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No dia 1º de agosto, o Sepe realizou uma plenária híbrida para discutir o Plano Nacional de Educação (PNE) – meta 2026 a 2036 -, com a participação de cerca de 40 pessoas. A professora Fabiana Rodrigues representou o Fórum Estadual de Educação (FEERJ) – assim como o presidente licenciado do FEERJ, professor Waldec Carneiro; a Campanha Nacional foi representada pela professora Maria Tereza Avance. Os seguintes núcleos e regionais (capital) do Sepe participaram:

Barra do Piraí, Belford Roxo, Campos, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Lagos (Arraial, Búzios e Cabo Frio), Macaé, Magé, Niterói, Nova Iguaçu, Paraíba do Sul, Petrópolis, Queimados, Regional 2, Regional 3, São Gonçalo, São João de Meriti, Tanguá, Teresópolis e Três Rios.

Após os informes do Sepe, da Campanha Nacional e do FEERJ sobre o processo de construção dos planos estadual e municipais, cujos prazos para a finalização são, respectivamente, abril de 2027 e julho de 2027, os municípios presentes apresentaram o andamento e dificuldades que enfrentam.

Ao lado, o quadro do FEERJ com a situação dos municípios.

Também ocorreu um debate, em que foram apontados os desafios políticos e organizativos. Três pontos do PNE foram destacados como importantes para aprofundamento: Financiamento; valorização e gestão. Dessa forma, algumas propostas foram levantadas como orientações na aprovação das estratégias nos Planos, tendo como referência o acúmulo do debate educacional que o Sepe construiu ao longo de seus quase 50 anos de existência.

Questões ressaltadas:

– Devemos nos pautar por incluir no plano as metas pelo teto, ou seja, sem rebaixa-las às dificuldades apresentadas pelos governos locais, acompanhando as metas nacionais;

– Ter atenção à estratégia 3.6 , da alfabetização, que induz a gratificações por desempenho;

– Não basta só falar em concurso, tem que ser concurso para o regime estatutário;

– Não aceitar as parcerias público-privado;

– Contratos só para ausências temporárias, por um ano e no máximo 20%;

– Não deixar de incluir na gestão democrática e nos conselhos a participação dos estudantes;

– Autonomia dos grêmios estudantis;

– Reafirmar os 25% dos orçamentos para a educação;

– Denuncia de improbidade administrativa para governos que não cumpram o Piso Nacional com multa e inegibilidade;

– Presidente de conselhos escolares não podem ser os diretores de escola;

– Determinar número de alunos do Ensino Médio em sala de aula;

– Plano de Carreira unificado (professores e funcionários) com pisos do Magistério e de funcionários e com progressão por tempo de serviço e formação (sem produtividade e/ou meritocracia);

– Eixos que devem ser profundamente debatidos: Financiamento, Gestão e valorização.

Encaminhamentos da plenária:

– Levantar problemas nos municípios e solicitar ajuda do Fórum;

– Solicitar ao FEERJ a inclusão do Sepe Cabo Frio no Fórum local;

– A SAE (Secretaria de Assuntos Educacionais do Sepe) organizará cartilha com os 3 eixos fundamentais (Financiamento, Gestão e valorização) e proposições dos setoriais do Sepe (Educação Infantil, funcionários, aposentados e outros);

– Entrar em contato com municípios que ainda não tem Fórum para ajudar na criação do mesmo;

– Realização de nova plenária em outubro.

 

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O Sepe vem a público expressar preocupação para com a atuação das autoridades estaduais e municipais em relação à falta de protocolos claros para preservar a segurança no espaço das unidades escolares públicas no estado do Rio de Janeiro. Nesta manhã, um alerta severo da Defesa Civil para ocorrência de ventos fortes e mudanças climáticas deixou a população fluminense alarmada, temendo a ocorrência de eventos como o da semana quando um vendaval trouxe o caos para diferentes municípios, chegando a causar grandes estragos e 3 mortes no estado.

Para o sindicato, as secretarias de educação estadual e municipais, não tem apresentado um protocolo de procedimentos para as unidades escolares em caso de ocorrências deste tipo, deixando as direções das unidades escolares, demais profissionais e responsáveis sem saber que medidas tomar para resguardar a segurança da comunidade escolar.

No caso do município do Rio, um “alerta amarelo” emitido hoje pela SME é um exemplo de como o poder público é dúbio para casos como este e as soluções para prevenção não conseguem apresentar propostas concretas sobre o que se deve fazer para evitar danos na infraestrutura e garantir a vida de profissionais e alunos nas escolas.

Segundo a SME, em conformidade com o “Protocolo de Prevenção, Proteção e Segurança Escolar”,  é orientado que Unidades Escolares se mantenham atentas às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; “mantenham-se atentos às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; se necessário, ajuste a rotina escolar.

Mas o sindicato questiona se  esse “ajustar a rotina”, dá autonomia para as direções suspenderem as aulas da unidade em casos de ameaças como as previstas para as próximas horas. O protocolo da SME, assim como as determinações das demais secretarias de educação do estado e dos demais municípios também nada falam sobre o abono de falta para os profissionais de educação que não conseguem ter mobilidade na cidade.

Não podemos acreditar que a melhor solução oferecida pelos governos para casos como o do alerta de hoje seja esperar.

Para isso é que servem os alertas, as previsões antecipadas e a necessidade de precaução para a salvaguarda das vidas das pessoas. Depois do vendaval, pouco adianta se lamentar.

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O Sepe protocolou ontem, dia 30 de julho, uma representação no Ministério Público Estadual, solicitando do órgão uma apuração de não cumprimento da Lei Federal 15.326/2026, que determina o reconhecimento das docentes da Educação Infantil como integrantes do magistério. A lei, uma reivindicação antiga destas profissionais, foi sancionada em 6 de janeiro deste ano pelo presidente Lula e até o momento, as educadoras da Educação Infantil reconhecidas pela Lei lutam junto à prefeitura do Rio e outras prefeituras do estado inteiro pela criação de legislações que se adequem à lei federal e garantam o enquadramento delas na função do magistério.

No documento protocolado ontem, a direção do sindicato também pede a marcação de uma audiência com a procuradora de justiça de Tutela Coletiva da Educação do Rio de Janeiro do MP para discutir formas de garantir o cumprimento o mais rápido possível da lei 15.326/2026 pela prefeitura do Rio.

Leia a representação do Sepe ao MPRJ.
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A Coordenação Geral do Sepe, em função do aviso de mudança climáticas bruscas previstas para ocorrer a partir de hoje (05/8),  está suspendendo o trabalho presencial na sede do sindicato a partir das 12h. Assim sendo, o sindicato recomenda que todos se resguardem e permaneçam em casa, preservando a sua segurança.

O Sepe lembra que núcleos municipais e regionais da capital do sindicato tem autonomia para definir o seu funcionamento.

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