No que pode ser considerado com uma vitória da luta dos professores de Educação Artística, o MEC homologou as novas diretrizes nacionais para o ensino de arte na educação básica. O documento reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes e orienta o ensino de artes visuais, dança, música e teatro.
As diretrizes destacam criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da relação da arte com os contextos históricos, sociais e culturais.
As redes de ensino deverão organizar a oferta dos componentes e promover condições para a aprendizagem, por meio de melhorias em espaços e materiais e integração das escolas com os equipamentos culturais e a comunidade.
O Sepe saúda a homologação destas novas diretrizes nacionais para o ensino de arte na educação básica, que surgem em boa hora, já que muitos governos não reconhecem o valor da formação dos alunos por esta disciplina que expande os horizontes e permite que eles tenham acesso à diferentes formas de expressão e de cultura. Os professores de Artes, que há anos lutam pelo reconhecimento da disciplina nas grades curriculares do ensino fundamental e médio conquistam assim uma vitória e o reconhecimento da importância do ensino de educação artística para a formação pedagógica dos estudantes.
A coluna Painel da Folha de São Paulo desta sexta-feira está veiculando uma reportagem baseada na denúncia do Sepe RJ contra o assédio eleitoral sobre profissionais da rede municipal de Educação do Rio de Janeiro, por parte do candidato a deputado federal Renan Ferreirinha (PSD). No dia 20 de agosto, o sindicato entrou com uma representação junto ao MPE, pedindo que o órgão investigue o uso da estrutura das escolas municipais do Rio pelo ex-secretário e agora candidato.
No começo de agosto foram divulgados os resultados do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) referentes ao ano de 2025. Os números constatam a crise na educação pública, com a maioria das redes não conseguindo atingir sequer as metas propostas para 2021.




O objetivo do levantamento é reunir dados para subsidiar possíveis ações jurídicas, tanto do Ministério Público do Rio de Janeiro, quanto do próprio sindicato, dando materialidade aos impactos negativos da minutagem na qualidade da educação e na profissão docente. Também servirá para a denúncia pública junto à imprensa e na Câmara Municipal, onde foi aprovada a Lei Complementar enviada pelo então prefeito Eduardo Paes. O relatório final também servirá como forma de pressão no Senado, para que paute o Projeto de Lei 4332, já aprovado pela Câmara dos Deputados, que limita os efeitos da minutagem.
O Sepe convoca os profissionais de educação da rede estadual a participarem do ato em frente ao Tribunal de Justiça (TJRJ), no dia 1º de setembro (terça-feira), às 14h. Na manifestação, a categoria irá cobrar do governador em exercício, Ricardo Couto, os compromissos acertados na última reunião com o sindicato no dia 09 de julho, entre esses: