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REDE MUNICIPAL RJ FARÁ GREVE DE 24H NESTA QUARTA (01/06) POR RECOMPOSIÇÃO SALARIAL

Os profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro farão greve de 24h nesta quarta-feira, 1º de junho, para levar adiante a campanha salarial 2022.

Na mesma quarta-feira, o Sepe convoca assembleia presencial às 9h, na quadra da Escola de Samba Estácio de Sá (Rua Salvador de Sá, 206 – Estácio), e ato unificado com os demais servidores, na sede da Prefeitura, na Cidade Nova. Assim que terminar a assembleia, os profissionais de educação sairão em passeata do Estácio até a prefeitura para se juntar ao ato dos demais servidores.

O Sepe apoia a pauta geral dos servidores: recomposição salarial (último reajuste foi em março de 2019); descongelamento dos triênios e dos planos de carreiras das categorias não contempladas.

O prefeito Eduardo Paes continua se negando a receber a representação do funcionalismo, mesmo com apoio formal de 32 vereadores para a abertura de canal de negociação entre o Executivo e os servidores. O documento com o apoio dos parlamentares já foi protocolado na prefeitura. 

CAMPANHA SALARIAL 2022 DA REDE MUNICIPAL RJ

Além da pauta geral dos servidores, a rede municipal de educação RJ está em campanha salarial e conta com uma pauta própria, encabeçada pela reivindicação de reajuste salarial de 22,77% – índice do INPC-IBGE (DIEESE), contando a partir do último reajuste do servidor, em março/2019, até dezembro/2021. As perdas também levam em consideração o aumento do desconto previdenciário de 11% para 14%. Além do reajuste, a categoria está em luta por:

– Descongelamento dos Triênios;

– Implementação do 1/3 de planejamento extraclasse, com tratamento isonômico para toda a categoria;

– Reajuste do auxílio alimentação, congelado há 10 anos;

– Direito à migração de 40h: o Sepe reivindica transparência nas listas dos classificados, inclusive com a publicação em DO por ordem de chamada, e também transparência nos valores pagos e descontados no contracheque;

– Respeito ao direito à origem para os funcionários e professores;

– Pagamento do triênio (adicional por tempo de serviço) para os secretários escolares na gratificação por desempenho, no cargo técnico GD;

– Contra o fechamento de turmas e berçários;

– Valorização dos profissionais da Educação Especial;

– Respeito à nossa carga horária (8 horas e não 9 horas, sem hora de almoço inserido nas 40h);

– Volta do pagamento do adicional de qualificação para o funcionário administrativo.

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