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Os profissionais da educação do município do Rio de Janeiro tiveram perdas salariais decorrentes de congelamentos salariais nos últimos anos. O DIEESE-Subseção Sepe-RJ fez uma comparação entre os reajustes aplicados na rede municipal com as correções aplicadas ao Piso Nacional. No caso dos funcionários administrativos, as comparações foram feitas considerando também os reajustes do Salário Mínimo Nacional.

Nos dois casos – magistério e funcionários -, o DIEESE-Subseção Sepe-RJ comparou também a correção dos vencimentos iniciais, com a inflação medida pelo INPC-IBGE e pelo IPCA-E-IBGE (utilizado pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro) ao longo do ano (janeiro a dezembro).

O estudo toma como ponto de partida o ano de 2013 (quando da implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração da Educação) e se estende até o início de 2020, exceto para o cargo de Professor Adjunto de Educação Infantil (PAEI), cujo ponto de partida é sua criação dezembro em 2018. Com isso, de 2018 a 2020, enquanto a prefeitura concedeu 8,17% de reajuste para todos os profissionais de educação, o Piso Nacional do Magistério foi reajustado em 25,55%; na mesma época, o salário mínimo foi reajustado em 11,53%, a mais, portanto, do que foi reajustado o salário dos funcionários.

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