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A comunidade escolar da Escola Municipal Lins de Vasconcelos realizará nesta terça-feira (30), às 7h30, uma manifestação de repúdio à violência sofrida por uma professora da unidade, que foi agredida fisicamente por uma mãe dentro da escola. Em razão das agressões e do abalo emocional provocado pelo episódio, a docente encontra-se licenciada.

O ato, com o apoio do Sepe, tem como objetivo prestar solidariedade à professora e reafirmar que o ambiente escolar deve ser um espaço de respeito, diálogo e segurança para profissionais, estudantes e familiares.
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O Sepe conseguiu de forma histórica a abertura das negociações com o governador em exercício, Ricardo Couto, e com Seeduc, Fazenda e Planejamento, em audiências onde foram anunciadas o pagamento da recomposição salarial. Foram várias audiências discutindo este e vários pontos da pauta da educação, como o reajuste das demais perdas, a situação de animadores e ex-Faep, etc.

No entanto, a audiência com o governador que estava programada para ocorrer entre 08 e 12 de junho, simplesmente não foi agendada e as negociações foram interrompidas.

Por isso, nesta terça-feira, 30 de junho, a Educação Estadual irá realizar uma vigília na porta do Tribunal de Justiça, a partir das 13h, para cobrar a continuidade das negociações e o agendamento da audiência com o governador. Participe! Venha lutar por nossos direitos!

Mais cedo, às 10h30, o Sepe estará na Alerj, acompanhando a votação do Projeto de Lei enviado pelo governo e que garante o retorno dos triênios aos servidores que ingressaram após 2022 – leia mais sobre isso neste link.
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Os servidores concursados da Educação Municipal de Mesquita, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o professor Marcos Cesar de Souza Costa Junior e a merendeira Vivianne Alexandra da Silva Santos – também diretores do Sepe Mesquita – vivem um drama desde a pandemia, quando, de maneira ilegal, em 2020, sofreram Processos Administrativos Disciplinares (PADs) e foram sumariamente demitidos na gestão do então prefeito Jorge Miranda (PL).

As demissões foram posteriormente anuladas pela Justiça, em ações movidas pelo Departamento Jurídico do Sepe, que determinou a reintegração dos servidores. Em relação à situação de Marcos — cujo processo já transitou em julgado —, a gestão do atual prefeito Marotto Miranda (PL), apesar de oficialmente notificada em outubro de 2025, há oito meses, portanto, ainda não cumpriu a decisão judicial nem apresentou qualquer medida concreta para efetivar a sua reintegração.

Já em 13 de maio de 2026, foi proferida sentença pela Vara Cível de Mesquita, reconhecendo a ilegalidade da demissão do cargo de merendeira de Vivianne, determinando sua imediata reintegração ao cargo, além do pagamento de todas as remunerações que ela deixou de receber e indenização por dano moral.

Também em maio de 2026, a Comissão de Servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) enviou uma notificação à prefeitura sobre a situação do professor Marcos, com a “exigência de cumprimento de decisão judicial transitada em julgado (…) bem como a devida reintegração ao quadro funcional do município de Mesquita”.

No ofício, a ALERJ informa que a Prefeitura, ao não reintegrar o servidor, cometia “grave violação à coisa julgada, afronta direta à autoridade do Poder Judiciário e desrespeito aos princípios constitucionais da legalidade e da segurança jurídica, pilares do Estado Democrático de Direito”.

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

Marcos, à época da demissão, integrava o CACS-Fundeb e o Conselho do Instituto MesquitaPrev. Vivianne, por sua vez, também integrava o Conselho do MesquitaPrev, tendo sido diretora e integrante do Conselho Municipal de Educação. Ambos também faziam parte da direção do Sepe Mesquita. Esses fatos evidenciam que a prefeitura agiu de forma truculenta contra a atuação sindical e a militância dos servidores públicos na defesa da educação pública e dos direitos da categoria, bem como na luta, à época, contra o fechamento de turmas e escolas na cidade.

O Sepe não tem dúvida de que as exonerações de Marcos e Vivianne foram resultado de perseguição política e sindical. Os servidores responderam aos PADs sem garantia plena do direito de defesa, culminando com suas demissões.

Não por coincidência, a partir daquele ano, a gestão municipal ampliou a perseguição aos servidores públicos, com a cassação de licenças sindicais, a abertura de centenas de PADs e novas demissões, desrespeitando inclusive entendimento do STF sobre a liberdade sindical e o direito de organização dos trabalhadores.

Com a perseguição política, Marcos Cesar ficou impedido, durante quase seis anos, de assumir novos cargos públicos em razão da exoneração. Também precisou interromper sua graduação em Matemática na UFRRJ e teve agravamento em seu quadro de saúde.

Com is

  • – O imediato cumprimento da decisão judicial, com as reintegrações de Marcos e Vivianne;
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  • – Fim da perseguição contra educadores e sindicalistas;
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  • – Respeito à democracia, à organização sindical e à liberdade de cátedra.
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A Prefeitura do Rio de Janeiro comunicou que irá descontar os dias de ponto facultativo do benefício de alimentação/refeição de seus servidores. Essa determinação entra em vigor a partir de junho de 2026.

Ou seja, não contente em manter congelado o valor do vale em apenas R$ 12,00 há 14 anos, agora o prefeito anuncia o desconto de um benefício já tão restrito.

O Sepe denuncia há anos essa defasagem no valor do benefício.

Lembramos, inclusive, que, em 2024, o então prefeito Eduardo Paes vetou uma emenda aprovada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que previa o reajuste do vale-alimentação/refeição no exercício seguinte (2025). O veto foi derrubado pela Câmara Municipal, mas o reajuste não foi implementado por Paes nem pelo atual prefeito Eduardo Cavaliere, que não o implementam por pura mesquinharia.

Uma das principais reivindicações do Sepe e do conjunto dos servidores é o descongelamento do benefício e que ele seja pago sem descontos. Esse aviltamento do valor do vale-refeição/alimentação é mais uma prova da situação de arrocho e da precarização das condições de trabalho sofridas pelo funcionalismo municipal carioca.

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Está prevista para essa terça-feira (30/06) a realização de uma sessão extraordinária na Assembleia Legislativa (ALERJ), a partir de 10h30, para votar o projeto que prevê o retorno do pagamento do adicional de tempo de serviço (triênios) aos servidores civis e militares que ingressaram no estado a partir de 2022.

A proposta foi enviada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, à ALERJ. Ela é fruto principalmente da mobilização exercida pelos servidores estaduais junto ao governo interino e deputados.

O Sepe vai acompanhar a votação.

A proposta que será votada institui o Adicional de Desenvolvimento Funcional (ADF), que viria para substituir o antigo adicional por tempo de serviço e a gratificação por tempo de serviço, extintas pela Lei Complementar nº 194/2021 para os novos servidores.

O projeto substitui a progressão baseada apenas no tempo de serviço por um modelo que considera experiência profissional, avaliação de desempenho, capacitação continuada e histórico disciplinar. A proposta prevê adicional de 5% a cada três anos de exercício, com 10% no primeiro período aquisitivo e limite máximo de 60% de incorporação salarial. O benefício será destinado apenas aos servidores que ingressaram após a LC 194/2021 e pertencem a carreiras anteriormente contempladas pelos adicionais por tempo de serviço.

Caso o projeto seja aprovado na sessão extraordinária de amanhã, o texto seguirá para a sanção do governador para que as novas regras passem a vigorar de forma definitiva.

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