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Nota da direção do Sepe – Em defesa da democracia, do respeito e contra todas as formas de violência política
9 de outubro de 2026
A direção do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ) reafirma seu compromisso inegociável com a democracia, o respeito às diferenças e o enfrentamento de todas as formas de violência política.
Um dos elementos que historicamente caracterizam as práticas fascistas é a intolerância diante das divergências, expressa na desqualificação, na intimidação e na violência verbal e física contra adversários políticos. Não podemos permitir que a cultura do ódio, da intolerância e da violência se naturalize ou encontre espaço em nossas organizações e ambientes coletivos de luta.
O SEPE/RJ é uma entidade construída historicamente a partir da pluralidade de ideias, do debate político, da organização coletiva e da defesa dos direitos da classe trabalhadora. As divergências políticas e ideológicas fazem parte da democracia e devem ser enfrentadas por meio do diálogo, da argumentação e do respeito mútuo, jamais pela intimidação ou pela violência.
A direção do SEPE/RJ repudia veementemente qualquer forma de agressão verbal, ameaça, constrangimento ou violência física e reafirma que tais práticas são absolutamente incompatíveis com os princípios democráticos que orientam nossa atuação sindical.
Não aceitaremos que nossos espaços de organização, deliberação e luta sejam transformados em ambientes de hostilidade, perseguição ou agressão. O respeito à integridade física e moral de todas as pessoas deve ser um princípio inegociável, independentemente das diferenças políticas existentes.
Defender a democracia significa também praticá-la cotidianamente, assegurando o direito à divergência, à livre manifestação de ideias e à participação política em ambientes seguros e respeitosos.
Não há democracia onde prevalecem a intimidação e a violência. Não há construção coletiva onde o diálogo é substituído pela agressão.
Não há democracia onde prevalecem a intimidação e a violência. Não há construção coletiva onde o diálogo é substituído pela agressão.
