Recepção: (21) 2195-0450. Agendar atendimento no Jurídico: (21) 2195-0457 / 0458 (11h às 16h).

O Sepe convoca um abraço simbólico na Escola Municipal Orsina da Fonseca, localizada na Rua São Francisco Xavier, nº 95 (Tijuca), na próxima quinta-feira, dia 3 de setembro, às 14h; a escola foi o palco de uma agressão contra um professor, no dia 10 de agosto, na qual um aluno esfaqueou o profissional, marcando o lançamento de uma campanha pela valorização, contra a precarização e o adoecimento dos profissionais de educação das escolas municipais.

O caso só não teve piores consequências, porque o estudante foi detido pelos próprios colegas que o dominaram impedindo a continuação dos ataques.

O Sepe lamenta a ocorrência desse episódio de violência e traz a público a preocupação da categoria com o aumento alarmante das notícias sobre agressões sofridas por profissionais de educação dentro do seu ambiente de trabalho.

O sindicato se solidariza com os profissionais de educação feridos e faz um apelo para as autoridades estaduais e municipais para que o poder público entre de forma mais decisiva na busca de soluções para esta questão. A escola é um espaço para o diálogo e a democracia e a sociedade não pode normalizar a violência no seu interior.

Com isso, o Sepe está mobilizado pela valorização dos profissionais da educação, contra a precarização do trabalho, a violência nas escolas e o adoecimento da categoria. O sindicato denuncia a política de ataques à educação implementada pelo ex-prefeito Eduardo Paes e seu então secretário de Educação – política que continua sendo implementada na atual administração.

Pela valorização dos educadores

– Pelo fim da violência nas escolas!

– Pela recomposição salarial para cobrir as perdas: de 2019 a maio de 2026, as perdas são de 27,22% (DIEESE:); reajuste do vale alimentação (congelado há 14 anos em R$ 12); fortalecimento do PreviRio para garantir a saúde das nossas aposentadorias e pensões e atendimento digno aos servidores; resposta às demandas funcionais com as devidas correções nas carreiras dos profissionais da educação; e que nenhum funcionário receba vencimentos menores que o salário mínimo.

– Contra a precarização do trabalho e o adoecimento da categoria: o sindicato denuncia a política de ataques à educação implementada pelo ex-prefeito Eduardo Paes e seu então secretário de Educação – política que continua sendo implementada na atual administração.

– Pelo fim da política das contratações temporárias: implementação da migração, convocação de concursados e realização de concurso público para todos os cargos da educação, valorizando o servidor estatutário.

– Pelo cumprimento imediato da lei que descongela o tempo da pandemia; pelo correto pagamento do Piso Nacional do Magistério para os PAEIS; pelo Início imediato da convocação da migração dos Doc II; na luta pelo enquadramento em nível de especialização e doutorado e a extensão desse direito a todos os profissionais da educação.

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A Coluna do Servidor Público do Jornal Extra publicou matéria hoje (31) alertando os servidores aposentados e pensionistas nascidos em agosto, que termina nesta segunda-feira (dia 31), o prazo para realização da prova de vida (veja abaixo como realizá-la). O Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio (Previ-Rio), responsável pelo pagamento de pensão e aposentadoria de servidores municipais do Rio, lembra que o procedimento anual é obrigatório.

O servidor aposentado ou pensionista que perder a data terá o benefício suspenso já no mês subsequente. A medida é para proteger o Fundo Especial de Previdência do Município (Funprevi) contra possíveis irregularidades.

Uma vez bloqueado, o restabelecimento do pagamento não é imediato. Ele depende do processamento da regularização.

A reportagem também chama a atenção para o fato da prova de vida ser diferente do censo previdenciário. Ambos são obrigatórios, mas têm finalidades distintas. A prova é responsável por confirmar que o servidor inativo segue vivo para continuar recebendo o pagamento e mantém seu nome na folha de pagamento. Portanto, a não realização do procedimento pode significar um risco direto ao recebimento do provento.

Veja como fazer a prova de vida

O Previ-Rio informa que o procedimento pode ser feito de duas maneiras:

Por meio de canais digitais, para aqueles que têm biometria cadastrada: verifique se você tem biometria cadastrada para realizar o procedimento pelo app Gov.br, uma opção segura e que evita deslocamento físico.

Através da rede bancária: o beneficiário pode buscar qualquer agência do banco pagador (Santander), com documento de identidade original com foto e CPF em mãos. É possível realizar o procedimento diretamente no guichê ou em terminais habilitados.

Segurados que não podem ir até uma agência devem consultar as regras para visitas técnicas ou procurações específicas no portal do Previ-Rio.

Fonte: Portal do Jornal Extra/Coluna do Servidor Público

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Encerra nesta segunda-feira, 31/8, o formulário criado pelo Sepe para medir os impactos da minutagem no trabalho e saúde docente e sobre a qualidade da educação após a implantação da lei na rede municipal do Rio de Janeiro.

O formulário pode ser preenchido de forma rápida e com sigilo garantido. Seus dados irão subsidiar possíveis ações jurídicas, tanto do Ministério Público quanto do sindicato.

Para acessar o formulário, basta clicar no link abaixo:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScy_IO3wlHH3wTCm1HEP3KOpnQxat67gRb3AcanvsOAJM6njA/viewform

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O Sepe RJ e o Sepe Mendes/Engº Paulo de Frontin comunicam com pesar o falecimento da professora Claudia Regina Sirimarco Casemiro.

A professora Claudia Regina dedicou sua vida à educação e sua trajetória de luta permanecerão em nossa memória e no coração de todos aqueles que com ela conviveram.

O Sepe se coloca ao lado de parentes e amigos da docente neste momento de luto e pesar.

 

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O Sepe convoca os profissionais de educação da rede estadual a participarem do ato em frente ao Tribunal de Justiça (TJRJ), amanhã, dia 1º de setembro (terça-feira), às 14h. Na manifestação, a categoria irá cobrar do governador em exercício, Ricardo Couto, os compromissos acertados na última reunião com o sindicato no dia 09 de julho, entre esses:

– A migração dos funcionários ex-FAEP para a FAETEC;

– Regulamentação da Animação Cultural;

– Situação dos servidores que recebem vencimentos abaixo do salário mínimo;

– Publicação do abono funcional dos dias de paralisação e greves (o Sepe já enviou à SEEDUC as datas);

– Reajuste do valor dos auxílios transporte e alimentação;

– Migração dos Professores Doc. II; 

– Confirmação do reajuste das perdas salariais referentes a 2025.

No dia do ato, vamos pressionar para que o governo receba o Sepe em audiência.

Já no dia 12 de setembro (sábado), às 10h, ocorrerá uma assembleia geral híbrida da rede estadual – o local da parte presencial será anunciado em breve nas nossas redes sociais.

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O Sepe entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação-RJ (SEEDUC) para cobrar esclarecimentos sobre os erros identificados nos contracheques referentes à folha de agosto, especialmente em relação aos auxílios. A Secretaria reconheceu a existência das falhas e informou que está preparando uma folha suplementar para realizar as devidas correções.

Até o momento, porém, a SEEDUC não informou a data prevista para o pagamento da folha suplementar. O Sepe continuará cobrando da Secretaria a regularização dos problemas e manterá a categoria informada sobre os desdobramentos.

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O Sepe apoia a luta pelo fim da escala 6×1 e convoca a categoria da Educação e toda a classe trabalhadora a fortalecer a mobilização nacional em defesa da redução da jornada de trabalho, sem redução salarial. Neste domingo, dia 30 de agosto, centrais sindicais, movimentos sociais e organizações populares realizarão atos em diversas cidades do país, inclusive na Avenida Paulista, em São Paulo, para pressionar o Senado Federal pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 221/2019 (PEC) que estabelece novas regras para a jornada de trabalho.

A PEC 221/2019 já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio e agora está em tramitação no Senado. O relator da proposta, senador Omar Aziz (PSD-AM), já entregou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado relatório a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1. Ele manteve o texto aprovado pela Câmara, visando agilizar a análise do tema. Com isso, o relator rejeitou todas as mudanças pedidas por senadores contrários à PEC, incluindo o retorno das 44 horas semanais, defendido por integrantes da bancada do PL, em uma tentativa de enorme retrocesso.

A votação na CCJ deverá ocorrer no dia 2 de setembro. Após essa etapa, a proposta será analisada pelo plenário do Senado e, se aprovada, vai para a sanção do presidente Lula, que apoia a iniciativa. O Sepe segue ao lado da classe trabalhadora na luta por mais direitos, dignidade e qualidade de vida. Leia a seguir, um resumo da PEC 221/2019.

Resumo da proposta

A proposta, após a promulgação da PEC, determina em 60 dias:

– O início da escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso;

– A jornada reduzida de 44 horas semanais para 42 horas;

Em 14 meses:

– Jornada deve cair de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5X2 e;

– Dois dias de descanso por semana, um deles preferencialmente aos domingos.

O texto aprovado também estabelece exceções:

Profissionais com diploma de nível superior e remuneração mensal acima de R$ 21,1 mil não estarão submetidos às novas regras de jornada e controle de ponto. Segundo o relatório, a medida busca evitar a pejotização e garantir maior flexibilidade para trabalhadores de alta renda. Nesses casos, a redução da jornada dependerá de decisão do empregador ou de previsão em acordos coletivos. A exceção, no entanto, não se aplica aos servidores e empregados públicos da administração direta e indireta da União, estados, Distrito Federal e municípios.

Nos contratos firmados pelo poder público com empresas terceirizadas, os trabalhadores passarão a ser incluídos na nova jornada a partir da formalização de aditivos contratuais ou após o prazo máximo de 12 meses previsto para adaptação.

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No dia 27 de agosto, a direção do Sepe teve uma audiência com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME RJ). O encontro contou com a participação de diretores do sindicato e da assessoria da SME. Veja abaixo o que foi discutido.
Assuntos tratados:

1) VIOLÊNCIA CONTRA O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO – ADOECIMENTO MENTAL – PERÍCIA

Denúncia: o SEPE denunciou a grave situação dos profissionais da educação com o crescente adoecimento da categoria, além dos problemas vivenciados na perícia como mau atendimento, aposentadoria por invalidez e a demora excessiva para a realização das perícias e respostas sobre readaptação. Relatou também a experiência concreta dos professores da EM Orsina da Fonseca em luta pela obtenção da Notificação sobre Acidente de Trabalho (NAT).

No caso da EM Orsina da Fonseca, o esfaqueamento do professor expressou a falta de protocolos de segurança escritos e de amplo conhecimento da comunidade escolar. Esse não fora um caso isolado, sendo constatado em visita do Sepe problemas sérios do estudante em outra unidade escolar. Destacou-se também a falta de profissionais da educação como agentes educadores e porteiros.

Cobrança: solicitação de mediação da SME junto à SMA para uma audiência do sindicato sobre os temas acima; a resolução do NAT para a professora da EM Orsina da Fonseca, que luta pelo reconhecimento do acidente de trabalho e a licença de mesma natureza, pelo tempo necessário, para o professor atingido; a necessidade de protocolos escritos e divulgados sobre os procedimentos necessários diante das situações de violência na escola.

2) QUESTÕES SALARIAIS, FUNCIONAIS E DE CARREIRA

Denúncia: o Sepe cobrou posicionamento sobre o reajuste salarial e do auxílio alimentação e o descongelamento do período da pandemia. Apesar do protocolo do sindicato, a prefeitura não se pronunciou até agora sobre esse pleito, uma lei federal. O abono das paralisações também foi requerido.

Sobre os diversos segmentos dos trabalhadores da educação, cobrou-se a resolução do pagamento dos cursos dos secretários escolares previstos em seus editais. No caso dos AEII, foi questionada a ausência de concurso público e a contratação temporária de profissionais, sem formação e sem relação com a unidade escolar. Sobre os AAEEs, o sindicato cobrou o cumprimento da lei de correção da escolaridade do cargo ensino médio normal. Sobre os docentes da lei 15.326, o Sepe cobrou a retomada das discussões sobre a lei federal 15326/2026 e o enquadramento das AEIs como professoras.

Também foi assunto da reunião, o trabalho não pago de diretores de escola cuja carga horária é de 16h e 22h30m; a paralisação do processo de migração e a revisão do pedágio de 10 anos com a diminuição desse período.

Cobrança: solicitação de mediação da SME junto à Secretaria de Coordenação Governamental do gabinete do prefeito Cavaliere, visando discutir a pauta acima; a retomada dos Grupos de Trabalho da SME sobre as carreiras e a migração na rede. Respostas efetivas para a demanda do GT de doutorado e especialização do Sepe.

3) MINUTAGEM E 1/3 EXTRACLASSE

Denúncia: reafirmou-se a ampliação da sobrecarga de trabalho e do adoecimento entre todos os docentes e a necessidade de revogação da lei aprovada em 2024. Denunciou-se a existência de professores, principalmente na educação infantil e anos iniciais, sem direito à pausa para almoço e descanso, sem interação com estudantes, e o desrespeito à própria portaria da SME, que não contempla a categoria, sobre 1/3 extraclasse.

Cobrança: documento escrito determinando a pausa dos docentes e o cumprimento integral do terço extraclasse. O Sepe vai elaborar uma lista de escolas, nas quais os professores vivem as situações descritas acima, e entregá-la à SME.

4) ATAQUE À AUTONOMIA PEDAGÓGICA E À LIBERDADE DE CÁTEDRA

Denúncia: professores obrigados a permitirem a entrada de coordenadores pedagógicos e elementos das CREs para assistirem suas aulas. Também foi apresentado o uso de coordenadores pedagógicos e professores de apoio à direção para a aplicação de provas externas, e, em muitos casos, fora de suas unidades escolares.

Cobrança: O Sepe reafirmou a autonomia pedagógica e a liberdade de cátedra docente. A assessoria vai averiguar a situação nas CREs citadas. Que a SME não utilize mais o trabalho gratuito dos profissionais da educação, e que se contrate equipes para esse fim.

5) ACORDO DE RESULTADOS E PLANO SAÚDE SERVIDORES

Sobre o acordo de resultados, foi apresentada a questão do pagamento, o questionamento judiciário do Sepe em curso e, inclusive, o calote do 14o de 2016 sem resposta da SME.

Sobre o Plano de Saúde destacou-se o risco do não atendimento, caso não haja mudança nas regras. O Sepe e as demais entidades do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Municipais (MUDSPM) estão pressionando a Secretaria de Coordenação Governamental e o gabinete do prefeito, visando a realização de audiência sobre o tema.

 

 

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A Coluna do Servidor Público do portal da Internet do Jornal Extra repercutiu hoje (28/8) a entrada em estado de greve dos profissionais da rede municipal de Petrópolis, noticiada ontem (27) no site do Sepe.

A deliberação foi tirada em assembleia geral da categoria realizada no dia 26 de agosto, de forma unânime. A nota do Jornal Extra esclarece que o estado de greve é a última etapa antes da paralisação total das atividades, caso o governo não atenda as reivindicações da categoria. A rede municipal de Petrópolis conta com 197 unidades escolares entre escolas e creches.

A nota também esclarece que entre os motivos que encabeçam a decisão está o atraso constante do pagamento regular dos aposentados. A direção do Sepe Petrópolis, citada pela matéria, informou que o depósito para o pagamento deles, esperado para o último dia do mês, tem sido feito sempre fora do dia combinado. Além disso, o Sepe Petrópolis também lembrou da questão da recomposição anual dos salários da categoria para fazer face à inflação do período, à qual, até agora, não foi anunciada pelo prefeito Hingo Hammes (PROGRESSISTAS).

Leia a matéria no Portal do Jornal Extra clicando no link abaixo:
https://extra.globo.com/economia/servidor-publico/noticia/2026/08/sepe-professores-de-petropolis-entram-em-estado-de-greve.ghtml

 

 

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Uma reportagem denúncia do portal da internet Brasil de Fato mostra o abandono e o descaso da prefeitura para com a população de Vigário Geral, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. Depois de condenada no ano de 2022, a estrutura da Escola Municipal Jorge de Gouveia foi demolida pela Secretaria de Obras, o que obrigou a transferência dos alunos para uma outra unidade, causando superlotação de turmas e outros transtornos para a comunidade escolar.

Quatro anos após a demolição e promessas de reconstrução, a obra ainda não saiu do papel e, embora tenham sido captados recursos do PAC do governo federal, segue sem previsão de início. A Regional 4 do Sepe contribuiu para a reportagem, com informações sobre o processo demorado para o início das obras de reconstrução da EM Jorge de Gouveia e os impactos negativos causados na comunidade por causa do fechamento da escola.

 A reportagem lembra que o bairro ficou marcado pela chamada chacina de Vigário geral, que completa 33 anos no dia 29 de agosto. Neste incidente, 21 moradores do local foram assassinados por homens encapuzados, apontados posteriormente pela investigação como sendo policiais militares que invadiram casas e mataram os moradores inocentes para se vingar da morte de outros policiais por traficantes locais.

Agora, aponta o Brasil de Fato, a região segue estigmatizada pela violência e novamente enfrenta uma guerra entre facções rivais, envolvendo vários bairros do entorno, mas as políticas públicas continuam passando longe destes locais. Por conta desse contexto de violência e de conflagração, a ausência de uma escola pública como a EM Jorge de Gouveia é motivo de preocupação adicional para os moradores, que veem na Educação uma possível solução para minorar os problemas da violência.

Citado na reportagem, o Sepe afirmou que vem pressionando há anos a prefeitura para que a escola seja reconstruída. Segundo a Regional 4 do sindicato, que participou da reportagem, a maioria dos alunos da Jorge Gouveia foi remanejada para a EM República do Líbano, localizada em Vigário, mas um pouco mais distante. O Sepe lembrou que a transferência prejudicou mais de 400 famílias, já que são crianças das primeiras séries do ensino fundamental e as famílias não contam com o cartão de gratuidade nos transportes para levá-las até a escola.

O sindicato revelou para o Brasil de Fato que havia uma promessa da prefeitura do Rio de reconstrução da escola em poucos meses. Mas o edital de licitação para as obras só foi publicado no Diário Oficial do Município em fevereiro deste ano, quase quatro anos após a demolição.

Leia matéria completa acessando o site do Brasil de Fato pelo link abaixo:
https://www.brasildefato.com.br/2026/08/27/no-marco-dos-33-anos-da-chacina-de-vigario-geral-moradores-lutam-por-reconstrucao-de-escola-demolida/#google_vignette

 

 

 

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