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O Sepe Valença entregou à secretária Municipal de Educação, Renata Leite, a “Nota Técnica sobre Riscos do El Niño em Valença e Prevenção para Unidades Escolares e Creches do Município”. O documento foi elaborado pelo Grupo de Extensão (GT) “Antropoceno e Sociedade”, vinculado à Faculdade de Geologia da UERJ, a partir de solicitação do Sepe, e apresenta um diagnóstico dos possíveis impactos de um El Niño forte a muito forte no segundo semestre de 2026 e no início de 2027.

A Nota Técnica chama atenção para os possíveis efeitos sobre Valença, como ondas de calor, temperaturas acima da média, períodos de seca, tempestades, ventos fortes, alagamentos e queimadas, além dos impactos sobre a saúde e o funcionamento das unidades escolares e creches.

O que esperar nas escolas e creches?

A elevação das temperaturas pode provocar desidratação, insolação, problemas respiratórios, fadiga, irritabilidade e dificuldades de concentração e aprendizagem.

Por isso, o Sepe está cobrando que a prefeitura se antecipe aos problemas, realizando vistorias nas unidades, garantindo ventilação adequada, água potável e hidratação, manutenção de telhados e sistemas de drenagem, áreas de sombra e protocolos para situações de calor extremo, tempestades, alagamentos e outros eventos climáticos.

A Nota Técnica também aponta a necessidade de um Plano de Adaptação Climática para a rede municipal de ensino, com monitoramento, protocolos de alerta e articulação entre Educação, Saúde, Defesa Civil e demais órgãos públicos. O objetivo é contemplar a saúde de profissionais da educação e estudantes.

A secretária Renata Leite recebeu oficialmente o documento e assinou o protocolo de recebimento, o Sepe também protocolou junto ao prefeito. A nota traz como objetivo a prevenção de possíveis tragédias nas unidades.

Informações do Núcleo Sepe Valença.
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A Coordenação Geral do Sepe, em função dos alertas climatológicos das autoridades, com previsão de ventos fortes e mudanças no tempo que podem afetar o funcionamento dos serviços na capital e nos demais municípios do estado, decidiu suspender o trabalho presencial na sede do sindicato nesta sexta-feira, dia 7 de agosto, que permanecerá fechada.

Por conta deste alerta de severas condições climáticas, as autoridades estaduais e municipais colocaram o estado do Rio de Janeiro em alerta e as aulas já foram suspensas nas escolas estaduais e em escolas municipais de vários municípios, como Rio de Janeiro, Petrópolis, Angra dos Reis e Parati.

O sindicato recomenda que todos se resguardem e permaneçam em casa, preservando assim a sua segurança e evitando deslocamentos que possam colocar a vida em risco.

O Sepe lembra que núcleos municipais e regionais da capital do sindicato tem autonomia para definir o seu funcionamento.
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O Sepe vem a público expressar preocupação para com a atuação das autoridades estaduais e municipais em relação à falta de protocolos claros para preservar a segurança no espaço das unidades escolares públicas no estado do Rio de Janeiro. Nesta manhã, um alerta severo da Defesa Civil para ocorrência de ventos fortes e mudanças climáticas deixou a população fluminense alarmada, temendo a ocorrência de eventos como o da semana quando um vendaval trouxe o caos para diferentes municípios, chegando a causar grandes estragos e 3 mortes no estado.

Para o sindicato, as secretarias de educação estadual e municipais, não tem apresentado um protocolo de procedimentos para as unidades escolares em caso de ocorrências deste tipo, deixando as direções das unidades escolares, demais profissionais e responsáveis sem saber que medidas tomar para resguardar a segurança da comunidade escolar.

No caso do município do Rio, um “alerta amarelo” emitido hoje pela SME é um exemplo de como o poder público é dúbio para casos como este e as soluções para prevenção não conseguem apresentar propostas concretas sobre o que se deve fazer para evitar danos na infraestrutura e garantir a vida de profissionais e alunos nas escolas.

Segundo a SME, em conformidade com o “Protocolo de Prevenção, Proteção e Segurança Escolar”,  é orientado que Unidades Escolares se mantenham atentas às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; “mantenham-se atentos às informações e ajustem a rotina da unidade, “caso necessário”; se necessário, ajuste a rotina escolar.

Mas o sindicato questiona se  esse “ajustar a rotina”, dá autonomia para as direções suspenderem as aulas da unidade em casos de ameaças como as previstas para as próximas horas. O protocolo da SME, assim como as determinações das demais secretarias de educação do estado e dos demais municípios também nada falam sobre o abono de falta para os profissionais de educação que não conseguem ter mobilidade na cidade.

Não podemos acreditar que a melhor solução oferecida pelos governos para casos como o do alerta de hoje seja esperar.

Para isso é que servem os alertas, as previsões antecipadas e a necessidade de precaução para a salvaguarda das vidas das pessoas. Depois do vendaval, pouco adianta se lamentar.

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A Coordenação Geral do Sepe, em função do aviso de mudança climáticas bruscas previstas para ocorrer a partir de hoje (05/8),  está suspendendo o trabalho presencial na sede do sindicato a partir das 12h. Assim sendo, o sindicato recomenda que todos se resguardem e permaneçam em casa, preservando a sua segurança.

O Sepe lembra que núcleos municipais e regionais da capital do sindicato tem autonomia para definir o seu funcionamento.

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