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O mais recente estudo da evolução salarial dos profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro, divulgado pelo Dieese/Sepe agora em janeiro, mostra que as perdas salariais da categoria de 1º de março de 2019 a 31 de dezembro de 2025 alcançaram a marca de 19,40%. Este resultado mostra o quão insignificante foi o reajuste concedido pelo prefeito Eduardo Paes, ao final do mês de dezembro do ano passado, que ficou muito longe da perda salarial da categoria por causa do arrocho dos últimos anos.

De acordo com o levantamento do Dieese, o reajuste necessário em 1º de janeiro de 2026 para recompor as perdas salarias de 2019 para cá teria que ser de 24,07%, pelo IPCA-IBGE ou 23,88% pela INPC-IBGE, enquanto a prefeitura concedeu somente 4,71%, correspondente à inflação de 2025.

O estudo tomou como base o poder de compra dos salários da categoria em 1º de março de 2019 e comparou com a evolução dos salários pelo INPC e IPCA até 31 de dezembro de 2025. Enquanto o INPC e o IPCA apresentaram uma variação de 43,88% e 44,06% respectivamente os salários no mesmo período foram reajustados em apenas 16,11%. Desta forma, os salários em 31 de dezembro do ano passado manteriam apenas 80,73% do poder aquisitivo de 1º de março de 2019.

No dia 12 de março, a rede municipal fará uma paralisação de 24h para exigir de Paes e Ferreirinha melhores condições de trabalho e reajuste salarial capaz de recompor as perdas dos últimos anos. Neste mesmo dia, será realizada uma assembleia geral e um ato de protesto (local e horário a confirmar) para mostrar ao prefeito e ao secretário municipal de Educação que a categoria está mobilizada e disposta a lutar pela garantia dos seus direitos.

Baixe aqui o boletim do Sepe para a rede municipal RJ



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O jornal Extra repercutiu um estudo comparativo do Sepe-DIEESE sobre quantas cestas básicas o professor da rede municipal do Rio de Janeiro comprava em 2019 e agora. Pelo estudo, o Professor I (Licenciatura Plena), por exemplo, com 16 horas de carga horária, comprava com o seu salário de março de 2019: 4,60 bolsas básicas; já agora, o mesmo professor pode comprar com o salário atual apenas 3 cestas.

A matéria mostra diversos quadros comparativos da pesquisa do DIEESE e também lembra a situação do vale-alimentação, cujo valor está congelado em R$ 12 há 13 anos.

Nesta quarta-feira, dia 08 de outubro, às 15h30, na Cinelândia, o Sepe realizará ato público para o lançamento de nossa campanha em defesa dos direitos dos profissionais de educação da rede municipal do Rio de Janeiro. A campanha Sem Educação não dá! Já está sendo veiculada nas redes sociais, cartazes e bussdor.

Clique aqui para ler a matéria.

Veja matéria no site do Sepe sobre as perdas da rede municipal

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O DIEESE publicou novo boletim com o comportamento dos salários da rede municipal do Rio de Janeiro, referente ao mês de maio de 2024. O órgão fixou como marco inicial para o acompanhamento dos salários o poder de compra que vigorava em 1º de março de 2019 e comparou a evolução dos salários com a evolução do INPC-IBGE e do IPCA-IBGE.

 

No período de 1º de março de 2019 a 30 de abril de l2024, o INPC-IBGE e o IPCA-IBGE apresentaram variações de 34,72% e 34,18% respectivamente. Enquanto os salários no mesmo período foram reajustados em 10,89%, o que faz com que os salários, em 30 de abril deste ano mantivessem apenas 82,31% do poder aquisitivo que tinham em 1º de março de 2019, segundo o INPC-IBGE.

 

De acordo com os cálculos do DIEESE, para que os salários em 1º de maio de 2024 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de março de 2019, o reajuste necessário sobre os vencimentos de abril de 2024 seria de 21,49% pelo INPC-IBGE e de 21,00% de acordo com o IPCA-IBGE. O DIEESE observa ainda que os cálculos apresentados não consideraram a perda nominal nos salários decorrente do aumento do desconto previdenciário de 11% para 14% a partir de julho de 2021

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O Dieese acaba de publicar novo estudo sobre a evolução salarial na rede municipal do Rio de Janeiro. Segundo a análise, que fixou como marco inicial os vencimentos básicos que vigoravam em 1º de março de 2019, penúltimo reajuste salarial da categoria, seria necessário um reajuste de mais de 27% para cobrir as perdas da categoria nos últimos anos. As perdas atingiriam mais de 21% (ver quadro ao lado).

Pela comparação com a evolução dos vencimentos da rede municipal e a variação da inflação medida pelo INPC-IBGE e pelo IPC-IBGE, o Dieese observa, que no período de 1º de março de 2019 a 29 de fevereiro 2024, aqueles índices apresentam uma variação de, respectivamente, 33,97% e 33,46%. No entanto, os salários no mesmo período foram reajustados somente em 5,35%.

O estudo conclui que, para que os salários em 1º de março de 2024 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de março de 2019, o reajuste necessário sobre os salários de fevereiro de 2024 seria de 27,17% pelo INPC-IBGE e de 26,68%, de acordo com o IPCA-IBGE.

Atenção: os cálculos apresentados não consideram a perda nominal nos salários decorrente do aumento do desconto previdenciário de 11% para 14% a partir de julho de 2021.

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O Dieese acaba de publicar novo estudo sobre a evolução salarial dos profissionais de educação da rede estadual do Rio de Janeiro. Os cálculos confirmam que as perdas da categoria, desde julho de 2014 até março de 2024, chegam a quase 31% (foto ao lado). Entenda a seguir como o Dieese chegou a esses números:

A pesquisa fixou como marco inicial para o acompanhamento dos vencimentos básicos o poder de compra que vigorava em 1º de julho de 2014 (data do penúltimo reajuste), comparando a evolução dos vencimentos com a variação da inflação medida pelo INPC-IBGE e pelo IPCA-IBGE. 

Com isso, no período de 1º de julho de 2014 a 29 de fevereiro de 2024, o INPC-IBGE e o IPCA-IBGE apresentaram uma variação de, respectivamente, 73,23% e 73,26%. Os salários, no mesmo período, foram reajustados em 19,72% (13,05% em fevereiro de 2022 e 5,90% em janeiro de 2023). Assim, em 29/02/2024, os salários manteriam apenas 69,11% do poder aquisitivo de 1º de julho de 2014, segundo o INPC-IBGE.

Para que os salários em 1º de março de 2024 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de julho de 2014, o reajuste necessário sobre os salários de fevereiro de 2024 seria de 44,70% pelo INPC-IBGE e de 44,72% de acordo com o IPCA-IBGE.

Pelo INPC-IBGE, a perda salarial até 29 de fevereiro de 2024 foi de 30,89% – o reajuste necessário, em 01/03/2024, para cobrir as perdas seria de 44,70%.

Já a perda salarial até 29 de fevereiro de 2024, pelo índice IPCA-IBGE, foi de 30,90% e o reajuste necessário, em 01/03/2024, seria de 44,72%.

A próxima assembleia da rede estadual será no dia 06 de abril, às 14h, no Club Municipal, na Tijuca.

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A direção do Sepe foi informada pela Secretaria de Estado de Fazenda RJ de que a audiência com o secretário de estado de Fazenda, Guilherme Mercês, marcada para esta quarta-feira (05), foi adiada. A SEFAZ informou que aguardará o processo de mudanças no governo que está ocorrendo desde a efetivação do governador Claudio Castro no cargo para remarcar a reunião com o Sepe; da nossa parte, continuaremos a cobrar que esta reunião seja feita o mais breve possível.
Na pauta do encontro estava incluída a questão salarial dos profissionais da educação da rede estadual RJ, que desde 2014 não têm reajuste salarial. O sindicato irá apresentar à SEFAZ o estudo feito pelo Dieese que demonstra que, em 31 de março de 2021, os salários da categoria mantêm apenas 69,47% do poder aquisitivo de 1º de julho de 2014, segundo o INPC-IBGE. Com isso, as perdas salariais da categoria ultrapassam 30%.
Ainda segundo o Dieese, para que os salários em 1º de abril de 2021 retornassem ao mesmo poder de compra de 1º de julho de 2014, o reajuste necessário sobre os salários de janeiro de 2020 seria de 43,96% pelo INPC-IBGE e de 43,36% de acordo com o IPCA-IBGE.
Além da discussão sobre aumento/reajuste salarial, também serão tratados assuntos como plano de carreira, 1/3 de planejamento e demais reivindicações que foram pautadas na assembleia da rede estadual que discutiu a campanha salarial.
Leia o estudo do Dieese aqui.
Leia o estudo entre a defasagem dos salários da rede estadual e o piso nacional do magistério.

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