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Animadores resistem, recebendo salários abaixo do mínimo, sem direito à recomposição salarial, sem cargos na estrutura da SEEDUC e enfrentando dificuldades para se aposentar

1 – Animadores recebem menos do que o salário mínimo

O vencimento-base é de R$ 1.260,78. Fora isso, recebem somente uma gratificação de R$ 300, criada no fim dos anos 1990 e nunca reajustada — da mesma forma que o salário. Em 1994, os animadores culturais recebiam 80% do vencimento-base inicial do DOC II 40h, o que hoje alcançaria R$ 1.800,88.


2 – Não têm direito à recomposição salarial

Animadores não estão enquadrados na SEEDUC e nem possuem plano de carreira. Permanecem em cargos em comissão e, por isso, não têm acesso ao que determina a Lei da Recomposição Salarial (2017-2021). Eles não receberam a primeira parcela – 13,05% em 2022 – e, caso nada seja feito, ficarão sem as parcelas de agosto e novembro, de 5,62% cada. O Sepe negocia com o governo uma solução jurídica para que os animadores possam receber as parcelas da recomposição salarial.

3 – Sem cargo e carreira na SEEDUC, vivem ameaçados

Apesar de aprovados em uma seleção pública (com Análise de currículo, curso de formação de 680 horas na UERJ e prova final), os animadores permanecem desde 1994 em cargos em comissão, lotados na Seeduc. Por isso, em vários momentos, como em 2011 e 2023, o governo estadual tentou exonerá-los e o tema foi parar na Justiça. A mobilização dos animadores e do Sepe garantiu um acordo com o governo para manter os cerca de 300 profissionais em atividade. O acordo ainda precisa ser informado à Justiça.

4 – Muitas dificuldades para se aposentar

Cerca de 300 animadores atuam nas escolas da rede estadual, atendendo uma média de 1.800 alunos, especialmente nos CIEPs. No entanto, todos enfrentam dificuldades para comprovar o tempo trabalhado, com a contribuição prevideciária só tendo iniciado em 2005. Há contribuições também entre 1994 e 1998, para o ISERJ, mas não computadas. Desta forma, existe um “limbo” de cerca de uma década, que atrasa as aposentadorias.
Cerca de 180 animadores precisariam trabalhar mais 15 anos para se aposentar. Outros 60 animadores culturais precisarão esperar mais 10 anos.

5 – Grupo de Trabalho produziu relatório sobre a animação

Após muita luta, em setembro de 2024, a SEEDUC criou um Grupo de Trabalho com o Sepe e os animadores, através da Resolução 6286. O GT realizou dez reuniões, até novembro de 2025, que resultaram em um relatório com diagnóstico e propostas, como textos para um Decreto e um Projeto de Lei que criariam o cargo e corrigiriam os salários, retomando o patamar anterior e garantindo progressões, etc. O documento é fundamental e foi entregue aos deputados e pelo Sepe ao governador em exercício, Ricardo Couto, buscando uma solução.

Baixe o Relatório do Grupo de Trabalho (GT)
Relatorio_Final_GT_Animadores_VF

 

 
 
 
 
 
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A Animação Cultural realizou ato público em frente à ALERJ, nesta terça (12), em defesa da regularização da profissão na rede estadual de Educação. Uma delegação de animadores visitou os gabinetes dos deputados para entregar o relatório do Grupo de Trabalho (GT) da SEEDUC, do qual o sindicato participou.

O GT recomenda a feitura de um decreto do governo, retomando o salário base da Animação, com o mesmo valor quando da criação do cargo – o que seria 70% do salário atual do professor doc 2 da rede estadual.

Além disso, a categoria reivindica a criação do cargo de Animador Cultural junto aos quadros da SEEDUC.

No dia 14/05, os animadores participarão da Audiência Pública na ALERJ convocada pela Comissão dos Servidores Públicos que irá discutir a recomposição salarial dos servidores estaduais, que terá início às 14h30, no auditório do 21º andar da sede da ALERJ, na Rua da Ajuda.
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A animação cultural realizará uma plenária na próxima terça (17/03), às 10h, no auditório do Sepe – Rua Evaristo da Veiga, nº 55, 7º andar. 
Os animadores mantêm uma luta já há décadas pela regularização da sua profissão junto ao governo do Estado. Eles reivindicam:
– A reativação do Grupo de Trabalho da animação cultural;
– Resolução das pendencias trabalhistas com o INSS e PIS-PASEP;
– Resolução das questões salariais.
Participe da Plenária.

 

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Os animadores culturais da rede estadual realizaram uma vigília nesta quinta, 27/03, na frente da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC RJ), para exigir a volta do Grupo de Trabalho (GT) que trata da regularização da situação funcional deste segmento da categoria nos quadros do funcionalismo estadual.

Durante a vigília, uma comissão formada por animadores culturais e diretoras do Sepe foi recebida pelo subsecretário executivo da SEEDUC, Windson Maciel. Com isso, foram retomadas as negociações e o grupo de trabalho, que terá uma reunião com a SEEDUC já nesta sexta-feira, 28/03, às 15h.

Contratados ainda nos anos 1990 para trabalhar nos CIEPs criados por Leonel Brizola e Darcy Ribeiro, os animadores lutam ainda hoje para ter sua função reconhecida pela Secretaria de Educação.

Há pouco tempo, uma decisão da Justiça, que se encontra suspensa, ameaçou os animadores de demissão e a extinção da função nas escolas. A luta da categoria e do Sepe conseguiu impedir tal injustiça e seguimos pressionando o governo do estado para que ele regularize a questão.

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A animação cultural fará vigília em frente à SEEDUC nesta quinta-feira, dia 27/03, às 10h (Rua Joaquim Palhares, 40, Cidade Nova).

Os animadores estão em luta pela regularização da sua profissão junto ao governo do Estado e reivindicam:

– Reativação do Grupo de Trabalho da animação cultural, que está parado desde o final do ano passado;

– Resolução das pendencias trabalhistas com o INSS e PIS-PASEP;

– Questão salarial: o setor não recebeu o reajuste da categoria relativo à recomposição das perdas de 2017 a 2021 e está, portanto, há 10 anos sem reajuste. Os animadores estão recebendo menos que um salário mínimo (R$1.200).

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A animação cultural fará uma vigília em frente à SEEDUC dia 27/03, às 10h (Rua Joaquim Palhares, 40, Cidade Nova).

Os animadores mantêm uma luta já há décadas pela regularização da sua profissão junto ao governo do Estado e irão reivindicar, no protesto:

– A reativação do Grupo de Trabalho da animação cultural, que está parado desde o final do ano passado;

– Resolução das pendencias trabalhistas com o INSS e PIS-PASEP;

– Questão salarial: o setor não recebeu o reajuste da categoria relativo à recomposição das perdas de 2017 a 2021 e está, portanto, há 10 anos sem reajuste. Os animadores estão recebendo menos que um salário mínimo (R$1.200).

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Os animadores culturais das escolas estaduais realizaram uma plenária nesta terça-feira (11/03), no auditório do Sepe, no Centro do Rio (fotos). A categoria debateu a mobilização para 2025, com objetivo de conquistar a sua regularização funcional nos quadros da SEEDUC.

A animação decidiu realizar uma vigília em frente à SEEDUC, dia 27, às 10h, e um ato público na ALERJ, dia 4 de abril, às 11h.

A luta destes profissionais, que prestam um trabalho de resgate da cultura local em escolas da rede estadual através dos mais variados ramos das artes, como teatro, música, dança, circo, literatura etc., pela entrada nos quadros do funcionalismo estadual já dura mais de três décadas.

Por falta deste reconhecimento do governo estadual para com os serviços prestados pelos animadores, a categoria sofre para ter acesso à assistência médica e previdenciária. Muitos animadores, que ingressaram nos Cieps na década de 1990, têm dificuldades para se aposentar por conta da não integração deste segmento da categoria nos quadros funcionais da SEEDUC.

A luta pela regularização da função de animador cultural passa pela vontade do governador enviar um projeto de lei para a Alerj, pois a regularização deles depende de um ato do Poder Executivo para que a Justiça reconheça a validade da nomeação. Até pouco tempo, os animadores estavam ameaçados de demissão sumária e de extinção do seu cargo por causa de uma decisão judicial. A luta da categoria, juntamente com o Sepe conseguiu impedir até o presente momento esta injustiça.

Calendário de lutas:

12/03: Participação no ato dos ex-funcionários da FAEP, 14h, na ALERJ;

15/03: Assembleia eleitoral do Sepe (ABI, 10h);

22/03: Assembleia estatutária do Sepe (ABI, 10h);

27/03: Vigília dos Animadores na porta da SEEDUC (10h);

10/04: Ato da Animação Cultural na ALERJ, às 11h.



Calendário de lutas:

12/03: Participação no ato dos ex-funcionários da FAEP, 14h, na ALERJ;

15/03: Assembleia eleitoral do Sepe (ABI, 10h);

22/03: Assembleia estatutária do Sepe (ABI, 10h);

27/03: Vigília dos Animadores na porta da SEEDUC, às 10h;

10/04: Ato da Animação Cultural na ALERJ, às 11h.

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Animadores culturas da rede estadual fizeram um ato público na tarde desta terça-feira (27), na entrada da Alerj. A categoria percorreu gabinetes dos deputados para buscar caminhos para resolver a sua situação funcional.

Os animadores correm risco de terem seu cargo extinto e, por não ter sua situação funcional regularizada, perdem direitos e benefícios que os demais profissionais estatutários da rede têm.

Durante a visita para sensibilizar os deputados para a causa da animação, um grupo deles vai permaneceu na porta da sede do Legislativo, realizando a manifestação e interagindo com a população.

Conheça o documento do Sepe sobre a animação cultural, entregue aos deputados estaduais
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Os animadores culturais estão realizando uma plenária nesta quinta-feira, dia 8, no auditório do sindicato. No encontro, os animadores discutem o andamento e os próximos passos da mobilização em torno da sua regularização funcional junto aos quadros da SEEDUC. O Departamento Jurídico do Sepe e assessores do deputado estadual Flávio Serafini (PSOL) estão no local acompanhando a plenária.

Conheça o documento produzido pelo Sepe, a ser entregue na Alerj, sobre a animação cultural

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