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O Sepe RJ vem a público tornar claro o seu apoio e solidariedade às vítimas e o total repúdio da categoria contra as atuais condições a que estão sendo submetidas as merendeiras terceirizadas, que trabalham em escolas da rede estadual. A Regional 3 do Sepe teve acesso à diversas denúncias de profissionais que trabalham na sua área de atuação, realizadas através do Coletivo Invisíveis, envolvendo as péssimas condições de trabalho nas unidades onde elas estão lotadas, salários abaixo do mínimo nacional, não pagamento do vale alimentação e condições degradantes, que chegam até mesmo ao assédio sexual. O Coletivo Invisíveis é uma organização baseada no Rio de Janeiro, composta por trabalhadores, técnicos e estudantes de universidades públicas, focada na luta contra a precarização, assédio e calotes enfrentados por trabalhadores terceirizados.

Tendo por base a gravidade da situação denunciada, o sindicato já está tomando as medidas cabíveis para garantir o direito delas e responsabilização dos envolvidos. Vamos exigir da SEEDUC a garantia de salários dignos; acolhimento às vítimas de assédio e punição às empresas prestadoras de serviço e aos assediadores.

As denúncias já foram enviadas para a coordenação da Metropolitana 3, responsável pela área de atuação das empresas onde ocorreram as reclamações de abusos, para que as providências cabíveis e a culpabilização das prestadoras de serviço sejam efetuadas com urgência. 

Para o Sepe, que há 49 anos luta pela educação pública, gratuita e de qualidade para todos e pela valorização dos profissionais das redes públicas do estado do Rio de Janeiro, é inadmissível que o governo estadual permita que tal situação aconteça dentro de unidades da sua rede de escolas. E que empresas prestadoras de serviço contumazes na burla das leis trabalhistas e na prática de uma série de crimes contra os direitos dos trabalhadores continuem atuando sem um controle severo ou punição da parte das autoridades estaduais.

DIREÇÃO DO SEPE CENTRAL

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