Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

Os profissionais de educação da rede estadual realizarão uma assembleia geral no próximo dia 20 de junho (sábado), no formato híbrido. O sindicato vai confirmar o local onde será realizada a parte presencial da plenária.
A rede, que se encontra em estado de mobilização, vai discutir na plenária os próximos passos da mobilização da categoria em busca de valorização e do atendimento das pautas de reivindicações pedagógicas e econômica.
Link para credenciamento na assembleia: https://redeestadual.seperj.info/av/

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Informe da Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sepe:

O Departamento Jurídico do Sepe informa à categoria que segue acompanhando o andamento da representação do sindicato ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), apresentada em outubro de 2024, data da aprovação da Lei Complementar 276, seguida da Portaria Conjunta E/LSUBE – E/CTRH nº 01, de 03 de janeiro de 2025 e da Resolução SME nº 500, de 09 de janeiro de 2025, as quais, em conjunto, violam o direito dos educadores a terem a garantia de um terço da carga horária fora da interação com os educandos, como determina a Lei 11.738/2008, que instituiu o piso nacional do magistério.

A primeira reunião ocorreu em 11/03/26 com a Assessoria de Atribuição Originária Cível e Institucional (AAOCI) da Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (PGJ-RJ) para tratar do tema. Em abril/26 fomos informados que o Município, por meio de diálogos interinstitucionais, se manifestou conforme solicitado pela PGJ (“manifestação expressa sobre o interesse no exercício do controle político de constitucionalidade, de forma a sanar os vícios de inconstitucionalidade apontados”), já que a PGJ entende que:

“A valorização insculpida no artigo 206, V, da Constituição da República não se refere apenas à remuneração, mas também às “condições adequadas de trabalho” (Art. 67, VI, LDB), condições estas que foram restringidas pela lei municipal. Assim, o Parecer n.o 001/2025 é claro ao afirmar que a alteração normativa “compromete substancialmente a função pedagógica essencial da docência”, configurando uma “forma transversal de desvalorização” da profissão.

“Nessa esteira, não há como assegurar a qualidade do ensino ao passo que são precarizadas as condições de trabalho de seu principal agente, o professor. Um docente sobrecarregado, compelido a ministrar seis aulas a mais por semana (no caso das 40h) e com seu tempo de planejamento materialmente suprimido, não dispõe das condições objetivas para efetivamente se dedicar ao “período reservado a estudos, planejamento e avaliação”, conforme exige o artigo 67, V, da LDB, o que se traduz em aulas menos preparadas, avaliações menos criteriosas e, fundamentalmente, na redução da capacidade de atendimento individualizado ao aluno.

“O Parecer do CAO é preciso ao notar que a Lei Complementar Municipal, ao sobrecarregar o docente, “comprime sobremaneira o tempo dos integrantes da comunidade educativa para o convívio social e a atenção individualizada, ambos essenciais no processo de ensino-aprendizagem”. Verifica-se, assim, uma violação “ao núcleo essencial do direito à educação de qualidade, violando o princípio da vedação ao retrocesso social”.

Como o Sepe não teve acesso à manifestação do MRJ, em maio de 2026 indagamos sobre o andamento na PGJ, que informou que “o procedimento está sob análise e estudo internamente por essa Assessoria, em conjunto com CAO Educação, para conclusão acerca da estratégia mais adequada à solução da questão”.

Neste sentido, o SEPE/RJ informa à categoria que segue acompanhando o procedimento e que, havendo novidades, divulgará, como de costume, à categoria, sendo certo que, em paralelo, o recurso apresentado em março/26 na ação judicial vitoriosa do 1/3 da Carga Horária (em curso desde 2012) está igualmente em andamento, aguardando remessa ao STJ.

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destaque-home-fixo, Municipal, Todas

A rede municipal RJ realiza uma assembleia geral no dia 20 de junho, no formato híbrido. A plenária terá início às 10h e a parte presencial será realizada em local a confirmar.

O sindicato convoca a categoria para participar desta assembleia que terá por objetivo debater a nossa mobilização para o segundo semestre de 2026. A rede municipal precisa parar para discutir temas de extrema importância tal como a questão da sobrecarga de trabalho para professores e funcionários das escolas e o adoecimento físico e mental dela decorrente; o combate na Justiça contra a minutagem; as perdas salariais; a implementação da Lei do Descongela; PAEIs que continuam recebendo abaixo do piso na carreira; vale alimentação congelado em R$ 12 desde sua criação em 2012, funcionários desvalorizados, EIs ainda sem enquadramento, entre outros itens que constituem nossa pauta de reivindicações.

O ex-prefeito Eduardo Paes saiu, mas deixou uma herança maldita. O novo prefeito, Eduardo Cavaliere, entrou, mas mantém a mesma política de descaso para com o funcionalismo e para com a educação municipal.

Não podemos ficar parados! Sábado, dia 20 de junho, participe da assembleia híbrida da rede municipal, com início às 10h. Inscreva-se, a partir do dia 30 de maio, para participar do formato remoto em: https://rio.seperj.info

Download do cartaz (PDF)
cartaz A3

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O Sepe realiza neste sábado, dia 30 de maio, no Club Municipal (Rua Haddock Lobo 359 – Tijuca), uma Plenária Estadual das Docentes da Educação Infantil reconhecidas pela Lei Federal 15326/26, a partir das 9h.

A reunião, para a qual foram convocadas profissionais de todos os municípios do estado que atuam na Educação Infantil e foram enquadradas pela nova lei 15.326/26 como integrantes da carreira do magistério, tem o objetivo de discutir a mobilização deste segmento da categoria para a luta pela implementação da lei e reconhecimento oficial por parte das prefeituras  dessa função.

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De 29 a 31 de maio será realizado, em São Paulo, o 2º Festival Mulheres em Luta (MEL), reunindo delegações oriundas dos mais variados cantos do país. O festival é uma articulação de mulheres que ocupam espaços públicos e, juntas, transforma dores em lutas e sonhos em caminhos. O Sepe enviou uma delegação para participar do evento (foto).

A programação de abertura inclui, nesta sexta-feira (29), um encontro da Rede Enxame, no auditório Franco Montoro, da Assembleia Legislativa de São Paulo. A programação do Festival segue até o domingo (31) com debates, shows, intervenções e exibições distribuídos pela Nave Coletiva, no Cambuci e apresentações artísticas em palcos montados na rua.

Entenda o Movimento Mulheres em Lutas

O Mulheres em Lutas é um movimento político que não se propõe a substituir os partidos políticos, organizações ou coletivos. A ideia do movimento é a de se espalhar por muitos espaços, respeitar cada trajetória e reconhecer cada construção. O objetivo é unir e conectar para lutar pelo bem-viver.

Nos instrumentos utilizados por esta ação se incluem a construção de debates e vivências de organizações e frentes relacionadas a temas caros às mulheres, que vão desde a luta contra o apagamento de suas atuações e bandeiras até o estabelecimento de protocolos de ações de combate à violência política de gênero e raça.

Também se encontram no escopo do movimento as discussões sobre emergência climática, políticas de cuidado, acolhimento especializado dessas mulheres, construções de agendas progressistas sobre economia e desenvolvimento sob a ótica das mulheres, são assuntos que estão dentro da nossa rotina de lutas.

Saiba mais sobre o Mulheres em Lutas e o 2º Festival Mel pelo site no link abaixo:

https://www.mel.org.br/



 

 

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