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O Departamento Jurídico do Sepe apresenta uma importante atualização sobre o processo judicial que exige a nomeação dos aprovados no concurso de 2019 para Professor Adjunto de Educação Infantil (PAEI).

  1. O que estamos cobrando na Justiça?

Entramos com uma Ação Civil Pública contra a prefeitura do Rio de Janeiro para barrar as contratações temporárias irregulares. O nosso objetivo é garantir que as vagas nas escolas sejam preenchidas pelos candidatos que foram aprovados no concurso público e estão no cadastro de reserva, valorizando a carreira e a educação pública.

  1. Vitória importante: O Ministério Público está do nosso lado!

Tivemos um grande avanço no processo. O Ministério Público (MP) analisou o nosso pedido e deu um parecer favorável aos concursados. O MP concordou que a prefeitura agiu de forma ilegal ao abrir processos seletivos para temporários enquanto ainda havia prazo de validade do concurso e profissionais aguardando convocação. Com isso, o MP pediu à Justiça que condene o Município a nomear os professores adjuntos aprovados.

  1. Onde está o processo agora?

O nosso processo foi transferido para a 9ª Vara de Fazenda Pública. Isso aconteceu por um motivo positivo: a Defensoria Pública também entrou com uma ação semelhante, cobrando a falta de professores. A lei determina que processos parecidos sejam julgados juntos pelo mesmo juiz. Isso une forças e evita decisões contraditórias.

  1. Próximos Passos

O nosso Jurídico continuará atuando com firmeza, agora na 9ª Vara, para que o juiz dê logo uma decisão, obrigando a prefeitura a convocar os aprovados. Seguimos vigilantes e manteremos a categoria informada sobre cada novo passo dessa luta.

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A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) deu um prazo de 90 dias à prefeitura do Rio de Janeiro para que apresente um plano de ação detalhado para a abertura e execução de concursos públicos para preenchimento de vagas permanentes de professores na rede municipal de educação.

A recomendação do MPRJ acontece em um momento que o governo municipal, através da SME RJ tem investido na utilização de contratos temporários para mascarar e suprir as carências de docentes, especialmente na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.

Segundo o Ministério Público esse modelo não atende às exigências constitucionais nem garante a continuidade e a qualidade do ensino. Por isso, o órgão deu prazo para que o prefeito Eduardo Paes e Ferreirinha apresentem, em 90 dias o planejamento para a realização dos concursos públicos para docentes na rede municipal.

O Sepe sempre denunciou a utilização dos contratos temporários, tanto nas redes municipais como na estadual como forma de mascarar a grave falta de professores nas escolas públicas municipais e estaduais. Para o sindicato, os contratos temporários, além de precarizar a educação, já que os contratados não criam vínculos nas unidades escolares e não tem garantias estatutárias para desempenhar suas funções de maneira mais independente e se constituem num verdadeiro problema para a aposentadoria dos concursados já que eles não contribuem para os fundos de pensão dos servidores estatutários. O sindicato vai acompanhar de perto para ver se o governo municipal vai cumprir ou não as determinações e recomendações do MPRJ.

Leia mais no site do Ministério Público do Rio de Janeiro

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O Sepe repudia a aprovação na ALERJ nesta quarta-feira (dia 24/04) do Projeto de Lei 3.290/2024 do governo que libera a contratação pela Seeduc de até 30% em relação do total de professores nas escolas estaduais, alcançando cerca de 15 mil professores temporários, em uma profunda precarização da rede estadual.

A direção do Sepe acompanhou a votação e denuncia que seguranças da Alerj tentaram intimidar diretoras do Sepe, que haviam protestado durante a sessão. O sindicato irá discutir quais os próximos passos para barrar a implementação do PL.

A instituição do concurso público é necessária por causa da estabilidade que oferece à categoria, como também por causa dos vínculos mais profundos criados com a comunidade escolar – e há dez anos não há concursos públicos na rede! Por isso, a importância da realização, urgente, de novos concursos públicos. Por outro lado, as contratações temporárias não garantem a permanência do profissional e não resolvem o crônico problema da carência de profissionais.

O Sepe também chama a atenção para a existência de um banco de concursados aprovados, que aguardam há anos a convocação da SEEDUC, e a possibilidade de ampla migração dos professores efetivos de 18h para a carga horária de 30h. Além disso, a terceirização do magistério ameaça o próprio sistema de previdência dos servidores públicos estaduais.

Leia a íntegra do projeto

SAIBA MAIS

Veja a lista de deputados(as) que votaram a favor do PL 3290, que abre as portas para contratações temporárias na rede estadual

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A Secretaria de Assuntos Ligados aos Funcionários Administrativos do Sepe acaba de publicar um boletim, informando sobre a campanha em defesa de concurso público e contra a terceirização na educação, sobre a luta pelo piso nacional dos funcionários e ainda com as atividades da secretaria ao longo do ano. A publicação traz ainda uma página com informes sobre as lutas da rede municipal RJ. Faça o download e fortaleça a mobilização.

BoletimFuncionariosSepe (PDF)

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A Secretaria para assuntos ligados aos funcionários administrativos, do Sepe RJ, produziu uma publicação, em defesa do concurso público em todas as redes. O material integra a campanha que está sendo desenvolvida pela secretaria, apresentada nas reuniões de seus coletivos, e que combaterá a terceirização da educação e a reforma administrativa, defendendo a realização de concurso público para todas as redes. A campanha conta ainda com cartazes, bottons e adesivos de carro.

Faça o download do boletim (PDF)



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