as mulheres e feminicídio e a defesa da paz e da soberania com o avanço do imperialismo dos Estados Unidos no Oriente Médio e no restante do mundo sob o comando do governo Trump.

A concentração para o ato foi marcada para a Avenida Atlântica, no Posto 5.

Veja abaixo os eixos do ato do 1º de Maio na Praia de Copacabana

 Fim da escala 6×1

 Redução da jornada de trabalho sem redução salarial

 Em defesa da soberania nacional e da América Latina

 Em defesa da paz

 Em defesa da vida das mulheres: contra o feminicídio e a violência

 Pela regulamentação do trabalho nos aplicativos

 Contra a pejotização irrestrita

 

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A arte educadora Dione Souza Lins teve a sua proposta escolhida em votação popular pelas redes do Sepe no concurso para a confecção de um “Mural ARTIVISTA” em menção ao Dia Internacional da Mulher (8M).

Intitulada “Nossos passos, nossos olhares, nossas vozes vêm de muito longe!”, a obra de Dione Lins utilizou referências da arte indígena contemporânea, inspirada nos trabalhos das artistas Daiara Tukano e Carmézia Emiliano.

O concurso foi idealizado pela Secretaria de Gênero e Defesa dos Direitos LGBTQIAPN+ do Sepe RJ e contou com a participação de diversas educadoras filiadas de todas as redes de ensino, que apresentaram suas propostas de pintura com objetivo de provocar a reflexão acerca da violência de gênero e/ou demais pautas do movimento feminista.

A votação foi feita pelas redes sociais do sindicato e a vencedora executará o seu projeto de mural em uma escola que enfrente ou tenha enfrentado situações relacionadas à violência de gênero.

A proposta vencedora apresenta os seguintes objetivos:

* Abordar como o papel da mulher na sociedade e na escola precisa ser destacado, valorizado e respeitado.

* Sugerir reflexão para a construção coletiva na luta cotidiana.

* Incentivar o debate, desmistificar conceitos construídos para impor medo e subalternidade em nós, mulheres.

* Criar uma rede que construa memórias de quem fomos, somos e o que queremos para o futuro.

Veja abaixo, um depoimento da vencedora do concurso “Mural ARTIVISTA”, professora Dione Lins, sobre a sua proposta, que ficou em primeiro lugar na votação popular realizada pelas redes do Sepe RJ:

“Como professora artista adquiri, ao longo da minha trajetória, referências em muitas mulheres artistas. Neste projeto, destaco Daiara Tukano e Carmézia Emiliano, ambas da arte contemporânea indígena. Fragmentos de suas obras, ora surgem como camadas em lambe lambe, ora com técnicas do graffiti em formas de grafismos ou stencil. 

A proposta é representar e destacar o papel da mulher professora, na nossa sociedade, como ancestral e por isso a referência na obra “Aprendendo” de Carmézia Emilano, 2020, a qual representa um espaço de aprendizagem numa aldeia indígena. Emiliano é de etnia Macuxi e no quadro de giz em sua obra aparece a palavra vovó e sua correlação na língua Macuxi e acrescento a palavra que expressa o sentido de Professora/Educadora também em Macuxi.

Ao mesmo tempo, na obra, além de crianças aprendendo, estão grupos de indígenas trabalhando nos dando a ideia de que o momento de aprendizagem na escola/educação faz parte do cotidiano de forma ampla, coletiva, inter e transdisciplinar.

Destaco no painel a tecelagem com a juta (tecido brasileiro) e com um fio que tece e percorre o tempo que carrega memórias, chegando aos nossos tempos com uma mulher artista do graffiti.  No centro, uma mandala com formas orgânicas pintadas, olhos e bocas de mulheres (em lambe lambe), representando nossos olhares, nossas vozes no mundo.

No centro da mandala, o Sankofa, que faz parte de um conjunto de ideogramas chamados Adinkra – de origem africana, representado por um pássaro que volta a cabeça à cauda. O símbolo é traduzido por: “retornar ao passado para ressignificar o presente e construir o futuro”. Aqui, representa a importância de aprendermos com quem veio antes de nós para fortalecer a nossa luta, seja na escola, no sindicato, na vida. A mandala, elementos da natureza e grafismos indígenas são usados através do estêncil (graffiti), na composição que apresenta a cor roxa no fundo e as cores das bandeiras de luta nas questões de gênero e na defesa dos direitos LGBTQIAPN+. Destaco a importância de usar os elementos da natureza como uma forma, também, de afirmar que nós somos a natureza e que tudo está conectado”.


 

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O Sepe produziu uma cartilha, com 12 páginas, para fortalecer a mobilização nas escolas estaduais e a campanha salarial deste ano. A publicação mostra a situação econômica cruel que a categoria atravessa, depois de longos anos sem reajuste, sem o piso e a recomposição. Com tabelas produzidas pelo Sepe/Dieese, a cartilha compara a situação atual dos vencimentos-base do magistério com outros cenários, como com a reposição salarial acordada na Alerj, com a reposição completa da inflação ou ainda com o piso na carreira. A cartilha mostra ainda  situação de funcionários, com 9 de 12 cargos com vencimento-base abaixo do mínimo, e compara com a reposição da inflação, com a recomposição acordada e ainda como seria com a aplicação do piso de funcionários, em debate no Senado.

Também traz comparação atualizada de quantas cestas básicas do Dieese era possível comprar com o vencimento-base em 2014 e quantas conseguimos comprar hoje.

A publicação estará disponível nos próximos dias e será entregue também na paralisação do dia 05 de maio, na assembleia da rede estadual, às 10h, no Clube de Engenharia (Av. Rio Branco, 124 – Centro).

Baixe o seu exemplar da cartilha e compartilhe na sua escola

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Neste domingo, 26 de abril, o Sepe Campos esteve em alguns locais onde estavam sendo aplicadas provas para o concurso para a contratação de professores para a rede municipal de Educação de Campos. Inicialmente, foram abertas mil vagas para professores de diversas disciplinas e mais de 20 mil candidatos se inscreveram para participar da seleção.

O Sepe Campos distribuiu canetas e materiais para os candidatos e candidatas, desejando boa sorte e convidando para a luta em defesa da escola pública de qualidade. Esse concurso sempre esteve presente nas pautas de reivindicações do sindicato e a luta agora é para que sejam convocados mais que as mil vagas oferecidas, já que este número não será suficiente para cobrir as carências de professores em sala de aula no município de Campos.


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As Secretarias de Saúde e Direitos Humanos e a Secretaria de Cultura, Formação e Assuntos Educacionais do Sepe convidam a categoria para o TV Sepe desta terça-feira, dia 28 de abril, às 19h, que terá como destaque o lançamento da cartilha sobre acidente de trabalho produzida pelo sindicato.

O programa contará com a participação do advogado do Departamento Jurídico do Sepe, Ítalo Aguiar, que colaborou com a cartilha e falará sobre o tema Segurança e saúde para os profissionais de educação.

Acesse a TV Sepe pelo link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=vix4Hm9VZo8

Faça o download da cartilha (PDF)

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O Sepe informa que, por motivos técnicos no cabeamento externo do prédio da sede central do sindicato, estamos com a totalidade nossas linhas telefônicas sem funcionamento desde o início da manhã desta quarta-feira, dia 22 de abril.

Informamos que a empresa de telefonia esteve na sede do sindicato e informou que o problema não é interno, mas nos cabos que vêm da rua e que os reparos já se encontram em andamento, mas sem previsão de finalização do serviço.

Solicitamos aos filiados e demais profissionais de educação que precisem entrar em contato conosco, o façam por meio dos emails dos respectivos departamentos listados abaixo:

juridico@seperj.org.br

secretaria@seperj.org.br

tesouraria@seperj.org.br

cpd@seperj.org.br

imprensa@seperj.org.br

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Uma declaração do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, com críticas ao que ele chamou de farra de contratações para professores temporárias nos estados e municípios do Brasil, alcançou grande repercussão nacional nas redes sociais. A fala ocorreu durante o julgamento no Supremo (16/4) que reconheceu por unanimidade o direito das professoras e professores contratados temporariamente pelas redes de ensino do país ao piso salarial profissional nacional da categoria.

Segundo o ministro, é importante reforçar a importância do cumprimento do artigo 37 da Constituição Federal, que determina o concurso público  e impõe aos governos o dever de respeitá-lo. Alexandre de Moraes, apresentou dados do Censo Escolar 2025, que mostram um número de quase 50% de contratos temporários na educação básica no lugar de estatutários, uma verdadeira burla, segundo o ministro, ao dispositivo da Constituição que permite a contratação temporária em casos de necessidades excepcionais.

No estado do Rio de Janeiro, a situação também é grave, já que a falta de concursos públicos é um fato não só na rede estadual como em várias redes municipais, não só para professores como para funcionários administrativos. O Sepe já fez uma série de denúncias sobre esta questão, mostrando que os contratos temporários não resolvem a questão da carência de profissionais nas escolas, além de se constituírem num problema para os fundos de previdência públicos já que os contratados não contribuem para os mesmos. Sem falar na possibilidade de uso eleitoral neste tipo de contratação de profissionais para trabalharem nas escolas.

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O governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, bloqueou R$ 730 milhões que seriam repassados a 16 municípios do estado por decisão do ex-governador Cláudio Castro que, em 23 de março, pouco antes de renunciar, havia autorizado o enquadramento desta verba oriunda do Fundo Soberano (receitas de royalties da exploração de petróleo e gás natural). O Fundo foi criado em 2022 e tem por finalidade financiar investimentos estruturantes de médio e longo prazo em áreas como infraestrutura, saúde e educação.

O alto valor da liberação e o momento em que ela foi feita, poucas horas antes do anúncio da renúncia de Castro para fugir da cassação do seu mandato em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), chamaram a atenção do novo govenador em exercício, que decidiu pela suspensão do repasse dos R$ 730 milhões. Em nota enviada pela assessoria do estado, Couto afirmou que não foi informado sobre o assunto à época e que, por ora, não haverá liberação de recursos do fundo soberano. Os projetos apresentados pelas áreas serão analisados pelas instâncias técnicas do novo governo.

Segundo informações divulgadas pelo atual governo, os projetos a serem contemplados seriam destinados a três pastas e alcançariam ações em 16 cidades das regiões Norte, Noroeste, Sul, Serrana e dos Lagos. A Secretaria de Cidades, pasta que foi comandada pelo atual presidente eleito da Alerj, Douglas Ruas (PL), seria a que receberia a maior dotação, R$ 250 milhões, para realização de um único projeto sem destinação informada.

O ex-governador Cláudio Castro foi às redes sociais para tentar desmentir a autorização para a utilização de verbas do Fundo Soberano. Segundo Castro, houve uma reunião ordinária do comitê encarregado de analisar a utilização dos recursos e que a aprovação dos projetos não significa o gasto imediato de dinheiro público proveniente do Fundo criado para financiar investimentos em infraestrutura, saúde e educação.

O Sepe saúda a decisão que bloqueou a autorização da utilização das verbas do Fundo Soberano, no mesmo dia da renúncia do ex-governador, com o repasse de verbas milionárias para Secretarias, sendo que para uma delas, a de Cidades, comandada até há pouco tempo pelo atual deputado estadual  Douglas Ruas, presidente eleito da Alerj e possível candidato pelo partido do ex-governador (PL) em outubro nas eleições estaduais, sem destinação assinalada.

 

 

 

 

 

 

 

 

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