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Os profissionais das escolas estaduais farão uma assembleia geral neste sábado (dia 18 de agosto), a partir das 14h, no auditório 91 da UERJ (Campus Maracanã). A categoria irá discutir os problemas enfrentados pelos professores e funcionários nas 1280 escolas que funcionam em todo o estado e organizar a mobilização para garantir mais investimentos na educação estadual e valorização profissional.
 
Há mais de quatro anos, os professores e funcionários administrativos lutam contra a falta de reajuste salarial e contra a política de fechamento de escolas, turnos e turmas nas escolas estaduais. Outro problema decorrente da falta de investimentos do governo estadual na rede é o corte das verbas de manutenção que provocam problemas de infraestrutura nos prédios e, até mesmo, na preparação das merendas dos estudantes.
 
Desde a gestão do ex-governador Sérgio Cabral – preso atualmente – e na atual de Luiz Fernmando Pezão, a categoria luta contra os baixos salários e contra a falta de uma política de valorização dos docentes e funcionários. Outra reivindicação é a implementação da Lei Federal do Piso da Educação, que garante 1/3 da carga horária para o planejamento pedagógico fora de sala de aula. Aprovada em julho de 2008 a lei 11.738 criou um piso para os educadores de R$ 2.298,00 e determinou que cada professor tenha 1/3 da carga horária destinados para planejamento fora de sala de aula. Até hoje, o governo do estado não cumpriu o que determina a Lei. Hoje um professor do estado do Rio de Janeiro recebe um piso salarial de R$ 1.179,00 e os funcionários de R$ 981,00.
 
Pela manhã, a partir das 9h, o Sepe realiza no mesmo local o Seminário "A quem interessa a proposta de BNCC?", com a participação nos debates dos seguintes especialistas em educação: Adrina Penna (UFF de Santo Antônio de Pádua); Claudia Piccinini (UFRJ); Marcia Alvarenga (UERJ – São Gonçalo); Lucila Lino (UERJ) e Ana Karina Brenner (UERJ). 
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