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O Sepe apoia a luta pelo fim da escala 6×1 e convoca a categoria da Educação e toda a classe trabalhadora a fortalecer a mobilização nacional em defesa da redução da jornada de trabalho, sem redução salarial. Neste domingo, dia 30 de agosto, centrais sindicais, movimentos sociais e organizações populares realizarão atos em diversas cidades do país, inclusive na Avenida Paulista, em São Paulo, para pressionar o Senado Federal pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 221/2019 (PEC) que estabelece novas regras para a jornada de trabalho.

A PEC 221/2019 já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio e agora está em tramitação no Senado. O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM), já entregou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado relatório a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1. Ele manteve o texto aprovado pela Câmara, visando agilizar a análise do tema. Com isso, o relator rejeitou todas as mudanças pedidas por senadores contrários à PEC, incluindo o retorno das 44 horas semanais, defendido por integrantes da bancada do PL, em uma tentativa de enorme retrocesso.

A votação na CCJ deverá ocorrer no dia 2 de setembro. Após essa etapa, a proposta será analisada pelo plenário do Senado e, se aprovada, vai para a sanção do presidente Lula, que apoia a iniciativa. O Sepe segue ao lado da classe trabalhadora na luta por mais direitos, dignidade e qualidade de vida. Leia a seguir, um resumo da PEC 221/2019.

Resumo da proposta

A proposta, após a promulgação da PEC, determina em 60 dias:

– O início da escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso;

– A jornada reduzida de 44 horas semanais para 42 horas;

Em 14 meses:

– Jornada deve cair de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5X2 e;

– Dois dias de descanso por semana, um deles preferencialmente aos domingos.

O texto aprovado também estabelece exceções:

Profissionais com diploma de nível superior e remuneração mensal acima de R$ 21,1 mil não estarão submetidos às novas regras de jornada e controle de ponto. Segundo o relatório, a medida busca evitar a pejotização e garantir maior flexibilidade para trabalhadores de alta renda. Nesses casos, a redução da jornada dependerá de decisão do empregador ou de previsão em acordos coletivos. A exceção, no entanto, não se aplica aos servidores e empregados públicos da administração direta e indireta da União, estados, Distrito Federal e municípios.

Nos contratos firmados pelo poder público com empresas terceirizadas, os trabalhadores passarão a ser incluídos na nova jornada a partir da formalização de aditivos contratuais ou após o prazo máximo de 12 meses previsto para adaptação.

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O Plebiscito Popular 2025 – Por um Brasil Mais Justo e Soberano chega à reta final com um chamado nacional à intensificação das ações de mobilização e coleta de votos. A votação, que se encerra no domingo (12/10), já contabiliza 1,5 milhão de participações em todas as regiões do país, segundo a Secretaria Nacional do Plebiscito.

O Sepe apoia o plebiscito e mantém uma urna na sua sede central, além das sedes em núcleos e regionais.

Saiba mais no site do movimento. 

Organizado por uma frente ampla de partidos progressistas, centrais sindicais, movimentos estudantis, entidades da sociedade civil e expressões de fé, o plebiscito propõe duas medidas centrais: a redução da jornada de trabalho sem redução de salário, com o fim da escala 6×1, e a reforma tributária progressiva, com isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês e taxação das grandes rendas — acima de R$ 600 mil por ano.

A mobilização popular em torno do plebiscito tem provocado impactos concretos no Congresso Nacional. No dia 1º de outubro, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para até R$ 5 mil. Representantes das organizações que compõem a campanha também entregaram simbolicamente os votos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto.

A última semana de campanha é marcada por um mutirão nacional de votação, que acontece de 6 a 12 de outubro. Estão previstas ações de rua, coleta de votos físicos e reforço à votação online, disponível pelo site plebiscitopopular.org.br. Ao mesmo tempo, os comitês locais e a Secretaria Nacional seguem mobilizados na conferência e registro dos votos já recebidos.

Além das ações presenciais, a campanha também se fortaleceu nas redes sociais, com conteúdos voltados à conscientização política e à defesa das duas pautas principais.

Atenção, não há voto online, o voto é feito em coletas nas ruas e instituições.

Texto do site Brasil de Fato.

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Nessa quinta-feira (10/07), às 17h, em frente à Bolsa de Valores do Rio (Praça XV), ocorrerá ato pela taxação dos super-ricos e pelo fim da escala 6 x 1.

A manifestação reivindica a taxação dos super-ricos, para garantir direitos para o povo brasileiro.

Após a vergonhosa votação no Congresso que impediu o governo federal de taxar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o boicote de setores do Congresso Nacional em pautar medidas que beneficiem o trabalhador, como a tributação dos super-ricos, a isenção a quem ganha até 5 mil reais e o fim da escala 6×1, as Frentes de movimentos sociais no estado convocam o povo a ocupar as ruas!

Pelo fim da escala 6×1!

Pela isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais!

Todos ao ato em frente à Bolsa de Valores, nesta quinta-feira, às 17h.

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