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Sepe critica falta de protocolos dos governos do estado e municipais para escolas públicas em casos de alertas climáticos como o de hoje (dia 5/8)

O Sepe vem a público expressar preocupação para com a atuação das autoridades estaduais e municipais em relação à falta de protocolos claros para preservar a segurança no espaço das unidades escolares públicas no estado do Rio de Janeiro. Nesta manhã, um alerta severo da Defesa Civil para ocorrência de ventos fortes e mudanças climáticas deixou a população fluminense alarmada, temendo a ocorrência de eventos como o da semana quando um vendaval trouxe o caos para diferentes municípios, chegando a causar grandes estragos e 3 mortes no estado.

Para o sindicato, as secretarias de educação estadual e municipais, não tem apresentado um protocolo de procedimentos para as unidades escolares em caso de ocorrências deste tipo, deixando as direções das unidades escolares, demais profissionais e responsáveis sem saber que medidas tomar para resguardar a segurança da comunidade escolar.

No caso do município do Rio, um “alerta amarelo” emitido hoje pela SME é um exemplo de como o poder público é dúbio para casos como este e as soluções para prevenção não conseguem apresentar propostas concretas sobre o que se deve fazer para evitar danos na infraestrutura e garantir a vida de profissionais e alunos nas escolas.

Segundo a SME, em conformidade com o “Protocolo de Prevenção, Proteção e Segurança Escolar”,  é orientado que Unidades Escolares se mantenham atentas às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; “mantenham-se atentos às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; se necessário, ajuste a rotina escolar.

Mas o sindicato questiona se  esse “ajustar a rotina”, dá autonomia para as direções suspenderem as aulas da unidade em casos de ameaças como as previstas para as próximas horas. O protocolo da SME, assim como as determinações das demais secretarias de educação do estado e dos demais municípios também nada falam sobre o abono de falta para os profissionais de educação que não conseguem ter mobilidade na cidade.

Não podemos acreditar que a melhor solução oferecida pelos governos para casos como o do alerta de hoje seja esperar.

Para isso é que servem os alertas, as previsões antecipadas e a necessidade de precaução para a salvaguarda das vidas das pessoas. Depois do vendaval, pouco adianta se lamentar.

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