Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).
Aposentados, destaque-home, Todas

O Sepe firmou um convênio com a Total Pass (TP), plataforma que reúne mais de 35 mil academias, estúdios de atividades físicas, terapias diversas, nutricionistas, entre outras, em mais de 1.900 cidades brasileiras, incluindo todo o Estado do Rio de Janeiro. A iniciativa permitirá que os profissionais da educação filiados ao sindicato tenham acesso a descontos significativos em uma ampla rede de estabelecimentos parceiros.

Atenção: em breve, o Sepe divulgará todas as orientações sobre o processo de adesão à Total Pass – pedimos então aos profissionais que aguardem somente mais um pouco para usufruir desse serviço.

Além do titular, cada filiado poderá cadastrar até quatro pessoas em seu plano.

A adesão à Total Pass não terá custo para o filiado do Sepe junto à plataforma e o pagamento é feito diretamente no aplicativo da TP, dependendo do plano escolhido. O convênio será mantido pelo sindicato, sendo necessário apenas que o filiado esteja com sua contribuição sindical em dia.

Os profissionais da educação que ainda não são filiados ao Sepe e desejam utilizar o benefício deverão procurar uma Regional (na capital) ou um Núcleo do sindicato (no interior e na Região Metropolitana) para realizar a filiação. Após esse procedimento, deverão aguardar a abertura do período de cadastramento na plataforma.

O convênio representa uma iniciativa do sindicato voltada à promoção da qualidade de vida da categoria, incentivando a prática de atividades físicas e o cuidado com a saúde física e mental.

Saiba mais:

Total Pass: https://totalpass.com/br/   (Não preencher ainda)

Endereços e contatos das Regionais e Núcleos do Sepe 

Filiação à rede municipal do Rio de Janeiro

0

Nesta quinta-feira, dia 30/07, a direção do Sepe e o Grupo de Trabalho (GT) do sindicato que discute o enquadramento de cursos de doutorado e especialização na carreira do magistério da rede municipal do Rio de Janeiro se reuniram com a Secretaria Municipal de Coordenação Governamental – órgão responsável por fazer a interlocução entre as secretarias municipais e o Gabinete do prefeito do Rio de Janeiro; presente também um representante da SME-RJ.

Na audiência, foi apresentado o pleito de regulamentação urgente do enquadramento para especialização e doutorado, previsto no plano de carreira do magistério municipal desde 2013. A direção do Sepe e os integrantes do GT pleitearam, também, que os professores de 16h, de 22h30 e de 30h sejam inclusos nesse direito, previsto em lei, que foi questionada pela própria prefeitura em 2022 – com isso, o Sepe reivindica uma política de valorização dos docentes da rede municipal.

O representante da Secretaria Municipal de Coordenação Governamental apontou um prazo de dez dias úteis para um retorno sobre as demandas e documentos apresentados, com a realização de nova reunião prevista neste período.

0

O Sepe RJ vem a público expressar toda a solidariedade e apoio à diretora do sindicato Ana Carolina Quintana de Serpa Vieira (Carol Quintana) por causa da truculência e da violência sofridas no dia 27 de julho, durante uma atividade do Comitê Popular que estava sendo realizado no Centro de Teresópolis.

A arbitrariedade contra a diretora do Sepe Central e do núcleo municipal de Teresópolis foi cometida por um fiscal do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que interrompeu de forma ilegal e autoritária uma atividade do Comitê, em que os militantes, entre os quais ela, distribuíam materiais de luta pelo fim da chamada escala 6X1 e de prestação de contras de mandatos parlamentares.

Além da clara irregularidade da abordagem do fiscal do TRE que, acompanhado de policiais militares, recolheu os materiais impressos sem qualquer mandato ou documento judicial a respeito da proibição da realização da atividade. Também deve ser condenada a truculência utilizada durante a ação, principalmente pelo fato da presença de uma maioria feminina na realização da atividade do Comitê naquele momento. Como se não bastasse o uso de força desproporcional, o suposto fiscal ainda chegou a fazer uso de palavra de baixo calão durante o recolhimento dos materiais, diante dos protestos contra o verdadeiro atentado contra a democracia cometido por quem deveria ser o primeiro a zelar por ela.

O Sepe RJ expressa toda a solidariedade e apoio dos profissionais de educação à diretora Carol Quintana e aos demais membros do Comitê Popular de Teresópolis, que tiveram seus direitos à cidadania usurpados pelo fiscal do TRE em ato de flagrante censura política e de atentado aos direitos de livre expressão e de manifestação.

Lembramos que fatos deste tipo são preocupantes, tendo em vista que nos encontramos em ano eleitoral e que a sociedade enfrenta diuturnamente os graves problemas advindos da atual polarização política, que gera graves rupturas sociais e o aumento da violência política, da desinformação em massa e da paridade institucional, dificultando o consenso democrático essencial para o funcionamento do país.

Não calarão a nossa voz!
0

O núcleo municipal do Sepe de Paraíba do Sul obteve uma grande vitória com o reconhecimento pela Justiça do direito aos profissionais da rede municipal à correta aplicação do Piso Nacional do Magistério para a categoria, de acordo com a Lei 112.738/2008. A ação foi ajuizada pelo Sepe em abril de 2024 e, agora, conforme decisão proferida pela 2ª Vara da Comarca de Paraíba do Sul, o governo municipal foi condenado, com a determinação judicial de “obrigação de fazer a consistente implementação imediata do Piso Nacional para os professores docentes I  (referente a 25 horas semanais), com os devidos reflexos nos demais níveis da carreira.”

O município também foi condenado ao pagamento das diferenças remuneratórias devidas, corrigidas e acrescidas de juros legais, incluindo reflexos em 13º salário, adicional de férias e demais parcelas de natureza remuneratória e manter atualizado o piso conforme os reajustes anuais determinados pelo Ministério da Educação (respeitada a prescrição quinquenal).

Trata-se de uma vitória muito importante para a categoria que, há anos, luta para ver o cumprimento da Lei Federal, que instituiu o piso nacional ainda em 2008.

O Sepe Paraíba do Sul ressalta que, por se tratar de decisão de 1ª Instância, esta sentença está sujeita a recurso da prefeitura junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Mas o sindicato, através de seu Departamento Jurídico, continuará acompanhando todos os andamentos e trabalhando para que esta decisão seja mantida na sua integralidade com vistas ao devido cumprimento.

0

No dia 29 de julho, a direção do Sepe, juntamente com uma comissão de servidores da ex-FAEP, foi recebida pela chefe de Gabinete do governador do Estado, Juliane dos Santos, e pelo secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Rafael Ventura. Na pauta da reunião, a discussão sobre o processo de distribuição desses profissionais para os quadros funcionais da Secretaria de Ciência e Tecnologia, em especial a FAETEC.

O governo não apresentou uma posição conclusiva, uma vez que a nossa reivindicação ainda está em análise na Procuradoria Geral do Estado (PGE). Foi informado que a Procuradoria da SEEDUC está preparando uma posição sobre o assunto para ser repassada para a PGE, com o objetivo de que seja apresentada uma resposta conclusiva.

O Sepe apoia a luta dos servidores da Ex-FAEP, com sua reivindicação para que o governo do estado promova a sua distribuição para os quadros da FAETEC e que eles possam ter acesso aos mesmos direitos dos profissionais do quadro da Secretaria de Ciência e Tecnologia.

 

 

 

0

Analise do Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (CACS-FUNDEB/RJ) confirma que o FUNDEB estadual aumentou a arrecadação e pode chegar ao final de 2026 com sobra de caixa, como atestam os quadros comparativos entre a arrecadação de 2024, 2025 e 2026. Até o mês de junho a prestação de contas do terceiro bimestre fechou com mais de R$ 290 milhões de “sobra”. Mantendo-se a atual arrecadação mensal em torno dos R$ 400 milhões, o CACS-FUNDEB/RJ acredita que, possivelmente, se chegará ao final do ano com mais de R$ 300 milhões em caixa.

Até o 3º bimestre, o FUNDEB/RJ arcou com despesas correntes de folha de pagamento e manutenção, bem como o pagamento do abono de R$ 3 mil para toda a categoria em março e metade do 13º salário em maio. Baseados nessa perspectiva, o CACS-FUNDEB/RJ aprovou, por unanimidade, na reunião do dia 21 de julho a indicação de reajuste do vale transporte e do auxílio alimentação para toda a categoria. As ressalvas aprovadas tratam do não pagamento do piso do magistério, do piso menor que o salário mínimo para funcionários e animadores culturais e acerto da vida funcional dos animadores. O resultado da reunião foi encaminhado ao governador e à Secretária de Estado de Educação-RJ – leia mais sobre isso,

O CACS-FUNDEB/RJ não é um conselho executivo e sim um órgão fiscalizador, mas pode, e deve, indicar políticas que beneficiem a categoria e as escolas, já que a natureza do fundo é de valorização do profissional de educação e melhoria da qualidade da educação.

A participação do Sepe no conselho tem seguido essa determinação, a de somar esforços para valorizar os profissionais da educação e as escolas. A seguir, anexamos os gráficos com a prestação de contas do Conselho e os números do FUNDEB.

Demonstrativo da movimentação financeira

Execucao Financeira – maio e junho-26 – Base Extratos

Gráfico da execução financeira fundeb – ref. maio e junho

 Repasses ao Municipios – Sintetico – JAN E DEZ DE 2026

Relatorio Fundeb – SIOPE – 3 bim 26


0

No dia 23/07, o Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (CACS-FUNDEB/RJ) encaminhou ofício ao governador em exercício, Ricardo Couto de Castro, com a cobrança do reajuste dos vale alimentação e transporte dos servidores da educação, tendo em vista a seguinte indicação:

– Aumento no mínimo de 50% no vale-alimentação e 10% no vale-transporte, que é o valor do reajuste das passagens no período, conforme visto pelo pleno do Conselho, e perfeitamente assimilável pelo orçamento do Fundeb.

No ofício, o Conselho destaca que, com o reajuste, será corrigida “a injustiça da maior categoria, a da educação, ser a única sem ajustes nos auxílios”.

No documento, o Conselho também faz as seguintes ressalvas sobre a educação estadual:

– Não está sendo cumprido o pagamento do Piso Nacional do Magistério;

– O não pagamento do piso salarial (ainda abaixo do salário mínimo) para os funcionários administrativos que estão dentro das escolas e que são parte ativa do processo educacional;

– A Regularização da situação funcional dos animadores culturais, que já têm 35 anos de trabalho e nada foi resolvido, como o pagamento do salário mínimo e acerto das pendências com o INSS;

– A valorização do próprio espaço escolar, que não se trata somente de salários dos atores envolvidos, mas das condições de trabalho, mais confortáveis para o melhor atendimento ao próprio aluno.

0

O Sepe Belford Roxo, no dia 24 de setembro, realizou um ato público em frente à Prefeitura de Belford Roxo, com a presença de profissionais da educação, servidores públicos e concursados municipais, para cobrar a abertura de negociações com o governo municipal e o atendimento de reivindicações do funcionalismo. Entre as principais pautas estão: o pagamento de salários atrasados e das férias; o direito à aposentadoria; o fim do assédio moral nos locais de trabalho e a convocação imediata dos aprovados em concurso público.

A mobilização também denunciou o rebaixamento salarial, a retirada de direitos e a precarização das condições de trabalho, defendendo a valorização dos profissionais e o fortalecimento da educação pública.

0

A CNTE, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, está realizando uma pesquisa nacional com os professores(as) das etapas finais do ensino fundamental e ensino médio com objetivo de verificar o contexto social e político dentro das escolas públicas no Brasil.

O estudo visa verificar as relações destes profissionais junto com estudantes, familiares, gestores, ou seja, o dia a dia dentro da escola pública. O objetivo da pesquisa é a verificação destas relações dentro do espaço escolar para que se possa desenvolver não só diagnósticos, mas também políticas públicas que venham a melhorar o cotidiano de quem educa.

Em tempos conturbados, nos quais temos assistido o aumento dos conflitos dentro das famílias e nas salas de aula, além de ameaças à liberdade de cátedra dos professores, muitos destes profissionais reclamam da falta de espaço para promoverem uma educação pública, laica e democrática por causa do patrulhamento dentro do seu espaço de trabalho muitas vezes incentivado pelas redes de ódio.

O assédio, o controle excessivo e os ataques à nossa liberdade de docência viraram uma realidade pesada na sala de aula. Para combater isso de frente, a CNTE fechou uma parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e quer ouvir a categoria a respeito desta questão. O questionário visa compreender como o contexto social e político atual no Brasil tem afetado o trabalho na educação. As perguntas abordam a rotina do dia a dia e a relação com estudantes, responsáveis e gestores.

A enquete é totalmente anônima e os participantes terão o anonimato garantido

 

Responda a pesquisa neste link: https://mla.bs/3b6c3f91ff

 

0

A entrada de policias armados na Creche Valdemira Macedo da Silva, da rede municipal de Saquarema, causou tensão entre os membros da comunidade escolar. Segundo os relatos de testemunhas, os policiais apareceram no local, enquanto profissionais e membros da comunidade escolar realizavam manifestação, cobrando transparência e investigação de denúncias e respeito à escolha feita pela comunidade da nova direção da unidade.

A creche, localizada no bairro Jardim Ipitangas, em Saquarema, vem passando por problemas e a entrada da polícia na unidade sem qualquer explicação aumentou ainda mais o clima de insegurança vivido por profissionais de educação, pais e responsáveis.  

De acordo com as testemunhas, a entrada dos policiais ocorreu em meio ao período de recesso escolar, surpreendendo professores, funcionários e demais pessoas que estavam na creche. A situação teria provocado apreensão entre os profissionais, que afirmam ter se sentido acuados, além de preocupação com o impacto emocional causado às crianças que frequentam a unidade.

A presença dos policiais ocorreu em um momento de forte instabilidade administrativa, após a exoneração da antiga gestora da creche e a nomeação de uma interventora para assumir a direção da unidade. O grupo afirma que a nova gestora seria desconhecida da comunidade escolar e que sua indicação teria ocorrido sem diálogo com professores, funcionários, pais e responsáveis.

No documento, a comunidade afirma que havia escolhido democraticamente uma professora da própria unidade para ocupar a direção. Segundo os organizadores do movimento, essa escolha foi respaldada por um abaixo-assinado que reuniu 512 assinaturas, demonstrando o apoio da comunidade à profissional.

Os manifestantes também sustentam que a decisão da Secretaria Municipal de Educação desconsiderou a vontade coletiva e serviu para agravar um ambiente que já vinha sendo marcado por conflitos internos. Eles classificam a nomeação como autoritária e alegam que a indicada não possuiria a qualificação necessária para assumir o posto.

0