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Na madrugada deste sábado, (03/01), forças militares norte-americanas bombardearam a capital da Venezuela, Caracas, e outras três regiões, deixando um rastro de destruição no País. Pela manhã, Trump comemorou o sequestro de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que teriam sido retirados do país em um avião, e a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu “uma imediata prova de vida” do casal. O governo venezuelano declarou estado de emergência e anunciou que os ataques deixaram venezuelanos mortos e feridos.

O Sepe repudia a agressão militar imperialista contra a Venezuela e envia toda a solidariedade ao povo venezuelano. Os bombardeios ordenados por Donald Trump são uma agressão à soberania do País e a toda a América Latina e ao direito à autodeterminação dos povos. Reivindicamos ainda a libertação de Nicolás Maduro e de sua esposa, levados presos sob a absurda acusação de narcoterrorismo, usada como cortina de fumaça para ocultar o objetivo de saquear o petróleo venezuelano.

O governo da Venezuela repudiou a agressão militar ao País e solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Os ataques foram condenados também por diversos países, como Chile, Colômbia, Rússia e Irã. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou o envio de forças militares para a fronteira com a Venezuela e classificou os bombardeios como “um ataque à soberania da América Latina”. A Espanha exigiu “respeito ao direito internacional”, assim como a União Europeia. O governo brasileiro convocou uma reunião de emergência nesta manhã e declarou a ação como “inaceitável”.

Os ataques também foram criticados por parte da imprensa dos Estados Unidos, como o editorial do New York Times, que classificou o ataque de Trump à Venezuela como “ilegal e imprudente”.

Os bombardeios fazem parte da escalada autoritária e fascista do presidente norte-americano em seu segundo mandato, marcado pela guerra comercial e perseguição a imigrantes. Trump vem, nos últimos meses, preparando o ataque à Venezuela, posicionando porta-aviões no Mar do Caribe e sequestrando navios petroleiros, ampliando o bloqueio econômico e piorando as condições de vida do povo venezuelano. Estamos diante de uma tentativa de reedição dos princípios da Doutrina Monroe, que orientou a política externa dos Estados Unidos no passado, sob o lema “América para os americanos”.

Os Estados Unidos continuam considerando a América Latina como o seu quintal, como quando promoveram ditaduras no continente, e não medirão esforços para interferir nos destinos dos povos, promovendo ações militares e econômicas, atuando contra processos eleitorais e até mesmo derrubando governos para preservar seus interesses.

A agressão contra a Venezuela é uma ameaça a todos os povos e governos da região, como a Colômbia e o Brasil, e precisa ser combatida. Também é parte da política de Trump para tentar impedir o avanço do alimanhamento dos países da América Latina com o BRICs.

Abaixo a agressão imperialista de Trump
Fora Estados Unidos da Venezuela!

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Os profissionais de educação participaram do Grito dos Excluídos, tradicional ato promovido pelas centrais sindicais e entidades do movimento civil organizado para marcar a passagem do dia 07 de setembro, data em que é comemorada a proclamação da independência no Brasil e lembrar as injustiças e desigualdades no país. Neste ano, a manifestação também foi marcada pelo não do movimento social à mais uma tentativa de golpe que está sendo engendrada em Brasília por governadores de extrema-direita e partidos da oposição que apoiam Bolsonaro, para aprovar uma anistia no Congresso em favor dos golpistas.

Milhares de pessoas participaram do Grito, que, no Rio de Janeiro, foi realizado na Rua Uruguaiana, esquina da Avenida Presidente Vargas. A manifestação também foi realizada em outras cidades brasileiras e a marca registrada em sua totalidade foi o repúdio contra a anistia para os golpistas e os ataques do governo americano à soberania nacional e contra o nosso sistema judiciário, responsável pelo julgamento de Bolsonaro e dos seus apoiadores na tentativa de golpe em 2022/2023.

Paes e Castro lançaram Guarda Municipal e Batalhão de Choque para agredirem parlamentares e militantes que promoviam ocupação pacífica de prédio no Centro

 

O Sepe repudia a violência da parte da Guarda Municipal e da PM durante uma operação de desocupação, ontem (dia 7), de um prédio abandonado na Região Portuária, quando parlamentares e integrantes do Movimento de Luta dos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) foram ameaçados e agredidos. Durante a operação, uma pessoa foi levada pelas forças de segurança e duas foram encaminhadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar feridas pela truculência dos policiais e guardas municipais. Durante o conflito provocado pela ação violenta das forças de segurança do estado e do município, chegaram a ser lançadas bombas de efeito moral e spray de pimenta e disparados tiros com balas de borracha em cima dos manifestantes.

Os parlamentares Tacísio Motta, deputado federal (PSOL) e Professor Josemar, deputado estadual (PSOL), que estavam no Centro para participar do Grito dos Excluídos, relataram agressões e ameaças da parte de guardas municipais e PMs durante a ação violenta. Tarcísio chegou a postar um vídeo nas redes denunciando as agressões da parte de um guarda municipal descaracterizado.

O Sepe também repudia o comportamento do prefeito Eduardo Paes, que publicou nas suas redes posts ofensivos atacando o MLB e os parlamentares do PSOL, querendo jogar sobre a população em luta pelo direito à moradia e ao partido a culpa pela sua incompetência para resolver os graves problemas habitacionais no município do Rio de Janeiro, governador por ele. Também responsabilizamos o governador Cláudio Castro, pelo apoio ao prefeito Paes para promover mais um ato repressivo e violento das forças de segurança contra a população trabalhadora do Rio de Janeiro.

 

Veja o vídeo do ato
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