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Nas últimas semanas, o Sepe vem denunciando o enorme atraso na publicação da efetivação ao cargo de servidores da rede municipal de Educação do Rio de Janeiro que já tinham cumprido o estágio probatório. O sindicato tem recebido diversos relatos de que vários servidores permanecem há meses – e, em alguns casos, anos – aguardando a regularização funcional, algo inaceitável diante do impacto direto sobre a vida funcional desses profissionais.

Por causa da pressão do Sepe e da categoria, nessa quinta-feira, dia 17, a SME-RJ publicou a efetivação de dezenas de docentes e de um AAEE (Agente de Apoio à Educação Especial) no Diário Oficial. Mas ainda restam muitos profissionais de educação esperando a sua efetivação e, portanto, o seu direito ser cumprido.

Nesse sentido, o Sepe oficiou nesta sexta-feira (18/07) a Secretaria Municipal de Educação (SME-RJ) sobre a demora na efetivação de servidores que já cumpriram o estágio probatório.

No ofício, o Sepe requer: “com a máxima urgência, a publicação e regularização funcional imediata dos servidores da rede municipal de educação que já concluíram o estágio probatório, conforme previsto no art. 21 do Decreto nº 2.479/79, com redação dada pela LC nº 274/2024”.

O sindicato também afirma: “Os profissionais que cumpriram integralmente todos os requisitos legais exigidos aguardam apenas o ato administrativo necessário para a efetivação de sua estabilidade funcional, nos termos do art. 41 da Constituição da República Federativa do Brasil”.

O Sepe finaliza o ofício destacando “que não há amparo jurídico para a omissão ou o atraso na adoção deste procedimento, sendo essa conduta passível de questionamento legal por configurar violação a direitos adquiridos e afronta aos princípios constitucionais da legalidade, moralidade e eficiência”.

O sindicato continuará a pressionar pela efetivação de todos os docentes, na defesa do concurso público e de uma educação de qualidade.

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Nesta quinta-feira (17), a coluna “Servidor Público” do jornal Extra, assinada pelo jornalista Gustavo Silva, repercutiu os atrasos de até dez meses na efetivação de professores(as) que já cumpriram o estágio probatório na rede municipal do Rio.

A professora Magaly Peres, uma das afetadas, relatou ao jornal as consequências da demora: “Sem a confirmação no cargo, o servidor não recebe benefícios como o adicional por mestrado. Ficamos num limbo, sem previsão concreta de publicação no Diário Oficial”.

Em uma reunião na Escola de Formação Paulo Freire, no final de junho, Magaly questionou o secretário municipal sobre o atraso em sua efetivação e foi destratada por ele – cena que viralisou em um vídeo nas redes.

O Sepe produziu um depoimento completo da professora, disponível em nossas plataforma – clique aqui para ver o vídeo em nosso facebook.

A direção do sindicato também foi ouvida pelo Extra. Clique aqui para ler a matéria completa. 

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