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No domingo, dia 23 de agosto, centenas de docentes da Educação Infantil participaram de um grande ato na Praia de Copacabana pelo enquadramento por parte das prefeituras destas profissionais de acordo com a Lei Federal 15.326/2026, sancionada ainda em janeiro pelo presidente Lula.

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Desde cedo, as delegações dos mais variados municípios e das regionais do Sepe na Capital começaram a chegar na Avenida Atlântica, na altura do Posto 6, para participar do ato com faixas, cartazes e camisetas reivindicando dos prefeitos a implementação da Lei 16.326, que reconhece esse segmento da categoria como integrante do cargo de magistério e seus respectivos direitos funcionais, tais como o piso nacional do magistério e inclusão nos planos de carreira da educação.

O ato prosseguiu com a realização de uma passeata até o Posto 2, na altura do Lido. Além das profissionais da educação infantil, convocadas pelo Sepe e pelo movimento Somos Todas Professoras, diversos políticos participaram do ato e da passeata e ocuparam o microfone do carro de som para garantir o seu apoio ao movimento em busca do enquadramento das docentes da Educação Infantil.



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Na manhã do dia a17 de agosto, as auxiliares de creche da rede municipal de ensino de Miguel Pereira realizaram uma manifestação no centro da cidade em defesa do reconhecimento e da valorização profissional.

O ato marcou o início da paralisação de 72 horas aprovada pela categoria, que segue nos dias 18 e 19 de agosto. As trabalhadoras reivindicam a implementação da Lei Federal nº 15.326/2026, conhecida como Lei Somos Todas Professoras, além do reconhecimento dos direitos correspondentes ao trabalho que exercem diariamente na educação infantil.

Durante a manifestação, as auxiliares dialogaram com a população, distribuíram materiais e explicaram as razões da mobilização. A reivindicação parte de uma realidade conhecida pelas famílias que utilizam as creches municipais. São essas profissionais que participam diretamente da rotina das crianças, do acolhimento, das atividades, das brincadeiras, da alimentação, dos cuidados e do acompanhamento de seu desenvolvimento.

A mobilização ocorre após tentativas de negociação com a prefeitura sem uma resposta efetiva às reivindicações apresentadas. Diante da ausência de encaminhamentos concretos, a categoria decidiu avançar para a paralisação e levar sua pauta às ruas.

O movimento destaca que a luta pela valorização das auxiliares também diz respeito à qualidade da educação infantil oferecida no município. Reconhecer e valorizar as profissionais que trabalham diariamente com as crianças é parte da defesa de uma educação pública de qualidade.

A paralisação continua nos dias 18 e 19 de agosto. As auxiliares seguem mobilizadas por reconhecimento, direitos e valorização.

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O Sepe protocolou ontem, dia 30 de julho, uma representação no Ministério Público Estadual, solicitando do órgão uma apuração de não cumprimento da Lei Federal 15.326/2026, que determina o reconhecimento das docentes da Educação Infantil como integrantes do magistério. A lei, uma reivindicação antiga destas profissionais, foi sancionada em 6 de janeiro deste ano pelo presidente Lula e até o momento, as educadoras da Educação Infantil reconhecidas pela Lei lutam junto à prefeitura do Rio e outras prefeituras do estado inteiro pela criação de legislações que se adequem à lei federal e garantam o enquadramento delas na função do magistério.

No documento protocolado ontem, a direção do sindicato também pede a marcação de uma audiência com a procuradora de justiça de Tutela Coletiva da Educação do Rio de Janeiro do MP para discutir formas de garantir o cumprimento o mais rápido possível da lei 15.326/2026 pela prefeitura do Rio.

Leia a representação do Sepe ao MPRJ.
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O Sepe Nova Iguaçu se coloca ao lado das docentes da Educação Infantil em sua luta pela implementação, por estados e municípios, da Lei 15.326/2026 (que reconhece estas profissionais como professoras). Para tanto, o núcleo municipal do sindicato convoca a categoria para participar da Audiência Pública, que será realizada no Campus Nova Iguaçu da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ-IM), na Av. Gov. Roberto Silveira, s/n – Moquetá, no dia 4 de agosto, às 18h. O evento acontecerá no auditório Bruno Almeida da universidade e, nele, serão debatidos os impactos da nova lei na Educação Infantil.

Participarão da audiência os seguintes convidados: deputado estadual Yuri Moura (PSOL), professor de História e gestor público por formação; deputado federal Reimont (PT), professor e teólogo, eleito 4 vezes vereador na cidade do Rio de Janeiro e cumprindo seu primeiro mandato como deputado federal. Reimont é coautor da lei 15.326; Prof.ª Dr.ª Renata Lopes Machado Romanholi, professora adjunta da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – Instituto Multidisciplinar no Curso de Licenciatura em Educação Especial vinculado ao Departamento de Formação Docente – DFD. Um representante do Fórum Estadual de Educação também participará da audiência.

 

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O Sepe convoca para o grande ato pelo reconhecimento das docentes da Educação Infantil (Lei 15.326/2026), que será realizado na Praia de Copacabana, no dia 16 de agosto, a partir das 10h. A concentração está marcada para o Posto 6.

A manifestação visa buscar o apoio da sociedade em geral para a luta das docentes, que reivindicam dos governos municipais o reconhecimento destas profissionais como docentes em todas as redes públicas de educação do Rio de Janeiro, conforme determina a Lei 15.326/2026, sancionada pelo presidente Lula em março deste ano.

A Lei Federal 15.326/26, que reconhece profissionais que atuam na Educação Infantil (0 a 5 anos) como integrantes da carreira do magistério, garantindo-lhes o piso nacional e planos de carreira, independentemente da nomenclatura do cargo, desde que exerçam função docente com a formação exigida. Apesar do reconhecimento federal, ainda é necessário que cada município regulamente o direito destas docentes, garantindo dignidade e todos os direitos já assegurados ao magistério, como o piso nacional.

 

 

 

 

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No dia 30 de maio, o Sepe realizou, no Club Municipal uma plenária reunindo as docentes da Educação Infantil dos mais variados municípios do estado para debater a implementação por parte das prefeituras da lei 15326/2026 e o enquadramento deste segmento no cargo do magistério. O encontro reuniu mais de 200 profissionais, da capital e do interior. Os núcleos municipais do Sepe organizaram o transporte das educadoras que vieram dos municípios de fora do Rio.

Desde cedo na manhã de sábado (30), dezenas de profissionais da EI já lotavam o corredor do 4º andar do Club Municipal, onde se localiza o auditório da Plenária e se enfileiravam na mesa de credenciamento do evento. As delegações, provenientes dos mais variados município (do sul ao norte fluminense) traziam a certeza de que a luta pelo enquadramento tem que ser construída por meio da organização e mobilização de todas para obrigar os prefeitos e secretários municipais de educação a cumprirem a lei.

Participaram do evento, organizado pelo sindicato, diversos parlamentares que participam da luta destas profissionais pelo enquadramento delas no cargo do magistério e a consequente regularização dos seus direitos, como de receberem o piso nacional do magistério. O movimento Somos Tod@as Professoras também marcou presença na Plenária.

Ao final do encontro diversas resoluções foram tiradas a partir da plenária, entre elas:

Reforçar a luta nos municípios para pressionar os legislativos municipais e prefeitos a aprovarem leis se adaptando às determinações da lei federal 15326/2026

Realizar um grande ato na capital, com data e local a serem confirmados para mobilizar a categoria na pressão sobre os legislativos municipais e a sociedade em geral para conscientização sobre a justiça das nossas reivindicações

Realização de audiências públicas nos municípios sobre o tema

Campanha nas redes do Sepe

Protocolar a reivindicação de forma conjunta no Ministério Público da Educação em data a ser combinada

Audiências com secretários municipais e prefeitos tendo em vista a questão do enquadramento e cumprimento da lei

Abaixo-assinado a favor da Lei

Atos descentralizados pelos municípios

Caminhada em Copacabana e panfletagem em data a ser marcada

 

 

 

 

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No dia 06 de janeiro de 2026, o presidente Lula sancionou a Lei 15.326/2026, que determina a inclusão das Agentes de Educação Infantil (AEIs) entre as profissionais do magistério. Trata-se de uma conquista histórica fruto de muita luta e mobilização destas profissionais que atuam em creches, garantindo direitos, como por exemplo, o da inclusão no piso salarial nacional e ao enquadramento em planos de carreira. O Sepe, desde o primeiro momento participou da luta destas profissionais ao longo dos últimos anos, que agora passam a ter direito ao merecido reconhecimento.

Não é por menos, que a direção do sindicato enviou, no dia 09 de janeiro deste ano, um ofício endereçado ao prefeito Eduardo Paes e ao secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha, solicitando com urgência informações sobre a data de implementação da Lei 15.326/26, com a inclusão destas AEIs entre as profissionais do magistério. Da mesma forma, o sindicato também já orientou que os núcleos municipais enviem ofícios para as respectivas secretarias de educação cobrando a implementação da forma mais rápida possível da nova lei.

No caso do município do Rio, o Sepe vem cobrado de forma veemente a inclusão e o enquadramento das AEIs como professoras do quadro da rede municipal, mas até hoje não obtivemos respostas de Paes e Ferreirinha. Também em relação à capital, estranhamos e repudiamos que estas profissionais tenham sido impedidas de participar da jornada pedagógica juntamente com as Professoras de Educação Infantil (PEIs), que se iniciaram ontem (02) e continuam hoje, terça-feira, dia 03 de fevereiro.

O sindicato considera a medida da prefeitura de barrar as AEIs injusta e desrespeitosa e um sinal claro de que o governo municipal comete um desrespeito ao texto da lei recentemente aprovada ao segregar estas profissionais da jornada, já que elas têm papel de parceria com as PEIs e a jornada pedagógica conjunta seria fundamental para a construção de um planejamento pedagógico coerente e para a troca de experiências e conhecimentos que enriquecem a prática educativa.

Por conta disto, o Sepe exige de Paes e Ferreirinha e demais prefeitos e secretários municipais de Educação o respeito à lei e o reconhecimento imediato das AEIs, como integrantes do magistério, garantindo a participação delas em igualdade de condições com as professoras da Educação Infantil de quaisquer atividades envolvendo planejamento e desenvolvimento pedagógico em conformidade com o que determina a Lei 15.326/2026, que incluiu estas profissionais no cargo do magistério. Este reconhecimento profissional não é um favor, mas uma questão de justiça e essencial para a qualidade da Educação Infantil municipal.

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O Sepe participou, nos dias 25 e 26 de agosto, do 1º Encontro Nacional Somos Todas Professoras, realizado em São Paulo. No evento, que ocorreu na Câmara de Vereadores de São Paulo teve como objetivo debater e buscar propostas para questões da docência com o seguinte tema: “Qualidade na Educação Infantil X Invisibilidade da Docência: Até quando?”.

 

A educação infantil é a base para toda a vida escolar e desenvolvimento humano. Entretanto, as educadoras infantis responsáveis por executar esse trabalho fundamental na formação dos bebês e crianças, seguem invisibilizadas e sem direitos. Isso porque, apesar de atuarem como professoras, possuírem formação para tal e terem passado no concurso, não são enquadradas na carreira do magistério. Ou seja: não têm direito ao piso, 1/3 da sua jornada em formação e outros direitos correlatos à carreira.

 

Em todo o país, há mais de 60 nomenclaturas utilizadas pelos prefeitos e governadores para denominar as educadoras, que recebem em sua maioria um salário mínimo para a jornada de trabalho de 40h semanais. Essa é uma grande injustiça que precisa ser corrigida para garantir dignidade e a valorização dessas profissionais.

 

Nesse sentido, a deputada federal professora Luciene Cavalcante (PSOL) apresentou o Projeto de Lei 2387/23 que altera a lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional e a Lei do piso nacional do magistério para incluir as educadoras infantis como profissionais do magistério.

 

 

Enquadramento já! Apoie o abaixo-assinado pela aprovação do PL da deputada Luciene Cavalcante, que garante esse direito às educadoras infantis.




 

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Nesta sexta-feira e no sábado, dias 25 e 26 de agosto, o Sepe e o NEEI realizam o Seminário de Educação Infantil, no auditório Paulo Freire do Sinpro-Rio (Rua Pedro Lessa, 35 – Centro). No evento, as participantes estão debatendo as condições do setor e a necessidade de mais investimentos na Educação Infantil, com a valorização dos profissionais, abertura de vagas e unidades públicas, sem conveniadas; concurso público e piso para todas as funções de categorias, para garantia de uma educação pública de qualidade e inclusiva.


 

 

 

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Nos dias 25 e 26 de agosto, participe do Seminário de Educação Infantil da Rede Municipal do Rio de Janeiro, promovido pelo Sepe e pelo NEEI (Núcleo de Estudos de Educação Infantil), na sede do Sinpro Rio. O evento contará com palestrantes e um ato público nas escadarias da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.


Confira a programação:

Sexta, 25/08
14h – Credenciamento
14h30 – Diagnóstico da Educação Infantil do Rio de Janeiro
Lígia Aquino e Adriana Correa
16h30 – Ato na Escadaria da Câmara no Dia da Educação Infantil

Sábado, 26/08
10h – Violência nas escolas
Miriam (Flacso), Amanda Moreira, Ana Lucia Guimarães
11h – Currículo da Educação Infantil
Priscila Basílio, Maria Marta Cerqueira e Pablo (Pedro II)
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