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No dia 06 de janeiro de 2026, o presidente Lula sancionou a Lei 15.326/2026, que determina a inclusão das Agentes de Educação Infantil (AEIs) entre as profissionais do magistério. Trata-se de uma conquista histórica fruto de muita luta e mobilização destas profissionais que atuam em creches, garantindo direitos, como por exemplo, o da inclusão no piso salarial nacional e ao enquadramento em planos de carreira. O Sepe, desde o primeiro momento participou da luta destas profissionais ao longo dos últimos anos, que agora passam a ter direito ao merecido reconhecimento.

Não é por menos, que a direção do sindicato enviou, no dia 09 de janeiro deste ano, um ofício endereçado ao prefeito Eduardo Paes e ao secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha, solicitando com urgência informações sobre a data de implementação da Lei 15.326/26, com a inclusão destas AEIs entre as profissionais do magistério. Da mesma forma, o sindicato também já orientou que os núcleos municipais enviem ofícios para as respectivas secretarias de educação cobrando a implementação da forma mais rápida possível da nova lei.

No caso do município do Rio, o Sepe vem cobrado de forma veemente a inclusão e o enquadramento das AEIs como professoras do quadro da rede municipal, mas até hoje não obtivemos respostas de Paes e Ferreirinha. Também em relação à capital, estranhamos e repudiamos que estas profissionais tenham sido impedidas de participar da jornada pedagógica juntamente com as Professoras de Educação Infantil (PEIs), que se iniciaram ontem (02) e continuam hoje, terça-feira, dia 03 de fevereiro.

O sindicato considera a medida da prefeitura de barrar as AEIs injusta e desrespeitosa e um sinal claro de que o governo municipal comete um desrespeito ao texto da lei recentemente aprovada ao segregar estas profissionais da jornada, já que elas têm papel de parceria com as PEIs e a jornada pedagógica conjunta seria fundamental para a construção de um planejamento pedagógico coerente e para a troca de experiências e conhecimentos que enriquecem a prática educativa.

Por conta disto, o Sepe exige de Paes e Ferreirinha e demais prefeitos e secretários municipais de Educação o respeito à lei e o reconhecimento imediato das AEIs, como integrantes do magistério, garantindo a participação delas em igualdade de condições com as professoras da Educação Infantil de quaisquer atividades envolvendo planejamento e desenvolvimento pedagógico em conformidade com o que determina a Lei 15.326/2026, que incluiu estas profissionais no cargo do magistério. Este reconhecimento profissional não é um favor, mas uma questão de justiça e essencial para a qualidade da Educação Infantil municipal.

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O Sepe participou, nos dias 25 e 26 de agosto, do 1º Encontro Nacional Somos Todas Professoras, realizado em São Paulo. No evento, que ocorreu na Câmara de Vereadores de São Paulo teve como objetivo debater e buscar propostas para questões da docência com o seguinte tema: “Qualidade na Educação Infantil X Invisibilidade da Docência: Até quando?”.

 

A educação infantil é a base para toda a vida escolar e desenvolvimento humano. Entretanto, as educadoras infantis responsáveis por executar esse trabalho fundamental na formação dos bebês e crianças, seguem invisibilizadas e sem direitos. Isso porque, apesar de atuarem como professoras, possuírem formação para tal e terem passado no concurso, não são enquadradas na carreira do magistério. Ou seja: não têm direito ao piso, 1/3 da sua jornada em formação e outros direitos correlatos à carreira.

 

Em todo o país, há mais de 60 nomenclaturas utilizadas pelos prefeitos e governadores para denominar as educadoras, que recebem em sua maioria um salário mínimo para a jornada de trabalho de 40h semanais. Essa é uma grande injustiça que precisa ser corrigida para garantir dignidade e a valorização dessas profissionais.

 

Nesse sentido, a deputada federal professora Luciene Cavalcante (PSOL) apresentou o Projeto de Lei 2387/23 que altera a lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional e a Lei do piso nacional do magistério para incluir as educadoras infantis como profissionais do magistério.

 

 

Enquadramento já! Apoie o abaixo-assinado pela aprovação do PL da deputada Luciene Cavalcante, que garante esse direito às educadoras infantis.




 

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Nesta sexta-feira e no sábado, dias 25 e 26 de agosto, o Sepe e o NEEI realizam o Seminário de Educação Infantil, no auditório Paulo Freire do Sinpro-Rio (Rua Pedro Lessa, 35 – Centro). No evento, as participantes estão debatendo as condições do setor e a necessidade de mais investimentos na Educação Infantil, com a valorização dos profissionais, abertura de vagas e unidades públicas, sem conveniadas; concurso público e piso para todas as funções de categorias, para garantia de uma educação pública de qualidade e inclusiva.


 

 

 

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Nos dias 25 e 26 de agosto, participe do Seminário de Educação Infantil da Rede Municipal do Rio de Janeiro, promovido pelo Sepe e pelo NEEI (Núcleo de Estudos de Educação Infantil), na sede do Sinpro Rio. O evento contará com palestrantes e um ato público nas escadarias da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.


Confira a programação:

Sexta, 25/08
14h – Credenciamento
14h30 – Diagnóstico da Educação Infantil do Rio de Janeiro
Lígia Aquino e Adriana Correa
16h30 – Ato na Escadaria da Câmara no Dia da Educação Infantil

Sábado, 26/08
10h – Violência nas escolas
Miriam (Flacso), Amanda Moreira, Ana Lucia Guimarães
11h – Currículo da Educação Infantil
Priscila Basílio, Maria Marta Cerqueira e Pablo (Pedro II)
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No dia 15 de março, o NEEI/Sepe (Núcleo de Estudos de Educação Infantil do Sepe) realizará reunião, no auditório do Sepe (Rua Evaristo da Veiga, 55, próximo à Cinelândia), às 18h, para discutir as condições de trabalho na Educação Infantil.

Com a pauta: melhores condições de trabalho – não somos depósito, a reunião vai tratar da importância de entender a Educação Infantil a partir de uma perspectiva que ultrapasse as relações mecânicas de higiene e alimentação. Esse cuidado, que se prolonga para professoras e professores, pode ser traduzido em ações cotidianas de acolhimento, escuta ativa e cuidados corporais, favorecendo a saúde emocional e o bem-estar.

Participe!

 

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