O Sepe Macaé convoca os profissionais das escolas municipais de Macaé para a greve de 24 horas, que será realizada no dia 26 de março. Neste dia, está marcada um ato de protesto a partir das 9h, na SEMED, seguido de assembleia geral na Cidade Universitária.
A categoria vai parar para protestar contra a chamada “portaria da morte”, imposta pelo governo municipal no final do ano passado e que obriga os professores a cumprirem seus 12 tempos de regência em três dias, impedindo a sua distribuição em dois dias, como sempre ocorreu. A implementação desta portaria gera sobrecarga de trabalho, causando adoecimento e estresse para os profissionais. Para tanto, foi marcada a realização de ato de protesto na SEMED, seguido de assembleia geral na Cidade Universitária.
Além desta reivindicação, a categoria cobra do prefeito Welberth Resende (Cidadania) o cumprimento do piso nacional do magistério, recomposição das perdas salariais que já ultrapassam os 40%, reconhecimento do Plano de Cargos e Salários e 1/3 de planejamento entre outras reivindicações.

Neste domingo (13/10), a Prefeitura de Macaé promoveu um concurso público para a área da Educação, organizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Infelizmente, o concurso apresentou questões de cunho misógino, machista e extremamente preconceituoso, causando espanto entre candidatas e candidatos e perplexidade geral.
Em assembleia realizada durante um ato de rua, nesta segunda-feira (10/6) pela manhã, os profissionais da rede municipal de Macaé decidiram pela continuação da greve por tempo indeterminado nas escolas municipais.
Os profissionais das escolas municipais de Macaé iniciaram nesta terça-feira, dia 04 de junho, uma greve por tempo indeterminado. A greve é pela defesa dos direitos da categoria e por melhores condições de trabalho nas escolas municipais, onde faltam materiais básicos para o seu funcionamento.
Os Profissionais de Educação da rede municipal de Macaé iniciam uma greve de 72 horas a partir desta terça-feira (dia 21). A categoria não aceita o reajuste de 3,69% anunciado pela prefeitura. Para os profissionais esse índice não atende à categoria, que sofre com uma defasagem salarial de 47,67%, devido aos anos sem reajustes e a desatualização do pagamento do PCCV e do Piso Nacional do Magistério. 
A direção do Sepe Macaé está aguardando a publicação da decisão da Justiça a respeito do recurso impetrado pelo sindicato contra a liminar concedida pela 2ª Vara Cível da Comarca de Macaé, que foi favorável ao governo municipal e determinou o fim da greve de 72 horas da rede municipal, iniciada no dia 13 de junho.